Síndrome metabólica em mulheres com e sem incontinência urinária de esforço

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Ströher, Rejane Lis Menegaz [UNIFESP]
Orientador(a): Sartori, Marair Gracio Ferreira [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
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Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=6419934
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/52675
Resumo: Introdução: A Síndrome Metabólica (SM) é uma afecção de etiologia multifatorial caracterizada por dislipidemia aterogênica, intolerância à glicose, hipertensão e obesidade. Esses componentes podem predispor ao desenvolvimento de doenças renais, hepáticas e cardíacas. Objetivos: comparar a frequência de SM em pacientes com e sem incontinência urinária de esforço (IUE). Casuística e Métodos: Os componentes da SM (aumento da circunferência abdominal, elevação dos triglicerídeos, diminuição do HDL-colesterol, elevação da pressão arterial e hiperglicemia foram avaliados em 85 mulheres com IUE atendidas no Setor de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal do Departamento de Ginecologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM) e em 108 mulheres sem IUE atendidas no Ambulatório de Ginecologia Geral do Departamento de Ginecologia da UNIFESP-EPM. Resultados: O diagnóstico de SM foi mais prevalente nas pacientes com IUE, sendo que a frequência pelos critérios da IDF (International Diabetes Federation) foi 69,4% no grupo caso com IUE e 38% no grupo controle e pelas recomendações do NCEP ATP III (National Cholesterol Education Program Adult Treatment Panel III) a SM foi frequente em 64,7% dos casos e em 25% dos controles. Cada componente da SM foi avaliado e observou-se que o índice de massa corporal (IMC), peso e circunferência abdominal (CA) foram significativamente maiores no grupo com IUE comparado ao grupo controle (p<0,001). As mulheres do grupo controle apresentaram valor médio de HDL-colesterol estatisticamente superior às mulheres do grupo caso e de triglicerídeos estatisticamente inferior do grupo caso (p<0,001). Quanto à pressão arterial, a média da pressão sistólica foi maior no grupo caso (p:0,044). Conclusão: A frequência de SM foi maior nas pacientes com IUE, demonstrando haver uma possível associação entre estas duas afecções.
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