Estudo arqueobotânico dos restos alimentares silvestres do sítio arqueológico Alcobaça, Buíque-PE
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/813 |
Resumo: | O sítio Arqueológico Alcobaça, localizado no município de Buíque PE, na área do Parque Nacional do Vale do Catimbau, nas coordenadas 8º32´24 Sul e 37º11´39 Oeste. Está situado a uma altitude de 800 m em relação ao nível do mar. É um abrigo em rocha arenítica com configuração de um pequeno anfiteatro com uma área de aproximadamente 980 m². As datações radiométricas do sítio Alcobaça indicam que o abrigo foi utilizado por um longo período, entre 4851 ± 30 e 888 ± 25 anos AP. O estudo arqueobotânico teve como principais objetivos a identificação, quantificação e o estudo tafonômico. Estes procedimentos fornecem informações acerca dos hábitos alimentares dos grupos humanos que ocuparam o abrigo, das modificações antropogênicas do entorno vegetacional e dos aspectos relacionados à distribuição de áreas de atividade no espaço intra-sítio. Os restos vegetais do sítio arqueológico Alcobaça são compostos por fragmentos de cestarias, cordões, sementes de umbu, sementes não-identificadas, frutos de palmeiras e fragmentos de sabugos de milho. Na presente pesquisa foram selecionados apenas os macro-restos vegetais silvestres com indícios de processamento humano - fraturas com características de manipulação antrópica e sinais de queima e combustão. As contextualizações espacial e estratigráfica dos macro-restos vegetais foram efetuadas com o auxílio de gráficos gerados a partir das tabelas de quantificação dos vestígios vegetais. O sítio foi dividido em três áreas a serem escavadas. Área I encontra-se próxima à parede do abrigo, e caracteriza-se por apresentar enterramentos com seus respectivos materiais associados. A Área II está localizada no sentido norte do sítio e revelouse uma área de sucessivas fogueiras não-estruturadas. A Área III, localizada no sentido sul, caracterizou-se pela presença de fogueiras estruturadas, assim como estruturas contendo restos vegetais. As áreas I e II apresentaram quatro camadas ocupacionais e a área III, duas camadas .Para cada táxon vegetal identificado no sítio Alcobaça foi determinado o número total de fragmentos (NTF) presentes em cada nível (de 10 cm) escavado e nas estruturas evidenciadas (fogueiras estruturadas, fogueiras desestruturadas, sepultamentos). Estudos etnobotânicos sobre às principais espécies identificadas, de palmeiras e estudos das dinâmicas vegetacionais e climáticas do Vale do Catimbau foram contrastados com os dados arqueobotânicos do sítio arqueológico Alcobaça. As principais espécies, numericamente mais representativas, foram o ouricuri (Syagrus coronata), o babaçu (Orbygnia phalerata) e o umbu (Spondias tuberosa). Sementes de jatobá (Hymineaea courbaril) também foram identificadas, porém em menor número. Os dados arqueológicos, botânicos e etnobotânicos apresentados indicam uma dieta baseada em pequenos animais e plantas silvestres em processo de manejo, semi-domesticação ou domesticação. Em relação à organização espacial intra-sítio das atividades de processamento de vegetais foi possível verificar diferenças na utilização do espaço. A área I, área dos enterramentos, apresentou 25,67 % da totalidade dos vegetais identificados resgatados no sítio Alcobaça. A presença das três principais espécies identificadas nas fogueiras dos enterramentos permitem deduzir que tais espécies vegetais possuíam uma importância considerável no imaginário mítico-religioso dos grupos que executaram tais rituais fúnebres. A maior concentração de restos fragmentados e queimados de frutos de babaçu e ouricuri e sementes de umbu foi verificada na área II, com 72,9 % da totalidade dos macro-vestígios recuperados, todos apresentando elevada freqüência de queima. Na camada 2 desta área, com datação de 1.234 ± 24 anos AP, concentrou-se a quase totalidade dos restos botânicos. Isto demonstra que este período ocupacional caracterizou-se por uma atividade intensa de processamento destes vegetais, como também pela utilização destes na retroalimentação de fogueiras. A área III apresentou apenas 1,43 % do total de macro-restos vegetais identificados resgatados ao longo das campanhas de escavação. Nesta área, composta por fogueiras estruturadas, observou-se um percentual de queima do babaçu e do ouricuri de aproximadamente 20% do total de fragmentos de endocarpo. Verificou-se nesta pesquisa indícios de um extenso período de processamento de frutos de palmeiras e de frutos de umbu em diferentes momentos cronológicos de ocupação do sítio Alcobaça, ao longo de 4.000 anos. O confronto dos dados arqueobotânicos, paleoambientais e etnobotânicos para a região em questão sugere sucessivas adaptações de grupos humanos pré-históricos a áreas vegetacionais continuamente manejadas e antropizadas. Com a continuidade das pesquisas nesta Área Arqueológica e a obtenção de novas informações arqueobotânicas provenientes de outros sítios da região, talvez seja possível no futuro, estabelecer uma análise sistêmica das modalidades de manejo, coleta e processamento de vegetais silvestres, e de como essas atividades interferiram na composição da vegetação atual |
