Desenvolvimento urbano sustentável : autopoiese e sociabilidade, conceito último e possibilidade primeira

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: CARMO, Alison Jorge Alves do
Orientador(a): LEITE, Maria de Jesus de Britto
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Desenvolvimento Urbano
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/63480
Resumo: Esta Tese traz a Hipótese Central da necessidade de maiores conhecimentos para a compreensão e lida com o Desenvolvimento Sustentável em uma Complexidade Multidimensional que lhe parece inerente, especialmente quanto à Dimensão Social, e o que diz respeito direto ao Desenvolvimento Urbano Sustentável. Tem-se então o objeto teórico da Sustentabilidade, que é analisado a partir de um Discurso Central em constante desenvolvimento, de origem ecológica, e que aos poucos abarca a Dimensão Social, mas que chega ao século XX repleto de críticas. Perspectivas Paradigmáticas e Abordagens Contemporâneas em Sustentabilidade sugerem novas possibilidades teóricas. Dentre elas, a Teoria de Santiago e seu Conceito de Autopoiese, que possui estreitas convergências com outras teorias, como em relação ao conceito de Resiliência, e que aponta para uma abordagem de integração ontológica entre a Dimensão Biológica e a Dimensão Humana. Objetivamente, adotamos aqui o destrinchamento da Autopoiese em quatro dimensões, a partir de nossa anterior pesquisa de mestrado: Organização Biológica, Cognição, Interação Social e Ética. E originalmente, nesta Tese, propomos quatro qualidades centrais respectivas a essas dimensões autopoiéticas, na busca de traduzir esse conhecimento em possíveis noções sociais objetivas: Autonomia, Distinção, Interdependência e Imprevisibilidade. Tem-se aí o Entendimento Autopoiético de Sustentabilidade que é aplicado em nossa empiria, e que é de outra maneira resumido, com o auxílio de outras teorias, no entendimento da sustentabilidade dos seres/sistemas-vivos, ou Sistemas Ecológico-Sociais, através do equilíbrio entre suas Estruturas (Espaciais) e Relações (Sociais) em seus Processos (Urbanos) Vitais. Tomamos como Objeto Empírico a Sociabilidade Urbana, cujos debates encontram a questão do Desenvolvimento Urbano Sustentável no debate maior sobre Modelos de Cidade Tradicional, Moderna e Contemporânea, e entendendo ambas Sociabilidade e Sustentabilidade como impactadas por formas de vida modernas. Especificamente, é pela Sociabilidade Urbana que avançamos na investigação da Complexidade Multidimensional da Sustentabilidade em sua Dimensão Social! Nesse escopo, encontramos a Sociabilidade Urbana sendo contemporaneamente abordada em campos do Desenho Urbano Sustentável. Junto a isso, lavramos teorias próprias da Sociabilidade que apontam um Cenário Crítico Atual de Segregação Socioespacial e um Cenário Teórico de ainda impressão no entendimento da Sociabilidade Urbana. E mais do que tudo, encontramos em Maria Angela D’Incao a indicação da ocorrência de um Processo de Restrição da Sociabilidade na transição entre formas de vida e modelos de cidade tradicionais e moderno-burgueses. Na objetivação da investigação empírica, tomamos o método de pesquisa qualitativo da Autoetnografia, somado a diferentes técnicas de pesquisa, e que é apresentado em bases teóricas, correlações com a Arquitetura e Urbanismo, e aplicado em narrativas do Autor ligadas à Sustentabilidade e à Sociabilidade Urbana. Isso, através de ocorrências também ligadas ao Espaço Construído e ao Espaço Urbano no cenário da Pandemia da Covid-19, a partir de 2020. Com a Autoetnografia, são evidenciadas minúcias socioespaciais que, ao final, são interpretadas à luz do Entendimento Autopoiético de Sustentabilidade, ilustrando-se aí a Complexidade Multidimensional da Sustentabilidade em sua Dimensão Social; também, propondo-se um arcabouço teórico- conceitual possível para a continuidade das pesquisas; e, especialmente, apresentando-se uma possibilidade de abordagem socialmente prática em Desenvolvimento Urbano Sustentável.
