Propagação, seleção e avaliação de porta-enxertos para pessegueiros e ameixeiras

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Oliveira, João Alison Alves
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Viçosa
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/22005
Resumo: O porta-enxerto influencia o desempenho agronômico de plantas frutíferas. Porém, em pessegueiro e ameixeira, especialmente para as cultivares produzidas no Brasil, essa relação não está bem elucidada. Os objetivos deste trabalho foram avaliar o enraizamento de estacas lenhosas de porta-enxertos de pessegueiro submetidas a diferentes concentrações de ácido indolbutírico (AIB); selecionar genótipos promissores de porta- enxerto com base na capacidade de enraizamento por estaquia; avaliar o uso da interenxertia no desempenho vegetativo e a qualidade de frutos de ameixeiras e, analisar a resposta agronômica de cultivares copa de pessegueiro quando enxertados sobre diferentes porta-enxertos. Para isso, foram conduzidos quatro experimentos. No capítulo I, estacas das seleções UFVP 1701-1, UFVP 1701-2, UFVP 102-1, UFVP 102-2, UFVP 202-1 e do porta-enxerto ‘Okinawa’ foram tratadas por imersão da base por cinco segundos em cinco doses de AIB (0, 1.000, 2.000, 3.000 e 4.000 mg L -1 ). A estaquia foi realizada em caixas plásticas contendo areia, em câmara de nebulização. No capítulo II, foram avaliados 77 genótipos, pertencentes a cinco progênies F3 de pessegueiro. Foram avaliados a percentagem de enraizamento (ENR), número de raízes por estaca (NR) e comprimento médio de raízes (CR). Já no capítulo III, foram testados dois genótipos de pessegueiro (UFV 186 e UFV 286) como interenxertos nas ameixeiras ‘Reubennel’ e ‘Gufblaze’. No último capítulo, foram avaliados o desempenho de sete seleções de porta- enxertos UFV 1701-1, UFV 1701-2, UFV 102-1, UFV 102-2, UFV 186, UFV 286, UFV 202-1 e a cv Okinawa (testemunha) sob pessegueiros das cultivares ‘Aurora 1’ e ‘Tropic Beauty’. Os principais resultados observados foram: Capítulo I – Os genótipos UFVP 102-1 e UFVP 202-1 apresentam alto potencial de enraizamento adventício em estacas lenhosas, com enraizamento de 76,8 e 66,5%, respectivamente. O ácido indolbutírico, na concentração de 2.000 mg.L -1 , pode ser recomendado para o tratamento de estacas lenhosas dos porta-enxertos testados, para estaquia no inverno. Capítulo II – As variáveis percentual de enraizamento (ENR), número de raiz (NR) e comprimento médio de raiz (CR) apresentaram herdabilidade média de progênies de 0,53, 0,60 e 0,83, respectivamente. Dos indivíduos selecionados, 89,5% pertenciam à progênie 713 (Talismã x Adafuel). As estimativas dos parâmetros genéticos e fenotípicos mostrou a possibilidade de sucesso pela seleção de genótipos superiores, com ganhos de 9,09, 17,47 e 24% para ENR, NR e CR, respectivamente. Capítulo III – O interenxerto UFVP 286 proporcionou menor altura de planta para a ameixeira ‘Gufblaze’ nos dois anos de avaliação. Os diâmetros de tronco foram 50,2% e 44,25% menores quando utilizado o interenxerto UFVP 286 em comparação à testemunha, nos cultivares ‘Gufblaze’ e ‘Reubennel’ respectivamente. Em ‘Reubennel’, o uso da interenxertia não influenciou na massa dos frutos. De modo geral, os genótipos de pessegueiro UFVP 186 e UFVP 286 podem ser recomendados como interenxertos nas ameixeiras estudadas, para redução de porte das plantas. O uso da interenxertia não afetou as características químicas dos frutos de ‘Gufblaze’. Capítulo IV – Os porta-enxertos afetaram o vigor das cultivares testadas, sendo menor quando utilizados os porta-enxertos UFV 186, UFV 286 e UFV 102-1. As cultivares Aurora 1 e Tropic Beauty foram mais produtivas quando enxertadas em UFV 1701-1. Os porta-enxertos testados exerceram pouca influência na massa média dos frutos.
