Novas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasil
| Ano de defesa: | 2022 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | eng |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/245944 |
Resumo: | O gênero Hyalella Smith, 1874 ocorre exclusivamente nas Américas, contando com 88 espécies descritas. No Brasil são conhecidas 37 espécies, sendo que a região sul apresenta o maior número de registros. No presente estudo são descritas duas novas espécies do gênero para o estado de Santa Catarina, com registro de um novo tipo de seta. Dentre as características que definem Hyalella sp. n. 1 têm-se a antena 1 com duas setas plumosas; a antena 2 com quatro setas plumosas e quatro setas paposas; o gnatópodo com seta paposa bifurcada e comb-scales desde a base até o carpo, além de sete setas paposas na margem interna do própodo; no gnatópodo 2 apenas o mero e o carpo possuem setas paposas bifurcadas e o dáctilo possui a margem interna fortemente serrilhada no macho; nesta espécie as microtríquias estão presentes nas antenas, maxilípodos, gnatópodos, pereópodos, urópodos e télson. Já Hyalella sp. n. 2 caracteriza-se por antena 1 com uma seta plumosa; antena 2 com cinco setas paposas; gnatópodo 1 com setas paposas bifurcadas desde a base até o própodo e palma levemente serrilhada na fêmea; na coxa do gnatópodo 2 da fêmea estão presentes duas setas paposas laterais, desde a base até o carpo estão presentes setas paposas bifurcadas e a palma é levemente serrilhada no macho; setas simples estão presentes no pedúnculo e no ramo interno do pleópodo; nesta espécie as microtríquias não ocorrem no urópodo 2, nos demais ocorrem semelhante à Hyalella sp. n. 1. Neste estudo aumentamos o conhecimento sobre o gênero Hyalella com a descrição de duas novas espécies. Além disso, descreve-se um novo tipo de cerda. Esperamos que este estudo seja útil em estudos futuros com Hyalella e com as espécies aqui descritas. Além de incentivar a conservação dos ambientes aquáticos de água doce e sua fauna. |
| id |
UFRGS-2_a37ae4622ba9b3cc35272ceed21981c8 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:www.lume.ufrgs.br:10183/245944 |
| network_acronym_str |
UFRGS-2 |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFRGS |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Reis, Giovanna de Oliveira dosAraujo, Paula Beatriz deBueno, Alessandra Angelica de Padua2022-08-03T04:27:10Z2022http://hdl.handle.net/10183/245944001143038O gênero Hyalella Smith, 1874 ocorre exclusivamente nas Américas, contando com 88 espécies descritas. No Brasil são conhecidas 37 espécies, sendo que a região sul apresenta o maior número de registros. No presente estudo são descritas duas novas espécies do gênero para o estado de Santa Catarina, com registro de um novo tipo de seta. Dentre as características que definem Hyalella sp. n. 1 têm-se a antena 1 com duas setas plumosas; a antena 2 com quatro setas plumosas e quatro setas paposas; o gnatópodo com seta paposa bifurcada e comb-scales desde a base até o carpo, além de sete setas paposas na margem interna do própodo; no gnatópodo 2 apenas o mero e o carpo possuem setas paposas bifurcadas e o dáctilo possui a margem interna fortemente serrilhada no macho; nesta espécie as microtríquias estão presentes nas antenas, maxilípodos, gnatópodos, pereópodos, urópodos e télson. Já Hyalella sp. n. 2 caracteriza-se por antena 1 com uma seta plumosa; antena 2 com cinco setas paposas; gnatópodo 1 com setas paposas bifurcadas desde a base até o própodo e palma levemente serrilhada na fêmea; na coxa do gnatópodo 2 da fêmea estão presentes duas setas paposas laterais, desde a base até o carpo estão presentes setas paposas bifurcadas e a palma é levemente serrilhada no macho; setas simples estão presentes no pedúnculo e no ramo interno do pleópodo; nesta espécie as microtríquias não ocorrem no urópodo 2, nos demais ocorrem semelhante à Hyalella sp. n. 1. Neste estudo aumentamos o conhecimento sobre o gênero Hyalella com a descrição de duas novas espécies. Além disso, descreve-se um novo tipo de cerda. Esperamos que este estudo seja útil em estudos futuros com Hyalella e com as espécies aqui descritas. Além de incentivar a conservação dos ambientes aquáticos de água doce e sua fauna.application/pdfengHyalella SmithCrustáceosÁgua doceSanta CatarinaNovas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de BiociênciasPrograma de Pós-Graduação em Biologia AnimalPorto Alegre, BR-RS2022mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001143038.pdf.txt001143038.pdf.txtExtracted Texttext/plain94397http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/245944/2/001143038.pdf.txt337eeff66755714105c54e3f8d6de8d9MD52ORIGINAL001143038.pdfTexto completoapplication/pdf4497431http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/245944/1/001143038.pdf05eb7da65ee2f612509036c17b042f86MD5110183/2459442022-08-03 04:38:15.275oai:www.lume.ufrgs.br:10183/245944Repositório InstitucionalPUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.bropendoar:2022-08-03T07:38:15Repositório Institucional da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Novas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasil |
