Formação-experiência como um caminho des-possível para tradutores e intérpretes de Libras-português
| Ano de defesa: | 2021 |
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UFES
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Nesta dissertação, proponho uma experimentação que repensa práticas que constituem a formação de Tradutoras(es) e Intérpretes de Libras-Português (TILSP) a partir da noção matriz de experiência. O objetivo central desta pesquisa é compreender como, no processo histórico de constituição da formação de Tradutores e Intérpretes de Libras-Português, instituem-se as tecnologias de modulação de suas condutas, bem como caminhos que se configuram como linhas de fuga. Para contemplá-lo e relacioná-lo numa experimentação teórico-metodológica, estabeleci três objetivos específicos, que são tangenciados por meio das conversas com TILSP, são eles: (i) Investigar as condições de possibilidade que contribuíram para a emergência da formação dos Tradutores e Intérpretes de Libras-Português; (ii) Analisar como, no processo formativo, vêm sendo constituídas as tecnologias de modulação nas condutas dos Tradutores e Intérpretes de Libras-Português; e (iii) Problematizar, a partir das conversas com os TILSP, como se constituem nas tecnologias de modulação de condutas correlatas a uma racionalidade política moderna, bem como formas de ser TILSP que se configuram como linhas de fuga. Para operar analiticamente, utilizo a governamentalidade e a subjetivação como ferramentas conceituais, que me possibilitaram tencionar como a justaposição formação-experiência pode funcionar duplamente como uma linha de fuga que possibilite uma atitude que extrapole os limites estabelecidos pelas práticas discursivas e não discursivas hegemônicas da modernidade. Argumento que a formação de TILSP emerge de uma racionalidade composta por práticas asseguradas por dispositivos de disciplinas, gestão da vida organizada e modulação da memória e suas potências virtuais. Nesse movimento discuto que a matriz de experiência modula os caminhos pelos quais nos tornamos TILSP e se correlaciona aos dispositivos neoliberais e aos processos de subjetivação, por isso, é responsável pela emergência de quatro figuras subjetivas dominantes da crise, quais 5 sejam, o endividado, o mediatizado, o securitizado e o representado. Metodologicamente analiso essas figuras subjetivas como resultado do entrecruzamento de uma série de dispositivos pedagógicos de produção e mediação da experiência de si a partir de um corpus de análise produzido por meio de conversação como procedimento. Além das conversas, a materialidade analítica também é composta por dispositivos legais, produções acadêmicas voltadas ao tema da formação de TILSP. A partir dos dados, associo as figuras subjetivas aos elementos que adjetivam os sujeitos da pesquisa, tais como (i) TILSP Endividado, (ii) TILSP Mediatizado, (iii) TILSP Securitizado e (iv) TILSP Representado, para, assim, desenvolver a caminhada de investigação, análise e problematização das práticas pelas quais nos tornamos TILSP. Nesse movimento, a formação-experiência se configura como um vetor para pensar os TILSP como sujeitos capazes de subverter os processos que reproduzem essas figuras de subjugação. A formação-experiência como des-possibilidade para TILSP, além de se situar nesse fluxo de produção de subjetividades, pode ser um modo de revisitar nossa constituição como não natural. A tese que defendo nesse trabalho é que a formação-experiência é uma atitude cuja característica potencializa modos de ser TILSP através de experimentações menores existentes no cotidiano e inscritas no aqui e agora. Dito de outro modo, a formação-experiência é da ordem da vida em sua plenitude de criação. A justaposição formação-experiência para TILSP pode se constituir como uma des-possibilidade que extrapole os limites estabelecidos pelas práticas (discursivas e não-discursivas) constituintes dos modos de ser TILSP. Nesse movimento, a formação-experiência se configura como um vetor para pensar os TILSP como sujeitos capazes de subverter os processos que reproduzem essas figuras de subjugação. |
