Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ).
| Ano de defesa: | 2000 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , , |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Florestais
|
| Departamento: |
Instituto de Florestas
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22824 |
Resumo: | Segundo a hipótese do assovio-assinatura, os golfinhos da espécie Tursiops truncatus tendem a emitir um tipo de assovio individualmente estereotipado e seqüencial, que teria por função transmitir a identidade e a localização do indivíduo emissor. Assovios com tais características já foram encontrados no repertório de outras espécies de golfinhos. Cerca de doze horas de gravação, de emissões sonoras do boto Sotalia fluviatilis da Baía de Sepetiba, foram analisadas com o objetivo de se detectar a presença de assovios-assinatura. Todos os sonogramas de assovios, cujos contornos fossem estereotipados e seqüenciais foram selecionados e classificados em Tipos, usando-se dois métodos diferentes de classificação: a Observação Visual (OV) e um método quantitativo denominado técnica da Similaridade do Contorno (CS). Duzentas e duas seqüências de assovios foram selecionadas e classificadas em vinte e sete Tipos, pelo método OV. Apesar de não se poder confirmar a individualidade destes Tipos, a possibilidade de que eles realmente representem assovios-assinatura é reforçada pelos seguintes fatores: serem, na maioria, formados por seqüências de assovios bem próximas umas das outras; terem sido emitidos principalmente durante os comportamentos de 15 15 pesca e deslocamento; e não serem completamente aberrantes em relação ao repertório geral da espécie. A técnica CS mostrou-se discordante do método OV, quanto à classificação dos assovios, e parece não ser aplicável ao repertório de S. fluviatilis. Foram selecionadas também dezenove seqüências de assovios formados por duas componentes simultâneas, que se assemelham a um tipo de interação vocal entre os golfinhos, descrita na literatura com o nome de “dueto”. |
| id |
UFRRJ-1_f86464cd0f49d95fabf246d4a4998ac6 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/22824 |
| network_acronym_str |
UFRRJ-1 |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFRRJ |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Figueiredo, Luciana Duarte deSimão, Sheila Marinohttp://lattes.cnpq.br/1704946542749907Simão, Sheila Marinohttp://lattes.cnpq.br/1704946542749907Ruiz-Miranda, Carlos Ramónhttp://lattes.cnpq.br/4792329130263027Pombal Junior, Jose Perezhttps://orcid.org/0000-0003-4900-630Xhttp://lattes.cnpq.br/0307370685516296http://lattes.cnpq.br/72820269824125572025-08-11T16:00:36Z2025-08-11T16:00:36Z2000-08-30FIGUEIREDO, Luciana Duarte de. Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). 2000. 95 f. Tese (Doutorado em Ciências Ambientais e Florestais) - Instituto de Florestas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2000.https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22824Segundo a hipótese do assovio-assinatura, os golfinhos da espécie Tursiops truncatus tendem a emitir um tipo de assovio individualmente estereotipado e seqüencial, que teria por função transmitir a identidade e a localização do indivíduo emissor. Assovios com tais características já foram encontrados no repertório de outras espécies de golfinhos. Cerca de doze horas de gravação, de emissões sonoras do boto Sotalia fluviatilis da Baía de Sepetiba, foram analisadas com o objetivo de se detectar a presença de assovios-assinatura. Todos os sonogramas de assovios, cujos contornos fossem estereotipados e seqüenciais foram selecionados e classificados em Tipos, usando-se dois métodos diferentes de classificação: a Observação Visual (OV) e um método quantitativo denominado técnica da Similaridade do Contorno (CS). Duzentas e duas seqüências de assovios foram selecionadas e classificadas em vinte e sete Tipos, pelo método OV. Apesar de não se poder confirmar a individualidade destes Tipos, a possibilidade de que eles realmente representem assovios-assinatura é reforçada pelos seguintes fatores: serem, na maioria, formados por seqüências de assovios bem próximas umas das outras; terem sido emitidos principalmente durante os comportamentos de 15 15 pesca e deslocamento; e não serem completamente aberrantes em relação ao repertório geral da espécie. A técnica CS mostrou-se discordante do método OV, quanto à classificação dos assovios, e parece não ser aplicável ao repertório de S. fluviatilis. Foram selecionadas também dezenove seqüências de assovios formados por duas componentes simultâneas, que se assemelham a um tipo de interação vocal entre os golfinhos, descrita na literatura com o nome de “dueto”.