Efeito de iscas tóxicas a base de espinosinas sobre Ceratitis capitata e Diachasmimorpha longicaudata em laboratório
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade
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| Departamento: |
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | A mosca-do-mediterrâneo Ceratitis capitata é uma espécie polífaga que ataca diferentes espécies frutíferas causando perdas significativas na produção. O emprego de iscas tóxicas associadas ao controle biológico com o parasitoide Diachasmimorpha longicaudata são alternativas para o manejo da praga. As espinosinas são inseticidas que podem ser empregadas como agentes letais nas formulações de iscas tóxicas proporcionando um controle mais viável sob o ponto de vista ambiental e da segurança do alimento. Nesse trabalho, foi avaliada a Concentração Letal (CL) e o Tempo Letal (TL) do espinosade (Tracer 480 CE) e do espinetoran (Delegate 250 WG) associados aos atrativos alimentares melaço de cana-de açúcar a 7%, Biofruit® a 3%, CeraTrap® 1,5%, Flyral® a 1,25%, Isca Samaritá® e Isca Samaritá Tradicional® a 3% sobre C. capitata, e avaliado o efeito dessas formulações, na concentração de 96ppm, sobre o parasitoide D. longicaudata em laboratório (T=25±2°C, UR=70±15% e fotofase de 12 h). Para determinação da CL sobre C. capitata, as iscas foram ofertadas por quatro horas no interior de gaiolas contendo cinco casais, com 5-8 dias de idade, nas concentrações de 250, 130, 70, 40, 20, 6, 2 e 0,1 ppm e 150, 75, 38, 10, 3, 0,8, 0,06 e 0,005 ppm para os inseticidas espinosade e espinetoram, respectivamente. A mortalidade foi avaliada em intervalos de 24, 48, 72 e 96 horas após a aplicação das iscas. Para os dados de TL e efeito sobre D. longicaudata, as iscas tóxicas foram formuladas na concentração de 96 ppm e a mortalidade avaliada nos períodos de 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22, 24, 36, 48, 60, 72, 84 e 96 horas após a exposição. As menores CL 50 e CL 95 corresponderam, para espinosade (0.76, 7.79 ppm) e espinetoram (0.45, 3.74ppm), à associação com o atrativo alimentar Isca Samaritá Tradicional® a 3%. Os menores TL 50 e 95, em horas, para o inseticida espinosade correspondeu a formulação com Biofruit® a 3% (6.58 e 15,81) e para espinetoram a associação com a Isca Samaritá Tradicional® a 3% (7.92 e 19,76). Para o parasitoide D. longicaudata, a associação entre espinosade e espinetoram ao atrativo alimentar Isca Samaritá® a 3% diferiu significativamente das demais iscas tóxicas, ocasionando mortalidade superior a 60%. As formulações que causaram menor mortalidade corresponderam a associação de Biofruit® a 3% com espinosade (4.7%) e Isca Samaritá Tradicional® a 3% com espinetoram (3.5%). As formulações de Biofruit® a 3% com espinosade e Isca Samaritá Tradicional® a 3% com espinetoram apresentaram as melhores respostas para o controle de C. capitata assim como para a seletividade ao parasitoide D. longicaudata, em laboratório. |
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2024-06-03T22:33:25Z2024-06-03T22:33:25Z2018-05-21BALDIN, Morgana Mattiello. Efeito de iscas tóxicas a base de espinosinas sobre Ceratitis capitata e Diachasmimorpha longicaudata em laboratório. 2017. 61f. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade, Universidade Federal de Pelotas. Pelotas, 2017.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/13165A mosca-do-mediterrâneo Ceratitis capitata é uma espécie polífaga que ataca diferentes espécies frutíferas causando perdas significativas na produção. O emprego de iscas tóxicas associadas ao controle biológico com o parasitoide Diachasmimorpha longicaudata são alternativas para o manejo da praga. As espinosinas são inseticidas que podem ser empregadas como agentes letais nas formulações de iscas tóxicas proporcionando um controle mais viável sob o ponto de vista ambiental e da segurança do alimento. Nesse trabalho, foi avaliada a Concentração Letal (CL) e o Tempo Letal (TL) do espinosade (Tracer 480 CE) e do espinetoran (Delegate 250 WG) associados aos atrativos alimentares melaço de cana-de açúcar a 7%, Biofruit® a 3%, CeraTrap® 1,5%, Flyral® a 1,25%, Isca Samaritá® e Isca Samaritá Tradicional® a 3% sobre C. capitata, e avaliado o efeito dessas formulações, na concentração de 96ppm, sobre o parasitoide D. longicaudata em laboratório (T=25±2°C, UR=70±15% e fotofase de 12 h). Para determinação da CL sobre C. capitata, as iscas foram ofertadas por quatro horas no interior de gaiolas contendo cinco casais, com 5-8 dias de idade, nas concentrações de 250, 130, 70, 40, 20, 6, 2 e 0,1 ppm e 150, 75, 38, 10, 3, 0,8, 0,06 e 0,005 ppm para os inseticidas espinosade e espinetoram, respectivamente. A mortalidade foi avaliada em intervalos de 24, 48, 72 e 96 horas após a aplicação das iscas. Para os dados de TL e efeito sobre D. longicaudata, as iscas tóxicas foram formuladas na concentração de 96 ppm e a mortalidade avaliada nos períodos de 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22, 24, 36, 48, 60, 72, 84 e 96 horas após a exposição. As menores CL 50 e CL 95 corresponderam, para espinosade (0.76, 7.79 ppm) e espinetoram (0.45, 3.74ppm), à associação com o atrativo alimentar Isca Samaritá Tradicional® a 3%. Os menores TL 50 e 95, em horas, para o inseticida espinosade correspondeu a formulação com Biofruit® a 3% (6.58 e 15,81) e para espinetoram a associação com a Isca Samaritá Tradicional® a 3% (7.92 