Caracterização da virulência e resistência de Staphylococcus spp. Isolados de pacientes oncológicos e não oncológicos de dois hospitais da cidade do Recife-PE
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Medicina Tropical
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/25130 |
Resumo: | Staphylococcus spp. é considerado um dos agentes de maior impacto para as infecções associadas aos cuidados em saúde e também uma das principais causas de complicações infecciosas em pacientes com câncer. A gravidade das infecções estafilocócicas está relacionada à presença de fatores de resistência e de virulência, os quais favorecem a evasão bacteriana do sistema de defesa do hospedeiro. Com objetivo de comparar isolados de Staphylococcus spp. de pacientes oncológicos e não oncológicos de dois hospitais da cidade do Recife, durante o ano de 2013, foram realizados testes de susceptibilidade antimicrobiana e reações em cadeia da polimerase (PCR) para identificar a ocorrência de genes de resistência (mecA, blaZ, ermA e ermC) e virulência (icaAD e hlg). Também, identificou-se a resistência à vancomicina em Staphylococcus spp., através de métodos fenotípicos e os fatores de risco mais prevalentes para infecção em pacientes oncológicos. Observou-se um maior percentual de isolados sensíveis aos antimicrobianos testados. Em relação ao fármaco vancomicina, foram identificados 27,3% de isolados resistentes pela técnica do screening. No hospital oncológico foram positivos, 50% e 77,7% respectivamente para o gene blaZ e mecA. Observou-se percentuais de isolados positivos de 25%, 42,8%, 32,1% e 70%, respectivamente para icaAD e hlg no hospital universitário e hospital oncológico. No hospital oncológico, observou-se um isolado de fenótipo constitutivo positivo para o gene ermC. Após a realização dos testes de associação estatísticos, não foi observada diferença estatisticamente significante na presença dos genes de resistência quando comparou-se os dois hospitais. No grupo de pacientes oncológicos, observou-se diferença significativa quando comparados os indivíduos infectados com Staphylococcus spp. que albergavam o gene mecA e os indivíduos infectados com Staphylococcus spp. sem o gene mecA em relação a contagem de neutrófilos no período da infecção. Em relação aos genes de virulência, foi possível observar diferença estatisticamente significante entre os dois hospitais. Assim, não existe diferença significativa na presença de genes de resistência quando se compara grupos de pacientes, entretanto observa-se diferenças significativas em relação à presença dos genes relacionados à virulência entre diferentes grupos, o que pode estar associado às características dos pacientes e suas internações. Desta forma, concluiu-se que o monitoramento antimicrobiano é essencial para o tratamento das infecções em cada hospital e a condição do paciente parece estar ligada ao potencial patogênico do microrganismo. |
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RABELO, Marcelle Aquinohttp://lattes.cnpq.br/3963542696850411http://lattes.cnpq.br/3062403698472127MACIEL, Maria Amelia VieiraLEAL, Nilma Cintra2018-07-19T22:19:11Z2018-07-19T22:19:11Z2017-02-17https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/25130Staphylococcus spp. é considerado um dos agentes de maior impacto para as infecções associadas aos cuidados em saúde e também uma das principais causas de complicações infecciosas em pacientes com câncer. A gravidade das infecções estafilocócicas está relacionada à presença de fatores de resistência e de virulência, os quais favorecem a evasão bacteriana do sistema de defesa do hospedeiro. Com objetivo de comparar isolados de Staphylococcus spp. de pacientes oncológicos e não oncológicos de dois hospitais da cidade do Recife, durante o ano de 2013, foram realizados testes de susceptibilidade antimicrobiana e reações em cadeia da polimerase (PCR) para identificar a ocorrência de genes de resistência (mecA, blaZ, ermA e ermC) e virulência (icaAD e hlg). Também, identificou-se a resistência à vancomicina em Staphylococcus spp., através de métodos fenotípicos e os fatores de risco mais prevalentes para infecção em pacientes oncológicos. Observou-se um maior percentual de isolados sensíveis aos antimicrobianos testados. Em relação ao fármaco vancomicina, foram identificados 27,3% de isolados resistentes pela técnica do screening. No hospital oncológico foram positivos, 50% e 77,7% respectivamente para o gene blaZ e mecA. Observou-se percentuais de isolados positivos de 25%, 42,8%, 32,1% e 70%, respectivamente para icaAD e hlg no hospital universitário e hospital oncológico. No hospital oncológico, observou-se um isolado de fenótipo