Análise eletromiográfica dos músculos masseter e temporal em pacientes com transtornos da articulação temporomandibular

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Oncins, Maristella Cecco [UNIFESP]
Orientador(a): Bommarito, Silvana [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
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Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23117
Resumo: Objetivo: Analisar a atividade elétrica dos músculos masseter e temporal em pacientes com transtornos da articulação temporomandibular (TATM) no repouso, mastigação e apertamento dentário, segundo os grupos: inflamatório e degenerativo. Métodos: Após levantamento de 1200 prontuários no Centro e Diagnóstico e Tratamento da Articulação Temporomandibular (CDTATM), foi selecionada uma amostra com 56 mulheres com TATM, na faixa etária entre 25 e 50 anos, subdivididas em dois grupos: 42 inflamatório, com média de 37,6+11,53 anos e 14 degenerativo, com média de 34,43+13,7 anos. Para referência, foi realizado um terceiro grupo, de 18 mulheres sem TATM, com idade entre 20 e 60 anos, com média de 34,39+7,34 anos. Os grupos realizaram exame de eletromiografia de superfície, por meio do aparelho BIOPAK, da Bioresearch Associates, modelo 800, eletrodos bipolares de superfície quatro canais. Foram analisadas as atividades elétricas do músculo masseter e temporal, porção anterior, bilateral, em microvolts, pelo valor root mean square-RMS, no repouso, mastigação habitual e apertamento dentário com força máxima, intragrupo e intergrupos. Para comparações, foram aplicados: Teste Wilcoxon, Kruskal-Wallis e Mann-Whitney. Resultados: No repouso, intragrupo, a média da atividade elétrica dos músculos temporais foi maior, comparada aos masseteres no grupo referência, inflamatório e degenerativo bilateral. Entre os três grupos e intergrupos, pareados degenerativo- referência, houve diferença para o músculo masseter e temporal direito. Na mastigação, intragrupo, a média do masseter foi maior comparada ao temporal, direito e esquerdo no grupo referência. A média do temporal foi maior comparado ao masseter no inflamatório, lado esquerdo e degenerativo bilateral. Nos três grupos a média foi maior para masseter bilateral. Intergrupos, a média pareada, referência-inflamatório, o masseter teve maior média no grupo referência, bilateral e entre referência-degenerativo masseter esquerdo teve maior média no grupo referência. No apertamento dentário, intragrupo, a média do masseter foi maior comparada ao temporal, bilateral no grupo referência. A média do temporal foi maior comparado ao masseter no inflamatório e degenerativo bilateral. Entre os três grupos a média foi maior para masseter bilateral e temporal esquerdo. Intergrupos, na análise pareada, referência-inflamatório e referência-degenerativo, o masseter bilateral teve maior média no grupo referência; para comparação referência-inflamatório, o temporal teve maior média esquerda no grupo referência. Conclusão: Houve maior média da atividade elétrica: do temporal em comparação ao masseter para todos os grupos bilateralmente no repouso; do masseter, em comparação ao temporal, no grupo de referência, e do temporal, em comparação ao masseter, no degenerativo na mastigação; do masseter, em comparação ao temporal, no grupo de referência, e do temporal em comparação ao masseter, no inflamatório e degenerativo no apertamento dentário com força máxima.
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spelling http://lattes.cnpq.br/6416728245593895http://lattes.cnpq.br/5606969949793059Oncins, Maristella Cecco [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/2832530968246516Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Bommarito, Silvana [UNIFESP]Vieira, Marilena Manno [UNIFESP]São Paulo2015-12-06T23:46:35Z2015-12-06T23:46:35Z2014Objetivo: Analisar a atividade elétrica dos músculos masseter e temporal em pacientes com transtornos da articulação temporomandibular (TATM) no repouso, mastigação e apertamento dentário, segundo os grupos: inflamatório e degenerativo. Métodos: Após levantamento de 1200 prontuários no Centro e Diagnóstico e Tratamento da Articulação Temporomandibular (CDTATM), foi selecionada uma amostra com 56 mulheres com TATM, na faixa etária entre 25 e 50 anos, subdivididas em dois grupos: 42 inflamatório, com média de 37,6+11,53 anos e 14 degenerativo, com média de 34,43+13,7 anos. Para referência, foi realizado um terceiro grupo, de 18 mulheres sem TATM, com idade entre 20 e 60 anos, com média de 34,39+7,34 anos. Os grupos realizaram exame de eletromiografia de superfície, por meio do aparelho BIOPAK, da Bioresearch Associates, modelo 800, eletrodos bipolares de superfície quatro canais. Foram analisadas as atividades elétricas do músculo masseter e temporal, porção anterior, bilateral, em microvolts, pelo valor root mean square-RMS, no repouso, mastigação habitual e apertamento dentário com força máxima, intragrupo e intergrupos. Para comparações, foram aplicados: Teste Wilcoxon, Kruskal-Wallis e Mann-Whitney. Resultados: No repouso, intragrupo, a média da atividade elétrica dos músculos temporais foi maior, comparada aos masseteres no grupo referência, inflamatório e degenerativo bilateral. Entre os três grupos e intergrupos, pareados degenerativo- referência, houve diferença para o músculo masseter e temporal direito. Na mastigação, intragrupo, a média do masseter foi maior comparada ao temporal, direito e esquerdo no grupo referência. A média do temporal foi maior comparado ao masseter no inflamatório, lado esquerdo e degenerativo bilateral. Nos três grupos a média foi maior para masseter bilateral. Intergrupos, a média pareada, referência-inflamatório, o masseter teve maior média no grupo referência, bilateral e entre referência-degenerativo masseter esquerdo teve maior média no grupo referência. No apertamento dentário, intragrupo, a média do masseter foi maior comparada ao temporal, bilateral no grupo referência. A média do temporal foi maior comparado ao masseter no inflamatório e degenerativo bilateral. Entre os três grupos a média foi maior para masseter bilateral e temporal esquerdo. 