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESAcording to the signature whistle hypothesis, bottlenosed dolphins (Tursiops truncatus) emit individually sequential stereotyped whistles, which may function to broadcast the whistler’s identity and localization. Such whistles have been found in other dolphin species repertories. Twelve hours of sound recordings of tucuxi dolphins, Sotalia fluviatilis, from Sepetiba Bay, were analyzed aiming at the detection of such signature whistles. All of the whistle sonograms which contours were stereotyped and sequential, were selected and classified in “Types” by means of two different methods: Visual Observation (VO) and a quantitative method named Contour Similarity technique (CS). Two hundred and two whistle sequences were chosen and classified in twenty seven Types, by means of the OV method. Although the individuality of this Types was not demonstrated, the possibility that they might really represent signature whistles is reinforced by the following factors: the majority of the Types were formed by whistle sequences quite next to each others; they were mainly emitted during the feeding and traveling behaviors; and being in accord with the general species repertory. The CS technique presented a disagreement in relation to the VO method as to the whistles classification, and it does not seem to be useful for the S. fluviatilis repertory. I also selected nineteen whistles sequences formed by two simultaneous components which resemble to a kind of vocal interaction between dolphins known in the literature by the name of “duet”.porUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e FlorestaisUFRRJBrasilInstituto de FlorestasEcologiaEcologiabioacústicacomportamentoassoviosSotalia fluviatilisBaía de Sepetiba.bioacousticsbehaviorwhistlessepetiba bayHipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ).Signature whistle hypothesis: study of the occurrence of such phenomenon among the population of sotalia fluviatilis (cetacean, delphinidae) in Sepetiba Bay (RJ).info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisBEECHER, M. D.. Signalling systems for individual recognition: an information theory approach. Anim. Behaviour, n. 38, p. 248-261. 1989. BOROBIA, M., Siciliano, S., Lodi, L. e Hock, W.. Distribution of the South American dolphin Sotalia fluviatilis. Canadian Journal of Zoology, n.69, p. 1025-1039. 1991. BUCK, J. R. e Tyack, P. L.. A quantitative measure of similarity for Tursiops truncatus signature whistles. J. Acoust. So. Am., v. 5, n. 94, p. 2497- 2506. 1993. CALDWELL, M. C. e Caldwell, D. K.. Individualized whistle contours in bottlenosed dolphins (Tursiops truncatus). Nature, n. 207, p. 434-435. 1965. CALDWELL, M. C. e Caldwell, D. K.. Statistical evidence for individual signature whistles in pacific whitesided dolphins, Lagenorhychus obliquidens. Cetology, n. 3, p. 1-9. 1971. CALDWELL, M. C. e Caldwell, D. K.. Vocal mimicry in the whistle mode by an Atlantic bottlenosed dolphin. Cetology, n. 9, p. 1-8. 1972. CALDWELL, M. C., Caldwell, D. K. e Miller, J.F.. Statistical evidence for individual signature whistles in the spotted dolphin, Stenella plagiodon . Cetology, n. 16, p. 1-21. 1973. CALDWELL, M. C., Caldwell, D. K. e Tyack, P. L.. Review of the signature- whistle hypothesis for the Atlantic bottlenose dolphin. In: THE BOTTLENOSE DOLFHIN (S. Leatherwood e R. R. Reeves, eds.). Academic Press Inc., San Diego, 1990. 653p., p. 199-234. CHABOT, D.. A quantitative technique to compare e classify humpback whale (Megaptera novaeangliae) sounds. Ethology, n.77, p. 89-102. 1988. DING, W.. Dolphin whistles: comparisons between populations and species. Dissertação (Doctor of Philosophy), Marine Mammal Research Program - Texas A&M University, Galveston, Texas. 247p. 1993. DREHER, J. J.. Linguistic considerations of Porpoise sounds. J. Acoust. Soc. Amer., n. 33, p. 1799-1800. 1961. DEEHER, J. J. e Evans, W. E.. Cetacean Communication. In: MARINE BIO- ACOUSTICS (W. L. Tavolga, ed.). Pergamon Press, New York, 1964. Vol. I, 413p. p. 373-393. FIGUEIREDO, L. D.. Análise quantitativa e qualitativa dos assovios de freqüência ascendente do boto Sotalia fluviatilis Gervais, 1853 (Catacea, Delphinidae) na Baía de Sepetiba (RJ). Monografia (Bacharelado em Ecologia), Instituto de Biologia - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, Rio de Janeiro. 