Avaliação do citrato urinário como marcador de progressão da Doença Renal Policística Autossômica Dominante (DRPAD)
| Ano de defesa: | 2023 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300001x432 |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/69641 |
Resumo: | A doença renal policística autossômica dominante (DRPAD)representa a patologia renal de origem monogênica mais co-mum, caracterizando-se pelo desenvolvimento sucessivo decistos cujo contínuo crescimento leva à distorção da arquiteturado parênquima renal e à perda de função. Dentre asmanifestações clínicas associadas figuram a hipertensão arte-rial, dor lombar ou abdominal, infecção urinária, hematúria enefrolitíase, entre outras. Estudos clínicos têm demonstrado el-evada prevalência de nefrolitíase em DRPAD e entre os fatoresde risco para a formação de cálculos; foi também observadocom frequência, uma redução dos níveis de citrato urinárionessa população. Em modelos experimentais identificou-se quetal redução, bem como a obstrução tubular causada peladeposição de cristais, ativa vias de sinalização culminando emaceleração da cistogênese. A hipótese do presente estudo é ade que a redução do citrato urinário em pacientes com DRPADpode potencialmente elevar o risco de progressão da doença.Objetivo: Avaliar retrospectivamente os impactos dos níveis decitrato urinário na sobrevida renal e progressão da DRPAD aolongo do tempo. Materiais e Métodos: Os dados clínicos e labo-ratoriais foram obtidos de prontuários médicos de pacientescom DRPAD, comprovados por critérios ultrassonográficos ehistórico familiar, seguidos ambulatorialmente na Disciplina deNefrologia da Universidade Federal de São Paulo entre 2002-2021. Foram selecionados apenas os prontuários com dadosdisponíveis de citrato urinário determinado no início do acom-panhamento no Serviço. Num subgrupo de pacientes que con-tinham medidas de creatinina sérica (sCr) na admissão (basal)e pelo menos mais 3 sCr ao longo do acompanhamento foi cal-culado declínio (slope) da taxa de filtração glomerular estimada(TFGe) com o intuito de determinar a perda de função renal. Ovolume renal total (total kidney volume, TKV) inicial foi baseadoem ultrassom. Utilizamos modelos lineares mistos para avaliar aassociação da excreção de citrato urinário com o slope daTFGe e modelos de regressão de Kaplan-Meier e Cox paraavaliar a taxa de risco para um desfecho renal (declínio deTFGe > 40%, insuficiência renal ou terapia de substituição re-nal). Resultados: De um total de 736 pacientes selecionados,166 (103F/63M, 34,4 ± 13,5 anos) foram elegíveis parainclusão, sendo 80% em estágio 1 e 2 de doença renal crônica(DRC). Nefrolitíase esteve associada em 51 pacientes (31%),que apresentavam mediana (IQR) de TKV maior do que os nãolitiásicos, 294,0 (189,5 – 636,0) mL versus 204,0 (150,5 –347,5) mL, p=0,015, porém sem diferenças quanto aos níveisde citrato urinário, 295 (157 - 470) mg/24h versus 264 (167 –395) mg/24hs, p=0,345. A hipocitratúria (citrato urinário < 320mg/24h) foi evidenciada em 100/166 (60%) dos pacientes. Ogrupo de hipocitratúricos apresentou TFGe significantementemenor (p=0,002), maior TKV (p=0,032) e tendência a umamaior porcentagem de hipertensos (p=0,056), sem diferençasestatísticas nos níveis séricos de bicarbonato e potássio, quando comparado aos normocitratúricos. O slope da TFGepode ser calculado em 95 pacientes cuja mediana de acompan-hamento ambulatorial foi de 11 anos (IQR 5-15 anos). A relaçãocitrato/creatinina urinários (uCit/Cr) correlacionou-se com TFGee TKV (R² = 0,17 e 0,22, p < 0,001 para ambos). Pacientes como menor tercil de uCit/Cr (T1) apresentaram um declínio signifi-cantemente maior da TFGe de 3,7 ml/min/1,73m2/ano versus omaior tercil (T3) 2,3 ml/min/1,73m2/ano (p=0,04). A mediana detempo sobrevida de T1 foi significantemente menor quandocomparada ao T3, 9 anos (95% IC 4,9 a 13,1) versus 18 anos(95% IC 14,7 a 21,3) , p= 0,002. A cada redução de uCit/Cr emunidade logarítmica observou-se um risco 5 vezes maior de umdesfecho renal, mesmo após ajustes para idade, sexo e TFGebasal. Conclusão: A reduzida excreção urinária de citrato asso-ciou-se a um declínio mais rápido da TFGe e pior sobrevida re-nal em pacientes com DRPAD, independentemente de outrosdeterminantes de progressão da doença. Os presentes acha-dos sugerem que o citrato urinário possa representar potencial-mente um marcador prognóstico adicional de progressão emDRPAD. |