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spelling CARMO, Alison Jorge Alves dohttp://lattes.cnpq.br/6395020850647382http://lattes.cnpq.br/2218964680682974LEITE, Maria de Jesus de Britto2025-05-29T22:15:17Z2025-05-29T22:15:17Z2024-07-19CARMO, Alison Jorge Alves do. Desenvolvimento urbano sustentável: autopoiese e sociabilidade, conceito último e possibilidade primeira. 2024. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Urbano) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/63480Esta Tese traz a Hipótese Central da necessidade de maiores conhecimentos para a compreensão e lida com o Desenvolvimento Sustentável em uma Complexidade Multidimensional que lhe parece inerente, especialmente quanto à Dimensão Social, e o que diz respeito direto ao Desenvolvimento Urbano Sustentável. Tem-se então o objeto teórico da Sustentabilidade, que é analisado a partir de um Discurso Central em constante desenvolvimento, de origem ecológica, e que aos poucos abarca a Dimensão Social, mas que chega ao século XX repleto de críticas. Perspectivas Paradigmáticas e Abordagens Contemporâneas em Sustentabilidade sugerem novas possibilidades teóricas. Dentre elas, a Teoria de Santiago e seu Conceito de Autopoiese, que possui estreitas convergências com outras teorias, como em relação ao conceito de Resiliência, e que aponta para uma abordagem de integração ontológica entre a Dimensão Biológica e a Dimensão Humana. Objetivamente, adotamos aqui o destrinchamento da Autopoiese em quatro dimensões, a partir de nossa anterior pesquisa de mestrado: Organização Biológica, Cognição, Interação Social e Ética. E originalmente, nesta Tese, propomos quatro qualidades centrais respectivas a essas dimensões autopoiéticas, na busca de traduzir esse conhecimento em possíveis noções sociais objetivas: Autonomia, Distinção, Interdependência e Imprevisibilidade. Tem-se aí o Entendimento Autopoiético de Sustentabilidade que é aplicado em nossa empiria, e que é de outra maneira resumido, com o auxílio de outras teorias, no entendimento da sustentabilidade dos seres/sistemas-vivos, ou Sistemas Ecológico-Sociais, através do equilíbrio entre suas Estruturas (Espaciais) e Relações (Sociais) em seus Processos (Urbanos) Vitais. Tomamos como Objeto Empírico a Sociabilidade Urbana, cujos debates encontram a questão do Desenvolvimento Urbano Sustentável no debate maior sobre Modelos de Cidade Tradicional, Moderna e Contemporânea, e entendendo ambas Sociabilidade e Sustentabilidade como impactadas por formas de vida modernas. Especificamente, é pela Sociabilidade Urbana que avançamos na investigação da Complexidade Multidimensional da Sustentabilidade em sua Dimensão Social! Nesse escopo, encontramos a Sociabilidade Urbana sendo contemporaneamente abordada em campos do Desenho Urbano Sustentável. Junto a isso, lavramos teorias próprias da Sociabilidade que apontam um Cenário Crítico Atual de Segregação Socioespacial e um Cenário Teórico de ainda impressão no entendimento da Sociabilidade Urbana. E mais do que tudo, encontramos em Maria Angela D’Incao a indicação da ocorrência de um Processo de Restrição da Sociabilidade na transição entre formas de vida e modelos de cidade tradicionais e moderno-burgueses. Na objetivação da investigação empírica, tomamos o método de pesquisa qualitativo da Autoetnografia, somado a diferentes técnicas de pesquisa, e que é apresentado em bases teóricas, correlações com a Arquitetura e Urbanismo, e aplicado em narrativas do Autor ligadas à Sustentabilidade e à Sociabilidade Urbana. Isso, através de ocorrências também ligadas ao Espaço Construído e ao Espaço Urbano no cenário da Pandemia da Covid-19, a partir de 2020. Com a Autoetnografia, são evidenciadas minúcias socioespaciais que, ao final, são interpretadas à luz do Entendimento Autopoiético de Sustentabilidade, ilustrando-se aí a Complexidade Multidimensional da Sustentabilidade em sua Dimensão Social; também, propondo-se um arcabouço teórico- conceitual possível para a continuidade das pesquisas; e, especialmente, apresentando-se uma possibilidade de abordagem socialmente prática em Desenvolvimento Urbano