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spelling Propagação, seleção e avaliação de porta-enxertos para pessegueiros e ameixeirasPropagation, selection and evaluation of rootstocks for peach and plums treesPrumus persicaPrumumus salicinaPêssego - Propagação por estaquiaAmeixa - Propagação por estaquiaEnxertiaMelhoramento VegetalO porta-enxerto influencia o desempenho agronômico de plantas frutíferas. Porém, em pessegueiro e ameixeira, especialmente para as cultivares produzidas no Brasil, essa relação não está bem elucidada. Os objetivos deste trabalho foram avaliar o enraizamento de estacas lenhosas de porta-enxertos de pessegueiro submetidas a diferentes concentrações de ácido indolbutírico (AIB); selecionar genótipos promissores de porta- enxerto com base na capacidade de enraizamento por estaquia; avaliar o uso da interenxertia no desempenho vegetativo e a qualidade de frutos de ameixeiras e, analisar a resposta agronômica de cultivares copa de pessegueiro quando enxertados sobre diferentes porta-enxertos. Para isso, foram conduzidos quatro experimentos. No capítulo I, estacas das seleções UFVP 1701-1, UFVP 1701-2, UFVP 102-1, UFVP 102-2, UFVP 202-1 e do porta-enxerto ‘Okinawa’ foram tratadas por imersão da base por cinco segundos em cinco doses de AIB (0, 1.000, 2.000, 3.000 e 4.000 mg L -1 ). A estaquia foi realizada em caixas plásticas contendo areia, em câmara de nebulização. No capítulo II, foram avaliados 77 genótipos, pertencentes a cinco progênies F3 de pessegueiro. Foram avaliados a percentagem de enraizamento (ENR), número de raízes por estaca (NR) e comprimento médio de raízes (CR). Já no capítulo III, foram testados dois genótipos de pessegueiro (UFV 186 e UFV 286) como interenxertos nas ameixeiras ‘Reubennel’ e ‘Gufblaze’. No último capítulo, foram avaliados o desempenho de sete seleções de porta- enxertos UFV 1701-1, UFV 1701-2, UFV 102-1, UFV 102-2, UFV 186, UFV 286, UFV 202-1 e a cv Okinawa (testemunha) sob pessegueiros das cultivares ‘Aurora 1’ e ‘Tropic Beauty’. Os principais resultados observados foram: Capítulo I – Os genótipos UFVP 102-1 e UFVP 202-1 apresentam alto potencial de enraizamento adventício em estacas lenhosas, com enraizamento de 76,8 e 66,5%, respectivamente. O ácido indolbutírico, na concentração de 2.000 mg.L -1 , pode ser recomendado para o tratamento de estacas lenhosas dos porta-enxertos testados, para estaquia no inverno. Capítulo II – As variáveis percentual de enraizamento (ENR), número de raiz (NR) e comprimento médio de raiz (CR) apresentaram herdabilidade média de progênies de 0,53, 0,60 e 0,83, respectivamente. Dos indivíduos selecionados, 89,5% pertenciam à progênie 713 (Talismã x Adafuel). As estimativas dos parâmetros genéticos e fenotípicos mostrou a possibilidade de sucesso pela seleção de genótipos superiores, com ganhos de 9,09, 17,47 e 24% para ENR, NR e CR, respectivamente. Capítulo III – O interenxerto UFVP 286 proporcionou menor altura de planta para a ameixeira ‘Gufblaze’ nos dois anos de avaliação. Os diâmetros de tronco foram 50,2% e 44,25% menores quando utilizado o interenxerto UFVP 286 em comparação à testemunha, nos cultivares ‘Gufblaze’ e ‘Reubennel’ respectivamente. Em ‘Reubennel’, o uso da interenxertia não influenciou na massa dos frutos. De modo geral, os genótipos de pessegueiro UFVP 186 e UFVP 286 podem ser recomendados como interenxertos nas