Tão Longe, tão perto : a feitura fílmica infamiliar e a “Trilogia do Luto”, de Cristiano Burlan

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Leandro Silva Lopes
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Minas Gerais
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1843/80275
Resumo: CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
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Esses documentários, que exploram memórias e sentimentos íntimos, aproximam-se do núcleo privado e familiar, revelando histórias profundamente pessoais que transcendem o âmbito individual para alcançar dimensões sociais e políticas. Por meio de múltiplas tematizações e modulações, essas obras dialogam com questões coletivas, endereçando afetos e reflexões tanto ao campo pessoal quanto ao político. Entre os exemplos mais significativos desse movimento está a “Trilogia do Luto”, de Cristiano Burlan, composta por Construção (2006), Mataram meu irmão (2013) e Elegia de um crime (2018). A partir desses filmes, observamos que a aplicação do termo “autobiográfico” a esse corpus se revela insuficiente para captar as complexas modulações presentes nas obras. Assim, nosso objetivo é propor um conceito teórico e metodológico mais abrangente, capaz de apreender a especificidade da abordagem autobiográfica no campo documental do cinema brasileiro. O problema de pesquisa formulou-se a partir de questões como: qual seria a dimensão “auto” nos filmes Construção (2006), Mataram meu irmão (2013) e Elegia de um crime (2018), e em que medida ela se edifica na relação entre o realizador e seus entes falecidos? De que maneira, a ausência do sujeito filmado evoca mais ou menos a presença do cineasta filho e irmão, ou reforça o caráter de traço daquele que se autobiografa indiretamente? Em que medida, ainda, é nesse processo que uma noção de familiar ou infamiliar se constrói tendo em vista a relação entre o processo de feitura cinematográfica e a elaboração do luto? Assim, percorremos um caminho conceitual, a partir de operadores analíticos no trabalho com os filmes, que nos conduziram à formulação de uma categoria: Feitura Fílmica Infamiliar.https://orcid.org/0000-0002-8799-0902BrasilFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIALPrograma de Pós-Graduação em Comunicação SocialUFMGCC-LICENSElicense_rdfapplication/octet-stream811https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/27122257-7f9c-402a-848b-8b8bfa58aa24/downloadcfd6801dba008cb6adbd9838b81582abMD51falseAnonymousREADLICENSElicense.txttext/plain2118https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/dc22911a-ea56-40a0-8884-a6acfb164ead/downloadcda590c95a0b51b4d15f60c9642ca272MD52falseAnonymousREADORIGINALLOPES, Leandro Silva. TÃO LONGE, TÃO PERTO a feitura fílmica infamiliar e a Trilogia do Luto, de Cristiano Burlan. 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