Sustentável.Esta Tesis trae como Hipótesis Central la necesidad de mayores conocimientos para comprender y abordar el Desarrollo Sostenible en una ‘Complejidad Multidimensional’ que le parece inherente, especialmente en lo que respecta a la Dimensión Social, y lo que directamente concierne al ‘Desarrollo Urbano Sostenible’. Tenemos entonces el objeto teórico de la Sostenibilidad, que se analiza a partir de un ‘Discurso Central’ en constante desarrollo, de origen ecológico, y que paulatinamente abarca la Dimensión Social, pero que llega al siglo XX lleno de críticas. ‘Perspectivas Paradigmáticas’ y “Enfoques Contemporáneos de la Sostenibilidad’ sugieren nuevas posibilidades teóricas. Entre ellas, la ‘Teoría de Santiago’ y su ‘Concepto de Autopoiesis’, que tiene estrechas convergencias con otras teorías, como en relación con el concepto de Resiliencia, y que apunta a un enfoque de integración ontológica entre la Dimensión Biológica y la Dimensión Humana. Objetivamente, adoptamos aquí el desglose de la ‘Autopoiesis’ en cuatro dimensiones, basado en nuestra investigación de maestría anterior: ‘Organización Biológica’, ‘Cognición’, ‘Interacción Social’ y ‘Ética’. Y originalmente, en esta Tesis, proponemos cuatro cualidades centrales correspondientes a estas dimensiones autopoiéticas, en la búsqueda de traducir este conocimiento en posibles nociones sociales objetivas: ‘Autonomía’, ‘Distinción’, ‘Interdependencia’ e ‘Imprevisibilidad’. Esta es la ‘Comprensión Autopoiética de la Sostenibilidad’ que se aplica en nuestro empirismo, y que por otra parte se resume, con la ayuda de otras teorías, en la comprensión de la sostenibilidad de los seres/sistemas vivos, o ‘Sistemas Ecológico-Sociales’, a través del equilibrio entre sus ‘Estructuras’ (Espaciales) y ‘Relaciones’ (Sociales) en sus ‘Procesos (Urbanos)Vitales’. Tomamos la ‘Sociabilidad Urbana’ como objeto empírico, cuyos debates encuentran el tema del ‘Desarrollo Urbano Sostenible’ en el debate más amplio sobre los Modelos de Ciudad Tradicionales, Modernos y Contemporáneos, y entendiendo tanto la Sociabilidad como la Sostenibilidad como impactadas por formas de vida modernas’. En concreto, ¡es a través de la ‘Sociabilidad Urbana’ que avanzamos en la investigación de la ‘Complejidad Multidimensional de la Sostenibilidad’ en su ‘Dimensión Social’! En este ámbito, encontramos que la ‘Sociabilidad Urbana’ se aborda contemporáneamente en campos del Diseño Urbano Sostenible. Junto a esto, desarrollamos teorías específicas de Sociabilidad que apuntan a un ‘Escenario Crítico Actual’ de Segregación Socioespacial y un ‘Escenario Teórico’ que aún tiene imprecisiones en la comprensión de la ‘Sociabilidad Urbana’. Encontramos en particular, en la autora María Angela D’Incao, un indicio de la ocurrencia de un ‘Proceso de Restricción de la Sociabilidad’ en la transición entre formas de vida y modelos de ciudad tradicionales y moderno-burgueses. Para objetivar la investigación empírica, se tomó el Método de Investigación Cualitativo de la Autoetnografía, sumado a diferentes técnicas de investigación, y que se presenta sobre bases teóricas, correlaciones con la Arquitectura y el Urbanismo, y aplicado a narrativas del Autor vinculadas a la ‘Sostenibilidad’ y la ‘Sociabilidad Urbanas’. Esto, a través de ocurrencias también vinculadas al Espacio Construido y al Espacio Urbano en el escenario de la Pandemia Covid-19, a partir de 2020. Con la Autoetnografía, destacamos detalles socioespaciales que, al final, son interpretados a la luz de la ‘Comprensión Autopoiética de. Sostenibilidad’, que ilustra la ‘Complejidad Multidimensional de la Sostenibilidad’ en su Dimensión Social; además, proponemos un posible marco teórico-conceptual para la continuidad de la investigación; y, especialmente, presentamos la posibilidad de un enfoque socialmente práctico del ‘Desarrollo Urbano Sostenible’.This Thesis brings the Central Hypothesis of the need for greater knowledge to understand and deals with Sustainable Development in a ‘Multidimensional Complexity’ that seems inherent to it, especially regarding the Social Dimension, and what directly concerns ‘Sustainable