Efeito do estresse ácido sobre Lactobacillus rhamnosus ATCC 7469 na produção de sucos simbióticos contendo inulina e xilitol
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós Graduação Rede Nordeste de Biotecnologia - RENORBIO
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| Departamento: |
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/41722 |
Resumo: | A demanda por alimentos funcionais tem crescido nos últimos anos. Nesse contexto, novas formulações probióticas não lácteas tem atraído o interesse dos consumidores. Sendo assim, estratégias que ampliem a sobrevivência probiótica ao período de processamento, estocagem e após ingestão de novos produtos têm sido alvo de investigações. Com base nisso, o objetivo do presente trabalho foi produzir sucos probióticos e fermentados de manga, maracujá e goiaba, avaliando o estresse ácido durante a fermentação e a adição de inulina e xilitol nos sucos potencialmente simbióticos em estoque refrigerado. Para isso, investigou-se a capacidade do probiótico em fermentar sucos das três frutas, assim como o seu perfil metabólico quando submetido a estresse ácido. As duas melhores condições, considerando a sobrevivência microbiana, foram selecionadas para a elaboração dos sucos fermentados. A influência da adição de inulina (5 g/L) e xilitol (10%) aos sucos após fermentação, contendo L. rhamnosus, foi investigada durante 60 dias de estoque refrigerado (4 °C). Durante todo o período de estudo, a viabilidade (Log UFC/mL), o pH, a produção de ácido lático, o consumo de carboidratos e a sobrevivência (S (%)) celular ao teste de simulação das condições gastrointestinais (TSGI) foram acompanhados. As condições em que L. rhamnosus deteve melhor desempenho quando submetido ao TSGI foram nas fermentações do suco de manga sem estresse ácido (S (%) = 44,6) e após transferência sucessiva do micro-organismo do pH 6, para o pH 4 e consecutivamente para o pH 2 em meio à base de maracujá (S (%) = 47,3). Sendo assim, estes grupos foram selecionados para elaboração dos sucos com ou sem inulina e/ou xilitol e avaliação da estabilidade em estoque refrigerado. Dessa forma, observou-se que a adição de inulina favoreceu a sobrevivência probiótica. No que lhe concerne, a presença do xilitol não prejudicou o desempenho de L. rhamnosus, podendo assim ser utilizado como agente edulcorante em formulações contendo esse micro-organismo. O suco fermentado de manga acrescido de inulina e xilitol foi o que apresentou maior potencial para ser utilizado como veículo de L. rhamnosus ATCC 7469 devido à sobrevivência do probiótico ao TSGI no início (S (%) = 33,8) e após 15 dias (S (%) = 52,5) de estoque refrigerado. |
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SANTOS, Eloyza Karoline Rozendo doshttp://lattes.cnpq.br/4353078762628913http://lattes.cnpq.br/6291196494488690http://lattes.cnpq.br/9032471629499179ANDRADE, Ester Ribeiro deFINKLER, Christine Lamenha Luna2021-11-19T19:21:24Z2021-11-19T19:21:24Z2021-03-30SANTOS, Eloyza Karoline Rozendo dos. Efeito do estresse ácido sobre Lactobacillus rhamnosus ATCC 7469 na produção de sucos simbióticos contendo inulina e xilitol. 2021. Tese (doutorado em Biotecnologia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2021.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/41722A demanda por alimentos funcionais tem crescido nos últimos anos. Nesse contexto, novas formulações probióticas não lácteas tem atraído o interesse dos consumidores. Sendo assim, estratégias que ampliem a sobrevivência probiótica ao período de processamento, estocagem e após ingestão de novos produtos têm sido alvo de investigações. Com base nisso, o objetivo do presente trabalho foi produzir sucos probióticos e fermentados de manga, maracujá e goiaba, avaliando o estresse ácido durante a fermentação e a adição de inulina e xilitol nos sucos potencialmente simbióticos em estoque refrigerado. Para isso, investigou-se a capacidade do probiótico em fermentar sucos das três frutas, assim como o seu perfil metabólico quando submetido a estresse ácido. As duas melhores condições, considerando a