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Sintomas não motores na doença de parkinson : aspectos da cognição, fala e deglutição

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: SILVA, Jullyane Florencio Pachêco da
Orientador(a): DINIZ, Paula Rejane Bezerra
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso embargado
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Neuropsiquiatria e Ciencia do Comportamento
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/57286
Resumo: A Doença de Parkinson (DP) é caracterizada pela presença dos sintomas motores cardinais, como tremor de repouso, rigidez muscular, bradicinesia e instabilidade postural, e sintomas não motores, como declínio cognitivo, distúrbio da deglutição e fala. A fisiopatologia subjacente a essas dificuldades e suas correlações ainda são complexas e pouco compreendidas. Dessa forma, desenvolveu-se uma revisão integrativa, um artigo original e um estudo de casos. A revisão teve como pergunta norteadora “Qual a relação entre a deglutição e cognição na Doença de Parkinson?”. A partir dos descritores Doença de Parkinson, Cognição, Disfunção Cognitiva, Mastigação, Deglutição e Transtornos de deglutição foi realizada a busca nas bases de dados LILACS, MEDLINE/Pubmed, SciELO, Web of Science, Embase e Scopus. Dos 1587 estudos, aplicando-se os critérios de seleção e análise, 14 foram incluídos na revisão. Observou-se que a cognição influencia o desempenho da deglutição, estando o declínio cognitivo associado a disfagia e a sialorreia. Tal correlação foi mais evidente na fase oral, mas ainda controversa na fase faríngea da deglutição. No artigo original desenvolvido, o objetivo foi investigar a ordem de surgimento do comprometimento da cognição, fala e deglutição durante a progressão da DP e identificar quais variáveis podem explicar a variância na progressão da DP. O estudo foi realizado com 154 pacientes inclusos no banco de dados da Parkinson’s Progression Markers Initiative (PPMI), diagnosticados com a DP; sem tratamento prévio; com seguimento anual durante cinco anos. Para avaliação do grau de comprometimento motor da DP foram utilizadas as escalas de Hoehn & Yahr (HY); Movement Disorders Society - Unified Parkinson’s Disease Rating Scale (MDS UPDRS); Scales for Outcomes in Parkinson’s disease - Autonomic Dysfunction (SCOPA-AUT); e o teste Montreal Cognitive Assessment (MoCA) para avaliar as desordens do movimento, as disfunções autonômicas e a cognição, respectivamente. Para verificar se os dados estavam suficientemente correlacionados, utilizou-se o Índice de Kaiser-Meyer-Olkin; e para constatar a conveniência do modelo fatorial, aplicou-se o Teste de Esfericidade de Bartlett. A medida de adequação amostral foi calculada e determinado o número de fatores indicados para cada ano. Dentre as alterações encontradas, as queixas relacionadas à saliva, por estase ou escoamento, foram as mais evidentes em todos os anos, seguidas pelas queixas de comunicação. As queixas cognitivas apareceram como um dos componentes principais apenas no primeiro ano. Ainda do PPMI, foram extraídas informações de quatro pacientes acompanhados por um período de dez anos, sendo descritos no terceiro artigo, como estudo de caso. Os itens da avaliação pela MDS-UPDRS considerados foram: 1.1 disfunção cognitiva; 2.1- fala; 2.2- saliva e baba; 2.3- mastigação e deglutição; 3.2- expressão facial; 3.3- rigidez - pescoço; 3.13- postura e 3.17- amplitude do tremor de repouso - lábio/mandíbula, além dos dados da escala de HY. Foram identificadas, na maioria dos pacientes, grandes flutuações no comprometimento das funções avaliadas, que parecem estar ligadas aos fatores intrínsecos do paciente e à conduta terapêutica adotada. Os achados desta pesquisa apontam para a importância do reconhecimento e valorização dos sintomas não motores nos indivíduos com DP para que as intervenções sejam mais assertivas.
