Longevidade e qualidade pós-colheita de alstroeméria

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Paixão, Clery de Oliveira lattes
Orientador(a): Paiva, Patrícia Duarte de Oliveira
Banca de defesa: Reis, Michele Valquíria dos, Landgraf, Paulo Roberto Corrêa, Cavalcante, Markilla Zunette Beckmann
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Agronomia/Fitotecnia
Departamento: Departamento de Agricultura
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/57034
Resumo: A alstroeméria é a segunda flor de corte mais comercializada no Brasil. Após o corte, os processos fisiológicos e metabólicos das hastes são afetados, acelerando a senescência das hastes. O uso de soluções conservantes tem como objetivo aumentar a longevidade e manter a qualidade das hastes florais. Apesar de diversas pesquisas com diferentes conservantes, os produtores e consumidores ainda possuem dúvidas na definição do melhor conservante para aumentar a longevidade da alstroeméria e, sobretudo, para evitar o amarelecimento precoce das folhas. Assim, objetivou-se avaliar a longevidade e qualidade pós-colheita de hastes florais de alstroeméria cv. Akemi, mantidas em água de duas diferentes fontes: água proveniente de poço artesiano e água tratada, avaliando os conservantes florais comumente recomendados para esta espécie: Florissant com cloro, 1-metilciclopropeno, benziladenina, cicloheximida, tiossulfato de prata, ácido salicílico, espermina, nanopartícula de prata, cloreto de cálcio, giberelina, Florissant, Crystal, além de um tratamento controle (água). O efeito do cloro isoladamente também foi testado, utilizando as concentrações 0 (controle); 0,5; 1,0; 2,0; 4,0 e 8,0 mg L-¹. Visando a verificar a qualidade da solução, foram avaliados a população microbiana, o pH da solução e a qualidade visual das hastes, que foi verificada por três avaliadores utilizando uma escala de notas, além do consumo de água das hastes e do teor de clorofila. A população microbiana aumentou com o tempo após a colheita, sendo identificados os gêneros Pseudomonas spp. e Bacillus. Foi observado que a qualidade da água interferiu na longevidade das hastes florais de alstroeméria e na associação com o conservante. A solução mais adequada para conservação pós-colheita foi preparada utilizando a água de poço com tiossulfato de prata, proporcionando uma durabilidade de 24 dias, seguido do Florissant ou da giberelina, proporcionando uma durabilidade de 23 dias. Quando se utilizou água tratada, as soluções mais adequadas foram preparadas com benziladenina, giberelina, Florissant, Crystal ou Florissant com cloro. A durabilidade foi de 15 dias. Observou-se que a durabilidade pós-colheita com o uso do cloro como solução conservante na concentração de 1,0 mg L-¹ foi de 14 dias. As soluções conservantes contendo benziladenina, Florissant e giberelina foram capazes de retardar o amarelecimento das folhas de alstroeméria.
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spelling 2023-06-21T19:34:16Z2023-06-21T19:34:16Z2023-06-212023-03-31PAIXÃO, C. de O. Longevidade e qualidade pós-colheita de alstroeméria. 2023. 55 p. Dissertação (Mestrado em Agronomia/Fitotecnia)–Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2023.https://repositorio.ufla.br/handle/1/57034A alstroeméria é a segunda flor de corte mais comercializada no Brasil. Após o corte, os processos fisiológicos e metabólicos das hastes são afetados, acelerando a senescência das hastes. O uso de soluções conservantes tem como objetivo aumentar a longevidade e manter a qualidade das hastes florais. Apesar de diversas pesquisas com diferentes conservantes, os produtores e consumidores ainda possuem dúvidas na definição do melhor conservante para aumentar a longevidade da alstroeméria e, sobretudo, para evitar o amarelecimento precoce das folhas. Assim, objetivou-se avaliar a longevidade e qualidade pós-colheita de hastes florais de alstroeméria cv. Akemi, mantidas em água de duas diferentes fontes: água proveniente de poço artesiano e água tratada, avaliando os conservantes florais comumente recomendados para esta espécie: Florissant com cloro, 1-metilciclopropeno, benziladenina, cicloheximida, tiossulfato de prata, ácido salicílico, espermina, nanopartícula de prata, cloreto de cálcio, giberelina, Florissant, Crystal, além de um tratamento controle (água). O efeito do cloro isoladamente também foi testado, utilizando as concentrações 0 (controle); 0,5; 1,0; 2,0; 4,0 e 8,0 mg L-¹. Visando a verificar a qualidade da solução, foram avaliados a população microbiana, o pH da solução e a qualidade visual das hastes, que foi verificada por três avaliadores utilizando uma escala de notas, além do consumo de água das hastes e do teor de clorofila. A população microbiana aumentou com o tempo após a colheita, sendo identificados os gêneros Pseudomonas spp. e Bacillus. Foi observado que a qualidade da água interferiu na longevidade das hastes florais de alstroeméria e na associação com o conservante. A solução mais adequada para conservação pós-colheita foi preparada utilizando a água de poço com tiossulfato de prata, proporcionando uma durabilidade de 24 dias, seguido do Florissant ou da giberelina, proporcionando uma durabilidade de 23 dias. Quando se utilizou água tratada, as soluções mais adequadas foram preparadas com benziladenina, giberelina, Florissant, Crystal ou Florissant com cloro. A durabilidade foi de 15 dias. Observou-se que a durabilidade pós-colheita com o uso do cloro como solução conservante na concentração de 1,0 mg L-¹ foi de 14 dias. As soluções conservantes