sobrevivência microbiana, foram selecionadas para a elaboração dos sucos fermentados. A influência da adição de inulina (5 g/L) e xilitol (10%) aos sucos após fermentação, contendo L. rhamnosus, foi investigada durante 60 dias de estoque refrigerado (4 °C). Durante todo o período de estudo, a viabilidade (Log UFC/mL), o pH, a produção de ácido lático, o consumo de carboidratos e a sobrevivência (S (%)) celular ao teste de simulação das condições gastrointestinais (TSGI) foram acompanhados. As condições em que L. rhamnosus deteve melhor desempenho quando submetido ao TSGI foram nas fermentações do suco de manga sem estresse ácido (S (%) = 44,6) e após transferência sucessiva do micro-organismo do pH 6, para o pH 4 e consecutivamente para o pH 2 em meio à base de maracujá (S (%) = 47,3). Sendo assim, estes grupos foram selecionados para elaboração dos sucos com ou sem inulina e/ou xilitol e avaliação da estabilidade em estoque refrigerado. Dessa forma, observou-se que a adição de inulina favoreceu a sobrevivência probiótica. No que lhe concerne, a presença do xilitol não prejudicou o desempenho de L. rhamnosus, podendo assim ser utilizado como agente edulcorante em formulações contendo esse micro-organismo. O suco fermentado de manga acrescido de inulina e xilitol foi o que apresentou maior potencial para ser utilizado como veículo de L. rhamnosus ATCC 7469 devido à sobrevivência do probiótico ao TSGI no início (S (%) = 33,8) e após 15 dias (S (%) = 52,5) de estoque refrigerado.The demand for functional foods has grown in recent years. In this context, new non- dairy probiotic formulations have attracted the interest of consumers. Thus, strategies that increase probiotic survival during the processing, storage and after ingestion of new products have been the target of investigations. Based on this, the objective of the present work was to produce probiotic juices fermented from mango, passion fruit and guava, evaluating acid stress during fermentation and the addition of insulin and xylitol in potentially symbiotic juices in refrigerated stock. For this, the ability of the probiotic to ferment juices of the three fruits was investigated, as well as its metabolic profile when submitted to acid stress. The two best conditions, considering the microbial survival, were selected for the elaboration of the fermented juices. The influence of the addition of inulin (5 g/L) and xylitol (10%) to juices after fermentation, containing L. rhamnosus, was investigated during 60 days of refrigerated storage (4 °C). During the study, viability (Log CFU/mL), pH, lactic acid production, carbohydrate consumption and cell survival (S (%)) to the gastrointestinal conditions simulation test (GIST) were monitored. The conditions in which L. rhamnosus had the best performance when subjected to GIST were in mango juice fermentations without acid stress (S (%) = 44.6) and after successive transfer of the microorganism from pH 6 to pH 4 and consecutively to pH 2 in passion fruit medium (S (%) = 47.3). Therefore, these groups were selected for the elaboration of juices with or without inulin and/or xylitol and evaluation of stability in refrigerated stock. Thus, it was observed that the addition of inulin favored probiotic survival. In turn, the presence of xylitol does not affect the performance of L. rhamnosus, and can thus be used as a sweetening agent in formulations containing this microorganism. Fermented mango juice added with inulin and xylitol had the greatest potential to be used as a vehicle for L. rhamnosus ATCC 7469 due to the survival of the probiotic to GIST at the beginning (S (%) = 33.8) and after 15 days (S (%) = 52.5) of refrigerated stock.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pós Graduação Rede Nordeste de Biotecnologia - RENORBIOUFPEBrasilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessIndústria alimentíciaAlimento funcionalFrutas tropicaisEfeito do estresse ácido sobre Lactobacillus rhamnosus ATCC 7469 na produção de sucos simbióticos contendo inulina e xilitolinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETEXTTESE Eloyza Karoline Rozendo dos Santos.pdf.txtTESE Eloyza Karoline Rozendo dos Santos.pdf.txtExtracted texttext/plain200544https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/41722/4/TESE%20Eloyza%20Karoline%20Rozendo%20dos%20Santos.pdf.txt57806066de4a3f3debe29deeaa806e3bMD54THUMBNAILTESE Eloyza Karoline Rozendo dos Santos.pdf.jpgTESE Eloyza Karoline Rozendo dos Santos.