Oliveira (Olea europaea L.): armazenamento de pólen, propriedades do estigma e feitos de defensivos agrícolas na microsporogênese

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Zambon, Carolina Ruiz lattes
Orientador(a): Pio, Rafael
Banca de defesa: Oliveira, Adelson Francisco de, Castro, Evaristo Mauro de, Peche, Pedro Maranha, Techio, Vânia Helena
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Botânica Aplicada
Departamento: Departamento de Biologia
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/12771
Resumo: O Brasil é um grande importador de azeite de oliva, começando a despontar para a produção nacional, sendo uma atividade agrícola recente, em expansão , principalmente nas regiões subtropicais, desprovida de várias informações técnicas como: dados sobre polinização, viabilidade polínica e receptividade estigmática, assim como fatores que podem influenciar esses processos, nas especificas condições ambientais nacionais. Objetivou-se com esse trabalho testar metodologias que preservem a viabilidade polínica, ao longo do tempo, assim como estabelecer o melhor momento para se intervir com o pólen no estigma, durante uma hibridização, na cultivar Arbequina, além de investigar irregularidades que ocorrem durante a microsporogênese de duas cultivares: Arbequina e MGS GRAP 541, quando submetidas a aplicação de diferentes defensivos agrícolas, durante a florada, e avaliar se essas anormalidades interferem na viabilidade dos grãos de pólen. Durante o primeiro experimento foram realizadas a descrição dos eventos florais, teste de armazenamento de grãos de pólen em três condições diferentes: Temperatura ambiente (27 °C), geladeira (8 °C) e freezer (-10 °C) e a ultima fase verificou-se a receptividade estigmática floral pelo método de peróxido de hidrogênio a 3%, com flores em pré-antese, antese e pós-antese, ao longo do dia, da cultivar Arbequina. Como resultado, na descrição dos eventos florais, verificou-se que a oliveira apresenta antese diurna, com abertura floral entre 10 e 11 horas, as anteras armazenadas em freezer, tiveram melhor resultado, preservando a viabilidade por 60 dias e os estigmas apresentaram-se receptivos desde a pré-antese. No segundo experimento, inflorescências de duas cultivares de oliveira, Arbequina e MGS GRAP541, foram submetidas a aplicação de cinco defensivos agrícolas: óleo mineral, óleo de neem, dimetoato, deltametrina e tratamento controle (água), sendo as flores fixadas em Carnoy e posteriormente quantificado a porcentagem de anormalidades meióticas através do protocolo para estudo meiótico pel técnica de esmagamento e coloração por carmim propiônico a 0,5%. Durante esse experimento foram testados a viabilidade do pólen pelo método de coloração de Alexander e pelo método de germinação in vitro, em meio de cultura especifico para pólen de oliveira, sendo os resultados, dos dois métodos de viabilidades analisados individualmente e em conjunto avaliando sua similaridade. Como resultado, as duas cultivares apresentaram aumento na porcentagem de anormalidades cromossômicas quando utilizado os defensivos agrícolas. Nos testes de viabilidade polínica, ambos os métodos, para as duas cultivares, apresentaram maior porcentagem de pólen viáveis no tratamento testemunha e menor porcentagem de viabilidade polínica na presença dos defensivos agrícolas. O método de viabilidade polínica por coloração apresentou as maiores médias de pólens viáveis, porém, ambos os métodos, quando comparados conjuntamente, apresentaram uma correlação linear positiva fortemente relacionada, indicando que ambos representam a viabilidade polínica dos tratamentos.