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Em modelos experimentais identificou-se quetal redução, bem como a obstrução tubular causada peladeposição de cristais, ativa vias de sinalização culminando emaceleração da cistogênese. A hipótese do presente estudo é ade que a redução do citrato urinário em pacientes com DRPADpode potencialmente elevar o risco de progressão da doença.Objetivo: Avaliar retrospectivamente os impactos dos níveis decitrato urinário na sobrevida renal e progressão da DRPAD aolongo do tempo. Materiais e Métodos: Os dados clínicos e labo-ratoriais foram obtidos de prontuários médicos de pacientescom DRPAD, comprovados por critérios ultrassonográficos ehistórico familiar, seguidos ambulatorialmente na Disciplina deNefrologia da Universidade Federal de São Paulo entre 2002-2021. Foram selecionados apenas os prontuários com dadosdisponíveis de citrato urinário determinado no início do acom-panhamento no Serviço. Num subgrupo de pacientes que con-tinham medidas de creatinina sérica (sCr) na admissão (basal)e pelo menos mais 3 sCr ao longo do acompanhamento foi cal-culado declínio (slope) da taxa de filtração glomerular estimada(TFGe) com o intuito de determinar a perda de função renal. Ovolume renal total (total kidney volume, TKV) inicial foi baseadoem ultrassom. Utilizamos modelos lineares mistos para avaliar aassociação da excreção de citrato urinário com o slope daTFGe e modelos de regressão de Kaplan-Meier e Cox paraavaliar a taxa de risco para um desfecho renal (declínio deTFGe > 40%, insuficiência renal ou terapia de substituição re-nal). Resultados: De um total de 736 pacientes selecionados,166 (103F/63M, 34,4 ± 13,5 anos) foram elegíveis parainclusão, sendo 80% em estágio 1 e 2 de doença renal crônica(DRC). Nefrolitíase esteve associada em 51 pacientes (31%),que apresentavam mediana (IQR) de TKV maior do que os nãolitiásicos, 294,0 (189,5 – 636,0) mL versus 204,0 (150,5 –347,5) mL, p=0,015, porém sem diferenças quanto aos níveisde citrato urinário, 295 (157 - 470) mg/24h versus 264 (167 –395) mg/24hs, p=0,345. A hipocitratúria (citrato urinário < 320mg/24h) foi evidenciada em 100/166 (60%) dos pacientes. Ogrupo de hipocitratúricos apresentou TFGe significantementemenor (p=0,002), maior TKV (p=0,032) e tendência a umamaior porcentagem de hipertensos (p=0,056), sem diferençasestatísticas nos níveis séricos de bicarbonato e potássio, quando comparado aos normocitratúricos. O slope da TFGepode ser calculado em 95 pacientes cuja mediana de acompan-hamento ambulatorial foi de 11 anos (IQR 5-15 anos). A relaçãocitrato/creatinina urinários (uCit/Cr) correlacionou-se com TFGee TKV (R² = 0,17 e 0,22, p < 0,001 para ambos). Pacientes como menor tercil de uCit/Cr (T1) apresentaram um declínio signifi-cantemente maior da TFGe de 3,7 ml/min/1,73m2/ano versus omaior tercil (T3) 2,3 ml/min/1,73m2/ano (p=0,04). A mediana detempo sobrevida de T1 foi significantemente menor quandocomparada ao T3, 9 anos (95% IC 4,9 a 13,1) versus 18 anos(95% IC 14,7 a 21,3) , p= 0,002. A cada redução de uCit/Cr emunidade logarítmica observou-se um risco 5 vezes maior de umdesfecho renal, mesmo após ajustes para idade, sexo e TFGebasal. Conclusão: A reduzida excreção urinária de citrato asso-ciou-se a um declínio mais rápido da TFGe e pior sobrevida re-nal em pacientes com DRPAD, independentemente de outrosdeterminantes de progressão da doença. 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Avaliação do citrato urinário como marcador de progressão da Doença Renal Policística Autossômica Dominante (DRPAD) Sousa, Hiago Murilo Gomes e [UNIFESP] Citrato urinário I Doença renal policística autossômica dominante |
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Citrato urinário I Doença renal policística autossômica dominante |
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Citrato urinário I Doença renal policística autossômica dominante |
