Perfil químico e atividade biológica de Abarema cochliacarpos (Gomes) Barneby & J. W. Grimes
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Programa de Pós-Graduação: |
Pós-Graduação em Biotecnologia
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Resumo: | Abarema cochliacarpos é uma espécie endêmica do Brasil, pertence à família Fabaceae e é conhecida popularmente como barbatimão, estando presente na caatinga e cerrado brasileiro. Em Sergipe, seu uso é em forma de chás para atividades anti-inflamatória e cicatrizante. Como objetos deste estudo foram utilizados as folhas do vegetal a fim de conhecer qualitativamente os constituintes químicos das frações obtidas a partir do extrato bruto: fração clorofórmica (FCL), fração hexânica (FHX), fração acetato de etila (FAE) e fração hidrometanólica (FHM) através da prospecção fitoquímica por ensaios colorimétricos, sendo detectada a presença de metabólitos secundários como fenóis, taninos, flavonóis, catequinas, esteroides, triterpenóides e saponinas. A determinação quantitativa do teor de fenóis, flavonoides e flavonóis das frações foi realizada em triplicata e três repetições sendo os dados expressos como média ± desvio padrão e as diferenças determinadas por ANOVA seguida de pós teste de Tukey. O maior teor de fenóis foi de 369,40 ± 20,29 mg de EAG.g-1 na FAE, seguido da FCL com 271,16 ± 9,38 mg de EAG.g-1 . Na análise de flavonoides, a FCL apresentou o maior teor com 64,60 ± 0,41 mg de EQ.g-1 , seguido da FHM com 56,37 ± 3,06 mg de EQ.g-1 ; enquanto na determinação de flavonóis a FHX apresentou um teor de 138,63 ± 7,16 mg de ER.g-1 e a FAE 94,71 ± 4,01 mg de ER.g-1 . Para a determinação da atividade antioxidante, foi usado o método do radical livre DPPH, no qual a FAE, FHM e FCL reduziram o radical e apresentaram valores de CE50 de 3,95 ± 0,281 µg.mL-1 ; 6,22 ± 0,383 µg.mL-1 e 21,12 ± 0,542 µg.mL-1 , respectivamente. Na análise antimicrobiana apenas duas frações apresentaram halos de inibição. A FAE para as cepas de Staphylococcus aureus (19,3 mm), Enterococcus durans hirae (10 mm), Escherichia coli derivada (9,6 mm) e Pseudomonas aeruginosa derivada (15 mm), e a FCL para a cepa E. durans hirae (9 mm). Na concentração inibitória mínima (MIC) a FAE sobressaiu-se com 12,5 µg.mL-1 para a S. aureus e E. durans, enquanto a FCL obteve 25 µg.mL-1 para E. durans. Quanto à análise citotóxica, a FAE nas concentrações testadas não favoreceu a viabilidade celular em 75%, apresentando capacidade antiproliferativa, exceto a FLC a 20 µg.mL-1 . A FAE e FCL apresentaram propriedades antioxidantes e obtiveram efeito antimicrobiano, além de possuírem metabólitos que corroboram com essas funções. |
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Santos, Pietra Alexia Lima dosEstevam, Charles dos Santos2024-02-27T20:02:54Z2024-02-27T20:02:54Z2020-08-27SANTOS, Pietra Alexia Lima dos. Perfil químico e atividade biológica de Abarema cochliacarpos (Gomes) Barneby & J. W. Grimes. 2020. 59 f. Dissertação (Mestrado em Biotecnologia) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2020.https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/19181Abarema cochliacarpos é uma espécie endêmica do Brasil, pertence à família Fabaceae e é conhecida popularmente como barbatimão, estando presente na caatinga e cerrado brasileiro. Em Sergipe, seu uso é em forma de chás para atividades anti-inflamatória e cicatrizante. Como objetos deste estudo foram utilizados as folhas do vegetal a fim de conhecer qualitativamente os constituintes químicos das frações obtidas a partir do extrato bruto: fração clorofórmica (FCL), fração hexânica (FHX), fração acetato de etila (FAE) e fração hidrometanólica (FHM) através da prospecção fitoquímica por ensaios colorimétricos, sendo detectada a presença de metabólitos secundários como fenóis, taninos, flavonóis, catequinas, esteroides, triterpenóides e saponinas. A determinação quantitativa do teor de fenóis, flavonoides e flavonóis das frações foi realizada em triplicata e três repetições sendo os dados expressos como média ± desvio padrão e as diferenças determinadas por ANOVA seguida de pós teste de Tukey. O maior teor de fenóis foi de 369,40 ± 20,29 mg de EAG.g-1 na FAE, seguido da FCL com 271,16 ± 9,38 mg de EAG.g-1 . 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Quanto à análise citotóxica, a FAE nas concentrações testadas não favoreceu a viabilidade celular em 75%, apresentando capacidade antiproliferativa, exceto a FLC a 20 µg.mL-1 . A FAE e FCL apresentaram propriedades antioxidantes e obtiveram efeito antimicrobiano, além de possuírem metabólitos que corroboram com essas funções.