| title |
Novas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasil |
| spellingShingle |
Novas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasil Reis, Giovanna de Oliveira dos Hyalella Smith Crustáceos Água doce Santa Catarina |
| title_short |
Novas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasil |
| title_full |
Novas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasil |
| title_fullStr |
Novas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasil |
| title_full_unstemmed |
Novas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasil |
| title_sort |
Novas espécies do gênero Hyalella Smith, 1874 (Malacostraca, Amphipoda, Hyalellidae) para o estado de Santa Catarina, Brasil |
| author |
Reis, Giovanna de Oliveira dos |
| author_facet |
Reis, Giovanna de Oliveira dos |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Reis, Giovanna de Oliveira dos |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Araujo, Paula Beatriz de |
| dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv |
Bueno, Alessandra Angelica de Padua |
| contributor_str_mv |
Araujo, Paula Beatriz de Bueno, Alessandra Angelica de Padua |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Hyalella Smith Crustáceos Água doce Santa Catarina |
| topic |
Hyalella Smith Crustáceos Água doce Santa Catarina |
| description |
O gênero Hyalella Smith, 1874 ocorre exclusivamente nas Américas, contando com 88 espécies descritas. No Brasil são conhecidas 37 espécies, sendo que a região sul apresenta o maior número de registros. No presente estudo são descritas duas novas espécies do gênero para o estado de Santa Catarina, com registro de um novo tipo de seta. Dentre as características que definem Hyalella sp. n. 1 têm-se a antena 1 com duas setas plumosas; a antena 2 com quatro setas plumosas e quatro setas paposas; o gnatópodo com seta paposa bifurcada e comb-scales desde a base até o carpo, além de sete setas paposas na margem interna do própodo; no gnatópodo 2 apenas o mero e o carpo possuem setas paposas bifurcadas e o dáctilo possui a margem interna fortemente serrilhada no macho; nesta espécie as microtríquias estão presentes nas antenas, maxilípodos, gnatópodos, pereópodos, urópodos e télson. Já Hyalella sp. n. 2 caracteriza-se por antena 1 com uma seta plumosa; antena 2 com cinco setas paposas; gnatópodo 1 com setas paposas bifurcadas desde a base até o própodo e palma levemente serrilhada na fêmea; na coxa do gnatópodo 2 da fêmea estão presentes duas setas paposas laterais, desde a base até o carpo estão presentes setas paposas bifurcadas e a palma é levemente serrilhada no macho; setas simples estão presentes no pedúnculo e no ramo interno do pleópodo; nesta espécie as microtríquias não ocorrem no urópodo 2, nos demais ocorrem semelhante à Hyalella sp. n. 1. Neste estudo aumentamos o conhecimento sobre o gênero Hyalella com a descrição de duas novas espécies. Além disso, descreve-se um novo tipo de cerda. Esperamos que este estudo seja útil em estudos futuros com Hyalella e com as espécies aqui descritas. Além de incentivar a conservação dos ambientes aquáticos de água doce e sua fauna. |
| publishDate |
2022 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2022-08-03T04:27:10Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2022 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://hdl.handle.net/10183/245944 |
| dc.identifier.nrb.pt_BR.fl_str_mv |
001143038 |
| url |
http://hdl.handle.net/10183/245944 |
| identifier_str_mv |
001143038 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
eng |
| language |
eng |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFRGS instname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) instacron:UFRGS |
| instname_str |
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| instacron_str |
UFRGS |
| institution |
UFRGS |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFRGS |
| collection |
Repositório Institucional da UFRGS |
| bitstream.url.fl_str_mv |
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/245944/2/001143038.pdf.txt http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/245944/1/001143038.pdf |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
337eeff66755714105c54e3f8d6de8d9 05eb7da65ee2f612509036c17b042f86 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| repository.mail.fl_str_mv |
lume@ufrgs.br |
| _version_ |
1864542786198437888 |