Caracterização de vesículas extracelulares exportadas pelo fungo patogênico Paracoccidioides brasiliensis: Identificação de componentes proteicos, lipídicos e de epitopos de carboidratos
| Ano de defesa: | 2012 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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| Link de acesso: | http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21755 |
Resumo: | Este trabalho resultou no estudo de vesículas extracelulares do fungo patogênico Paracoccidioides brasiliensis na fase de levedura. Estas estruturas foram caracterizadas nos isolados Pb3 e Pb18 que pertencem a grupos filogenéticos diferentes e provocam um perfil distinto de infecção em camundongos B10.A. Vesículas extracelulares de 20 a 200 nm transportam antígenos, como visto nas reações de immunoblot com soro de pacientes com paracoccidioidomicose. Um novo epitopo de α-galactosil foi identificado nas vesículas extracelulares, como também na parede celular e em vacúolos intracelulares P. brasiliensis. Proteínas do sobrenadante de cultura do isolado Pb18 foram separadas em frações de vesículas (ves) e livre de vesículas (ves-free), e analisadas por cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas (LC-MS/MS). Foram identificadas, com dois ou mais peptídeos, 205 proteínas de vesículas, contra 260 de ves-free incluindo 120 compartilhadas. A proporção de proteínas de vesículas e ves-free classificadas como secretadas foi aproximadamente 70%, a maioria utilizando o transporte por vias não convencionais. Analisamos proteínas das frações de vesículas de P. brasiliensis com ortólogos em vesículas de H. capsulatum, C. neoformans e S. cerevisiae. Foram identificadas 72 proteínas de vesículas de Pb18 (35%) com ortólogos em pelo menos duas das outras espécies analisadas. Entre elas, sequências que participam de processos metabólicos de carboidrato e proteína, atividade antioxidante, tradução, sinalização e transporte foram enriquecidos nas vesículas. Com esse trabalho, fornecemos uma comparação completa com outros proteomas de vesículas fúngicas e ampliamos a visão sobre proteomas extracelulares em fungos. Nossa análise lipidômica identificou 36 espécies de fosfolipídeos nas vesículas extracelulares dos isolados Pb3 e Pb18, incluindo fosfatidilcolina, fosfatidiletalonamina, ácido fosfatídico, fosfatidilserina, fosfatidilinositol e fosfatidilglicerol. O ácido graxo C18:1 predominou nas vesículas do Pb3, enquanto nas vesículas de Pb18 o C18:2 foi mais abundante. O esterol predominante nas vesículas de Pb3 e Pb18 foi o brassicasterol, seguido por ergostetol e lanosterol. Foram identificadas nas vesículas dos dois isolados 2 espécies de monohexosilceramidas. As preparações de vesículas de ambos os isolados foram capazes de estimular a produção de citocinas em macrófagos RAW264.7. A produção de TNF-α foi maior em células estimuladas com vesículas do Pb3, ao contrário da expressão de IL-10 que foi maior ao estímulo com vesículas de Pb18. Acreditamos que nosso trabalho adiciona dados ao entendimento futuro da biologia das vesículas extracelulares, incluindo sua biogênese e função na interação patógeno-hospedeiro. |
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http://lattes.cnpq.br/8787784443554068Vallejo, Milene Carmes [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/3295198472203313Puccia, Rosana [UNIFESP]São Paulo2015-12-06T23:45:00Z2015-12-06T23:45:00Z2012Este trabalho resultou no estudo de vesículas extracelulares do fungo patogênico Paracoccidioides brasiliensis na fase de levedura. Estas estruturas foram caracterizadas nos isolados Pb3 e Pb18 que pertencem a grupos filogenéticos diferentes e provocam um perfil distinto de infecção em camundongos B10.A. Vesículas extracelulares de 20 a 200 nm transportam antígenos, como visto nas reações de immunoblot com soro de pacientes com paracoccidioidomicose. Um novo epitopo de α-galactosil foi identificado nas vesículas extracelulares, como também na parede celular e em vacúolos intracelulares P. brasiliensis. Proteínas do sobrenadante de cultura do isolado Pb18 foram separadas em frações de vesículas (ves) e livre de vesículas (ves-free), e analisadas por cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas (LC-MS/MS). Foram identificadas, com dois ou mais peptídeos, 205 proteínas de vesículas, contra 260 de ves-free incluindo 120 compartilhadas. A proporção de proteínas de vesículas e ves-free classificadas como secretadas foi aproximadamente 70%, a maioria utilizando o transporte por vias não convencionais. Analisamos proteínas das frações de vesículas de P. brasiliensis com ortólogos em vesículas de H. capsulatum, C. neoformans e S. cerevisiae. Foram identificadas 72 proteínas de vesículas de Pb18 (35%) com ortólogos em pelo menos duas das outras espécies analisadas. Entre elas, sequências que participam de processos metabólicos de carboidrato e proteína, atividade antioxidante, tradução, sinalização e transporte foram enriquecidos nas vesículas. Com esse trabalho, fornecemos uma comparação completa com outros proteomas de vesículas fúngicas e ampliamos a visão sobre proteomas extracelulares em fungos. Nossa análise lipidômica identificou 36 espécies de fosfolipídeos nas vesículas extracelulares dos isolados Pb3 e Pb18, incluindo fosfatidilcolina, fosfatidiletalonamina, ácido