contendo benziladenina, Florissant e giberelina foram capazes de retardar o amarelecimento das folhas de alstroeméria.Alstroemeria is the second most commercially traded cut flower in Brazil. After cutting, the physiological and metabolic processes of the stems are affected, accelerating the senescence of the stems. The use of preservative solutions aims to increase longevity and maintain the quality of the floral stems. Despite several research studies with different preservatives, producers and consumers still have doubts about the best preservative to increase the longevity of alstroemeria and, above all, to prevent premature yellowing of the leaves. Thus, the objective was to evaluate the post-harvest longevity and quality of floral stems of alstroemeria cv. Akemi, kept in water from two different sources: natural water and treated water, evaluating commonly recommended floral preservatives for this species: Florissant with chlorine, 1-methylcyclopropene, benzyladenine, cycloheximide, silver thiosulfate, salicylic acid, spermine, silver nanoparticles, calcium chloride, gibberellin, Florissant, Crystal, in addition to a control treatment (water). The effect of chlorine alone was also tested, using the concentrations 0 (control), 0.5, 1.0, 2.0, 4.0, and 8.0 mg L-¹. In order to assess the solution's quality, microbial population, solution pH, and visual quality of the stems were evaluated by three assessors using a rating scale, in addition to water consumption by the stems and chlorophyll content. The microbial population increased over time after harvesting, and Pseudomonas spp. and Bacillus were identified. It was observed that water quality influenced the longevity of alstroemeria floral stems and its association with the preservative. The most suitable post-harvest conservation solution was prepared using well water with silver thiosulfate, providing a durability of 24 days, followed by Florissant or gibberellin, providing a durability of 23 days. When treated water was used, the most suitable solutions were prepared with benzyladenine, gibberellin, Florissant, Crystal, or Florissant with chlorine. The durability was 15 days. It was observed that the post-harvest durability using chlorine as a preservative solution at a concentration of 1.0 mg L-¹ was 14 days. Preservative solutions containing benzyladenine, Florissant, and gibberellin were able to delay the yellowing of alstroemeria leaves.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-graduação em Agronomia/FitotecniaUFLAbrasilDepartamento de AgriculturaAttribution 4.0 Internationalhttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessFloriculturaFloriculturaLongevidadeFlor de corteConservante floralFloricultureLongevityCut flowerFloral preservativeLongevidade e qualidade pós-colheita de alstroemériaLongevity and postharvest quality of alstroemériainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisPaiva, Patrícia Duarte de OliveiraReis, Michele Valquíria dosReis, Michele Valquíria dosLandgraf, Paulo Roberto CorrêaCavalcante, Markilla Zunette Beckmannhttp://lattes.cnpq.br/8953456274183762Paixão, Clery de Oliveiraporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLACC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8907https://repositorio.ufla.br/bitstreams/e971fde0-2214-4fa1-a409-313e27900795/downloadc07b6daef3dbee864bf87e6aa836cde2MD51falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8956https://repositorio.ufla.br/bitstreams/04350152-9f60-4ce2-bc3a-b5e2fdccee35/download5ea4a165b7202cbf475be400d2e16893MD52falseAnonymousREADORIGINALDISSERTAÇÃO_Longevidade e qualidade pós-colheita de alstroeméria.pdfDISSERTAÇÃO_Longevidade e qualidade pós-colheita de alstroeméria.pdfapplication/pdf1388070https://repositorio.ufla.br/bitstreams/f80dd672-6210-496d-b761-367438f2bac4/download82538245cab047a76b0682ebd1b0b718MD53trueAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Longevidade e qualidade pós-colheita de alstroeméria.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Longevidade e qualidade pós-colheita de alstroeméria.pdf.txtExtracted texttext/plain99456https://repositorio.ufla.br/bitstreams/46f74d09-e3b7-422e-8625-75dee6d4f0d7/download402e71c3939beb289eccc932c1d90b55MD54falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Longevidade e qualidade pós-colheita de alstroeméria.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Longevidade e qualidade pós-colheita de alstroeméria.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2969https://repositorio.ufla.br/bitstreams/02c77330-a00b-408a-baa7-6ac480825a51/download37f8e22679505aefc37a3f66dc24ddddMD55falseAnonymousREAD1/570342025-08-06 11:05:53.69http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/Attribution 4.0 Internationalopen.accessoai:repositorio.ufla.br:1/57034https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-06T14:05:53Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CgphKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqSBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwsIGUgcXVlIGRldMOpbSBvIGRpcmVpdG8gZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgYSBlbnRyZWdhIGRvIGRvY3VtZW50byBuw6NvIGluZnJpbmdlLCB0YW50byBxdWFudG8gbGhlIMOpIHBvc3PDrXZlbCBzYWJlciwgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgcGVzc29hIG91ICBlbnRpZGFkZS4KCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MgZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqSBiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUgbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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