135p. 1997. FLORES, P. A. C.. Preliminary results of a photoidentification study of the marine tucuxi, Sotalia fluviatilis, in southern Brazil. Marine Mammal Science, v. 15, n. 3, p. 840-847. 1999. GEISE, L.. Estrutura social, comportamental e populacional de Sotalia sp. (Gray, 1886) (Cetacea, Delphinidae) na região estuarino-lagunar de Cananéia, SP e na Baía de Guanabara, RJ. Dissertação (Mestrado em Zoologia), Instituto de Biociências - Universidade de São Paulo, São Paulo, 197p. 1989. GOUZOULES, H. e Gouzoules, S.. Matrilineal signatures in the recruitment screams of pigtail macaques, Macaca nemestrina. Behaviour, n. 115, p. 327-346. 1990. HERMAM, L. M. e Tavolga, W. N.. The communication systems of cetaceans. In: CETACEAN BEHAVIOR: MECHANISMS AND FUNCTIONS (L. M. Hermam, ed.). Wiley Interscience, New York, 1980. 463p. p. 149-209. HERZING, D.L.. Vocalizations and associated underwater behavior of free- ranging Atlantic spotted dolphins, Stenella frontalis and bottlenose dolphins, Tursiops truncatus. Aquatic Mammals, n. 22, p. 61-79. 1996. JANIK, V. M.. Whistle matching in wild bottlenose dolphins. J. Acoust. Soc. Am., v. 101, n. 5, p. 3136. 1997. JANIK, V. M.. Pitfalls in the categorization of behaviour: a comparison of dolphin whistle classification methods. Animal behaviour, n. 57, p. 133- 143. 1999. JANIK, V. M., Dehnhardt, G. e Todt, D.. Signature whistle variation in a bottlenosed dolphin, Tursiops truncatus. Behav. Ecol. Sociobiol., n. 35, p. 243-248. 1994. JANIK, V. M. e Slater, P. J. B.. Context-specific use suggests that bottlenose dolphin signature whistles are cohesion calls. Animal Behavior, n. 56, p. 829-838. 1998. LILLY, J. C.. Vocal behavior of the bottlenose dolphin. Proceedings of the American Philosophical society., v. 106, n. 6, p. 520-529. 1962. LILLY, J. C.. Vocal mimicry in Tursiops: ability to match numbers and durations of human vocal burst. Science, v. 147, p. 300-301. 1965. LILLY, J. C. e Miller, A. M.. Vocal Exchanges between dolphins. Science, v. 134, n. 8, p. 1873-1876. 1961. McCOWAN, B.. A new quantitative technique for categorizing whistles using simulated signals whistles from captive bottlenose dolphins (Delphinidae, Tursiops truncatus). Ethology, n. 100, p. 177-193. 1995. McCOWAN, B. e Reiss, D.. Quantitative comparison of whistle repertoires from captive adult bottlenose dolphins (Delphinidae, Tursiops truncatus): a re- evaluation of the signature whistle hypothesis. Ethology, n. 100, p. 194- 209. 1995. McCOWAN, B. e Reiss, D.. Whistle contour development in captive-born infant bottlenose dolphins (Tursiops truncatus): role of learning. C. of Comp. Psycho., v. 109, n. 3, p. 242-260. 1995b. MOORE, S. E., Ridgway, S. H.. Whistles produced by common dolphins from southern California bight. Aquatic Mammals, v. 21, n. 1, p. 55-63. 1995. MURDINGER, P. C.. Vocal imitation and individual recognition of finch calls. Science, v. 168, p. 480-482. 1970. PEREIRA, T. C. C. L.. Análise quantitativa e qualitativa dos assovios de freqüência descendente, de freqüência up-down e de freqüência down-up do boto Sotalia fluviatilis (Cetacea: Delphinidae) na Baía de Sepetiba (RJ). Monografia (Bacharelado em Biologia Animal), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, Rio de Janeiro. 143p. 1997. PEREIRA, T. C. C. L.. Estudo da dinâmica de uso do habitat da Baía de Sepetiba (RJ) pelo boto Sotalia fluviatilis (Cetacea, Delphinidae). Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, Rio de Janeiro. 99p. 1999. PIZZORNO, J. L. A.. Estimativa populacional do boto-cinza, Sotalia fluviatilis, na Baía de Guanabara, por meio de fotoidentificação. Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, Rio de Janeiro. 83p. 1999. POPPER, A. N.. Sound emission and detection by delphinids. In: CETACEAN BEHAVIOR: MECHANISMS AND FUNCTIONS (L. M. Hermam, ed.). Wiley Interscience, New York, 1980. 463p. p. 1-52. REISS D. e McCowan, B.. Spontaneous vocal mimicry and production by bottlenose dolphins (Tursiops truncatus): evidence for vocal learning. J. of Comp. Psycho., v. 107, n. 3, p. 301-312. 