Abordagem Terapêutica das Paniculoses (Celulite)
| Ano de defesa: | 2003 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5041 |
Resumo: | A Paniculose é um processo distrófico não inflamatório, com uma fisiopatologia complexa com múltiplos fatores interligados, que atuam por diferentes mecanismos em vários elementos alvos no tecido conjuntivo adiposo hipodérmico. A nível celular: células mensequimais indiferenciadas, adipócitos, fibroblastos e mastócitos; a nível de matriz amorfa: substância fundamental e membrana basal; a nível de matriz fibrilar: fibras colágenas, reticulares e elásticas; a nível vascular: arteriolar, capilar, venular e linfático; a nível nervoso: terminações dos filetes simpáticos e sensitivos. Pesquisamos as manifestações clínicas das Paniculoses conhecidas pelo nome comum de Celulite . Foi possível observar um distúrbio nas quatro Unidades Operacionais que participam do mecanismo fisiológico do tecido conjuntivo adiposo. O presente trabalho visa reduzir ou evitar a formação da pele em casca de laranja . O distúrbio no tecido adiposo através de causas conhecidas leva à formação das Paniculoses. Sendo também visto como componentes biológicos endógenos e ambientais exógenos, despertando-se o interesse de se fazer um programa terapêutico que venha a recuperação dos múltiplos fatores atuantes. Foram utilizados protocolos individualizados para os 15 pacientes em estudo. Selecionamos diversos tipos de Paniculoses que foram tratados no Centro Experimental de Saúde Pública da Universidade Estadual Vale do Acaraú, em Sobral-CE. Foram utilizados como métodos terapêuticos: cinesioterapia, mecanoterapia, termoterapia, eletroterapia e massoterapia. Constatamos que durante a adolescência o desenfartamento ganglionar, através da massoterapia e cinesioterapia, com cuidados posturais e orientação alimentar, determinam desaparecimento de sinais e sintomas de Paniculose na idade adulta. Os resultados demonstram que quanto mais cedo for tratado o paciente, mais certeza não formará no futuro a pele em casca de laranja . Concluímos que as técnicas utilizadas no tratamento das Paniculoses determinam melhoras em relação à própria doença e podemos acrescentar que além da conduta médica preventiva, o tratamento efetuado permitirá o controle dos pacientes portadores de Paniculose |
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RAMOS, Francisco Antonio Tomaz RibeiroARAÚJO, Emerson Azevedo de2014-06-12T17:35:36Z2014-06-12T17:35:36Z2003Antonio Tomaz Ribeiro Ramos, Francisco; Azevedo de Araújo, Emerson. Abordagem Terapêutica das Paniculoses (Celulite). 2003. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Biofísica, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2003.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5041A Paniculose é um processo distrófico não inflamatório, com uma fisiopatologia complexa com múltiplos fatores interligados, que atuam por diferentes mecanismos em vários elementos alvos no tecido conjuntivo adiposo hipodérmico. A nível celular: células mensequimais indiferenciadas, adipócitos, fibroblastos e mastócitos; a nível de matriz amorfa: substância fundamental e membrana basal; a nível de matriz fibrilar: fibras colágenas, reticulares e elásticas; a nível vascular: arteriolar, capilar, venular e linfático; a nível nervoso: terminações dos filetes simpáticos e sensitivos. Pesquisamos as manifestações clínicas das Paniculoses conhecidas pelo nome comum de Celulite . Foi possível observar um distúrbio nas quatro Unidades Operacionais que participam do mecanismo fisiológico do tecido conjuntivo adiposo. O presente trabalho visa reduzir ou evitar a formação da pele em casca de laranja . O distúrbio no tecido adiposo através de causas conhecidas leva à formação das Paniculoses. Sendo também visto como componentes biológicos endógenos e ambientais exógenos, despertando-se o interesse de se fazer um programa terapêutico que venha a recuperação dos múltiplos fatores atuantes. Foram utilizados protocolos individualizados para os 15 pacientes em estudo. Selecionamos diversos tipos de Paniculoses que foram tratados no Centro Experimental de Saúde Pública da Universidade