constitutivo positivo para o gene ermC. Após a realização dos testes de associação estatísticos, não foi observada diferença estatisticamente significante na presença dos genes de resistência quando comparou-se os dois hospitais. No grupo de pacientes oncológicos, observou-se diferença significativa quando comparados os indivíduos infectados com Staphylococcus spp. que albergavam o gene mecA e os indivíduos infectados com Staphylococcus spp. sem o gene mecA em relação a contagem de neutrófilos no período da infecção. Em relação aos genes de virulência, foi possível observar diferença estatisticamente significante entre os dois hospitais. Assim, não existe diferença significativa na presença de genes de resistência quando se compara grupos de pacientes, entretanto observa-se diferenças significativas em relação à presença dos genes relacionados à virulência entre diferentes grupos, o que pode estar associado às características dos pacientes e suas internações. Desta forma, concluiu-se que o monitoramento antimicrobiano é essencial para o tratamento das infecções em cada hospital e a condição do paciente parece estar ligada ao potencial patogênico do microrganismo.CAPESStaphylococcus spp. is one of the major infection-associated agent within health care and one of principal cause of complication in cancer patients. The severity of staphylococcal infections is related to the presence of resistance and virulence factors, which favor bacterial evasion of the host defense system. In order to compare isolates of Staphylococcus spp. of oncological and non-oncological patients from two hospitals in the city of Recife, during the period of 2013, antimicrobial susceptibility and polymerase chain reaction (PCR) tests were performed to identify the occurrence of resistance genes (mecA, blaZ, ermA and ermC) and virulence genes (icaAD and hlg). Resistance to vancomycin was identified by phenotypic methods in Staphylococcus spp. and the most prevalent risk factors for infection in cancer patients. A higher percentage of antimicrobial susceptible isolates was observed. Regarding the vancomycin drug, 27.3% of resistant isolates were identified by the screening technique. At the oncology hospital they were positive, 50% and 77.7% respectively for the blaZ and mecA gene. Percentage of positive isolates of 25%, 42.8%, 32.1% and 70%, respectively, found for icaAD and hlg in the university hospital and oncology hospital, respectively. A positive constitutive phenotype isolate for the ermC gene was observed at the oncology hospital. After performing the statistical association tests, no statistically significant difference was observed in the presence of resistance genes when comparing the two hospitals. In the group of cancer patients, a significant difference was observed when compared to individuals infected with Staphylococcus spp. that harbored the mecA gene and individuals infected with Staphylococcus spp. without the mecA gene in relation to the neutrophil count at the time of infection. Regarding the virulence genes, it was possible to observe a statistically significant difference between the two hospitals. Thus, there is no significant difference in the presence of resistance genes when comparing groups of patients, however, there are significant differences regarding the presence of virulence-related genes between different groups, which may be associated to the characteristics of the patients and their hospitalizations. In conclusion, antimicrobial monitoring is essential for the treatment of infections in each hospital and the patient's condition appears to be linked to the pathogenic potential of the microorganism.porUNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCOPrograma de Pos Graduacao em Medicina TropicalUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessStaphylococcusAntimicrobianosOncologiaResistênciaVirulênciaCaracterização da virulência e resistência de Staphylococcus spp. Isolados de pacientes oncológicos e não oncológicos de dois hospitais da cidade do Recife-PEinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILTESE Marcelle Aquino Rabelo.pdf.jpgTESE Marcelle Aquino Rabelo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1192https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/25130/5/TESE%20Marcelle%20Aquino%20Rabelo.pdf.jpg2acd7c18d6b3eb03a867230fede91b44MD55ORIGINALTESE Marcelle Aquino Rabelo.pdfTESE Marcelle Aquino Rabelo.pdfapplication/pdf1811490https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/25130/1/TESE%20Marcelle%20Aquino%20Rabelo.pdfa8883899ff40c5c405ea02f911de3b40MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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