1993. REZENDE, C. E.. Balanço de metais pesados e matéria orgânica em ecossistemas de mangue na Baía de Sepetiba, Rio de Janeiro. Relatório (Departamento de Geoquímica) Universidade Federal Fluminense, Niterói, Rio de Janeiro. 112p. 1988. RICHARDS, D. G., Wolz, J. P. e Herman, L. M.. Vocal mimicry of computer- generated sounds and vocal labeling of objects by a bottlenosed dolphin, Tursiops truncatus. J. Comp. Psycho., v. 98, n. 1, p. 10-28. 1984. RODRIGUES, P. P. G. W.. Aporte de metais pesados para a Baía de Sepetiba e seu comportamento na região estuarina. Dissertação (Mestrado em Geociências), Instituto de Química - Universidade Federal Fluminense, Niterói, Rio de Janeiro. 161p. 1990. SAUERLAND, M. e Dehnhardt, G.. Underwater audiogram of a tucuxi (Sotalia fluviatilis guianensis). J. Acoust. Soc. Am., v. 103, n. 2, p. 1199-1204. 1998. SAYIGH, L. S., Tyack, P. L., Wells, R. S. e Scott, M. D.. Signature whistles of free-ranging bottlenose dolphins Tursiops truncatus: stability and mother- offspring comparisons. Behav. Ecol. Sociobiol., n. 26, p. 247-260. 1990. SAYIGH, L. S., Tyack, P. L., Wells, R. S., Scott, M. D. e Irvine, A. B.. Sex difference in signature whistle production of free-ranging bottlenose dolphins, Tursiops truncatus. Behav. Ecol. Sociobiol., n. 36, p. 171-177. 1995. SAYIGH, L. S., Tyack, P. L., Wells, R. S., Solows, A. R., Scott, M. D. e Irvine, A. B.. Individual recognition in wild bottlenose dolphins: a field test using playback experiments. Animal Behaviour, n. 57: p. 41-50. 1998. SEMA/RJ. Macroplano de gestão e saneamento ambiental da Bacia da Baía de Sepetiba. In: RELATÓRIO FINAL/PARTE I - DIAGNÓSTICO AMBIENTAL. Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) - Governo do Estado do Rio de Janeiro, MNA/PNMA, Consórcio ETP/ECOLOGUS/SM GROUP, maio de 1998. da SILVA, V. M. F. e Best, R. C.. Tucuxi, Sotalia fluviatilis (Gervais) 1853. In: HANDBOOK OF MARINE MAMMALS (S. H. Ridgway e R. J. Harrison, eds.). Vol. 5, Academic Press, London, 1994. 416p., p. 43-69. da SILVA, V. M. F. e Best, R. C.. Sotalia fluviatilis. Mammalian Species, n. 527, p. 1-7. 1996. SIMÃO, S. M., Siciliano, S., Novaes, U., Figueiredo, L. D. e Pereira, T. C. C. L.. Preliminary acoustical studies of tucuxi (Sotalia fluviatilis) in Sepetiba Bay, Rio de Janeiro, Brazil. In: BIENNIAL CONFERENCE ON THE BIOLOGY OF MARINE MAMMAL, 1995, Orlando. Abstracts... The Society for Marine Mammalogy, 1995. p. 106. SIMÃO, S. M., Pizzorno, J. L. A., Perry, V. N. e Siciliano, S.. Aplicação da técnica de fotoidentificação do boto-cinza, Sotalia fluviatilis, (Cetacea, Delphinidae) da Baía de Sepetiba. Floresta e Ambiente, vol. 7. 2000 (no prelo). SIMÕES-LOPES, P. C.. Ocorrência de uma população de Sotalia fluviatilis Gervais, 1853 (cetacea, Delphinidae) no limite sul de sua distribuição, Santa Catarina, Brasil. Biotemas, n. 1, p. 57-62. 1986. SJARE, B. L. e Smith, T. G.. The vocal repertoire of white whales, Delphinapterus leucas, summering in Cunningham Inlet, Northewest Territories. Canadian Journal of Zoology, n. 64, p. 407-415. 1986. SMOLKER, R. A., Mann, J. e Smuts, B. B.. Use of signature whistles during separations and reunions by wild bottlenose dolphins mothers and infants. Behav. Ecol. Sociobiol., n. 33, p. 393-402. 1993. TAVOLGA, N.. Theorical principles for the study of communication in cetaceans. Mammalia, v. 47, n. 1, p. 3-26. 1983. TYACK, P. L.. Whistles repertories of two bottlenosed dolphins, Tursiops truncatus: mimicry of signature whistles? Behav. Ecol. Sociobiol., n. 18, p. 251-257. 1986. TYACK, P. L.. Development and social functions of signature whistles in bottlenose dolphins Tursiops truncatus. Bioacoustics, n. 8, p. 21-46. 1997. WILLIAMS, S. J. H. e Slater, P. J. B.. Computer analysis of bird sounds: a guide to current methods. Bioacoustics, n. 3, p. 121-128.reponame:Repositório Institucional da UFRRJinstname:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)instacron:UFRRJinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL2000 - Luciana Duarte de Figueiredo - R.pdf2000 - Luciana Duarte de Figueiredo - R.pdfapplication/pdf1723820https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/22824/1/2000%20-%20Luciana%20Duarte%20de%20Figueiredo%20-%20R.pdf9172885358f8f035a93c591b91ceecb7MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/22824/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXT2000 - Luciana Duarte de Figueiredo - R.pdf.txt2000 - Luciana Duarte de Figueiredo - R.pdf.txtExtracted texttext/plain109636https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/22824/3/2000%20-%20Luciana%20Duarte%20de%20Figueiredo%20-%20R.pdf.txt4604c7de7b818b0c1bec5e28a9213243MD53THUMBNAIL2000 - Luciana Duarte de Figueiredo - R.pdf.jpg2000 - Luciana Duarte de Figueiredo - R.