O desenvolvimento do comportamento ingestivo e social de leitões lactentes
| Ano de defesa: | 2009 |
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Florianópolis
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| Link de acesso: | http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/92180 |
Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas, Florianópolis, 2009. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaMartendal, AlissonHötzel, Maria José2012-10-24T06:31:07Z2012-10-24T06:31:07Z20092009269312http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/92180Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas, Florianópolis, 2009.O desmame dos leitões criados com fins comerciais é geralmente realizado muito precocemente e a criação dos animais se dá em sistemas de confinamento, num ambiente bastante monótono e previsível. Nestes sistemas os leitões apresentam um baixo consumo de alimentos sólidos e são impedidos de pastar, fuçar e socializar com animais de outras leitegadas. Como consequência, os leitões apresentam problemas relacionados ao desmame como a baixa ingestão de alimento e a consequente parada no crescimento e a alta incidência de diarreias e vocalizações que ocorrem nos primeiros dias pós-desmame. O presente estudo foi realizado na unidade do Centro Nacional de Pesquisa em Suínos e Aves da EMBRAPA, em Concórdia, SC, com o objetivo descrever o desenvolvimento dos comportamentos sociais, afiliativos e ingestivos no sistema de criação intensivo ao ar livre durante as semanas que antecedem o desmame, e comparar o repertório comportamental desses leitões com o de leitões criados em confinamento. Foram realizadas observações comportamentais de porcas Landrace x Large White e suas respectivas leitegadas, fruto do cruzamento com macho MS 60 da EMBRAPA, criadas sob dois diferentes sistemas - 10 porcas sob confinamento e 11 ao ar livre - aos 6, 9, 12, 15, 18, 21 e 24 (± 1) dias após o nascimento dos leitões. Os leitões do tratamento SISCAL apresentaram uma maior frequência do comportamento ingerindo alimento sólido (P = 0,0002), passaram mais tempo bebendo água (P = 0,0006), executando comportamentos recreativos (P < 0,0001), mamando (P = 0,013) e apresentaram uma frequência de interações sociais cerca de 2,5 vezes superior ao observado nos leitões confinados. Estes últimos foram mais frequentemente observados dormindo (P = 0,036) e interagindo com irmãos (P = 0,006), já que não podiam interagir com outras leitegadas. No confinamento houve também um maior número amamentações/h de observação (P = 0,0003). Em ambos os sistemas houve uma correlação positiva entre os comportamentos comendo e bebendo (P < 0,01; r2 = 0,35), bem como uma correlação negativa entre os comportamentos mamando e fuçando no ao ar livre (P < 0,01; r2 = 0,44). Ainda sobre os leitões criados ao ar livre, viu-se que aqueles que passaram mais tempo longe de suas mães (grupo L) pastaram mais (P = 0,002), interagiram mais com irmãos (P = 0,04) e com não irmãos (P = 0,001) do que aqueles que passaram mais tempo com a mãe (grupo P). Os resultados indicam, assim, que o sistema de criação ao ar livre possibilitou uma maior independência dos leitões em relação à porca, especialmente por estimular o contato social entre leitegadas e a ingestão de alimentos sólidos antes do desmame. O grupo L iniciou um processo de independência da mãe mais cedo; se engajando mais em atividades de socialização e de consumo de pasto, preparando-se melhor para a prática do desmame. Os leitões do SISCAL apresentaram um repertório comportamental mais rico do que no confinamento, que se aproxima daquele descrito em suínos criados em sistemas semi-naturais, o que pode resultar em menor estresse pós-desmame do que naqueles criados em confinamento. O contato com leitões de outras leitegadas foi relativamente precoce e intenso no SISCAL. Além de possivelmente estimular o desenvolvimento de vários comportamentos, melhorando o bem-estar ao diminuir a monotonia do ambiente, esse contato tem conhecidos benefícios para a posterior socialização no momento da mistura de lotes.82 f.| il., grafs., tabs.porFlorianópolisAgroecossistemasSuinoCriaçãoBem estar animalO desenvolvimento do comportamento ingestivo e social de leitões lactentesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL269312.pdfapplication/pdf4643823https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/92180/1/269312.pdfe9bc764c4f902b474e983042accdea1dMD51TEXT269312.pdf.txt269312.pdf.txtExtracted Texttext/plain137585https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/92180/2/269312.pdf.txtafce38fe1c68c1bc34e89b4655e4d287MD52THUMBNAIL269312.pdf.jpg269312.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1219https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/92180/3/269312.pdf.jpg7296cee3f8bcd3173808bf12b8c6552dMD53123456789/921802013-05-04 15:37:05.499oai:repositorio.ufsc.br:123456789/92180Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-05-04T18:37:05Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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