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spelling 2017-04-26T19:36:38Z2017-04-26T19:36:38Z2017-04-262017-04-17ZAMBON, C. R. Oliveira (Olea europaea L.): armazenamento de pólen, propriedades do estigma e feitos de defensivos agrícolas na microsporogênese. 2017. 60 p. Tese (Doutorado em Botânica Aplicada )-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2017.https://repositorio.ufla.br/handle/1/12771O Brasil é um grande importador de azeite de oliva, começando a despontar para a produção nacional, sendo uma atividade agrícola recente, em expansão , principalmente nas regiões subtropicais, desprovida de várias informações técnicas como: dados sobre polinização, viabilidade polínica e receptividade estigmática, assim como fatores que podem influenciar esses processos, nas especificas condições ambientais nacionais. Objetivou-se com esse trabalho testar metodologias que preservem a viabilidade polínica, ao longo do tempo, assim como estabelecer o melhor momento para se intervir com o pólen no estigma, durante uma hibridização, na cultivar Arbequina, além de investigar irregularidades que ocorrem durante a microsporogênese de duas cultivares: Arbequina e MGS GRAP 541, quando submetidas a aplicação de diferentes defensivos agrícolas, durante a florada, e avaliar se essas anormalidades interferem na viabilidade dos grãos de pólen. Durante o primeiro experimento foram realizadas a descrição dos eventos florais, teste de armazenamento de grãos de pólen em três condições diferentes: Temperatura ambiente (27 °C), geladeira (8 °C) e freezer (-10 °C) e a ultima fase verificou-se a receptividade estigmática floral pelo método de peróxido de hidrogênio a 3%, com flores em pré-antese, antese e pós-antese, ao longo do dia, da cultivar Arbequina. Como resultado, na descrição dos eventos florais, verificou-se que a oliveira apresenta antese diurna, com abertura floral entre 10 e 11 horas, as anteras armazenadas em freezer, tiveram melhor resultado, preservando a viabilidade por 60 dias e os estigmas apresentaram-se receptivos desde a pré-antese. No segundo experimento, inflorescências de duas cultivares de oliveira, Arbequina e MGS GRAP541, foram submetidas a aplicação de cinco defensivos agrícolas: óleo mineral, óleo de neem, dimetoato, deltametrina e tratamento controle (água), sendo as flores fixadas em Carnoy e posteriormente quantificado a porcentagem de anormalidades meióticas através do protocolo para estudo meiótico pel técnica de esmagamento e coloração por carmim propiônico a 0,5%. Durante esse experimento foram testados a viabilidade do pólen pelo método de coloração de Alexander e pelo método de germinação in vitro, em meio de cultura especifico para pólen de oliveira, sendo os resultados, dos dois métodos de viabilidades analisados individualmente e em conjunto avaliando sua similaridade. Como resultado, as duas cultivares apresentaram aumento na porcentagem de anormalidades cromossômicas quando utilizado os defensivos agrícolas. Nos testes de viabilidade polínica, ambos os métodos, para as duas cultivares, apresentaram maior porcentagem de pólen viáveis no tratamento testemunha e menor porcentagem de viabilidade polínica na presença dos defensivos agrícolas. O método de viabilidade polínica por coloração apresentou as maiores médias de pólens viáveis, porém, ambos os métodos, quando comparados conjuntamente, apresentaram uma correlação linear positiva fortemente relacionada, indicando que ambos representam a viabilidade polínica dos tratamentos.Brazil is a great importer of olive oil, beginning to emerge for the national production, being an expanding recent business, mainly in the subtropical regions lacking a great deal of technical information such as: data about pollination, pollen viability and stigma receptivity as well as factors which can affect those processes under the particular national environmental conditions. It was intended through this work to test the methodologies which preserve pollen viability along time as well as establish the best timing to intervene in pollen in the stigma during hybridization in cultivar Arbequina, in addition to investigating irregularities occurring during the microsporogenesis of two cultivars: Arbequina and MGS GRAP 541, when submitted to the application of different agricultural defensives during blooming and evaluating whether those abnormalities and viability of pollen grains. During the first experiment, the description of the floral features, storage test of pollen grains under three different conditions were conducted: Environmental temperature (27 °C), refrigerator (8 °C) and freezer (-10 °C) and the last phase, the floral stigma receptivity by the 3% hydrogen peroxide with flowers at pre-anthesis, anthesis and post-anthesis was verified along the day of cultivar Arbequina. As a result, in the description of the floral features, it was found that the olive tree presents diurnal anthesis, with floral opening between 10 and 11 hours, the freezer-stored anthers, had best result, preserving viability for 60 days e the stigmas have proved receptive since pre-anthesis. In the second experiment, inflorescences of two