Mascaramento temporal na audição senescente

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: ADVÍNCULA, Karina Paes
Orientador(a): COSTA, Maria Lúcia Gurgel da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12612
Resumo: Ouvintes com audição normal geralmente reconhecem mais facilmente a fala em ambientes com ruído de fundo oscilante, quando comparados a ruídos de fundo constante. Este benefício da modulação do ruído – ou benefício do mascaramento modulado (BMM) (masking release) – é mais observado em ouvintes jovens do que em ouvintes idosos com audição normal. Essa dificuldade parece estar relacionada a déficit do processamento auditivo temporal. O objetivo dessa tese foi avaliar o déficit no processamento auditivo temporal relacionado ao aumento da idade, utilizando testes de fala com o português brasileiro. Para tal, foi determinada a magnitude do BMM em jovens e idosos e a permanência do ruído mascarante no sistema auditivo após seu desaparecimento acústico (forward masking). Participaram desse estudo jovens e idosos nativos do português brasileiro. Um estudo piloto determinou a taxa de modulação do ruído a ser utilizada na mensuração da magnitude do BMM. Para a medição do BMM, foram utilizadas sentenças da versão brasileira do Hearing in Noise Test (HINT). Foram determinados limiares de reconhecimento de fala para os dois grupos em presença de ruído estável (65 dB NPS) e em presença de ruído modulado em amplitude (cuja intensidade variou entre 65 dB NPS a 30 dB NPS, numa taxa de modulação de 10 Hz). Para a pesquisa da permanência do mascaramento, foram determinados limiares auditivos após a interrupção do ruído mascarante em intervalos de tempo específicos (4, 16, 64 e 128 milissegundos). O estímulo utilizado para determinação desses limiares também foi um ruído, porém de breve duração (30 ms). Os resultados foram submetidos à análise de variância (ANOVA). O grupo de jovens apresentou maior magnitude do BMM quando comparado aos idosos (p=0.003). No teste de permanência do mascaramento, os limiares decresceram significantemente entre os intervalos (p<0.001) para os dois grupos, evidenciando o efeito da permanência do mascaramento. Os idosos apresentam limiares significantemente mais elevados no intervalo de 128 mseg (p=0.003). Idosos brasileiros possuem menor BMM que os jovens brasileiros e apresentam maior permanência do mascaramento quando comparados com os jovens em intervalo de tempo de tempo mais prolongado (128ms). Esses achados reforçam o raciocínio de que déficit do processamento auditivo temporal está relacionado à dificuldade dos idosos em reconhecer a fala em ambientes ruidosos. Esses resultados consagram a versão brasileira do HINT como um material de fala apropriado para pesquisa do processamento auditivo temporal.
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