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Avaliação das populações de linfócitos produtores de IFN-g e IL-17 em pacientes sépticos e relação com o desfecho clínico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Santos, Michelle Carolina dos [UNIFESP]
Orientador(a): Salomão, Reinaldo [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001jtjs
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9057
Resumo: A resposta inflamatória é modulada durante a sepse e a regulação positiva ou negativa da atividade celular depende das células e funções avaliadas. IFN-γ e IL-17 são citocinas características das subpopulações de linfócitos Th1 e Th17, respectivamente, e desempenham papel importante na resposta imune, ligando a imunidade inata e adaptativa. Objetivo: Avaliar a presença das células Th1 e Th17 em pacientes sépticos na admissão do estudo (D0) comparado-a com sadios e após 7 dias (D7) de seguimento. Casuística e Métodos: Foram incluídos 59 pacientes sépticos no D0, dos quais 31 tiveram amostras colhidas no D7, e 30 indivíduos sadios. As células mononucleares do sangue periférico foram separadas e congeladas em nitrogênio líquido. Após descongelamento e ajuste da concentração para 1x106 células/mL, as células foram estimuladas ou não com PMA/ionomicina e mantidas por 30 minutos em estufa a 37ºC a 5% CO2. Foi acrescentado brefeldina A e incubadas por mais 15 horas. Em seguida, foi feita marcação de superfície para a identificação dos linfócitos TCD4 (CD3+CD8-). As células foram permeabilizadas e marcadas para detecção de IL-17A e IFN-γ intracelular. As amostras foram lidas em citômetro FACSCanto e analisadas no programa FlowJo. Resultados: A produção basal de IFN-γ e IL-17A foi maior nos pacientes comparado aos sadios (P=0,002 e P<0,001, respectivamente). Após estímulo, a produção de IL-17A foi maior nos pacientes (P=0,027) enquanto a de IFN-γ foi superior nos sadios (P=0,001). Ao comparar os diferentes estadios da sepse, foi observado aumento na produção de IFN-γ após estímulo com PMA/ionomicina nos pacientes em choque séptico em relação aos pacientes em sepse grave (P=0,039). A produção de IFN-γ basal e após estímulo mostrou-se aumentada no D7 em relação ao D0 (P=0,007 e P=0,018, respectivamente). Em contraste, a produção de IL-17 após estímulo foi maior no D0 comparado ao D7 (P=0,003), mas não foi encontrada diferença significativa na condição basal. Nos pacientes que evoluíram a óbito, as amostras do D0 apresentaram menor produção constitutiva de IFN-γ em relação ao D7 (P=0,023), mas após estímulo não foi encontrada diferença. Nos pacientes que sobreviveram, não houve diferença na condição basal e após estímulo com PMA/ionomicina. A produção de IL-17, após estímulo foi maior na amostra D0 em relação ao D7 (P=0,006) nos pacientes que sobreviveram, já na condição basal não houve diferença. Os pacientes que evoluíram a óbito não apresentaram diferença na condição basal e após estímulo com PMA/ionomicina. Conclusão: Os resultados basais com maior produção de citocinas nos sépticos refletem o grau de inflamação característico da sepse. Observamos uma dicotomia entre as respostas Th1 e Th17 após PMA/ionomicina nos pacientes sépticos, com aumento da população Th17 e diminuição da Th1 em relação aos sadios. Aumento da população Th1 no D7 foi relacionado com mortalidade, enquanto diminuição da população Th17 foi relacionada com sobrevida, indicando que a persistência ou exacerbação das respostas Th1 e Th17 podem ser deletérias. Estes achados sugerem regulação da resposta inflamatória na sepse das populações Th1 e Th17.