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Methods: After a survey of 1200 records at the Center for Diagnosis and Treatment of the Temporomandibular Joint, a sample of 56 women with TMJD was selected, in the age group between 25 and 50 years of age. The subjects were subdivided into two groups: 42 inflammatory; with mean age 7.6+11,53 years and 14 degenerative, with mean age 34.43+13,7 years. A third group of 18 women without TMJD aged between 20 and 60 years old with mean age of 34.39+7.34 years was used as reference. The groups underwent a surface electromyography exam, conducted using a BIOPAK device by Bioresearch Associates, model 800, bipolar, four-channel surface electrodes. The electrical activities of the masseter and bilateral anterior fascicle temporalis muscles were analyzed in microvolts using the root mean square – RMS value, during rest, habitual chewing and dental clenching with maximum strength, of each group and among the groups. The following tests were conducted for comparisons: Wilcoxon Test, Kruskal-Wallis Test and Mann-Whitney Test. Results: During rest, intragroup, the mean electrical activity of the temporalis muscles was greater when compared to the masseters in the reference, inflammatory and degenerative groups, bilaterally. Among the three groups and intergroups, there was a difference for the masseter muscle and the right temporalis muscle. During chewinig, intragroup, the mean of the masseter was greater when compared to the right and left temporalis in the reference group. The mean of the temporalis was greater when compared to the masseter in the inflammatory group, left side, and bilaterally in the degenerative. Bilateral master mean was the greatest for all three groups. Intergroups, the paired mean, reference-inflammatory, the masseter had greater mean in the reference group, bilateral and between reference-degenerative the left masseter had a greater mean in the reference group. In dental clenching, intragroup, the mean of the masseter was greater compared to the temporalis muscle, bilateral, in the reference group. The mean of the temporalis muscle was greater compared to the masseter in the inflammatory and degenerative, bilaterally. Among the three groups, the mean was greater for the bilateral masseter and left temporalis. Intergroups, in paired analysis, reference-inflammatory and referencedegenerative, the bilateral masseter had greater mean in the reference group; when comparing reference-inflammatory, the left temporalis had greater mean in the reference group. Conclusion: There was a greater mean of electrical activity: of the temporalis muscle compared to the masseter for all groups, bilaterally, during rest; of the masseter, compared to the temporalis muscle in the reference group and of the temporalis compared to the masseter in the degenerative group during chewing; of the masseter compared to the temporalis in the reference group and of the temporalis compared to the masseter, in the inflammatory and degenerative groups during dental clenching with maximum strength.BV UNIFESP: Teses e dissertações85 f.ONCINS, Maristella Cecco. Análise eletromiográfica dos músculos masseter e temporal em pacientes com transtornos da articulação temporomandibular. 2014. 85 f. Tese (Doutorado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2014.Tese-14319.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23117ark:/48912/001300001xn9kporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessHumanosAdultoMeia-idadeFemininoEletromiografiaTranstornos da articulação temporomandibularMúsculo temporalMúsculo masseterSistema estomatognáticoMastigaçãoAnálise eletromiográfica dos músculos masseter e temporal em pacientes com transtornos da articulação temporomandibularElectromyography analysis of masseter and temporalis muscles in patients with temporomandibular joint disordersinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Distúrbios da Comunicação Humana (Fonoaudiologia) – São PauloORIGINALMaristella Oncins - PDF A.pdfapplication/pdf3142842https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/abfdcaa3-15b8-49dd-9cc0-da9903463d15/download41a04670fffb2cbb272e3a34f7d35ec1MD54TEXTTese-14319.pdf.txtTese-14319.pdf.txtExtracted texttext/plain103099https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/831f95a5-43f3-49a9-942f-99faf30a944f/download4518ecf87d5113f984a0e39965261fadMD52THUMBNAILTese-14319.pdf.jpgTese-14319.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2681https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/0651d769-47ea-49b0-98d1-ea999e287008/downloadfa57fd4fafe1e51a1a52150a69a3e426MD5311600/231172024-11-07 14:55:29.993oai:repositorio.unifesp.br:11600/23117https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-11-07T14:55:29Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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