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OLIVEIRA, Cassio Pereira2022-03-20T18:10:47Z2022-03-20T18:10:47Z2021OLIVEIRA, Cassio Pereira. Formação-experiência como um caminho des-possível para tradutores e intérpretes de Libras-português. 2021. 175 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2021. Orientadora: Dra. Lucyenne Matos da Costa Vieira Machadohttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/232424Nesta dissertação, proponho uma experimentação que repensa práticas que constituem a formação de Tradutoras(es) e Intérpretes de Libras-Português (TILSP) a partir da noção matriz de experiência. O objetivo central desta pesquisa é compreender como, no processo histórico de constituição da formação de Tradutores e Intérpretes de Libras-Português, instituem-se as tecnologias de modulação de suas condutas, bem como caminhos que se configuram como linhas de fuga. Para contemplá-lo e relacioná-lo numa experimentação teórico-metodológica, estabeleci três objetivos específicos, que são tangenciados por meio das conversas com TILSP, são eles: (i) Investigar as condições de possibilidade que contribuíram para a emergência da formação dos Tradutores e Intérpretes de Libras-Português; (ii) Analisar como, no processo formativo, vêm sendo constituídas as tecnologias de modulação nas condutas dos Tradutores e Intérpretes de Libras-Português; e (iii) Problematizar, a partir das conversas com os TILSP, como se constituem nas tecnologias de modulação de condutas correlatas a uma racionalidade política moderna, bem como formas de ser TILSP que se configuram como linhas de fuga. Para operar analiticamente, utilizo a governamentalidade e a subjetivação como ferramentas conceituais, que me possibilitaram tencionar como a justaposição formação-experiência pode funcionar duplamente como uma linha de fuga que possibilite uma atitude que extrapole os limites estabelecidos pelas práticas discursivas e não discursivas hegemônicas da modernidade. Argumento que a formação de TILSP emerge de uma racionalidade composta por práticas asseguradas por dispositivos de disciplinas, gestão da vida organizada e modulação da memória e suas potências virtuais. Nesse movimento discuto que a matriz de experiência modula os caminhos pelos quais nos tornamos TILSP e se correlaciona aos dispositivos neoliberais e aos processos de subjetivação, por isso, é responsável pela emergência de quatro figuras subjetivas dominantes da crise, quais 5 sejam, o endividado, o mediatizado, o securitizado e o representado. Metodologicamente analiso essas figuras subjetivas como resultado do entrecruzamento de uma série de dispositivos pedagógicos de produção e mediação da experiência de si a partir de um corpus de análise produzido por meio de conversação como procedimento. Além das conversas, a materialidade analítica também é composta por dispositivos legais, produções acadêmicas voltadas ao tema da formação de TILSP. A partir dos dados, associo as figuras subjetivas aos elementos que adjetivam os sujeitos da pesquisa, tais como (i) TILSP Endividado, (ii) TILSP Mediatizado, (iii) TILSP Securitizado e (iv) TILSP Representado, para, assim, desenvolver a caminhada de investigação, análise e problematização das práticas pelas quais nos tornamos TILSP. Nesse movimento, a formação-experiência se configura como um vetor para pensar os TILSP como sujeitos capazes de subverter os processos que reproduzem essas figuras de subjugação. A formação-experiência como des-possibilidade para TILSP, além de se