Correlação entre achados anatômicos e psicofísicos na degeneração macular relacionada à idade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Barbosa, Andréa Lima [UNIFESP]
Orientador(a): Paranhos Junior, Augusto [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001tb29
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/74501
Resumo: Objetivo: Avaliar a associação topográfica entre achados anatômicos na Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) com testes psicofísicos maculares. Métodos: Este é um estudo prospectivo, corte transversal, não controlado, em pacientes selecionados com diagnóstico prévio de DMRI. Todos os pacientes apresentavam DMRI em sua fase inicial que são drusas e alterações pigmentares. Os pacientes foram submetidos a exame oftalmológico completo, incluindo a medição de melhor acuidade visual (AV) corrigida, biomicroscopia do segmento anterior, biomicroscopia de fundo, retinografia, autofluorescência (AutoF) realizada utilizando um sistema de varredura a laser confocal e tomografia de coerência óptica (OCT) padrão. Os testes maculares psicofísicos realizados foram: campo visual brancobranco (BB) ou Standard Automated Perimetry (SAP) 102 e o azulamarelo (AA) ou ShortWavelength Automated Perimetry (SWAP) 102, perimetria de frequência dupla (FDT) 102 e macular e perimetria de hiperacuidade preferencial (PHP). A correlação foi feita entre a avaliação anatômica e os resultados dos testes psicofísicos calculando a área de drusas e alterações pigmentares globais e por quadrantes. Cada uma das variáveis funcionais foi correlacionada uma a uma com as variáveis estruturais. Para avaliar a associação entre as medidas das alterações estruturais maculares e os testes psicofísicos, utilizando ambos os olhos e com adequação para dependência entre ambos, foi utilizado o modelo de Equações Estimadas Generalizadas (GEE do inglês Generalized Estimation Equations). A variável dependente sempre foi o teste psicofísico (avaliação funcional) e a independente os parâmetros de alterações estruturais. Os resultados, apresentados seguindo as boas regras estatísticas, foram obtidos de valores de verossimilhança e refletem o quão provável é que o modelo usado resulte em padrões observados nos dados reais. O GEE apresenta quase verossimilhança quanto ao Critério Modelo de Independência (QIC do inglês Quasilikelihood under the Independence model Criterion) por escolher o melhor modelo e o melhor modelo é aquele com o menor valor [1]. Resultados: (1) Os resultados do BB 102 tiveram associação estatisticamente significante com drusas (p=0,08), AutoF (p=0,0) e volume macular no OCT(p=0,02). (2)Os resultados do AA 102 tiveram associação estatisticamente significante com AutoF (p=0,017), tipo de drusa(p=0,025) e a espessura (p=0,039) e volume macular no OCT (p=0,027). (3) OFDT estratégia macular teve associação estatisticamente significante com AutoF (p=0,0) enquanto o FDT 102 teve associação estatisticamente significante com AutoF(p=0,0) e drusa(p=0,043). (4) Os resultados do PHP tiveram associação estatisticamente significante com as alterações estruturais encontradas na AutoF (p=0,0) e com o tipo de drusas (p=0,008). (5) A AV LogMAR teve associação estatisticamente significante com o volume macular no OCT (p=0,024). Nas avaliações entre a média por quadrantes dos testes funcionais e a área de drusas, AutoF e hiperautofluorescência (HiperF) por quadrantes encontramos os seguintes resultados: (1) O BB 102 por quadrantes teve associação estatisticamente significativa com a área de drusa (p=0,036) e de AutoF (p=0,0). (2) O AA 102 por quadrantes teve associação estatisticamente significante com a área de drusa (p=0,048). (3) O FDT macular por quadrantes teve associação estatisticamente significante com a área de AutoF (p=0,0) e HiperF (p=0,09), enquanto o FDT 102 teve associação estatisticamente significante apenas com AutoF (p=0,0). (4) A área de PHP alterado por quadrantes teve associação estatisticamente significante com a área de drusa por quadrantes (p=0,033). Conclusões: Houve associação significativa entre os testes psicofísicos e o estágio inicial de DMRI, principalmente com as alterações estruturais vistas na AutoF. Observouse correlação estatística significativa entre o FDT 102 e a área das drusas. Exames de fácil execução e baixo custo, acessíveis à prática diária do oftalmologista em seu consultório mostraram alterações funcionais significativas em pacientes com boa acuidade visual e alterações anatômicas iniciais de DMRI, podendo ser uma boa ferramenta de diagnóstico e acompanhamento do risco de progressão da DMRI, bem como pós tratamento.
