Habilidades sociais e expectativas acadêmicas como indicadores da adaptação de estudantes neuroatípicos ingressantes à universidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: SILVA, Kleyton José da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
UFPE
Brasil
Programa de Pos Graduacao em Psicologia Cognitiva
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/62384
Resumo: A adaptação ao ensino superior é um processo dinâmico que exige do estudante ajustes às normas e valores institucionais, além de lidar com desafios pessoais e interpessoais. A transição do ensino médio para o ensino superior envolve diversos fatores, como maior autonomia, tomada de decisões, gestão de tempo e finanças, além da adaptação às atividades acadêmicas e à formação de novos relacionamentos. Para uma integração bem-sucedida, é crucial que o estudante desenvolva habilidades afetivas, psicoemocionais e sociais. Essa transição pode ser ainda mais desafiadora para estudantes neurodivergentes, que têm características únicas de desenvolvimento neurológico, como transtorno do espectro autista (TEA), transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), dislexia e discalculia, dentre outros. Esses estudantes enfrentam dificuldades adicionais que impactam sua permanência e desempenho, reforçando a importância de suporte institucional adequado. Sobre os aspectos importantes para a transição para a educação superior, as expectativas acadêmicas e as habilidades sociais passaram a ganhar destaque como fatores que podem influenciar o desempenho acadêmico e a adaptação às demandas universitárias. Este estudo investigou aspectos relacionais entre habilidades sociais e expectativas acadêmicas como indicadores da adaptação ao ensino superior de 120 estudantes, divididos entre grupos neurodivergente e neurotípico, de uma faculdade privada em Recife–PE. Foram aplicados os instrumentos Mini-Exame do Estado Mental (MEM), Escala de Ansiedade de Beck (BAI), Inventário de Habilidades Sociais 2 (IHS2), Escala Brasileira de Expectativas Acadêmicas para Ingressantes na Educação Superior (versão reduzida) (EEA-r), Questionário de Adaptação ao Ensino Superior (QAES) e Questionário de Caracterização Individual. Utilizou-se para a análise dos dados técnicas estatísticas descritivas, de correlação e de comparação entre grupos. Os resultados e discussões foram apresentados a partir de estudos individuais no decorrer do trabalho. No Estudo 1 foram construídos os perfis sociodemográficos dos estudantes, ênfase no grupo neurodivergente, e identificação de sintomas ansiosos com maior intensidade neste grupo. No Estudo 2, os achados reforçaram haver diferenças nas habilidades sociais de estudantes neurodivergentes e neurotípicos, onde neurodivergentes apresentam menor desenvoltura geral e na conversação assertiva. No Estudo 3, observou-se diferenças nas expectativas acadêmicas, tendo os estudantes neurodivergentes menos expectativas, sobretudo no fator compromisso social e acadêmico. No Estudo 4 os resultados identificaram que os universitários neurodivergentes estão menos adaptados ao ensino superior, sobretudo nas dimensões social, pessoal-emocional e institucional. Por fim, no Estudo 5 foram encontradas correlações significativas entre a adaptação acadêmica e as variáveis expectativas acadêmicas e habilidades sociais, além de evidenciar que neurodivergentes enfrentam mais desafios com ansiedade e adaptação acadêmica ao mostrarem menor adaptação ao ensino superior, habilidades sociais menos desenvolvidas e expectativas menos alinhadas com o sucesso acadêmico. Com base nos resultados da pesquisa, observa-se que a compreensão dos fatores que impactam a adaptação acadêmica de estudantes neurodivergentes, como as habilidades sociais e as expectativas acadêmicas, é essencial para orientar as instituições na criação de ambientes mais inclusivos e acessíveis mediante ações institucionais, como programas para treino de habilidades sociais e de gerenciamento de estresse, com finalidade de promover uma adaptação eficaz, o bem-estar e melhor desempenho do corpo estudantil.
