Desenvolvimento de dispositivo baseado em bioativos de Anthurium Affine Schott visando o tratamento de lesões de pele

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: LINHARES, Luiz Henrique da Silva
Orientador(a): YARA, Ricardo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Morfotecnologia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/65676
Resumo: As doenças de pele representam um problema de saúde pública no Brasil. As lesões neste órgão, dependendo de suas características, são de lenta recuperação. Embora existam protocolos clássicos para tratar estes tipos de lesões, a ciência sempre busca meios mais eficientes. A construção de dispositivos utilizando-se biopolímeros como a agarose, são uma alternativa viável para o desenvolvimento de substitutos temporários de pele, para uma recuperação mais rápida e eficiente. Neste cenário promissor, procura-se incorporar a estes dispositivos, bioativos de plantas medicinais, como por exemplo, o Anthurium affine Schott, espécie de Mata Atlântica, conhecida como “milho de urubu”. O A. affine é amplamente utilizado pela população para tratar dermatites e psoríase, sendo citado por seus efeitos reepitelizantes e cicatrizantes. Dado a baixa quantidade de informações sobre a espécie, este estudo avaliou a composição fitoquímica de A. affine, além de incorporar estes bioativos em filmes poliméricos à base de agarose. Foi avaliado adicionalmente o potencial antioxidante da amostra, além do perfil espectroscópico na região do Infravermelho dos filmes incorporados com A. affine. Observou-se que o extrato hidroalcóolico apresentou ação antioxidante segundo a metodologia do DPPH. Foi avaliada a composição fenólica, de forma qualitativa e quantitativa e foi demostrado em ambas as abordagens que o extrato apresentava significativa quantidade de polifenóis, majoritariamente de flavonoides. A alta concentração destes compostos fenólicos foi confirmada em ensaios de FTIR. Estes resultados corroboram com o uso popular desta espécie medicinal, uma vez que derivados flavonoídicos são indicados para tratamento de úlceras de pele. Os dados obtidos neste trabalho oferecem respaldo científico à relatos etnobotânicos, que referenciam a ação anti-inflamatória e cicatrizante do A. affine. Demonstrou-se que o dispositivo foi eficaz em relação à incorporação do extrato na superfície, o que foi confirmado em protocolos desenvolvidos para esta finalidade, utilizando-se da análise estatística dos componentes principais (PCA) a partir de dados de FTIR e por espectroscopia na região do UV- vis de filmes.
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Neste cenário promissor, procura-se incorporar a estes dispositivos, bioativos de plantas medicinais, como por exemplo, o Anthurium affine Schott, espécie de Mata Atlântica, conhecida como “milho de urubu”. O A. affine é amplamente utilizado pela população para tratar dermatites e psoríase, sendo citado por seus efeitos reepitelizantes e cicatrizantes. Dado a baixa quantidade de informações sobre a espécie, este estudo avaliou a composição fitoquímica de A. affine, além de incorporar estes bioativos em filmes poliméricos à base de agarose. Foi avaliado adicionalmente o potencial antioxidante da amostra, além do perfil espectroscópico na região do Infravermelho dos filmes incorporados com A. affine. Observou-se que o extrato hidroalcóolico apresentou ação antioxidante segundo a metodologia do DPPH. Foi avaliada a composição fenólica, de forma qualitativa e quantitativa e foi demostrado em ambas as abordagens que o extrato apresentava significativa quantidade de polifenóis, majoritariamente de flavonoides. A alta concentração destes compostos fenólicos foi confirmada em ensaios de FTIR. Estes resultados corroboram com o uso popular desta espécie medicinal, uma vez que derivados flavonoídicos são indicados para tratamento de úlceras de pele. Os dados obtidos neste trabalho oferecem respaldo científico à relatos etnobotânicos, que referenciam a ação anti-inflamatória e cicatrizante do A. affine. Demonstrou-se que o dispositivo foi eficaz em relação à incorporação do extrato na superfície, o que foi confirmado em protocolos desenvolvidos para esta finalidade, utilizando-se da análise estatística dos componentes principais (PCA) a partir de dados de FTIR e por espectroscopia na região do UV- vis de filmes.Skin diseases represent a public health problem in Brazil. The injuries in this organ, depending on its characteristics, are of slow recovery. Although there are classic protocols to treat these types of injuries, science is always looking for more efficient solutions. The construction of devices using biopolymers such as agarose is a viable alternative for the development of temporary skin substitutes, for a faster and more efficient recovery. In this promising scenario, an attempt is made to incorporate bioactive medicinal plants into these devices, such as the Anthurium affine Schott, a species from the Atlantic Forest, known as “vulture corn.” A. affine is widely used by the population to treat dermatitis and psoriasis, being cited for its re-epithelializing and healing effects. Due to the low amount of information about the species, this study evaluated the phytochemical composition of A. affine, in addition we developed agarose-based polymeric films with these bioactives. Additionally, the antioxidant potential of the sample was evaluated, in addition to the spectroscopic profile in the infrared region of the films incorporated with A. affine. It was observed that the hydroalcoholic extract showed antioxidant action according to the DPPH methodology. The phenolic composition was evaluated, qualitatively and quantitatively, and it was shown in both approaches that the extract had a significant amount of polyphenols, mostly flavonoids. The high concentration of these phenolic compounds was confirmed in FTIR assays. These results corroborate the popular use of this medicinal species since flavonoid derivatives are indicated for the treatment of skin ulcers. The data obtained in this work offer scientific support to ethnobotanical reports, which refer to the anti-inflammatory and healing action of A. affine. It was demonstrated that the developed device was effective in relation to the incorporation of the extract on the surface, which was confirmed by protocols developed for this purpose, such as using the statistical analysis of principal components (PCA) from FTIR data and by UV-vis spectroscopy region of films, with these experimental protocols and data, it is believed that we are contributing scientific/technological data to the construction of new, safer and more effective temporary skin substitutes.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em MorfotecnologiaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessAnthurium affineFlavonoidesCicatrizantesAgaroseSubstitutos de peleDispositivos biomédicosDesenvolvimento de dispositivo baseado em bioativos de Anthurium Affine Schott visando o tratamento de lesões de peleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPELICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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