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Os testes maculares psicofísicos realizados foram: campo visual brancobranco (BB) ou Standard Automated Perimetry (SAP) 102 e o azulamarelo (AA) ou ShortWavelength Automated Perimetry (SWAP) 102, perimetria de frequência dupla (FDT) 102 e macular e perimetria de hiperacuidade preferencial (PHP). A correlação foi feita entre a avaliação anatômica e os resultados dos testes psicofísicos calculando a área de drusas e alterações pigmentares globais e por quadrantes. Cada uma das variáveis funcionais foi correlacionada uma a uma com as variáveis estruturais. Para avaliar a associação entre as medidas das alterações estruturais maculares e os testes psicofísicos, utilizando ambos os olhos e com adequação para dependência entre ambos, foi utilizado o modelo de Equações Estimadas Generalizadas (GEE do inglês Generalized Estimation Equations). A variável dependente sempre foi o teste psicofísico (avaliação funcional) e a independente os parâmetros de alterações estruturais. Os resultados, apresentados seguindo as boas regras estatísticas, foram obtidos de valores de verossimilhança e refletem o quão provável é que o modelo usado resulte em padrões observados nos dados reais. O GEE apresenta quase verossimilhança quanto ao Critério Modelo de Independência (QIC do inglês Quasilikelihood under the Independence model Criterion) por escolher o melhor modelo e o melhor modelo é aquele com o menor valor [1]. Resultados: (1) Os resultados do BB 102 tiveram associação estatisticamente significante com drusas (p=0,08), AutoF (p=0,0) e volume macular no OCT(p=0,02). (2)Os resultados do AA 102 tiveram associação estatisticamente significante com AutoF (p=0,017), tipo de drusa(p=0,025) e a espessura (p=0,039) e volume macular no OCT (p=0,027). (3) OFDT estratégia macular teve associação estatisticamente significante com AutoF (p=0,0) enquanto o FDT 102 teve associação estatisticamente significante com AutoF(p=0,0) e drusa(p=0,043). (4) Os resultados do PHP tiveram associação estatisticamente significante com as alterações estruturais encontradas na AutoF (p=0,0) e com o tipo de drusas (p=0,008). (5) A AV LogMAR teve associação estatisticamente significante com o volume macular no OCT (p=0,024). Nas avaliações entre a média por quadrantes dos testes funcionais e a área de drusas, AutoF e hiperautofluorescência (HiperF) por quadrantes encontramos os seguintes resultados: (1) O BB 102 por quadrantes teve associação estatisticamente significativa com a área de drusa (p=0,036) e de AutoF (p=0,0). (2) O AA 102 por quadrantes teve associação estatisticamente significante com a área de drusa (p=0,048). (3) O FDT macular por quadrantes teve associação estatisticamente significante com a área de AutoF (p=0,0) e HiperF (p=0,09), enquanto o FDT 102 teve associação estatisticamente significante apenas com AutoF (p=0,0). (4) A área de PHP alterado por quadrantes teve associação estatisticamente significante com a área de drusa por quadrantes (p=0,033). Conclusões: Houve associação significativa entre os testes psicofísicos e o estágio inicial de DMRI, principalmente com as alterações estruturais vistas na AutoF. Observouse correlação estatística significativa entre o FDT 102 e a área das drusas. Exames de fácil execução e baixo custo, acessíveis à prática diária do oftalmologista em seu consultório mostraram alterações funcionais significativas em pacientes com boa acuidade visual e alterações anatômicas iniciais de DMRI, podendo ser uma boa ferramenta de diagnóstico e acompanhamento do risco de progressão da DMRI, bem como pós tratamento. Objective: To evaluate the association between anatomical findings in agerelated macular degeneration (AMD) and macular psychophysical tests. Methods: This is a prospective, crosssectional, and not controlled study in selected patients with a prior diagnosis of AMD. All patients had AMD in its early stages that are drusen and pigmentary changes. Patients underwent a complete eye examination including measurement of best corrected visual acuity (BCVA), anterior segment biomicroscopy, fundus biomicroscopy, fundus photography, and Autofluorescence (AutoF) performed using system of Confocal Laser Scanning and pattern Optical Coherence Tomography (OCT). Macular psychophysical tests were performed: Standard Automated