fosfatídico, fosfatidilserina, fosfatidilinositol e fosfatidilglicerol. O ácido graxo C18:1 predominou nas vesículas do Pb3, enquanto nas vesículas de Pb18 o C18:2 foi mais abundante. O esterol predominante nas vesículas de Pb3 e Pb18 foi o brassicasterol, seguido por ergostetol e lanosterol. Foram identificadas nas vesículas dos dois isolados 2 espécies de monohexosilceramidas. As preparações de vesículas de ambos os isolados foram capazes de estimular a produção de citocinas em macrófagos RAW264.7. A produção de TNF-α foi maior em células estimuladas com vesículas do Pb3, ao contrário da expressão de IL-10 que foi maior ao estímulo com vesículas de Pb18. Acreditamos que nosso trabalho adiciona dados ao entendimento futuro da biologia das vesículas extracelulares, incluindo sua biogênese e função na interação patógeno-hospedeiro.ABSTRACT Fungal extracellular vesicles are able to cross the cell wall and transport molecules that help in nutrient acquisition, cell defense and modulation of the host defense machinery. Here we characterized extracellular vesicles released by the Paracoccidioides brasiliensis yeast pathogenic phase. We studied Pb3 and Pb18 isolates, which have distinct virulence profiles and phylogenetic background. Extracellular vesicles of 20 to 20nm carry antigens, as observed in immunoblots revealed with sera from paracoccidioidomycosis patients and a new αGal epitope was identified in these structures of both isolates. In P. brasiliensis yeasts, components carrying αGal epitopes were localized on the cell wall, and inside large intracellular vacuoles. Cellfree culture supernatants from the Pb18 isolate were separated into vesicle and vesiclefree fractions, and analyzed by liquid chromatographytandem mass spectrometry. In vesicle and vesiclefree preparations we identified, respectively, 205 and 260 proteins with two or more peptides, including 120 overlapping identifications. Almost 70% of the sequences were predicted as secretory, mostly using nonconventional secretory pathways, and many have previously been localized to fungal cell walls. A total of 72 proteins were considered as commonly transported by extracellular vesicles, considering that orthologues have been reported in at least two other fungal species. These sequences were mostly related to translation, carbohydrate and protein metabolism, oxidation/reduction, transport, response to stress, and signaling. Our proteomic analysis of extracellular vesicles and vesiclefree released proteins in a pathogenic fungus provides full comparison with other fungal extracellular vesicle proteomes and broadens the current view on fungal secretomes. Vesicle lipids were fractionated into different classes and analyzed by either electrosprayor gas chromatographymass spectrometry. We found 36 phospholipid species including phosphatidylcholine, phosphatidylethanolamine, phosphatidic acid, phosphatidylserine, phosphatidylinositol, and phosphatidylglycerol. Among the phosholipid fatty acids, C18:1 predominated in Pb3, whereas C18:2 prevailed in Pb18. The prevalent sterol in Pb3 and Pb18 vesicles was brassicasterol, followed by ergosterol and lanosterol. We found two species of monohexosylceramides. We showed that extracellular vesicles from these isolates were able to differentially stimulate cytokine production in RAW264.7 macrophages. TNFα production was higher when cells were stimulated with Pb3 extracellular vesicles. In contrast, IL10 production was higher when macrophages were stimulated with Pb18 samples. We hope our data will help future work on the biology of fungal extracellular vesicles, including their biogenesis and role in hostpathogen interaction.BV UNIFESP: Teses e dissertações51 f.VALLEJO, Milene Carmes. Caracterização de vesículas extracelulares exportadas pelo fungo patogênico Paracoccidioides brasiliensis: Identificação de componentes proteicos, lipídicos e de epitopos de carboidratos..2012. 51 f. Tese (Doutorado em Microbiologia e Imunologia.) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2012.Milene Carmes Vallejo - PDF A.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21755ark:/48912/001300002mq2zporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessParacoccidioidesParacoccidioidomicoseVesículas TransportadorasProteomaLipídeosCamundongosAnimaisParacoccidioidesParacoccidioidomycosisTransport VesiclesProteomeLipidsMiceAnimalsCaracterização de vesículas extracelulares exportadas pelo fungo patogênico Paracoccidioides brasiliensis: Identificação de componentes proteicos, lipídicos e de epitopos de carboidratosCharacterization of extracellular vesicles exported by the pathogenic fungus Paracoccidioides brasiliensis: identification of protein sequences, lipids and carbohydrate epitopesinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Micro-Imuno-ParasitologiaORIGINALMilene Carmes Vallejo - PDF A.pdfapplication/pdf4401451https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/c8a0e9c1-959b-4273-a509-5ca352d469ca/downloadb170c089bfd6cea6f9d6e3a8fbe0d5cdMD5111600/217552025-07-15 17:49:04.625oai:repositorio.unifesp.br:11600/21755https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-07-15T17:49:04Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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