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Após descongelamento e ajuste da concentração para 1x106 células/mL, as células foram estimuladas ou não com PMA/ionomicina e mantidas por 30 minutos em estufa a 37ºC a 5% CO2. Foi acrescentado brefeldina A e incubadas por mais 15 horas. Em seguida, foi feita marcação de superfície para a identificação dos linfócitos TCD4 (CD3+CD8-). As células foram permeabilizadas e marcadas para detecção de IL-17A e IFN-γ intracelular. As amostras foram lidas em citômetro FACSCanto e analisadas no programa FlowJo. Resultados: A produção basal de IFN-γ e IL-17A foi maior nos pacientes comparado aos sadios (P=0,002 e P<0,001, respectivamente). Após estímulo, a produção de IL-17A foi maior nos pacientes (P=0,027) enquanto a de IFN-γ foi superior nos sadios (P=0,001). Ao comparar os diferentes estadios da sepse, foi observado aumento na produção de IFN-γ após estímulo com PMA/ionomicina nos pacientes em choque séptico em relação aos pacientes em sepse grave (P=0,039). A produção de IFN-γ basal e após estímulo mostrou-se aumentada no D7 em relação ao D0 (P=0,007 e P=0,018, respectivamente). Em contraste, a produção de IL-17 após estímulo foi maior no D0 comparado ao D7 (P=0,003), mas não foi encontrada diferença significativa na condição basal. Nos pacientes que evoluíram a óbito, as amostras do D0 apresentaram menor produção constitutiva de IFN-γ em relação ao D7 (P=0,023), mas após estímulo não foi encontrada diferença. Nos pacientes que sobreviveram, não houve diferença na condição basal e após estímulo com PMA/ionomicina. A produção de IL-17, após estímulo foi maior na amostra D0 em relação ao D7 (P=0,006) nos pacientes que sobreviveram, já na condição basal não houve diferença. Os pacientes que evoluíram a óbito não apresentaram diferença na condição basal e após estímulo com PMA/ionomicina. Conclusão: Os resultados basais com maior produção de citocinas nos sépticos refletem o grau de inflamação característico da sepse. Observamos uma dicotomia entre as respostas Th1 e Th17 após PMA/ionomicina nos pacientes sépticos, com aumento da população Th17 e diminuição da Th1 em relação aos sadios. Aumento da população Th1 no D7 foi relacionado com mortalidade, enquanto diminuição da população Th17 foi relacionada com sobrevida, indicando que a persistência ou exacerbação das respostas Th1 e Th17 podem ser deletérias. Estes achados sugerem regulação da resposta inflamatória na sepse das populações Th1 e Th17.The inflammatory response is modulated during sepsis and up or down regulation of cell activity depends on cells and functions evaluated. IFN-g and IL-17 are cytokines characteristics of lymphocyte subsets Th1 and Th17, respectively, and play an important role in immune response, linking innate and adaptative immunity. Objective: To evaluate the presence of Th1 and Th17 cells in septic patients at admission of the study (D0) compared it with healthy volunteers and after 7 days (D7) follow-up. Material and Methods: We included 59 septic patients on D0, of which 31 had samples collected on D7, and 30 healthy individuals. The peripheral blood mononuclear cells were separated and frozen in liquid nitrogen. After thawing and adjust the concentration to 1x106 cells/mL, cells were stimulated or not with PMA/ionomycin for 30 minutes and maintained at 37oC 5% CO2. Brefeldin A was added and cells were incubated for another 15 hours. Then cells were surface stained for identification of TCD4 lymphocytes (CD3+CD8-). Cells were permeabilized and stained for detection of IL-17A and IFN-g intracellular. The samples were read in FACSCanto cytometer and analyzed with FlowJo program. Results: The basal production of IFN-g and IL-17A was higher in patients compared to healthy volunteers (P=0,002 e P<0,001, respectively). After stimulation, the production of IL-17A was higher in patients (P=0,027) while the IFN-g was higher in healthy (P=0,001). An increase IFN-g production after stimulation with PMA/ionomycin was found in patients with septic shock compared to severe sepsis (P=0,039). The baseline production of IFN-g and after PMA/Ionomycin stimulation was found to be increased in D7 in relation to D0 (P=0,007 e P=0,018, respectively). In contrast, the production of IL-17 after stimulation was higher in D0 compared to D7 (P=0,003). In patients who died, the D0 samples showed lower constitutive IFN-g production compared to D7 (P=0,023), but after a stimulus, no difference was found. In patients who survived, there was no difference at baseline and after stimulation with PMA/ionomycin. The IL-17 production, after stimulation, was higher in D0 sample compared to D7 (P=0,006) in patients who survived. No difference between D0 and D7 was found in patients who survived. Conclusion: The results with higher basal detection of IFN-g and IL-17 producing cells in septic patients reflect the degree of inflammation characteristic of sepsis. A dichotomy between Th1 and Th17 responses after PMA/ionomycin stimulation was found in septic patients, with increased Th17 population and decreased Th1 compared to healthy individuals. A higher proportion of Th1 in D7 was observed in patients who died; while a decrease of Th17 population was observed in patients who survived, indicating that the persistence or higher Th1 and Th17 responses may be deleterious. These findings suggest regulation of the inflammatory response in sepsis of Th1 and Th17 populations.TEDEBV UNIFESP: Teses e dissertações97 p.SANTOS, Michelle Carolina dos. Avaliação das populações de linfócitos produtores de IFN-g e IL-17 em pacientes sépticos e relação com o desfecho clínico. 2010. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2010.Publico-9057.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9057ark:/48912/001300001jtjsporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessInterferon gamaInterleucina-17Avaliação das populações de linfócitos produtores de IFN-g e IL-17 em pacientes sépticos e relação com o desfecho clínicoEvaluation of lymphocyte populations producing IFN-g and IL-17 in septic patients and relation to clinical outcomeinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Infectologia - EPMORIGINALPublico-9057.pdfPublico-9057.pdfapplication/pdf3765628https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/16fc753d-504a-4508-a17c-7cdad61cbe14/download2f4cd3a52e03af4a734c9fe2ad2a8004MD57TEXTPublico-9057.pdf.txtPublico-9057.pdf.txtExtracted texttext/plain104389https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/7f78c3db-8f70-4e58-a2e2-3d2b9f2dc4f6/downloada1fdca2bc7f868542bd1fb9a901b6112MD59THUMBNAILPublico-9057.pdf.jpgPublico-9057.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3193https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/7fdd8eb2-5710-4c70-908b-d72220de7038/downloada86501783a7de0ca8214ca0187eef87eMD51011600/90572024-07-29 21:25:41.226oai:repositorio.unifesp.br:11600/9057https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-07-29T21:25:41Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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