Desenvolvimento e validação do instrumento de triagem de risco nutricional em população pediátrica oncológica (NUTRICCAN)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Marçon, Cristiane Ferreira [UNIFESP]
Orientador(a): Oliveira, Fernanda Luísa Ceragioli [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002v9st
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/72791
Resumo: Objetivo: Descrever o desenvolvimento e a validação de conteúdo e concorrente de um instrumento de triagem de risco nutricional para lactentes, crianças e adolescentes com câncer no Brasil. Métodos: O processo de desenvolvimento do instrumento incluiu uma revisão bibliográfica sobre triagens nutricionais pediátricas, seguido pela elaboração de questões em sete domínios temáticos. Para a validação de conteúdo, um formulário online foi enviado a um comitê de especialistas (nove nutricionistas e quatro oncologistas pediátricos), que avaliaram o conteúdo quanto à clareza e representatividade. A avaliação da concordância foi mensurada e os itens com taxa inferior a 90% foram reavaliados. Para a validação concorrente, foi realizado um teste piloto com a aplicação do novo instrumento por 12 nutricionistas em pacientes internados em um hospital de oncologia pediátrica em São Paulo. Foram avaliados 152 pacientes entre junho e agosto de 2024. As variáveis analisadas incluíram: sexo, idade, diagnóstico oncológico, risco nutricional por diferentes métodos (NUTRICCAN, SCAN e STRONGkids) e antropometria (IMC, circunferência braquial e da panturrilha). Para a análise estatística, foram utilizados softwares como SPSS e Jamovi, com testes apropriados para avaliar diferenças entre grupos e identificar variáveis associadas à subnutrição por meio de regressão logística. A curva ROC foi usada para determinar pontos de corte para estratificação do risco nutricional, com posterior análise de correlação dos escores e concordância entre as classificações de risco entre as ferramentas. Resultados: O instrumento final contém 15 variáveis. A amostra incluíu 152 pacientes, predominando o sexo masculino (56,6%) e apresentando uma média de idade de 6,73 anos (IQR:3,15-11,8). A prevalência de subnutrição variou conforme o parâmetro antropométrico: 7,2% segundo IMC/Idade, 24,8% pela circunferência braquial (CB) e 40,1% pela circunferência da panturrilha (CP). A análise de regressão mostrou que as condições socioeconômicas e a avaliação nutricional subjetiva pelo profissional estavam associadas à subnutrição. O novo instrumento apresentou uma acurácia de 70% (AUC = 0,701), superior ao SCAN e STRONGkids. A NUTRICCAN classificou 80,2% como médio ou alto risco, enquanto apenas 51,3% foram identificados em risco nutricional pelo SCAN e 32% em alto risco pelo STRONGkids. Conclusão: O estudo destaca a importância de um instrumento de triagem nutricional adaptado para a população pediátrica oncológica, considerando suas especificidades clínicas e sociais. A NUTRICCAN foi considerada adequada por especialistas e demonstrou eficácia superior à dos instrumentos existentes na estratificação do risco nutricional, contribuindo para um manejo mais eficaz. Os resultados respaldam sua implementação na prática clínica.
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Para a validação concorrente, foi realizado um teste piloto com a aplicação do novo instrumento por 12 nutricionistas em pacientes internados em um hospital de oncologia pediátrica em São Paulo. Foram avaliados 152 pacientes entre junho e agosto de 2024. As variáveis analisadas incluíram: sexo, idade, diagnóstico oncológico, risco nutricional por diferentes métodos (NUTRICCAN, SCAN e STRONGkids) e antropometria (IMC, circunferência braquial e da panturrilha). Para a análise estatística, foram utilizados softwares como SPSS e Jamovi, com testes apropriados para avaliar diferenças entre grupos e identificar variáveis associadas à subnutrição por meio de regressão logística. A curva ROC foi usada para determinar pontos de corte para estratificação do risco nutricional, com posterior análise de correlação dos escores e concordância entre as classificações de risco entre as ferramentas. Resultados: O instrumento final contém 15 variáveis. A amostra incluíu 152 pacientes, predominando o sexo masculino (56,6%) e apresentando uma média de idade de 6,73 anos (IQR:3,15-11,8). A prevalência de subnutrição variou conforme o parâmetro antropométrico: 7,2% segundo IMC/Idade, 24,8% pela circunferência braquial (CB) e 40,1% pela circunferência da panturrilha (CP). A análise de regressão mostrou que as condições socioeconômicas e a avaliação nutricional subjetiva pelo profissional estavam associadas à subnutrição. O novo instrumento apresentou uma acurácia de 70% (AUC = 0,701), superior ao SCAN e STRONGkids. A NUTRICCAN classificou 80,2% como médio ou alto risco, enquanto apenas 51,3% foram identificados em risco nutricional pelo SCAN e 32% em alto risco pelo STRONGkids. Conclusão: O estudo destaca a importância de um instrumento de triagem nutricional adaptado para a população pediátrica oncológica, considerando suas especificidades clínicas e sociais. A NUTRICCAN foi considerada adequada por especialistas e demonstrou eficácia superior à dos instrumentos existentes na estratificação do risco nutricional, contribuindo para um manejo mais eficaz. Os resultados respaldam sua implementação na prática clínica. Objective: To describe the development and content and concurrent validation of a nutritional risk screening tool for infants, children, and adolescents with cancer in Brazil. Methods: The instrument development process included a literature review on pediatric nutritional screenings, followed by the elaboration of questions in seven thematic domains. For content validation, an online form was sent to a committee of experts (nine nutritionists and four pediatric oncologists), who evaluated the content for clarity and representativeness. Agreement assessment was measured, and items with a rate below 90% were re-evaluated. For concurrent