e 19,76). Para o parasitoide D. longicaudata, a associação entre espinosade e espinetoram ao atrativo alimentar Isca Samaritá® a 3% diferiu significativamente das demais iscas tóxicas, ocasionando mortalidade superior a 60%. As formulações que causaram menor mortalidade corresponderam a associação de Biofruit® a 3% com espinosade (4.7%) e Isca Samaritá Tradicional® a 3% com espinetoram (3.5%). As formulações de Biofruit® a 3% com espinosade e Isca Samaritá Tradicional® a 3% com espinetoram apresentaram as melhores respostas para o controle de C. capitata assim como para a seletividade ao parasitoide D. longicaudata, em laboratório.The Mediterranean fly Ceratitis capitata is a polyphagous species that attacks different fruit species causing significant losses in production. The use of toxic baits associated with biological control with the parasitoid Diachasmimorpha longicaudata are alternatives to pest management. Spinosyns are insecticides that can be employed as lethal agents in toxic bait formulations providing more environmentally and safety of food control. In this work, the Lethal Concentration (LC) and Lethal Time (TL) of Spinosad (Tracer 480 CE) and Spinetoran (Delegate 250 WG) were evaluated, associated with the foods lures sugarcane molasses (7%), Biofruit® (3%), CeraTrap® (1.5%), Flyral® (1,25%), Isca Samaritá® and Traditional Samaritá® (3%) on C. capitata, and evaluated the effect of these formulations in the concentration of 96ppm on the parasitoid D. longicaudata in the laboratory (T = 25 ± 2 ° C, RH = 70 ± 15% and 12 h photophase). In order to determine CL on C. capitata, the baits were offered for four hours inside cages containing five couples, 5-8 days old, at concentrations of 250, 130, 70, 40, 20, 6, 2 and 0, 1 ppm and 150, 75, 38, 10, 3, 0.8, 0.06 and 0.005 ppm for the spinosad and spinet insecticides, respectively. Mortality was evaluated at intervals of 24, 48, 72 and 96 hours after the application of baits. For the TL data and effect on D. longicaudata, the toxic baits were formulated at 96 ppm concentration and the mortality evaluated at 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22 , 24, 36, 48, 60, 72, 84 and 96 hours after exposure. The lowest CL 50 and CL 95 corresponded to the association with the food attraction Isca Samaritá Tradicional® at 3% for spinosad (0.76, 7,79 ppm) and spinetoram (0,45, 3.74ppm). The lowest TL 50, in hours, for the insecticide spinosade corresponded to the formulation with Biofruit® at 3% (6.58) and to spin the association with the Traditional Isca Samarità® at 3% (7.92). The TL 95 minors corresponded to the same attractions when associated with the insecticides espinosade (15.81) and spinetoram (19.76). For the parasitoid D. longicaudata, the association between spinosad and espinetor to the food attraction Isca Samaritá® at 3% differed significantly from the other toxic baits, causing mortality higher than 60%. The formulations that caused lower mortality corresponded to the association of 3% Biofruit® with spinosad (4.7%) and 3% Traditional Isca Samarità® with spinetoram (3.5%). The formulations of Biofruit®(3%) with spinosad and Traditional Samatirá bait® with spinetoran showed the best responses for the control of C. capitata as well as for the selectivity to D. longicaudata, in the laboratory.Sem bolsaporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em FitossanidadeUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS AGRARIASAGRONOMIAFITOSSANIDADEFitossanidadeMoscas-das-frutasSeletividadeParasitoidesIscas-tóxicasFruit fliesSelectivityParasitoidsBaits-toxicEfeito de iscas tóxicas a base de espinosinas sobre Ceratitis capitata e Diachasmimorpha longicaudata em laboratórioEffect of toxic baits based on spinosinas on Ceratitis capitata and Diachasmimorpha longicaudata in laboratoryinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisGarcia, Flávio Roberto MelloBotton, MarcosBaldin, Morgana Mattielloreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINAL6-Dissertacao_Morgana-Mattiello-Baldin-1.pdf6-Dissertacao_Morgana-Mattiello-Baldin-1.pdfapplication/pdf353114http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/13165/1/6-Dissertacao_Morgana-Mattiello-Baldin-1.pdfd65c8f5d2764dec273d124e682701daaMD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-867http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/13165/2/license.txtfbd6c74465857056e3ca572d7586661bMD52open accessTEXT6-Dissertacao_Morgana-Mattiello-Baldin-1.pdf.txt6-Dissertacao_Morgana-Mattiello-Baldin-1.pdf.txtExtracted texttext/plain117816http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/13165/3/6-Dissertacao_Morgana-Mattiello-Baldin-1.pdf.txt175607586bee7aec801fa2d3f7a5dfdfMD53open accessTHUMBNAIL6-Dissertacao_Morgana-Mattiello-Baldin-1.pdf.jpg6-Dissertacao_Morgana-Mattiello-Baldin-1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1195http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/13165/4/6-Dissertacao_Morgana-Mattiello-Baldin-1.pdf.jpg8f31f26f910bb1827bf1e4ccb679c145MD54open accessprefix/131652024-06-04 03:02:19.132open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/13165VG9kb3Mgb3MgaXRlbnMgZGVzc2EgY29tdW5pZGFkZSBzZWd1ZW0gYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zLg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2024-06-04T06:02:19Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false |
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