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Dessa forma, desenvolveu-se uma revisão integrativa, um artigo original e um estudo de casos. A revisão teve como pergunta norteadora “Qual a relação entre a deglutição e cognição na Doença de Parkinson?”. A partir dos descritores Doença de Parkinson, Cognição, Disfunção Cognitiva, Mastigação, Deglutição e Transtornos de deglutição foi realizada a busca nas bases de dados LILACS, MEDLINE/Pubmed, SciELO, Web of Science, Embase e Scopus. Dos 1587 estudos, aplicando-se os critérios de seleção e análise, 14 foram incluídos na revisão. Observou-se que a cognição influencia o desempenho da deglutição, estando o declínio cognitivo associado a disfagia e a sialorreia. Tal correlação foi mais evidente na fase oral, mas ainda controversa na fase faríngea da deglutição. No artigo original desenvolvido, o objetivo foi investigar a ordem de surgimento do comprometimento da cognição, fala e deglutição durante a progressão da DP e identificar quais variáveis podem explicar a variância na progressão da DP. O estudo foi realizado com 154 pacientes inclusos no banco de dados da Parkinson’s Progression Markers Initiative (PPMI), diagnosticados com a DP; sem tratamento prévio; com seguimento anual durante cinco anos. Para avaliação do grau de comprometimento motor da DP foram utilizadas as escalas de Hoehn & Yahr (HY); Movement Disorders Society - Unified Parkinson’s Disease Rating Scale (MDS UPDRS); Scales for Outcomes in Parkinson’s disease - Autonomic Dysfunction (SCOPA-AUT); e o teste Montreal Cognitive Assessment (MoCA) para avaliar as desordens do movimento, as disfunções autonômicas e a cognição, respectivamente. Para verificar se os dados estavam suficientemente correlacionados, utilizou-se o Índice de Kaiser-Meyer-Olkin; e para constatar a conveniência do modelo fatorial, aplicou-se o Teste de Esfericidade de Bartlett. A medida de adequação amostral foi calculada e determinado o número de fatores indicados para cada ano. Dentre as alterações encontradas, as queixas relacionadas à saliva, por estase ou escoamento, foram as mais evidentes em todos os anos, seguidas pelas queixas de comunicação. As queixas cognitivas apareceram como um dos componentes principais apenas no primeiro ano. Ainda do PPMI, foram extraídas informações de quatro pacientes acompanhados por um período de dez anos, sendo descritos no terceiro artigo, como estudo de caso. Os itens da avaliação pela MDS-UPDRS considerados foram: 1.1 disfunção cognitiva; 2.1- fala; 2.2- saliva e baba; 2.3- mastigação e deglutição; 3.2- expressão facial; 3.3- rigidez - pescoço; 3.13- postura e 3.17- amplitude do tremor de repouso - lábio/mandíbula, além dos dados da escala de HY. Foram identificadas, na maioria dos pacientes, grandes flutuações no comprometimento das funções avaliadas, que parecem estar ligadas aos fatores intrínsecos do paciente e à conduta terapêutica adotada. Os achados desta pesquisa apontam para a importância do reconhecimento e valorização dos sintomas não motores nos indivíduos com DP para que as intervenções sejam mais assertivas.CAPESParkinson's disease (PD) is characterized by the presence of cardinal motor symptoms, such as resting tremor, muscle rigidity, bradykinesia and postural instability, and non-motor symptoms, such as cognitive decline, swallowing and speech disorders. The pathophysiology underlying these difficulties and their correlations are still complex and poorly detailed. Therefore, an integrative review, an original article and a case study were developed. The review's guiding question was “What is the relationship between swallowing and cognition in Parkinson's disease?”. Using the descriptors Parkinson's disease, Cognition, Cognitive dysfunction, Mastication, Swallowing and Swallowing disorders, a search was performed in the LILACS, MEDLINE/Pubmed, SciELO, Web of Science, Embase and Scopus databases. Of the 1587 studies, applying the selection and analysis criteria, 14 were included in the review. It was observed that cognition influences swallowing performance, with cognitive decline associated with dysphagia and sialorrhea. This correlation was more evident in the oral phase, but still controversial in the pharyngeal phase of swallowing. In the original article, the objective was to investigate the order of onset of impairment in cognition, speech and swallowing during the progression of PD and to identify which variables can explain the variance in PD progression. The study was carried out with 154 patients included in the Parkinson’s Progression Markers Initiative (PPMI) database, diagnosed with PD; without previous treatment; with annual follow-up for five years. To assess the degree of motor impairment in PD, the following scales were used: Hoehn & Yahr (HY); Movement Disorders Society - Unified Parkinson’s Disease Rating Scale (MDS UPDRS); Scales for Outcomes in Parkinson’s disease - Autonomic Dysfunction (SCOPA-AUT); and the Montreal Cognitive Assessment (MoCA) test to assess movement disorders, autonomic dysfunctions and cognition, respectively. To verify whether the data were sufficiently correlated, the Kaiser-Meyer-Olkin Index was used; and to verify the convenience of the factorial model, the Bartlett Sphericity Test was applied. The measure of sampling adequacy was calculated and the number of factors indicated for each year was determined. Among the changes found, complaints related to saliva, due to stasis or flow, were the most evident in all years, followed by communication complaints. Cognitive complaints appeared as one of the main components only in the first year. Also from the PPMI, information was extracted from four patients followed for a period of ten years, and are described in the third article as a case study. The items of the MDS-UPDRS assessment considered were: 1.1 cognitive dysfunction; 2.1- speech; 2.2- saliva and drooling; 2.3- chewing and swallowing; 3.2- facial expression; 3.3- stiffness - neck; 3.13- posture and 3.17- amplitude of resting tremor - lip/jaw, in addition to data from the HY scale. In most patients, large fluctuations in the impairment of the evaluated functions were identified, which appear to be linked to the patient's intrinsic factors and the therapeutic approach adopted. The findings of this research point to the importance of recognizing and valuing non-motor symptoms in individuals with PD so that interventions are more assertive.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Neuropsiquiatria e Ciencia do ComportamentoUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/embargoedAccessDoença de ParkinsonCogniçãoDeglutiçãoFalaSintomas não motores na doença de parkinson : aspectos da cognição, fala e deglutiçãoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPECC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57286/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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