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1261https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/41722/5/TESE%20Eloyza%20Karoline%20Rozendo%20dos%20Santos.pdf.jpg3395850a404332829c6c9280adc0c45bMD55ORIGINALTESE Eloyza Karoline Rozendo dos Santos.pdfTESE Eloyza Karoline Rozendo dos Santos.pdfapplication/pdf1623319https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/41722/1/TESE%20Eloyza%20Karoline%20Rozendo%20dos%20Santos.pdfd17ad5e7dc1fcb6884dd966749d1d8c3MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/41722/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81908https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/41722/3/license.txtc59d330e2c454f71974f5866a0e8a96aMD53123456789/417222021-11-20 02:10:25.71oai:repositorio.ufpe.br:123456789/41722VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2HDp8OjbyBkZSBUcmFiYWxob3MgQWNhZMOqbWljb3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRQoKRGVjbGFybyBwYXJhIG9zIGRldmlkb3MgZmlucyBkZXN0ZSBUZXJtbyBkZSBEZXDDs3NpdG8gTGVnYWwgZSBBdXRvcml6YcOnw6NvIHBhcmEgUHVibGljYcOnw6NvIGRlIFRyYWJhbGhvcyBBY2Fkw6ptaWNvcyBubyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIHF1ZSBlc3RvdSBjaWVudGUgcXVlOgpJIC0gbyBjb250ZcO6ZG8gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIMOpIGRlIG1pbmhhIGludGVpcmEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZTsKSUkgLSBvIGNvbnRlw7pkbyDDqSBvcmlnaW5hbCwgZSBzZSBvIHRyYWJhbGhvIGUvb3UgcGFsYXZyYXMgZGUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgZm9yYW0gdXRpbGl6YWRvcywgZXN0YXMgZm9yYW0gZGV2aWRhbWVudGUgcmVjb25oZWNpZGFzOwpJSUkgLSBhIGFsdGVyYcOnw6NvIGRhIG1vZGFsaWRhZGUgZGUgYWNlc3NvIGFvIHRyYWJhbGhvIGFww7NzIG8gZGVww7NzaXRvIGUgYW50ZXMgZGUgZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgZW1iYXJnbywgcXVhbmRvIGZvciBlc2NvbGhpZG8gYWNlc3NvIHJlc3RyaXRvLCBzZXLDoSBwZXJtaXRpZGEgbWVkaWFudGUgc29saWNpdGHDp8OjbyBkbyAoYSkgYXV0b3IgKGEpIGFvIFNpc3RlbWEgSW50ZWdyYWRvIGRlIEJpYmxpb3RlY2FzIGRhIFVGUEUgKFNJQi9VRlBFKS4KIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gYWJlcnRvOgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIFRyYWJhbGhvIEFjYWTDqm1pY28sIGZ1bmRhbWVudGFkbyBuYSBMZWkgZGUgRGlyZWl0byBBdXRvcmFsIG5vIDkuMTYwIGRlIDE5IGRlIGZldmVyZWlybyBkZSAxOTk4LCBhcnQuIDI5LCBpbmNpc28gSUlJLCBhdXRvcml6byBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFBlcm5hbWJ1Y28gYSBkaXNwb25pYmlsaXphciBncmF0dWl0YW1lbnRlLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHBhcmEgZmlucyBkZSBsZWl0dXJhLCBpbXByZXNzw6NvIGUvb3UgZG93bmxvYWQgKGFxdWlzacOnw6NvKSBhdHJhdsOpcyBkbyBzaXRlIGRvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgbm8gZW5kZXJlw6dvIGh0dHA6Ly93d3cucmVwb3NpdG9yaW8udWZwZS5iciwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBkZSBkZXDDs3NpdG8uCgpQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gcmVzdHJpdG86Ck5hIHF1YWxpZGFkZSBkZSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkZSBhdXRvciBxdWUgcmVjYWVtIHNvYnJlIGVzdGUgVHJhYmFsaG8gZGUgQ29uY2x1c8OjbyBkZSBDdXJzbywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS4xNjAgZGUgMTkgZGUgZmV2ZXJlaXJvIGRlIDE5OTgsIGFydC4gMjksIGluY2lzbyBJSUksIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVybmFtYnVjbyBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGdyYXR1aXRhbWVudGUsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCAoYXF1aXNpw6fDo28pIGF0cmF2w6lzIGRvIHNpdGUgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBubyBlbmRlcmXDp28gaHR0cDovL3d3dy5yZXBvc2l0b3Jpby51ZnBlLmJyLCBxdWFuZG8gZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgYXTDqSAwMSBhbm8gZGUgZW1iYXJnbywgY29uZm9ybWUgaW5mb3JtYWRvIG5vIGNhbXBvIERhdGEgZGUgRW1iYXJnby4KRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212021-11-20T05:10:25Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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