olive cultivars, Arbequina and MGS GRAP541, were submitted to the application of five agricultural defensives: mineral oil, neem oil, dimethoate, deltamethrine and control treatment (water), the flower being fixed in Carnoy and later the percentage of meiotic abnormalities quantified through the protocol for meiotic study by the squash technique and 0.5% propionic carmine staining. During this experiment, the pollen viability was tested by the Alexander staining method and by the in vitro germination method in culture medium specific for olive pollen, the results of the two viability methods being analyzed singly and in joint evaluating their similarity. As a result, the two cultivars presented increase in the percentage of chromosome abnormalities when the agricultural defensives were utilized. In the pollen viability tests, both the methods for the two cultivars presented increased percentage of viable pollen in the control treatment and decreased pollen viability percentage in the presence of the agricultural defensives. The pollen viability method by staining showed the highest means of viable pollens, but, both methods when compared jointly, presented a strongly related positive linear correlation, indicating that both stand for the pollen viability of the treatments.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Botânica AplicadaUFLAbrasilDepartamento de BiologiaBotânica AplicadaOlea europaea L.Viabilidade polínica.Receptividade estigmáticaPollen viabilityStigmatic viabilityOliveira (Olea europaea L.): armazenamento de pólen, propriedades do estigma e feitos de defensivos agrícolas na microsporogêneseOliveira (Olea europaea L.): storage of pollen, properties of stigma and made of agricultural defensives in microsporogenesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisPio, RafaelOliveira, Adelson Francisco deCastro, Evaristo Mauro dePeche, Pedro MaranhaTechio, Vânia Helenahttp://lattes.cnpq.br/5750081379903546Zambon, Carolina Ruizinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALTESE_Oliveira (Olea europaea L.): armazenamento de pólen, propriedades do estigma e feitos de defensivos agrícolas na microsporogênese.pdfTESE_Oliveira (Olea europaea L.): armazenamento de pólen, propriedades do estigma e feitos de defensivos agrícolas na microsporogênese.pdfapplication/pdf1039598https://repositorio.ufla.br/bitstreams/2827d904-61e1-4985-9d34-a752bf5ed569/download68d697c481b60ff9dfcfa96beaa5c7a1MD52trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8925https://repositorio.ufla.br/bitstreams/a50526a7-c690-4eda-a2a5-c048fe3bd62e/downloadb8680a72aba1154c473a67df97ef44b9MD51falseAnonymousREADTEXTTESE_Oliveira (Olea europaea L.): armazenamento de pólen, propriedades do estigma e feitos de defensivos agrícolas na microsporogênese.pdf.txtTESE_Oliveira (Olea europaea L.): armazenamento de pólen, propriedades do estigma e feitos de defensivos agrícolas na microsporogênese.pdf.txtExtracted texttext/plain102311https://repositorio.ufla.br/bitstreams/056cb777-bf1c-41a0-8fdc-0498a4759aab/downloadbebfbe725c60f44bfcc0312adc8a87cfMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Oliveira (Olea europaea L.): armazenamento de pólen, propriedades do estigma e feitos de defensivos agrícolas na microsporogênese.pdf.jpgTESE_Oliveira (Olea europaea L.): armazenamento de pólen, propriedades do estigma e feitos de defensivos agrícolas na microsporogênese.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3415https://repositorio.ufla.br/bitstreams/1b08886e-83b4-4b05-9c3d-2ca718f7bfab/download0f5ef1db64d989ef6a3db476d4e722edMD54falseAnonymousREAD1/127712025-08-08 08:08:19.478open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/12771https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-08T11:08:19Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQT8/TyBERSBESVNUUklCVUk/P08gTj9PLUVYQ0xVU0lWQQpPIHJlZmVyaWRvIGF1dG9yOgphKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSA/IHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0P20gbyBkaXJlaXRvIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2VuP2EuCkRlY2xhcmEgdGFtYj9tIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG4/byBpbmZyaW5nZSwgdGFudG8gcXVhbnRvCmxoZSA/IHBvc3M/dmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnQ/bSBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG4/byBkZXQ/bSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphPz9vIGRvIGRldGVudG9yIGRvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciBwYXJhIGNvbmNlZGVyID8gVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW4/YSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBjdWpvcwpkaXJlaXRvcyBzP28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdD8gY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZT9kbyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUuIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlID8KYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpPz9vIHF1ZQpuP28gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBMYXZyYXMsIGRlY2xhcmEgcXVlIGN1bXByaXUgcXVhaXNxdWVyCm9icmlnYT8/ZXMgZXhpZ2lkYXMgcGVsbyByZXNwZWN0aXZvIGNvbnRyYXRvIG91IGFjb3Jkby4KCg==
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