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1591https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/22824/4/2000%20-%20Luciana%20Duarte%20de%20Figueiredo%20-%20R.pdf.jpg192b30f311aa7aecd93168646352752eMD5420.500.14407/228242025-08-12 02:06:29.816oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/22824Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://tede.ufrrj.br/PUBhttps://tede.ufrrj.br/oai/requestbibliot@ufrrj.bropendoar:2025-08-12T05:06:29Repositório Institucional da UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). |
| dc.title.alternative.en.fl_str_mv |
Signature whistle hypothesis: study of the occurrence of such phenomenon among the population of sotalia fluviatilis (cetacean, delphinidae) in Sepetiba Bay (RJ). |
| title |
Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). |
| spellingShingle |
Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). Figueiredo, Luciana Duarte de Ecologia Ecologia bioacústica comportamento assovios Sotalia fluviatilis Baía de Sepetiba. bioacoustics behavior whistles sepetiba bay |
| title_short |
Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). |
| title_full |
Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). |
| title_fullStr |
Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). |
| title_full_unstemmed |
Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). |
| title_sort |
Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). |
| author |
Figueiredo, Luciana Duarte de |
| author_facet |
Figueiredo, Luciana Duarte de |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Figueiredo, Luciana Duarte de |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Simão, Sheila Marino |
| dc.contributor.advisor1Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/1704946542749907 |
| dc.contributor.referee1.fl_str_mv |
Simão, Sheila Marino |
| dc.contributor.referee1Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/1704946542749907 |
| dc.contributor.referee2.fl_str_mv |
Ruiz-Miranda, Carlos Ramón |
| dc.contributor.referee2Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/4792329130263027 |
| dc.contributor.referee3.fl_str_mv |
Pombal Junior, Jose Perez |
| dc.contributor.referee3ID.fl_str_mv |
https://orcid.org/0000-0003-4900-630X |
| dc.contributor.referee3Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/0307370685516296 |
| dc.contributor.authorLattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/7282026982412557 |
| contributor_str_mv |
Simão, Sheila Marino Simão, Sheila Marino Ruiz-Miranda, Carlos Ramón Pombal Junior, Jose Perez |
| dc.subject.cnpq.fl_str_mv |
Ecologia Ecologia |
| topic |
Ecologia Ecologia bioacústica comportamento assovios Sotalia fluviatilis Baía de Sepetiba. bioacoustics behavior whistles sepetiba bay |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
bioacústica comportamento assovios Sotalia fluviatilis Baía de Sepetiba. bioacoustics behavior whistles sepetiba bay |
| description |
Segundo a hipótese do assovio-assinatura, os golfinhos da espécie Tursiops truncatus tendem a emitir um tipo de assovio individualmente estereotipado e seqüencial, que teria por função transmitir a identidade e a localização do indivíduo emissor. Assovios com tais características já foram encontrados no repertório de outras espécies de golfinhos. Cerca de doze horas de gravação, de emissões sonoras do boto Sotalia fluviatilis da Baía de Sepetiba, foram analisadas com o objetivo de se detectar a presença de assovios-assinatura. Todos os sonogramas de assovios, cujos contornos fossem estereotipados e seqüenciais foram selecionados e classificados em Tipos, usando-se dois métodos diferentes de classificação: a Observação Visual (OV) e um método quantitativo denominado técnica da Similaridade do Contorno (CS). Duzentas e duas seqüências de assovios foram selecionadas e classificadas em vinte e sete Tipos, pelo método OV. Apesar de não se poder confirmar a individualidade destes Tipos, a possibilidade de que eles realmente representem assovios-assinatura é reforçada pelos seguintes fatores: serem, na maioria, formados por seqüências de assovios bem próximas umas das outras; terem sido emitidos principalmente durante os comportamentos de 15 15 pesca e deslocamento; e não serem completamente aberrantes em relação ao repertório geral da espécie. A técnica CS mostrou-se discordante do método OV, quanto à classificação dos assovios, e parece não ser aplicável ao repertório de S. fluviatilis. Foram selecionadas também dezenove seqüências de assovios formados por duas componentes simultâneas, que se assemelham a um tipo de interação vocal entre os golfinhos, descrita na literatura com o nome de “dueto”. |
