Análise do perfil de expressão das sirtuinas 1 e 3 em pacientes com esclerose múltipla

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: BORGES, Kleiton de Barros
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
UFPE
Brasil
Programa de Pos Graduacao em Biologia Aplicada a Saude
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/35429
Resumo: Esclerose Múltipla (EM) é uma doença inflamatória e crônica do Sistema Nervoso Central (SNC) atingindo mais de 2 milhões de pessoas no mundo, na sua maioria pacientes jovens e infelizmente ainda sem cura. Considerada uma desordem autoimune cuja susceptibilidade individual é governada por interface entre a genética individual e fatores ambientais (CROSS; PICCIO, 2014). A doença é marcada pelo padrão característ0ico de acometimento neurológico em que os surtos ocorrem disseminados no tempo (em momentos diferentes) e espaço (vários locais de acometimento no SNC). Do ponto de vista fisiopatológico, muitos aspectos vêm sendo elucidados, com destaque para estresse oxidativo. No entanto, existem lacunas a serem respondidas para um melhor entendimento da doença. Sirtuinas 1 (SIRT1) e 3 (SIRT3) vêm como moléculas candidatas para esta tarefa devido suas conhecidas funções como agentes reguladores de resposta a estresse oxidativo. No presente estudo, analisamos os perfis de expressão dos genes das SIRT1 e SIRT3 em 14 pacientes com esclerose múltipla, forma surto- remissão, oriundos do ambulatório de doenças desmielinizantes do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco e correlacionamos com escala de incapacidade aferida pela Expanded Disability Status Scale (EDSS), idade, sexo, tipo de surto inicial e terapia medicamentosa. Utilizou-se PCR quantitativa em tempo real com análise das amostras em duplicata. Foi observada diminuição da expressão de RNA mensageiro dos genes SIRT1 e SIRT3 em relação aos parâmetros acima. Nossos dados sugerem que o perfil de expressão das Sirtuinas 1 e 3 em pacientes com EM forma surto- remissão pode ser útil no entendimento da patogênese desta condição além da possibilidade de apresentar-se como biomarcador para tal patologia auto-imune.
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