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Essa transição pode ser ainda mais desafiadora para estudantes neurodivergentes, que têm características únicas de desenvolvimento neurológico, como transtorno do espectro autista (TEA), transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), dislexia e discalculia, dentre outros. Esses estudantes enfrentam dificuldades adicionais que impactam sua permanência e desempenho, reforçando a importância de suporte institucional adequado. Sobre os aspectos importantes para a transição para a educação superior, as expectativas acadêmicas e as habilidades sociais passaram a ganhar destaque como fatores que podem influenciar o desempenho acadêmico e a adaptação às demandas universitárias. Este estudo investigou aspectos relacionais entre habilidades sociais e expectativas acadêmicas como indicadores da adaptação ao ensino superior de 120 estudantes, divididos entre grupos neurodivergente e neurotípico, de uma faculdade privada em Recife–PE. Foram aplicados os instrumentos Mini-Exame do Estado Mental (MEM), Escala de Ansiedade de Beck (BAI), Inventário de Habilidades Sociais 2 (IHS2), Escala Brasileira de Expectativas Acadêmicas para Ingressantes na Educação Superior (versão reduzida) (EEA-r), Questionário de Adaptação ao Ensino Superior (QAES) e Questionário de Caracterização Individual. Utilizou-se para a análise dos dados técnicas estatísticas descritivas, de correlação e de comparação entre grupos. Os resultados e discussões foram apresentados a partir de estudos individuais no decorrer do trabalho. No Estudo 1 foram construídos os perfis sociodemográficos dos estudantes, ênfase no grupo neurodivergente, e identificação de sintomas ansiosos com maior intensidade neste grupo. No Estudo 2, os achados reforçaram haver diferenças nas habilidades sociais de estudantes neurodivergentes e neurotípicos, onde neurodivergentes apresentam menor desenvoltura geral e na conversação assertiva. No Estudo 3, observou-se diferenças nas expectativas acadêmicas, tendo os estudantes neurodivergentes menos expectativas, sobretudo no fator compromisso social e acadêmico. No Estudo 4 os resultados identificaram que os universitários neurodivergentes estão menos adaptados ao ensino superior, sobretudo nas dimensões social, pessoal-emocional e institucional. Por fim, no Estudo 5 foram encontradas correlações significativas entre a adaptação acadêmica e as variáveis expectativas acadêmicas e habilidades sociais, além de evidenciar que neurodivergentes enfrentam mais desafios com ansiedade e adaptação acadêmica ao mostrarem menor adaptação ao ensino superior, habilidades sociais menos desenvolvidas e expectativas menos alinhadas com o sucesso acadêmico. Com base nos resultados da pesquisa, observa-se que a compreensão dos fatores que impactam a adaptação acadêmica de estudantes neurodivergentes, como as habilidades sociais e as expectativas acadêmicas, é essencial para orientar as instituições na criação de ambientes mais inclusivos e acessíveis mediante ações institucionais, como programas para treino de habilidades sociais e de gerenciamento de estresse, com finalidade de promover uma adaptação eficaz, o bem-estar e melhor desempenho do corpo estudantil.Adaptation to higher education is a dynamic process that requires students to adjust to institutional norms and values while dealing with personal and interpersonal challenges. The transition from high school to higher education involves various factors, such as increased autonomy, decision-making, time and financial management, academic activities, and building new relationships. For successful integration, it is crucial for students to develop affective, psycho-emotional, and social skills. This transition can be even more challenging for neurodivergent students, who possess unique neurological development characteristics, such as autism spectrum disorder (ASD), attention deficit hyperactivity disorder (ADHD), dyslexia, and dyscalculia, among others. These students face additional difficulties that impact their persistence and performance, highlighting the importance of adequate institutional support. Regarding key aspects of transitioning to higher education, academic expectations and social skills have gained prominence as factors influencing academic performance and adaptation to university demands. This study investigated the relationship between social skills and academic expectations as indicators of higher education adaptation among 120 students, divided into neurodivergent and neurotypical groups, enrolled in a private college in Recife, Brazil. The instruments applied included the Mini-Mental State Examination (MMSE), Beck Anxiety Inventory (BAI), Social Skills Inventory 2 (IHS-2), Brazilian Scale of Academic Expectations for Higher Education (short version) (EEA-r), Higher Education Adaptation Questionnaire (QAES), and Individual Characterization Questionnaire. Data analysis employed descriptive, correlation, and group comparison statistical techniques. Results and discussions were presented through individual studies conducted throughout the research. Study 1 developed students' sociodemographic profiles, focusing on the neurodivergent group, which showed higher intensity of anxiety symptoms. Study 2 highlighted differences in social skills between neurodivergent and neurotypical students, with neurodivergent individuals displaying lower overall proficiency and assertive communication. Study 3 observed differences in academic expectations, with neurodivergent students showing lower expectations, particularly regarding social and academic commitment. Study 4 revealed that neurodivergent university students are less adapted to higher education, particularly in social, personal-emotional, and institutional dimensions. Finally, Study 5 identified significant correlations between academic adaptation and variables such as academic expectations and social skills. The findings emphasized that neurodivergent students face greater challenges with anxiety and academic adaptation, as they demonstrate lower levels of adaptation, less developed social skills, and expectations less aligned with academic success. Based on the study results, understanding the factors that impact the academic adaptation of neurodivergent students, such as social skills and academic expectations, is essential to guide institutions in creating more inclusive and accessible environments. Institutional actions, such as social skills training programs and stress management initiatives, are crucial to promote effective adaptation, well-being, and improved academic performance for the student body.Universidade Federal de PernambucoUFPEBrasilPrograma de Pos Graduacao em Psicologia CognitivaROAZZI, Antoniohttp://lattes.cnpq.br/2965738608741996http://lattes.cnpq.br/6108730498633062SILVA, Kleyton José da2025-04-17T13:41:26Z2025-04-17T13:41:26Z2024-09-25info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSILVA, Kleyton José da. Habilidades sociais e expectativas acadêmicas como indicadores da adaptação de estudantes neuroatípicos ingressantes à universidade. 2024. Dissertação (Mestrado em Psicologia Cognitiva) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/62384porhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2025-04-18T05:34:16Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/62384Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212025-04-18T05:34:16Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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