validation, a pilot test was conducted with the application of the new instrument by 12 nutritionists in patients hospitalized in a pediatric oncology hospital in São Paulo. A total of 152 patients were evaluated between June and August 2024. Variables analyzed included: sex, age, oncological diagnosis, nutritional risk by different methods (NUTRICCAN, SCAN, and STRONGkids) and anthropometry (BMI, mid-upper arm circumference, and calf circumference). For statistical analysis, software such as SPSS and Jamovi were used, with appropriate tests to assess differences between groups and identify variables associated with malnutrition through logistic regression. The ROC curve was used to determine cut-off points for stratifying nutritional risk, with subsequent analysis of the correlation of scores and agreement between risk classifications among the tools. Results: The final instrument contains 15 variables. The sample included 152 patients, with a predominance of males (56.6%) and a mean age of 6.73 years (IQR: 3.15-11.8). The prevalence of malnutrition varied according to the anthropometric parameter: 7.2% according to BMI/Age, 24.8% by mid-upper arm circumference (MUAC), and 40.1% by calf circumference (CC). Regression analysis showed that socioeconomic conditions and subjective nutritional assessment by the professional were associated with malnutrition. The new instrument showed an accuracy of 70% (AUC = 0.701), superior to SCAN and STRONGkids. NUTRICCAN classified 80.2% as medium or high risk, while only 51.3% were identified at nutritional risk by SCAN and 32% at high risk by STRONGkids. Conclusion: The study highlights the importance of a nutritional screening tool adapted to the pediatric oncology population, considering their clinical and social specificities. NUTRICCAN was considered adequate by experts and demonstrated superior effectiveness to existing instruments in stratifying nutritional risk, contributing to more effective management. The results support its implementation in clinical practice.flcoliveira@unifesp.br89 f.MARÇON, Cristiane Ferreira. Desenvolvimento e validação do instrumento de triagem de risco nutricional em população pediátrica oncológica (NUTRICCAN). 2024. 89 f. Dissertação (Mestrado em Nutrição) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). São Paulo, 2024.https://hdl.handle.net/11600/72791ark:/48912/001300002v9stporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessAvaliação NutricionalPediatriaNeoplasiasDesnutriçãoProgramas de rastreamentoDesenvolvimento e validação do instrumento de triagem de risco nutricional em população pediátrica oncológica (NUTRICCAN)Development of a nutritional risk screening tool for pediatric oncology population (NUTRICCAN)info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)NutriçãoORIGINALDissertação_Cristiane Marçon.pdfDissertação_Cristiane Marçon.pdfapplication/pdf10196924https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/8055512b-68d0-4264-a0c9-a2b8e6be62f9/downloadf76eb9b60a130bf3d5a0c5a1b5cb6e77MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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description Objetivo: Descrever o desenvolvimento e a validação de conteúdo e concorrente de um instrumento de triagem de risco nutricional para lactentes, crianças e adolescentes com câncer no Brasil. Métodos: O processo de desenvolvimento do instrumento incluiu uma revisão bibliográfica sobre triagens nutricionais pediátricas, seguido pela elaboração de questões em sete domínios temáticos. Para a validação de conteúdo, um formulário online foi enviado a um comitê de especialistas (nove nutricionistas e quatro oncologistas pediátricos), que avaliaram o conteúdo quanto à clareza e representatividade. A avaliação da concordância foi mensurada e os itens com taxa inferior a 90% foram reavaliados. Para a validação concorrente, foi realizado um teste piloto com a aplicação do novo instrumento por 12 nutricionistas em pacientes internados em um hospital de oncologia pediátrica em São Paulo. Foram avaliados 152 pacientes entre junho e agosto de 2024. As variáveis analisadas incluíram: sexo, idade, diagnóstico oncológico, risco nutricional por diferentes métodos (NUTRICCAN, SCAN e STRONGkids) e antropometria (IMC, circunferência braquial e da panturrilha). Para a análise estatística, foram utilizados softwares como SPSS e Jamovi, com testes apropriados para avaliar diferenças entre grupos e identificar variáveis associadas à subnutrição por meio de regressão logística. A curva ROC foi usada para determinar pontos de corte para estratificação do risco nutricional, com posterior análise de correlação dos escores e concordância entre as classificações de risco entre as ferramentas. Resultados: O instrumento final contém 15 variáveis. A amostra incluíu 152 pacientes, predominando o sexo masculino (56,6%) e apresentando uma média de idade de 6,73 anos (IQR:3,15-11,8). A prevalência de subnutrição variou conforme o parâmetro antropométrico: 7,2% segundo IMC/Idade, 24,8% pela circunferência braquial (CB) e 40,1% pela circunferência da panturrilha (CP). A análise de regressão mostrou que as condições socioeconômicas e a avaliação nutricional subjetiva pelo profissional estavam associadas à subnutrição. O novo instrumento apresentou uma acurácia de 70% (AUC = 0,701), superior ao SCAN e STRONGkids. A NUTRICCAN classificou 80,2% como médio ou alto risco, enquanto apenas 51,3% foram identificados em risco nutricional pelo SCAN e 32% em alto risco pelo STRONGkids. Conclusão: O estudo destaca a importância de um instrumento de triagem nutricional adaptado para a população pediátrica oncológica, considerando suas especificidades clínicas e sociais. A NUTRICCAN foi considerada adequada por especialistas e demonstrou eficácia superior à dos instrumentos existentes na estratificação do risco nutricional, contribuindo para um manejo mais eficaz. Os resultados respaldam sua implementação na prática clínica.
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