situar nesse fluxo de produção de subjetividades, pode ser um modo de revisitar nossa constituição como não natural. A tese que defendo nesse trabalho é que a formação-experiência é uma atitude cuja característica potencializa modos de ser TILSP através de experimentações menores existentes no cotidiano e inscritas no aqui e agora. Dito de outro modo, a formação-experiência é da ordem da vida em sua plenitude de criação. A justaposição formação-experiência para TILSP pode se constituir como uma des-possibilidade que extrapole os limites estabelecidos pelas práticas (discursivas e não-discursivas) constituintes dos modos de ser TILSP. Nesse movimento, a formação-experiência se configura como um vetor para pensar os TILSP como sujeitos capazes de subverter os processos que reproduzem essas figuras de subjugação.porUFESFormação-experiênciaTradutoras(es) e Intérpretes de Libras-PortuguêsSubjetivaçãoFormação-experiência como um caminho des-possível para tradutores e intérpretes de Libras-portuguêsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81383https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/232424/2/license.txt11ee89cd31d893362820eab7c4d46734MD52ORIGINALOLIVEIRA Cassio Pereira 2021 (Dissertação) UFES.pdfOLIVEIRA Cassio Pereira 2021 (Dissertação) UFES.pdfapplication/pdf1535601https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/232424/1/OLIVEIRA%20Cassio%20Pereira%202021%20%28Disserta%c3%a7%c3%a3o%29%20UFES.pdf09375cc126bddfd3c24c2fa88727a60aMD51123456789/2324242022-03-20 15:10:47.304oai:repositorio.ufsc.br:123456789/232424Vm9jw6ogdGVtIGEgbGliZXJkYWRlIGRlOiBDb21wYXJ0aWxoYXIg4oCUIGNvcGlhciwgZGlzdHJpYnVpciBlIHRyYW5zbWl0aXIgYSBvYnJhLiBSZW1peGFyIOKAlCBjcmlhciBvYnJhcyBkZXJpdmFkYXMuClNvYiBhcyBzZWd1aW50ZXMgY29uZGnDp8O1ZXM6IEF0cmlidWnDp8OjbyDigJQgVm9jw6ogZGV2ZSBjcmVkaXRhciBhIG9icmEgZGEgZm9ybWEgZXNwZWNpZmljYWRhIHBlbG8gYXV0b3Igb3UgbGljZW5jaWFudGUgKG1hcyBuw6NvIGRlIG1hbmVpcmEgcXVlIHN1Z2lyYSBxdWUgZXN0ZXMgY29uY2VkZW0gcXVhbHF1ZXIgYXZhbCBhIHZvY8OqIG91IGFvIHNldSB1c28gZGEgb2JyYSkuIFVzbyBuw6NvLWNvbWVyY2lhbCDigJQgVm9jw6ogbsOjbyBwb2RlIHVzYXIgZXN0YSBvYnJhIHBhcmEgZmlucyBjb21lcmNpYWlzLgpGaWNhbmRvIGNsYXJvIHF1ZTogUmVuw7puY2lhIOKAlCBRdWFscXVlciBkYXMgY29uZGnDp8O1ZXMgYWNpbWEgcG9kZSBzZXIgcmVudW5jaWFkYSBzZSB2b2PDqiBvYnRpdmVyIHBlcm1pc3PDo28gZG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMuIERvbcOtbmlvIFDDumJsaWNvIOKAlCBPbmRlIGEgb2JyYSBvdSBxdWFscXVlciBkZSBzZXVzIGVsZW1lbnRvcyBlc3RpdmVyIGVtIGRvbcOtbmlvIHDDumJsaWNvIHNvYiBvIGRpcmVpdG8gYXBsaWPDoXZlbCwgZXN0YSBjb25kacOnw6NvIG7Do28gw6ksIGRlIG1hbmVpcmEgYWxndW1hLCBhZmV0YWRhIHBlbGEgbGljZW7Dp2EuIE91dHJvcyBEaXJlaXRvcyDigJQgT3Mgc2VndWludGVzIGRpcmVpdG9zIG7Do28gc8OjbywgZGUgbWFuZWlyYSBhbGd1bWEsIGFmZXRhZG9zIHBlbGEgbGljZW7Dp2E6IExpbWl0YcOnw7VlcyBlIGV4Y2XDp8O1ZXMgYW9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIG91IHF1YWlzcXVlciB1c29zIGxpdnJlcyBhcGxpY8OhdmVpczsgT3MgZGlyZWl0b3MgbW9yYWlzIGRvIGF1dG9yOyBEaXJlaXRvcyBxdWUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgcG9kZW0gdGVyIHNvYnJlIGEgb2JyYSBvdSBzb2JyZSBhIHV0aWxpemHDp8OjbyBkYSBvYnJhLCB0YWlzIGNvbW8gZGlyZWl0b3MgZGUgaW1hZ2VtIG91IHByaXZhY2lkYWRlLiBBdmlzbyDigJQgUGFyYSBxdWFscXVlciByZXV0aWxpemHDp8OjbyBvdSBkaXN0cmlidWnDp8Ojbywgdm9jw6ogZGV2ZSBkZWl4YXIgY2xhcm8gYSB0ZXJjZWlyb3Mgb3MgdGVybW9zIGRhIGxpY2Vuw6dhIGEgcXVlIHNlIGVuY29udHJhIHN1Ym1ldGlkYSBlc3RhIG9icmEuIEEgbWVsaG9yIG1hbmVpcmEgZGUgZmF6ZXIgaXNzbyDDqSBjb20gdW0gbGluayBwYXJhIGVzdGEgcMOhZ2luYS4KTGljZW7Dp2EgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyAtIGh0dHA6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLzMuMC9ici8KRepositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732022-03-20T18:10:47Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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Nesta dissertação, proponho uma experimentação que repensa práticas que constituem a formação de Tradutoras(es) e Intérpretes de