Perimetry (SAP) 102 and ShortWavelength Automated Perimetry (SWAP) 102, Frequency Doubling Technology perimetry (FDT) 102 and macular Preferential Hyperacuity perimetry (PHP). The correlation was done between the anatomical evaluation and results of psychophysical tests by calculating the area of drusen and pigmentary changes overall and by quadrant. Each of the functional variables was correlated one by one with the structural variables. To evaluate the association between measures of structural changes and macular psychophysical tests using both eyes and fitness for dependence between the two, we used the model of generalized estimating equations (GEE English Generalized Estimation Equations). The dependent variable was the psychophysical test (functional assessment) and the independent were structural parameters. The results are presented in accordance with good statistical rules and were obtained from likelihood values reflecting how likely it is that the model used results in patterns may be observed in real data. The GEE has on the likelihood of Independence Criterion Model (Model QIC English Independence Criterion) for choosing the best model and best model is the one with lowest value [1]. Results: (1) The results of the 102 SAP had a statistically significant association with drusen (p = 0.08), AutoF (p = 0.0) and OCT macular volume (p = 0.02). (2) The results of the SWAP 102 were significantly associated with AutoF (p = 0.017), type of drusen (p = 0.025) and thickness (p = 0.039) and OCT macular volume (p = 0.027). (3) macular OFDT strategy was significantly associated with AutoF (p = 0.0) while the FDT 102 was significantly associated with AutoF (p = 0.0) and drusen (p = 0.043). (4) The results of the PHP had a statistically significant association with the structural changes in AutoF (p = 0.0) and the type of drusen (p = 0.008). (5) The LogMAR VA was significantly associated with the OCT macular volume (p = 0.024). In the evaluations between the average per quadrant of the functional tests and the area of drusen, and AutoF, hiperautofluorescence (HiperF) per quadrant we find the following results: (1) SAP 02.10 per quadrant had a statistically significant association with the area of drusen (p = 0.036) and AutoF (p = 0.0). (2) The SWAP 2.10 per quadrants was significantly associated with the area of drusen (p = 0.048). (3) The FDT per macular quadrant was significantly associated with the area of AutoF (p = 0.0) and HiperF (p = 0.09), while the FDT 102 was significantly associated only with AutoF (p = 0.0). (4) The area altered by PHP quadrants was significantly associated with the area of drusen by quadrants (p = 0.033). Conclusions: A significant association between the psychophysical tests and the early stage of AMD, especially with the structural changes seen in AutoF. In our study we found statistically significant correlation between the FDT 102 and drusen area. Examination of easy execution and low cost, accessible to the everyday practice of the ophthalmologist in his office, showed significant functional changes in patients with good initial visual acuity and AMD, which may be a good diagnostic tool and monitoring the risk of progression of AMD, as well as after treatment.augusto.paranhos@gmail.com143 f.BARBOSA, Andréa Lima. Correlação entre achados anatômicos e psicofísicos na degeneração macular relacionada à idade. 2011. 143 f. Tese (Doutorado em Oftalmologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). São Paulo, 2025.https://hdl.handle.net/11600/74501ark:/48912/001300001tb29porUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessNão se aplicaDegeneração macular relacionada à idadeCorrelação anatômica e funcionalFunção macularCélulas ganglionaresFotorreceptoresCorrelação entre achados anatômicos e psicofísicos na degeneração macular relacionada à idadeAnatomical and functional correlation in age related maculopathyinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Oftalmologia e Ciências VisuaisORIGINALTese_Andréa Lima Barbosa.pdfTese_Andréa Lima Barbosa.pdfapplication/pdf4165260https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/0521064e-ea73-482e-b006-04c99c10e66e/downloadd8128594cb07bf9bcef4a938b383cf1aMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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description