Diretamente da BXD, tô cantando pra você: culturas na periferia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Dias, Marlon Santos lattes
Orientador(a): Silva, Lucia lattes
Banca de defesa: Silva, Lucia lattes, Costa, Aldenilson dos Santos Vitorino lattes, Egler, Tamara Tania Cohen lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas
Departamento: Instituto de Ciências Sociais Aplicadas
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
BXD
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23510
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo descortinar a região da Baixada Fluminense através da produção de três coletivos culturais que utilizam a sigla “BXD” para designar seus territórios. É sabido que nesta região, diversas imagens negativas são utilizadas para representá-la e que, sobretudo, tais imagens são elaboradas através de um discurso de violência, pobreza e descaso do poder público. Não é por acaso que a Baixada emerge no processo de metropolização, para ocupar uma posição de subalternidade à cidade do Rio de Janeiro. Não se trata somente das imagens, mas das relações sociais que conformam os territórios. Os sujeitos subalternos destes territórios são plurais e estão em disputas internas e externas, nesta última fazem uso de táticas para a construção de outras baixadas, inteligíveis pela sigla BXD.
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Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2022.https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23510O presente trabalho tem como objetivo descortinar a região da Baixada Fluminense através da produção de três coletivos culturais que utilizam a sigla “BXD” para designar seus territórios. É sabido que nesta região, diversas imagens negativas são utilizadas para representá-la e que, sobretudo, tais imagens são elaboradas através de um discurso de violência, pobreza e descaso do poder público. Não é por acaso que a Baixada emerge no processo de metropolização, para ocupar uma posição de subalternidade à cidade do Rio de Janeiro. Não se trata somente das imagens, mas das relações sociais que conformam os territórios. Os sujeitos subalternos destes territórios são plurais e estão em disputas internas e externas, nesta última fazem uso de táticas para a construção de outras baixadas, inteligíveis pela sigla BXD.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESThe present work aims to uncover the Baixada Fluminense region through the production of cultural of three collectives that use the acronym "BXD" to designate their territories. It is known that in this region, several negative images are used to represent it and that, above all, such images are elaborated through a discourse of violence, poverty and the dismay of public power. It is not by chance that Baixada emerges in the process of metropolization, to occupy a position of subalternity to the city of Rio de Janeiro. It is not only the images, but the social relations that make up the territories. The subordinate subjects of these territories are plural and are in internal and external disputes, in the latter they make use of tactics for the construction of other Baixadas, intelligible by the acronym BXD.porUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas PúblicasUFRRJBrasilInstituto de Ciências Sociais AplicadasPlanejamento Urbano e RegionalBaixada FluminenseCulturaBXDBaixada Fluminense RegionCultureDiretamente da BXD, tô cantando pra você: culturas na periferiainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisACOSTA, A. O bem viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. São Paulo: Autonomia Literária, Elefante, 2016. AGAMBEN, G. O que é o contemporâneo? e outros ensaios. Chapecó, SC: Argos, 2009. AGENDA RIO 2030. Agenda disponibilizada pela Casa Fluminense. 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