| publishDate |
2000 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2000-08-30 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2025-08-11T16:00:36Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2025-08-11T16:00:36Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.citation.fl_str_mv |
FIGUEIREDO, Luciana Duarte de. Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). 2000. 95 f. Tese (Doutorado em Ciências Ambientais e Florestais) - Instituto de Florestas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2000. |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22824 |
| identifier_str_mv |
FIGUEIREDO, Luciana Duarte de. Hipótese do assovio-assinatura: estudo da ocorrência de tal fenômeno junto à população de sotalia fluviatilis (cetacea, delphinidae) da Baía de Sepetiba (RJ). 2000. 95 f. Tese (Doutorado em Ciências Ambientais e Florestais) - Instituto de Florestas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2000. |
| url |
https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22824 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.references.pt_BR.fl_str_mv |
BEECHER, M. D.. Signalling systems for individual recognition: an information theory approach. Anim. Behaviour, n. 38, p. 248-261. 1989. BOROBIA, M., Siciliano, S., Lodi, L. e Hock, W.. Distribution of the South American dolphin Sotalia fluviatilis. Canadian Journal of Zoology, n.69, p. 1025-1039. 1991. BUCK, J. R. e Tyack, P. L.. A quantitative measure of similarity for Tursiops truncatus signature whistles. J. Acoust. So. Am., v. 5, n. 94, p. 2497- 2506. 1993. CALDWELL, M. C. e Caldwell, D. K.. Individualized whistle contours in bottlenosed dolphins (Tursiops truncatus). Nature, n. 207, p. 434-435. 1965. CALDWELL, M. C. e Caldwell, D. K.. Statistical evidence for individual signature whistles in pacific whitesided dolphins, Lagenorhychus obliquidens. Cetology, n. 3, p. 1-9. 1971. CALDWELL, M. C. e Caldwell, D. K.. Vocal mimicry in the whistle mode by an Atlantic bottlenosed dolphin. Cetology, n. 9, p. 1-8. 1972. CALDWELL, M. C., Caldwell, D. K. e Miller, J.F.. Statistical evidence for individual signature whistles in the spotted dolphin, Stenella plagiodon . Cetology, n. 16, p. 1-21. 1973. CALDWELL, M. C., Caldwell, D. K. e Tyack, P. L.. Review of the signature- whistle hypothesis for the Atlantic bottlenose dolphin. In: THE BOTTLENOSE DOLFHIN (S. Leatherwood e R. R. Reeves, eds.). Academic Press Inc., San Diego, 1990. 653p., p. 199-234. CHABOT, D.. A quantitative technique to compare e classify humpback whale (Megaptera novaeangliae) sounds. Ethology, n.77, p. 89-102. 1988. DING, W.. Dolphin whistles: comparisons between populations and species. Dissertação (Doctor of Philosophy), Marine Mammal Research Program - Texas A&M University, Galveston, Texas. 247p. 1993. DREHER, J. J.. Linguistic considerations of Porpoise sounds. J. Acoust. Soc. Amer., n. 33, p. 1799-1800. 1961. DEEHER, J. J. e Evans, W. E.. Cetacean Communication. In: MARINE BIO- ACOUSTICS (W. L. Tavolga, ed.). Pergamon Press, New York, 1964. Vol. I, 413p. p. 373-393. FIGUEIREDO, L. D.. Análise quantitativa e qualitativa dos assovios de freqüência ascendente do boto Sotalia fluviatilis Gervais, 1853 (Catacea, Delphinidae) na Baía de Sepetiba (RJ). Monografia (Bacharelado em Ecologia), Instituto de Biologia - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, Rio de Janeiro. 135p. 1997. FLORES, P. A. C.. Preliminary results of a photoidentification study of the marine tucuxi, Sotalia fluviatilis, in southern Brazil. Marine Mammal Science, v. 15, n. 3, p. 840-847. 1999. GEISE, L.. Estrutura social, comportamental e populacional de Sotalia sp. (Gray, 1886) (Cetacea, Delphinidae) na região estuarino-lagunar de Cananéia, SP e na Baía de Guanabara, RJ. Dissertação (Mestrado em Zoologia), Instituto de Biociências - Universidade de São Paulo, São Paulo, 197p. 1989. GOUZOULES, H. e Gouzoules, S.. Matrilineal signatures in the recruitment screams of pigtail macaques, Macaca nemestrina. Behaviour, n. 115, p. 327-346. 