Avaliação da distância entre os forames mentonianos, através de mensurações horizontais em radiografias oclusais e panorâmicas
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Nas cirurgias para a colocação de implantes dentários, na região anterior da mandíbula os forames mentonianos delimitam a extensão da área cirúrgica, constituindo-se, na prática, no principal fator para o estabelecimento do número total de implantes a serem colocados nessa região, sendo que o diagnóstico por imagem é uma das etapas mais importantes para um correto planejamento cirúrgico. As radiografias oclusais, por serem realizadas no consultório, podem ser utilizadas previamente para verificar se o guia radiográfico/cirúrgico, com os marcadores radiopacos, estão localizados entre os forames mentonianos, onde se pretende colocar os implantes. Caso os marcadores radiopacos estejam fora da área, podemos reposiciona-los até que se consiga um posicionamento ideal, antes de solicitarmos exames radiográficos complementares. O propósito desse trabalho foi analisar as medidas horizontais da distância entre os forames mentonianos nas imagens obtidas a partir de radiografias oclusais e panorâmicas e estabelecer como a magnificação dessas imagens se comporta. Para a realização desta pesquisa, foram utilizadas quatro mandíbulas humanas secas, preparando-se a região a ser estudada com fios de Cromo-Níquel (Cr-Ni), de 0.90 mm de diâmetro, dobrados de acordo com a curvatura (arco) e comprimento do rebordo vestibular na região anterior da mandíbula entre os forames mentonianos. As radiografias oclusais foram realizadas em três aparelhos radiográficos diferentes e as radiografias panorâmicas realizadas em um único aparelho panorâmico. Os resultados, analisados estatisticamente mostraram que as radiografias oclusais apresentaram uma menor ampliação horizontal, em torno de 7,5 a 8,5%, com valores pouco dispersivos em relação a sua média; a ampliação horizontal nas radiografias panorâmicas variou entre 9,4 a 28%, com uma média de 17,85%, dados insuficientes para avaliar o conjunto, pois os valores são dispersos e assimétricos. Conclui-se que as duas técnicas produziram imagens radiográficas com um nível de distorção bastante significativo em relação à medida real dos objetos e referências anatômicas estudadas. |
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2013-01-28T13:15:39Z2021-09-30T19:56:28Z2012https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/1698Nas cirurgias para a colocação de implantes dentários, na região anterior da mandíbula os forames mentonianos delimitam a extensão da área cirúrgica, constituindo-se, na prática, no principal fator para o estabelecimento do número total de implantes a serem colocados nessa região, sendo que o diagnóstico por imagem é uma das etapas mais importantes para um correto planejamento cirúrgico. As radiografias oclusais, por serem realizadas no consultório, podem ser utilizadas previamente para verificar se o guia radiográfico/cirúrgico, com os marcadores radiopacos, estão localizados entre os forames mentonianos, onde se pretende colocar os implantes. Caso os marcadores radiopacos estejam fora da área, podemos reposiciona-los até que se consiga um posicionamento ideal, antes de solicitarmos exames radiográficos complementares. O propósito desse trabalho foi analisar as medidas horizontais da distância entre os forames mentonianos nas imagens obtidas a partir de radiografias oclusais e panorâmicas e estabelecer como a magnificação dessas imagens se comporta. Para a realização desta pesquisa, foram utilizadas quatro mandíbulas humanas secas, preparando-se a região a ser estudada com fios de Cromo-Níquel (Cr-Ni), de 0.90 mm de diâmetro, dobrados de acordo com a curvatura (arco) e comprimento do rebordo vestibular na região anterior da mandíbula entre os forames mentonianos. As radiografias oclusais foram realizadas em três aparelhos radiográficos diferentes e as radiografias panorâmicas realizadas em um único aparelho panorâmico. Os resultados, analisados estatisticamente mostraram que as radiografias oclusais apresentaram uma menor ampliação horizontal, em torno de 7,5 a 8,5%, com valores pouco dispersivos em relação a sua média; a ampliação horizontal nas radiografias panorâmicas variou entre 9,4 a 28%, com uma média de 17,85%, dados insuficientes para avaliar o conjunto, pois os valores são dispersos e assimétricos. Conclui-se que as duas técnicas produziram imagens radiográficas com um nível de distorção bastante significativo em relação à medida real dos objetos e referências anatômicas estudadas.In surgeries to the placement of dental implants in the anterior region of the mandible the mental foramens delimits the extension of the surgical area, becoming in practice the main factor for the establishment of the total number of implants to be placed in this region, and the diagnostic imaging is one of the most important steps for a correct surgical planning. The occlusal radiographs for being performed at the dental clinic can be used previously to check if our radiographic/surgical guide, with radiopaque markers is located between the mental foramens, where you want to place the implants. If the radiopaque markers are outside the area we can reposition these markers up to that ideal positioning, before we request complementary radiographic examination. The purpose of this study was to analyze the horizontal measures of the distance between the mental foramens in images obtained from occlusal and panoramic radiographs and to establish how the magnification of these images behaves. For the achievement of this research were used four dry human mandible, the region to be studied was prepared with Chromium-Nickel (Cr-Ni) wires, of 0.90 mm diameter bent accordingly to the curvature (arc) and length of the vestibular ridge of the anterior region of the mandible between the mental foramem. The occlusal radiographs were taken at three different radiographic equipment and panoramic radiographs performed in a single orthopantomographic device. The results which were processed statistically show that the occlusal radiographs presented a lower horizontal magnification at around 7.5 to 8.5%, with a little dispersive values in relation to its average, the horizontal magnification in panoramic radiographs ranges from 9.4 to 28% with an average of 17.85 %, these numbers are not enough to evaluate the set, because the values are dispersed and asymmetric. The conclusion was that two techniques produce radiographic images with a very significant level of distortion in relation to the real measure of the objects and anatomic references studied.porAmpliação RadiográficaForame MentualImplantes DentáriosRadiografia PanorâmicaAvaliação da distância entre os forames mentonianos, através de mensurações horizontais em radiografias oclusais e panorâmicasEvaluation of the distance between the mental foramens through horizontal measurements on occlusal radiographs and panoramic radiographsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisSilva, Anísio Lima daArakaki, Antonio Reginaldoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMSinstname:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)instacron:UFMSTHUMBNAILAntonio R. Arakaki.pdf.jpgAntonio R. Arakaki.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1122https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/1698/4/Antonio%20R.%20Arakaki.pdf.jpgbab6300a8d984872274918f29665b496MD54ORIGINALAntonio R. Arakaki.pdfAntonio R. Arakaki.pdfapplication/pdf857294https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/1698/1/Antonio%20R.%20Arakaki.pdf9b0a5a6e8263923e7dfa925ebe810fb4MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/1698/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTAntonio R. Arakaki.pdf.txtAntonio R. 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