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Estes procedimentos fornecem informações acerca dos hábitos alimentares dos grupos humanos que ocuparam o abrigo, das modificações antropogênicas do entorno vegetacional e dos aspectos relacionados à distribuição de áreas de atividade no espaço intra-sítio. Os restos vegetais do sítio arqueológico Alcobaça são compostos por fragmentos de cestarias, cordões, sementes de umbu, sementes não-identificadas, frutos de palmeiras e fragmentos de sabugos de milho. Na presente pesquisa foram selecionados apenas os macro-restos vegetais silvestres com indícios de processamento humano - fraturas com características de manipulação antrópica e sinais de queima e combustão. As contextualizações espacial e estratigráfica dos macro-restos vegetais foram efetuadas com o auxílio de gráficos gerados a partir das tabelas de quantificação dos vestígios vegetais. O sítio foi dividido em três áreas a serem escavadas. Área I encontra-se próxima à parede do abrigo, e caracteriza-se por apresentar enterramentos com seus respectivos materiais associados. A Área II está localizada no sentido norte do sítio e revelouse uma área de sucessivas fogueiras não-estruturadas. A Área III, localizada no sentido sul, caracterizou-se pela presença de fogueiras estruturadas, assim como estruturas contendo restos vegetais. As áreas I e II apresentaram quatro camadas ocupacionais e a área III, duas camadas .Para cada táxon vegetal identificado no sítio Alcobaça foi determinado o número total de fragmentos (NTF) presentes em cada nível (de 10 cm) escavado e nas estruturas evidenciadas (fogueiras estruturadas, fogueiras desestruturadas, sepultamentos). Estudos etnobotânicos sobre às principais espécies identificadas, de palmeiras e estudos das dinâmicas vegetacionais e climáticas do Vale do Catimbau foram contrastados com os dados arqueobotânicos do sítio arqueológico Alcobaça. As principais espécies, numericamente mais representativas, foram o ouricuri (Syagrus coronata), o babaçu (Orbygnia phalerata) e o umbu (Spondias tuberosa). Sementes de jatobá (Hymineaea courbaril) também foram identificadas, porém em menor número. Os dados arqueológicos, botânicos e etnobotânicos apresentados indicam uma dieta baseada em pequenos animais e plantas silvestres em processo de manejo, semi-domesticação ou domesticação. Em relação à organização espacial intra-sítio das atividades de processamento de vegetais foi possível verificar diferenças na utilização do espaço. A área I, área dos enterramentos, apresentou 25,67 % da totalidade dos vegetais identificados resgatados no sítio Alcobaça. A presença das três principais espécies identificadas nas fogueiras dos enterramentos permitem deduzir que tais espécies vegetais possuíam uma importância considerável no imaginário mítico-religioso dos grupos que executaram tais rituais fúnebres. A maior concentração de restos fragmentados e queimados de frutos de babaçu e ouricuri e sementes de umbu foi verificada na área II, com 72,9 % da totalidade dos macro-vestígios recuperados, todos apresentando elevada freqüência de queima. Na camada 2 desta área, com datação de 1.234 ± 24 anos AP, concentrou-se a quase totalidade dos restos botânicos. Isto demonstra que este período ocupacional caracterizou-se por uma atividade intensa de processamento destes vegetais, como também pela utilização destes na retroalimentação de fogueiras. A área III apresentou apenas 1,43 % do total de macro-restos vegetais identificados resgatados ao longo das campanhas de escavação. Nesta área, composta por fogueiras estruturadas, observou-se um percentual de queima do babaçu e do ouricuri de aproximadamente 20% do total de fragmentos de endocarpo. 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Com a continuidade das pesquisas nesta Área Arqueológica e a obtenção de novas informações arqueobotânicas provenientes de outros sítios da região, talvez seja possível no futuro, estabelecer uma análise sistêmica das modalidades de manejo, coleta e processamento de vegetais silvestres, e de como essas atividades interferiram na composição da vegetação atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoUniversidade Federal de PernambucoCatarina Peregrino Torres Ramos, Ana Gustavo Souto Maior de Lima, Manoel2014-06-12T15:05:37Z2014-06-12T15:05:37Z2009-01-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfGustavo Souto Maior de Lima, Manoel; Catarina Peregrino Torres Ramos, Ana. Estudo arqueobotânico dos restos alimentares silvestres do sítio arqueológico Alcobaça, Buíque-PE. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Arqueologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/813ark:/64986/001300000c0tvporAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-25T05:37:39Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/813Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T05:37:39Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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O sítio Arqueológico Alcobaça, localizado no município de Buíque PE, na área do Parque Nacional do Vale do Catimbau, nas coordenadas 8º32´24 Sul e 37º11´39 Oeste. Está situado a uma altitude de 800 m em relação ao nível do mar. É um abrigo em rocha arenítica com configuração de um pequeno anfiteatro com uma área de aproximadamente 980 m². As datações radiométricas do sítio Alcobaça indicam que o abrigo foi utilizado por um longo período, entre 4851 ± 30 e 888 ± 25 anos AP. O estudo arqueobotânico teve como principais objetivos a identificação, quantificação e o estudo tafonômico. Estes procedimentos fornecem informações acerca dos hábitos alimentares dos grupos humanos que ocuparam o abrigo, das modificações antropogênicas do entorno vegetacional e dos aspectos relacionados à distribuição de áreas de atividade no espaço intra-sítio. Os restos vegetais do sítio arqueológico Alcobaça são compostos por fragmentos de cestarias, cordões, sementes de umbu, sementes não-identificadas, frutos de palmeiras e fragmentos de sabugos de milho. Na presente pesquisa foram selecionados apenas os macro-restos vegetais silvestres com indícios de processamento humano - fraturas com características de manipulação antrópica e sinais de queima e combustão. As contextualizações espacial e estratigráfica dos macro-restos vegetais foram efetuadas com o auxílio de gráficos gerados a partir das tabelas de quantificação dos vestígios vegetais. O sítio foi dividido em três áreas a serem escavadas. Área I encontra-se próxima à parede do abrigo, e caracteriza-se por apresentar enterramentos com seus respectivos materiais associados. A Área II está localizada no sentido norte do sítio e revelouse uma área de sucessivas fogueiras não-estruturadas. A Área III, localizada no sentido sul, caracterizou-se pela presença de fogueiras estruturadas, assim como estruturas contendo restos vegetais. As áreas I e II apresentaram quatro camadas ocupacionais e a área III, duas camadas .Para cada táxon vegetal identificado no sítio Alcobaça foi determinado o número total de fragmentos (NTF) presentes em cada nível (de 10 cm) escavado e nas estruturas evidenciadas (fogueiras estruturadas, fogueiras desestruturadas, sepultamentos). Estudos etnobotânicos sobre às principais espécies identificadas, de palmeiras e estudos das dinâmicas vegetacionais e climáticas do Vale do Catimbau foram contrastados com os dados arqueobotânicos do sítio arqueológico Alcobaça. As principais espécies, numericamente mais representativas, foram o ouricuri (Syagrus coronata), o babaçu (Orbygnia phalerata) e o umbu (Spondias tuberosa). Sementes de jatobá (Hymineaea courbaril) também foram identificadas, porém em menor número. Os dados arqueológicos, botânicos e etnobotânicos apresentados indicam uma dieta baseada em pequenos animais e plantas silvestres em processo de manejo, semi-domesticação ou domesticação. Em relação à organização espacial intra-sítio das atividades de processamento de vegetais foi possível verificar diferenças na utilização do espaço. A área I, área dos enterramentos, apresentou 25,67 % da totalidade dos vegetais identificados resgatados no sítio Alcobaça. A presença das três principais espécies identificadas nas fogueiras dos enterramentos permitem deduzir que tais espécies vegetais possuíam uma importância considerável no imaginário mítico-religioso dos grupos que executaram tais rituais fúnebres. A maior concentração de restos fragmentados e queimados de frutos de babaçu e ouricuri e sementes de umbu foi verificada na área II, com 72,9 % da totalidade dos macro-vestígios recuperados, todos apresentando elevada freqüência de queima. Na camada 2 desta área, com datação de 1.234 ± 24 anos AP, concentrou-se a quase totalidade dos restos botânicos. Isto demonstra que este período ocupacional caracterizou-se por uma atividade intensa de processamento destes vegetais, como também pela utilização destes na retroalimentação de fogueiras. A área III apresentou apenas 1,43 % do total de macro-restos vegetais identificados resgatados ao longo das campanhas de escavação. Nesta área, composta por fogueiras estruturadas, observou-se um percentual de queima do babaçu e do ouricuri de aproximadamente 20% do total de fragmentos de endocarpo. Verificou-se nesta pesquisa indícios de um extenso período de processamento de frutos de palmeiras e de frutos de umbu em diferentes momentos cronológicos de ocupação do sítio Alcobaça, ao longo de 4.000 anos. 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