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESSão CristóvãoporAbarema cochliacarposFolhasAtividade antioxidanteAtividade biológicaAnálise citotóxicaCompostos fenólicosLeavesAntioxidant activityCytotoxic analysisBiological activityPhenolic compoundsOUTROS::CIENCIASPerfil químico e atividade biológica de Abarema cochliacarpos (Gomes) Barneby & J. W. Grimesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisPós-Graduação em BiotecnologiaUniversidade Federal de Sergipe (UFS)reponame:Repositório Institucional da UFSinstname:Universidade Federal de Sergipe (UFS)instacron:UFSinfo:eu-repo/semantics/openAccessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81475https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/19181/1/license.txt098cbbf65c2c15e1fb2e49c5d306a44cMD51ORIGINALPIETRA_ALEXIA_LIMA_SANTOS.pdfPIETRA_ALEXIA_LIMA_SANTOS.pdfapplication/pdf1098912https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/19181/2/PIETRA_ALEXIA_LIMA_SANTOS.pdff22bef36b0d6eb9da481a722aad61e37MD52TEXTPIETRA_ALEXIA_LIMA_SANTOS.pdf.txtPIETRA_ALEXIA_LIMA_SANTOS.pdf.txtExtracted texttext/plain133610https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/19181/3/PIETRA_ALEXIA_LIMA_SANTOS.pdf.txt6ba6c59bad1dfa84224124af483d5eabMD53THUMBNAILPIETRA_ALEXIA_LIMA_SANTOS.pdf.jpgPIETRA_ALEXIA_LIMA_SANTOS.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1309https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/19181/4/PIETRA_ALEXIA_LIMA_SANTOS.pdf.jpg113c34a13a2bfac627b64eb31444215dMD54riufs/191812024-02-27 17:02:59.539oai:oai:ri.ufs.br:repo_01:riufs/19181TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvcihlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTZXJnaXBlIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyIHNldSB0cmFiYWxobyBubyBmb3JtYXRvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KClZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFNlcmdpcGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU2VyZ2lwZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0bywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkZSBuaW5ndcOpbS4KCkNhc28gbyB0cmFiYWxobyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU2VyZ2lwZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvLgoKQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTZXJnaXBlIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuIAo=Repositório InstitucionalPUBhttps://ri.ufs.br/oai/requestrepositorio@academico.ufs.bropendoar:2024-02-27T20:02:59Repositório Institucional da UFS - Universidade Federal de Sergipe (UFS)false |
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Perfil químico e atividade biológica de Abarema cochliacarpos (Gomes) Barneby & J. W. Grimes Santos, Pietra Alexia Lima dos Abarema cochliacarpos Folhas Atividade antioxidante Atividade biológica Análise citotóxica Compostos fenólicos Leaves Antioxidant activity Cytotoxic analysis Biological activity Phenolic compounds OUTROS::CIENCIAS |
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Abarema cochliacarpos é uma espécie endêmica do Brasil, pertence à família Fabaceae e é conhecida popularmente como barbatimão, estando presente na caatinga e cerrado brasileiro. Em Sergipe, seu uso é em forma de chás para atividades anti-inflamatória e cicatrizante. Como objetos deste estudo foram utilizados as folhas do vegetal a fim de conhecer qualitativamente os constituintes químicos das frações obtidas a partir do extrato bruto: fração clorofórmica (FCL), fração hexânica (FHX), fração acetato de etila (FAE) e fração hidrometanólica (FHM) através da prospecção fitoquímica por ensaios colorimétricos, sendo detectada a presença de metabólitos secundários como fenóis, taninos, flavonóis, catequinas, esteroides, triterpenóides e saponinas. A determinação quantitativa do teor de fenóis, flavonoides e flavonóis das frações foi realizada em triplicata e três repetições sendo os dados expressos como média ± desvio padrão e as diferenças determinadas por ANOVA seguida de pós teste de Tukey. O maior teor de fenóis foi de 369,40 ± 20,29 mg de EAG.g-1 na FAE, seguido da FCL com 271,16 ± 9,38 mg de EAG.g-1 . Na análise de flavonoides, a FCL apresentou o maior teor com 64,60 ± 0,41 mg de EQ.g-1 , seguido da FHM com 56,37 ± 3,06 mg de EQ.g-1 ; enquanto na determinação de flavonóis a FHX apresentou um teor de 138,63 ± 7,16 mg de ER.g-1 e a FAE 94,71 ± 4,01 mg de ER.g-1 . Para a determinação da atividade antioxidante, foi usado o método do radical livre DPPH, no qual a FAE, FHM e FCL reduziram o radical e apresentaram valores de CE50 de 3,95 ± 0,281 µg.mL-1 ; 6,22 ± 0,383 µg.mL-1 e 21,12 ± 0,542 µg.mL-1 , respectivamente. Na análise antimicrobiana apenas duas frações apresentaram halos de inibição. A FAE para as cepas de Staphylococcus aureus (19,3 mm), Enterococcus durans hirae (10 mm), Escherichia coli derivada (9,6 mm) e Pseudomonas aeruginosa derivada (15 mm), e a FCL para a cepa E. durans hirae (9 mm). Na concentração inibitória mínima (MIC) a FAE sobressaiu-se com 12,5 µg.mL-1 para a S. aureus e E. durans, enquanto a FCL obteve 25 µg.mL-1 para E. durans. Quanto à análise citotóxica, a FAE nas concentrações testadas não favoreceu a viabilidade celular em 75%, apresentando capacidade antiproliferativa, exceto a FLC a 20 µg.mL-1 . A FAE e FCL apresentaram propriedades antioxidantes e obtiveram efeito antimicrobiano, além de possuírem metabólitos que corroboram com essas funções. |
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