Objetivo: Avaliar a associação topográfica entre achados anatômicos na Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) com testes psicofísicos maculares. Métodos: Este é um estudo prospectivo, corte transversal, não controlado, em pacientes selecionados com diagnóstico prévio de DMRI. Todos os pacientes apresentavam DMRI em sua fase inicial que são drusas e alterações pigmentares. Os pacientes foram submetidos a exame oftalmológico completo, incluindo a medição de melhor acuidade visual (AV) corrigida, biomicroscopia do segmento anterior, biomicroscopia de fundo, retinografia, autofluorescência (AutoF) realizada utilizando um sistema de varredura a laser confocal e tomografia de coerência óptica (OCT) padrão. Os testes maculares psicofísicos realizados foram: campo visual brancobranco (BB) ou Standard Automated Perimetry (SAP) 102 e o azulamarelo (AA) ou ShortWavelength Automated Perimetry (SWAP) 102, perimetria de frequência dupla (FDT) 102 e macular e perimetria de hiperacuidade preferencial (PHP). A correlação foi feita entre a avaliação anatômica e os resultados dos testes psicofísicos calculando a área de drusas e alterações pigmentares globais e por quadrantes. Cada uma das variáveis funcionais foi correlacionada uma a uma com as variáveis estruturais. Para avaliar a associação entre as medidas das alterações estruturais maculares e os testes psicofísicos, utilizando ambos os olhos e com adequação para dependência entre ambos, foi utilizado o modelo de Equações Estimadas Generalizadas (GEE do inglês Generalized Estimation Equations). A variável dependente sempre foi o teste psicofísico (avaliação funcional) e a independente os parâmetros de alterações estruturais. Os resultados, apresentados seguindo as boas regras estatísticas, foram obtidos de valores de verossimilhança e refletem o quão provável é que o modelo usado resulte em padrões observados nos dados reais. O GEE apresenta quase verossimilhança quanto ao Critério Modelo de Independência (QIC do inglês Quasilikelihood under the Independence model Criterion) por escolher o melhor modelo e o melhor modelo é aquele com o menor valor [1]. Resultados: (1) Os resultados do BB 102 tiveram associação estatisticamente significante com drusas (p=0,08), AutoF (p=0,0) e volume macular no OCT(p=0,02). (2)Os resultados do AA 102 tiveram associação estatisticamente significante com AutoF (p=0,017), tipo de drusa(p=0,025) e a espessura (p=0,039) e volume macular no OCT (p=0,027). (3) OFDT estratégia macular teve associação estatisticamente significante com AutoF (p=0,0) enquanto o FDT 102 teve associação estatisticamente significante com AutoF(p=0,0) e drusa(p=0,043). (4) Os resultados do PHP tiveram associação estatisticamente significante com as alterações estruturais encontradas na AutoF (p=0,0) e com o tipo de drusas (p=0,008). (5) A AV LogMAR teve associação estatisticamente significante com o volume macular no OCT (p=0,024). Nas avaliações entre a média por quadrantes dos testes funcionais e a área de drusas, AutoF e hiperautofluorescência (HiperF) por quadrantes encontramos os seguintes resultados: (1) O BB 102 por quadrantes teve associação estatisticamente significativa com a área de drusa (p=0,036) e de AutoF (p=0,0). (2) O AA 102 por quadrantes teve associação estatisticamente significante com a área de drusa (p=0,048). (3) O FDT macular por quadrantes teve associação estatisticamente significante com a área de AutoF (p=0,0) e HiperF (p=0,09), enquanto o FDT 102 teve associação estatisticamente significante apenas com AutoF (p=0,0). (4) A área de PHP alterado por quadrantes teve associação estatisticamente significante com a área de drusa por quadrantes (p=0,033). Conclusões: Houve associação significativa entre os testes psicofísicos e o estágio inicial de DMRI, principalmente com as alterações estruturais vistas na AutoF. Observouse correlação estatística significativa entre o FDT 102 e a área das drusas. Exames de fácil execução e baixo custo, acessíveis à prática diária do oftalmologista em seu consultório mostraram alterações funcionais significativas em pacientes com boa acuidade visual e alterações anatômicas iniciais de DMRI, podendo ser uma boa ferramenta de diagnóstico e acompanhamento do risco de progressão da DMRI, bem como pós tratamento.
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