Libras-Português (TILSP) a partir da noção matriz de experiência. O objetivo central desta pesquisa é compreender como, no processo histórico de constituição da formação de Tradutores e Intérpretes de Libras-Português, instituem-se as tecnologias de modulação de suas condutas, bem como caminhos que se configuram como linhas de fuga. Para contemplá-lo e relacioná-lo numa experimentação teórico-metodológica, estabeleci três objetivos específicos, que são tangenciados por meio das conversas com TILSP, são eles: (i) Investigar as condições de possibilidade que contribuíram para a emergência da formação dos Tradutores e Intérpretes de Libras-Português; (ii) Analisar como, no processo formativo, vêm sendo constituídas as tecnologias de modulação nas condutas dos Tradutores e Intérpretes de Libras-Português; e (iii) Problematizar, a partir das conversas com os TILSP, como se constituem nas tecnologias de modulação de condutas correlatas a uma racionalidade política moderna, bem como formas de ser TILSP que se configuram como linhas de fuga. Para operar analiticamente, utilizo a governamentalidade e a subjetivação como ferramentas conceituais, que me possibilitaram tencionar como a justaposição formação-experiência pode funcionar duplamente como uma linha de fuga que possibilite uma atitude que extrapole os limites estabelecidos pelas práticas discursivas e não discursivas hegemônicas da modernidade. Argumento que a formação de TILSP emerge de uma racionalidade composta por práticas asseguradas por dispositivos de disciplinas, gestão da vida organizada e modulação da memória e suas potências virtuais. Nesse movimento discuto que a matriz de experiência modula os caminhos pelos quais nos tornamos TILSP e se correlaciona aos dispositivos neoliberais e aos processos de subjetivação, por isso, é responsável pela emergência de quatro figuras subjetivas dominantes da crise, quais 5 sejam, o endividado, o mediatizado, o securitizado e o representado. Metodologicamente analiso essas figuras subjetivas como resultado do entrecruzamento de uma série de dispositivos pedagógicos de produção e mediação da experiência de si a partir de um corpus de análise produzido por meio de conversação como procedimento. Além das conversas, a materialidade analítica também é composta por dispositivos legais, produções acadêmicas voltadas ao tema da formação de TILSP. A partir dos dados, associo as figuras subjetivas aos elementos que adjetivam os sujeitos da pesquisa, tais como (i) TILSP Endividado, (ii) TILSP Mediatizado, (iii) TILSP Securitizado e (iv) TILSP Representado, para, assim, desenvolver a caminhada de investigação, análise e problematização das práticas pelas quais nos tornamos TILSP. Nesse movimento, a formação-experiência se configura como um vetor para pensar os TILSP como sujeitos capazes de subverter os processos que reproduzem essas figuras de subjugação. A formação-experiência como des-possibilidade para TILSP, além de se situar nesse fluxo de produção de subjetividades, pode ser um modo de revisitar nossa constituição como não natural. A tese que defendo nesse trabalho é que a formação-experiência é uma atitude cuja característica potencializa modos de ser TILSP através de experimentações menores existentes no cotidiano e inscritas no aqui e agora. Dito de outro modo, a formação-experiência é da ordem da vida em sua plenitude de criação. A justaposição formação-experiência para TILSP pode se constituir como uma des-possibilidade que extrapole os limites estabelecidos pelas práticas (discursivas e não-discursivas) constituintes dos modos de ser TILSP. Nesse movimento, a formação-experiência se configura como um vetor para pensar os TILSP como sujeitos capazes de subverter os processos que reproduzem essas figuras de subjugação. |
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