1990. HERMAM, L. M. e Tavolga, W. N.. The communication systems of cetaceans. In: CETACEAN BEHAVIOR: MECHANISMS AND FUNCTIONS (L. M. Hermam, ed.). Wiley Interscience, New York, 1980. 463p. p. 149-209. HERZING, D.L.. Vocalizations and associated underwater behavior of free- ranging Atlantic spotted dolphins, Stenella frontalis and bottlenose dolphins, Tursiops truncatus. Aquatic Mammals, n. 22, p. 61-79. 1996. JANIK, V. M.. Whistle matching in wild bottlenose dolphins. J. Acoust. Soc. Am., v. 101, n. 5, p. 3136. 1997. JANIK, V. M.. Pitfalls in the categorization of behaviour: a comparison of dolphin whistle classification methods. Animal behaviour, n. 57, p. 133- 143. 1999. JANIK, V. M., Dehnhardt, G. e Todt, D.. Signature whistle variation in a bottlenosed dolphin, Tursiops truncatus. Behav. Ecol. Sociobiol., n. 35, p. 243-248. 1994. JANIK, V. M. e Slater, P. J. B.. Context-specific use suggests that bottlenose dolphin signature whistles are cohesion calls. Animal Behavior, n. 56, p. 829-838. 1998. LILLY, J. C.. Vocal behavior of the bottlenose dolphin. Proceedings of the American Philosophical society., v. 106, n. 6, p. 520-529. 1962. LILLY, J. C.. Vocal mimicry in Tursiops: ability to match numbers and durations of human vocal burst. Science, v. 147, p. 300-301. 1965. LILLY, J. C. e Miller, A. M.. Vocal Exchanges between dolphins. Science, v. 134, n. 8, p. 1873-1876. 1961. McCOWAN, B.. A new quantitative technique for categorizing whistles using simulated signals whistles from captive bottlenose dolphins (Delphinidae, Tursiops truncatus). Ethology, n. 100, p. 177-193. 1995. McCOWAN, B. e Reiss, D.. Quantitative comparison of whistle repertoires from captive adult bottlenose dolphins (Delphinidae, Tursiops truncatus): a re- evaluation of the signature whistle hypothesis. Ethology, n. 100, p. 194- 209. 1995. McCOWAN, B. e Reiss, D.. Whistle contour development in captive-born infant bottlenose dolphins (Tursiops truncatus): role of learning. C. of Comp. Psycho., v. 109, n. 3, p. 242-260. 1995b. MOORE, S. E., Ridgway, S. H.. Whistles produced by common dolphins from southern California bight. Aquatic Mammals, v. 21, n. 1, p. 55-63. 1995. MURDINGER, P. C.. Vocal imitation and individual recognition of finch calls. Science, v. 168, p. 480-482. 1970. PEREIRA, T. C. C. L.. Análise quantitativa e qualitativa dos assovios de freqüência descendente, de freqüência up-down e de freqüência down-up do boto Sotalia fluviatilis (Cetacea: Delphinidae) na Baía de Sepetiba (RJ). Monografia (Bacharelado em Biologia Animal), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, Rio de Janeiro. 143p. 1997. PEREIRA, T. C. C. L.. Estudo da dinâmica de uso do habitat da Baía de Sepetiba (RJ) pelo boto Sotalia fluviatilis (Cetacea, Delphinidae). Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, Rio de Janeiro. 99p. 1999. PIZZORNO, J. L. A.. Estimativa populacional do boto-cinza, Sotalia fluviatilis, na Baía de Guanabara, por meio de fotoidentificação. Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, Rio de Janeiro. 83p. 1999. POPPER, A. N.. Sound emission and detection by delphinids. In: CETACEAN BEHAVIOR: MECHANISMS AND FUNCTIONS (L. M. Hermam, ed.). Wiley Interscience, New York, 1980. 463p. p. 1-52. REISS D. e McCowan, B.. Spontaneous vocal mimicry and production by bottlenose dolphins (Tursiops truncatus): evidence for vocal learning. J. of Comp. Psycho., v. 107, n. 3, p. 301-312. 1993. REZENDE, C. E.. Balanço de metais pesados e matéria orgânica em ecossistemas de mangue na Baía de Sepetiba, Rio de Janeiro. Relatório (Departamento de Geoquímica) Universidade Federal Fluminense, Niterói, Rio de Janeiro. 112p. 1988. RICHARDS, D. G., Wolz, J. P. e Herman, L. M.. Vocal mimicry of computer- generated sounds and vocal labeling of objects by a bottlenosed dolphin, Tursiops truncatus. J. Comp. Psycho., v. 98, n. 1, p. 10-28. 1984. RODRIGUES, P. P. G. W.. Aporte de metais pesados para a Baía de Sepetiba e seu comportamento na região estuarina. Dissertação (Mestrado em Geociências), Instituto de Química - Universidade Federal Fluminense, Niterói, Rio de Janeiro. 161p. 1990. SAUERLAND, M. e Dehnhardt, G.. Underwater audiogram of a tucuxi (Sotalia fluviatilis guianensis). J. Acoust. Soc. Am., v. 103, n. 2, p. 1199-1204. 