Estadual Vale do Acaraú, em Sobral-CE. Foram utilizados como métodos terapêuticos: cinesioterapia, mecanoterapia, termoterapia, eletroterapia e massoterapia. Constatamos que durante a adolescência o desenfartamento ganglionar, através da massoterapia e cinesioterapia, com cuidados posturais e orientação alimentar, determinam desaparecimento de sinais e sintomas de Paniculose na idade adulta. Os resultados demonstram que quanto mais cedo for tratado o paciente, mais certeza não formará no futuro a pele em casca de laranja . Concluímos que as técnicas utilizadas no tratamento das Paniculoses determinam melhoras em relação à própria doença e podemos acrescentar que além da conduta médica preventiva, o tratamento efetuado permitirá o controle dos pacientes portadores de PaniculoseporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessLipodistrofia GinóideCelulitePaniculose GinóideFibroedema Gelóide SubcutâneoAbordagem Terapêutica das Paniculoses (Celulite)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo4443_1.pdf.jpgarquivo4443_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1268https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5041/4/arquivo4443_1.pdf.jpg6c692c40e2bae11503c226ddd0bc5562MD54ORIGINALarquivo4443_1.pdfapplication/pdf1397872https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5041/1/arquivo4443_1.pdfd9514cba81291a77a4b3e8e87c98726fMD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5041/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo4443_1.pdf.txtarquivo4443_1.pdf.txtExtracted texttext/plain159461https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5041/3/arquivo4443_1.pdf.txt92c00366ac67659fce9778107ecc68feMD53123456789/50412019-10-25 03:26:06.085oai:repositorio.ufpe.br:123456789/5041Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T06:26:06Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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A Paniculose é um processo distrófico não inflamatório, com uma fisiopatologia complexa com múltiplos fatores interligados, que atuam por diferentes mecanismos em vários elementos alvos no tecido conjuntivo adiposo hipodérmico. A nível celular: células mensequimais indiferenciadas, adipócitos, fibroblastos e mastócitos; a nível de matriz amorfa: substância fundamental e membrana basal; a nível de matriz fibrilar: fibras colágenas, reticulares e elásticas; a nível vascular: arteriolar, capilar, venular e linfático; a nível nervoso: terminações dos filetes simpáticos e sensitivos. Pesquisamos as manifestações clínicas das Paniculoses conhecidas pelo nome comum de Celulite . Foi possível observar um distúrbio nas quatro Unidades Operacionais que participam do mecanismo fisiológico do tecido conjuntivo adiposo. O presente trabalho visa reduzir ou evitar a formação da pele em casca de laranja . O distúrbio no tecido adiposo através de causas conhecidas leva à formação das Paniculoses. Sendo também visto como componentes biológicos endógenos e ambientais exógenos, despertando-se o interesse de se fazer um programa terapêutico que venha a recuperação dos múltiplos fatores atuantes. Foram utilizados protocolos individualizados para os 15 pacientes em estudo. Selecionamos diversos tipos de Paniculoses que foram tratados no Centro Experimental de Saúde Pública da Universidade Estadual Vale do Acaraú, em Sobral-CE. Foram utilizados como métodos terapêuticos: cinesioterapia, mecanoterapia, termoterapia, eletroterapia e massoterapia. Constatamos que durante a adolescência o desenfartamento ganglionar, através da massoterapia e cinesioterapia, com cuidados posturais e orientação alimentar, determinam desaparecimento de sinais e sintomas de Paniculose na idade adulta. Os resultados demonstram que quanto mais cedo for tratado o paciente, mais certeza não formará no futuro a pele em casca de laranja . Concluímos que as técnicas utilizadas no tratamento das Paniculoses determinam melhoras em relação à própria doença e podemos acrescentar que além da conduta médica preventiva, o tratamento efetuado permitirá o controle dos pacientes portadores de Paniculose |
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