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A doença renal policística autossômica dominante (DRPAD)representa a patologia renal de origem monogênica mais co-mum, caracterizando-se pelo desenvolvimento sucessivo decistos cujo contínuo crescimento leva à distorção da arquiteturado parênquima renal e à perda de função. Dentre asmanifestações clínicas associadas figuram a hipertensão arte-rial, dor lombar ou abdominal, infecção urinária, hematúria enefrolitíase, entre outras. Estudos clínicos têm demonstrado el-evada prevalência de nefrolitíase em DRPAD e entre os fatoresde risco para a formação de cálculos; foi também observadocom frequência, uma redução dos níveis de citrato urinárionessa população. Em modelos experimentais identificou-se quetal redução, bem como a obstrução tubular causada peladeposição de cristais, ativa vias de sinalização culminando emaceleração da cistogênese. A hipótese do presente estudo é ade que a redução do citrato urinário em pacientes com DRPADpode potencialmente elevar o risco de progressão da doença.Objetivo: Avaliar retrospectivamente os impactos dos níveis decitrato urinário na sobrevida renal e progressão da DRPAD aolongo do tempo. Materiais e Métodos: Os dados clínicos e labo-ratoriais foram obtidos de prontuários médicos de pacientescom DRPAD, comprovados por critérios ultrassonográficos ehistórico familiar, seguidos ambulatorialmente na Disciplina deNefrologia da Universidade Federal de São Paulo entre 2002-2021. Foram selecionados apenas os prontuários com dadosdisponíveis de citrato urinário determinado no início do acom-panhamento no Serviço. Num subgrupo de pacientes que con-tinham medidas de creatinina sérica (sCr) na admissão (basal)e pelo menos mais 3 sCr ao longo do acompanhamento foi cal-culado declínio (slope) da taxa de filtração glomerular estimada(TFGe) com o intuito de determinar a perda de função renal. Ovolume renal total (total kidney volume, TKV) inicial foi baseadoem ultrassom. Utilizamos modelos lineares mistos para avaliar aassociação da excreção de citrato urinário com o slope daTFGe e modelos de regressão de Kaplan-Meier e Cox paraavaliar a taxa de risco para um desfecho renal (declínio deTFGe > 40%, insuficiência renal ou terapia de substituição re-nal). Resultados: De um total de 736 pacientes selecionados,166 (103F/63M, 34,4 ± 13,5 anos) foram elegíveis parainclusão, sendo 80% em estágio 1 e 2 de doença renal crônica(DRC). Nefrolitíase esteve associada em 51 pacientes (31%),que apresentavam mediana (IQR) de TKV maior do que os nãolitiásicos, 294,0 (189,5 – 636,0) mL versus 204,0 (150,5 –347,5) mL, p=0,015, porém sem diferenças quanto aos níveisde citrato urinário, 295 (157 - 470) mg/24h versus 264 (167 –395) mg/24hs, p=0,345. A hipocitratúria (citrato urinário < 320mg/24h) foi evidenciada em 100/166 (60%) dos pacientes. Ogrupo de hipocitratúricos apresentou TFGe significantementemenor (p=0,002), maior TKV (p=0,032) e tendência a umamaior porcentagem de hipertensos (p=0,056), sem diferençasestatísticas nos níveis séricos de bicarbonato e potássio, quando comparado aos normocitratúricos. O slope da TFGepode ser calculado em 95 pacientes cuja mediana de acompan-hamento ambulatorial foi de 11 anos (IQR 5-15 anos). A relaçãocitrato/creatinina urinários (uCit/Cr) correlacionou-se com TFGee TKV (R² = 0,17 e 0,22, p < 0,001 para ambos). Pacientes como menor tercil de uCit/Cr (T1) apresentaram um declínio signifi-cantemente maior da TFGe de 3,7 ml/min/1,73m2/ano versus omaior tercil (T3) 2,3 ml/min/1,73m2/ano (p=0,04). A mediana detempo sobrevida de T1 foi significantemente menor quandocomparada ao T3, 9 anos (95% IC 4,9 a 13,1) versus 18 anos(95% IC 14,7 a 21,3) , p= 0,002. A cada redução de uCit/Cr emunidade logarítmica observou-se um risco 5 vezes maior de umdesfecho renal, mesmo após ajustes para idade, sexo e TFGebasal. Conclusão: A reduzida excreção urinária de citrato asso-ciou-se a um declínio mais rápido da TFGe e pior sobrevida re-nal em pacientes com DRPAD, independentemente de outrosdeterminantes de progressão da doença. Os presentes acha-dos sugerem que o citrato urinário possa representar potencial-mente um marcador prognóstico adicional de progressão emDRPAD. |
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