Fundo mútuo de investimento para empresas emergentes catarinenses
| Ano de defesa: | 2002 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Florianópolis, SC
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Link de acesso: | http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/82344 |
Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaWagner, Roberto MachadoCosta Junior, Newton Carneiro Affonso da2012-10-19T14:12:28Z2012-10-19T14:12:28Z20022002189192http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/82344Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.O presente trabalho analisa o instrumento fundo mútuo de investimento em empresas emergentes - Santa Catarina Tecnologia (FMIEE-SCTec), como agente de captação de recursos e gerador de crescimento das empresas. As empresas emergentes, de grande potencial de crescimento e que se constituem na base fundamental da economia catarinense, encontram diversas restrições quanto à fontes de captação de recursos. Não têm acesso ao mercado de capitais, nem a linhas de crédito, muito menos possuem garantias necessárias. Inicialmente, buscamos evidenciar os conceitos de micro e pequenas empresas, capital de risco e fundos de investimento, abordados na literatura por autores relevantes desta área. A partir disto, estudaremos o produto pela ótica de seus agentes envolvidos, ou seja, o Administrador de fundos (Companhia Riograndense de Participações - CRP); as empresas emergentes catarinenses (Digilab S.A. e a Nano Endoluminal S.A - primeiras a receber e utilizar os recursos) e, a empresa cotista (Fundação Celesc de seguridade Social S. A. - Celos - participa também de outro fundo de investimento no Estado). Na sequência, apresentamos uma pesquisa não estruturada realizada junto às empresas participantes e os quocientes econômicos-financeiros (extraído das demonstrações contábeis das empresas tomadoras de recursos), analisando pontos relevantes do processo. Conclui-se que mudanças positivas ocorrem nas empresas que utilizam esta forma de capitalização. Tentaremos repassar aprendizados sobre o produto FMIEE, visando facilitar sua disseminação no mercado de capitais.115 f.| tabs.porFlorianópolis, SCEngenharia de produçãoPequenas e medias empresasSanta CatarinaCapital de riscoFundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes - Santa Catarina Tecnologia (FMIEE-SCTec)Fundos de investimentoFundo mútuo de investimento para empresas emergentes catarinensesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL189192.pdfapplication/pdf227742https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/82344/1/189192.pdfd8203455bac78523b4cade59eb54c760MD51TEXT189192.pdf.txt189192.pdf.txtExtracted Texttext/plain162162https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/82344/2/189192.pdf.txt29b1c2d21b998e43c572145eba5e5853MD52THUMBNAIL189192.pdf.jpg189192.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg707https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/82344/3/189192.pdf.jpg673eb773a1c9a281ec2c260b6a341261MD53123456789/823442013-05-01 11:51:15.473oai:repositorio.ufsc.br:123456789/82344Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-05-01T14:51:15Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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