1998. SAYIGH, L. S., Tyack, P. L., Wells, R. S. e Scott, M. D.. Signature whistles of free-ranging bottlenose dolphins Tursiops truncatus: stability and mother- offspring comparisons. Behav. Ecol. Sociobiol., n. 26, p. 247-260. 1990. SAYIGH, L. S., Tyack, P. L., Wells, R. S., Scott, M. D. e Irvine, A. B.. Sex difference in signature whistle production of free-ranging bottlenose dolphins, Tursiops truncatus. Behav. Ecol. Sociobiol., n. 36, p. 171-177. 1995. SAYIGH, L. S., Tyack, P. L., Wells, R. S., Solows, A. R., Scott, M. D. e Irvine, A. B.. Individual recognition in wild bottlenose dolphins: a field test using playback experiments. Animal Behaviour, n. 57: p. 41-50. 1998. SEMA/RJ. Macroplano de gestão e saneamento ambiental da Bacia da Baía de Sepetiba. In: RELATÓRIO FINAL/PARTE I - DIAGNÓSTICO AMBIENTAL. Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) - Governo do Estado do Rio de Janeiro, MNA/PNMA, Consórcio ETP/ECOLOGUS/SM GROUP, maio de 1998. da SILVA, V. M. F. e Best, R. C.. Tucuxi, Sotalia fluviatilis (Gervais) 1853. In: HANDBOOK OF MARINE MAMMALS (S. H. Ridgway e R. J. Harrison, eds.). Vol. 5, Academic Press, London, 1994. 416p., p. 43-69. da SILVA, V. M. F. e Best, R. C.. Sotalia fluviatilis. Mammalian Species, n. 527, p. 1-7. 1996. SIMÃO, S. M., Siciliano, S., Novaes, U., Figueiredo, L. D. e Pereira, T. C. C. L.. Preliminary acoustical studies of tucuxi (Sotalia fluviatilis) in Sepetiba Bay, Rio de Janeiro, Brazil. In: BIENNIAL CONFERENCE ON THE BIOLOGY OF MARINE MAMMAL, 1995, Orlando. Abstracts... The Society for Marine Mammalogy, 1995. p. 106. SIMÃO, S. M., Pizzorno, J. L. A., Perry, V. N. e Siciliano, S.. Aplicação da técnica de fotoidentificação do boto-cinza, Sotalia fluviatilis, (Cetacea, Delphinidae) da Baía de Sepetiba. Floresta e Ambiente, vol. 7. 2000 (no prelo). SIMÕES-LOPES, P. C.. Ocorrência de uma população de Sotalia fluviatilis Gervais, 1853 (cetacea, Delphinidae) no limite sul de sua distribuição, Santa Catarina, Brasil. Biotemas, n. 1, p. 57-62. 1986. SJARE, B. L. e Smith, T. G.. The vocal repertoire of white whales, Delphinapterus leucas, summering in Cunningham Inlet, Northewest Territories. Canadian Journal of Zoology, n. 64, p. 407-415. 1986. SMOLKER, R. A., Mann, J. e Smuts, B. B.. Use of signature whistles during separations and reunions by wild bottlenose dolphins mothers and infants. Behav. Ecol. Sociobiol., n. 33, p. 393-402. 1993. TAVOLGA, N.. Theorical principles for the study of communication in cetaceans. Mammalia, v. 47, n. 1, p. 3-26. 1983. TYACK, P. L.. Whistles repertories of two bottlenosed dolphins, Tursiops truncatus: mimicry of signature whistles? Behav. Ecol. Sociobiol., n. 18, p. 251-257. 1986. TYACK, P. L.. Development and social functions of signature whistles in bottlenose dolphins Tursiops truncatus. Bioacoustics, n. 8, p. 21-46. 1997. WILLIAMS, S. J. H. e Slater, P. J. B.. Computer analysis of bird sounds: a guide to current methods. Bioacoustics, n. 3, p. 121-128. |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro |
| dc.publisher.program.fl_str_mv |
Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Florestais |
| dc.publisher.initials.fl_str_mv |
UFRRJ |
| dc.publisher.country.fl_str_mv |
Brasil |
| dc.publisher.department.fl_str_mv |
Instituto de Florestas |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFRRJ instname:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) instacron:UFRRJ |
| instname_str |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| instacron_str |
UFRRJ |
| institution |
UFRRJ |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFRRJ |
| collection |
Repositório Institucional da UFRRJ |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/22824/1/2000%20-%20Luciana%20Duarte%20de%20Figueiredo%20-%20R.pdf https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/22824/2/license.txt https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/22824/3/2000%20-%20Luciana%20Duarte%20de%20Figueiredo%20-%20R.pdf.txt https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/22824/4/2000%20-%20Luciana%20Duarte%20de%20Figueiredo%20-%20R.pdf.jpg |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
9172885358f8f035a93c591b91ceecb7 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 4604c7de7b818b0c1bec5e28a9213243 192b30f311aa7aecd93168646352752e |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| repository.mail.fl_str_mv |
bibliot@ufrrj.br |
| _version_ |
1854400135393443840 |