Urban Development’. We then have the Theoretical Object of Sustainability, which is analyzed based on a ‘Central Discourse’ in constant development, of ecological origin, and which gradually encompasses the Social Dimension, but which reaches the 20th century full of criticism. ‘Paradigmatic Perspectives’ and ‘Contemporary Approaches to Sustainability’ suggest new theoretical possibilities. Among them, ‘Santiago's Theory’ and its ‘Concept of Autopoiesis’, which has close convergences with other theories, such as in relation to the concept of Resilience, and which points to an approach of ontological integration between the Biological Dimension and the Human Dimension. Objectively, we adopt here the breakdown of ‘Autopoiesis’ into four dimensions, based on our previous master's research: ‘Biological Organization’, ‘Cognition’, ‘Social Interaction’ and ‘Ethics’. And originally in this Thesis, we propose four central qualities corresponding to these autopoietic dimensions, in the search to translate this knowledge into possible objective social notions: ‘Autonomy’, ‘Distinction’, ‘Interdependence’ and ‘Unpredictability’. There is the ‘Autopoietic Understanding of Sustainability’ that is applied in our empiricism, and which is otherwise summarized, with the help of other theories, in the understanding of the sustainability of living beings/systems, or ‘Ecological-Social Systems’, through the balance between its (Spatial) Structures and (Social) Relations in its Vital (Urban) Processes. We take ‘Urban Sociability’ as the Empirical Object, whose debates find the issue of ‘Sustainable Urban Development’ in the larger debate on Traditional, Modern and Contemporary City Models, and understanding both Sociability and Sustainability as impacted by modern ways of life. Specifically, it is through ‘Urban Sociability’ that we advance in the investigation of the ‘Multidimensional Complexity of Sustainability’ in its ‘Social Dimension’! In this scope, we find ‘Urban Sociability’ being contemporaneously addressed in fields of ‘Sustainable Urban Design’. Along with this, we develop theories specific to Sociability that point to a ‘Current Critical Scenario’ of Socio-Spatial Segregation and a ‘Theoretical Scenario’ that still has an impact on the understanding of ‘Urban Sociability’. And more than anything, we find in Maria Angela D’Incao an indication of the occurrence of a ‘Sociability Restriction Process’ in the transition between traditional and modern-bourgeois forms of life and city models. In objectifying the empirical investigation, we took the Qualitative Research Method of Autoethnography, added to different research techniques, and which is presented on theoretical bases, correlations with Architecture and Urbanism, and applied to the Author's narratives linked to ‘Urban Sustainability’ and ‘Sociability’. This, through occurrences also linked to built space and urban space in the scenario of the Covid-19 Pandemic, from 2020 onwards. With Autoethnography, we highlight socio-spatial details that, in the end, are interpreted in light of the ‘Autopoietic Understanding of Sustainability’, illustrating the ‘Multidimensional Complexity of Sustainability’ in its ‘Social Dimension’; also, proposing a possible theoretical-conceptual framework for the continuity of research; and, especially, presenting a possibility of a socially practical approach to ‘Sustainable Urban Development’.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Desenvolvimento UrbanoUFPEBrasilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessDesenvolvimento urbano sustentávelSociabilidade urbanaAutopoieseDesenvolvimento urbano sustentável : autopoiese e sociabilidade, conceito último e possibilidade primeirainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALTESE Alison Jorge Alves do Carmo.pdfTESE Alison Jorge Alves do Carmo.pdfapplication/pdf19823565https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/63480/1/TESE%20Alison%20Jorge%20Alves%20do%20Carmo.pdf585ed80fa26f488070a018869eb516b4MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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