ameixeiras estudadas, para redução de porte das plantas. O uso da interenxertia não afetou as características químicas dos frutos de ‘Gufblaze’. Capítulo IV – Os porta-enxertos afetaram o vigor das cultivares testadas, sendo menor quando utilizados os porta-enxertos UFV 186, UFV 286 e UFV 102-1. As cultivares Aurora 1 e Tropic Beauty foram mais produtivas quando enxertadas em UFV 1701-1. Os porta-enxertos testados exerceram pouca influência na massa média dos frutos.The rootstock influences the agronomic performance of fruit plants. However, in peach and plum, particularly those varieties produced in Brazil, this relationship is not well understood. This study aimed to evaluate the rooting of hardwood cuttings of peach rootstock genotypes under different (IBA) concentrations, to select promising genotypes of peach rootstock for rooting capacity, to evaluate the use of intergrafting in vegetative performance and the quality of plum fruits, and, to evaluate the agronomic response of peach canopy cultivars when grafted on different rootstocks. For this, four experiments were conducted. In chapter I, the basal end of cuttings of genotypes UFVP: 1701-1, 1701- 2, 102-1, 102-2, 202-1 and 'Okinawa' were dipped into solutions with five concentrations of IBA (0, 1000, 2000 , 3000 and 4000 mg L -1 ) for 5 seconds. The cuttings were then placed in sand in plastic trays and kept in a mist chamber. In chapter II, seventy-seven genotypes of peach belonging to five F 3 progenies were evaluated. Rooting percentage (RP), number of roots per cutting (NR) and mean root length (RL) were evaluated. In chapter III, two peach genotypes (UFVP 186 and UFVP 286) were tested as intergrafts in the 'Reubennel' and 'Gufblaze'. In the last chapter, the performance of the peach cultivars Aurora 1 and Tropic Beauty with seven selections of rootstocks UFV 1701-1, UFV 1701-2, UFV 102-1, UFV 102-2, UFV 186, UFV 286, UFV 202-1 and ‘Okinawa’ were evaluated. The main results observed were: Chapter I – Genotypes 102-1 and 202- 1 showed high adventitious rooting potential in hardwood cuttings, with76.8 and 66.5% of rooting, respectively. The concentration of 2000 mg.L -1 of indolbutyric acid can be recommended for the treatment of hardwood cuttings of the tested rootstocks for propagation in June. Chapter II – The variables RP, NR and RL had progeny mean heritabilities of 0.53, 0.60 and 0.83, respectively. Of the individuals selected, 89.5% belonged to the 713 (Talismã x Adafuel) progeny. The estimation of the genetic and phenotypic parameters show the possibility of success by selecting superior genotypes, with gains of 9.09, 17.47 and 24% for RP, NR and RL, respectively. Chapter III – The interstock UFVP 286 produced Gulfblaze trees with lower height in the two years of evaluation. When using the UFVP 286 interstock, the trunk diameters were 50.2% smaller xiin Gulfblaze and 44.25% smaller in Reubennel than the control cultivars. Intergrafting had no influence on the fruit mass of Reubennel. In general, the peach genotypes UFVP 186 and UFVP 286 can be recommended as interstocks for reducing plant size in the plums studied. Intergrafting had no effect the chemical characteristics of 'Gufblaze' plums. Chapter IV – The rootstocks affected the vigor of the cultivars tested, which was poorer when grafted on the rootstocks UFV 186, UFV 286 and UFV 102-1. The cultivars Aurora 1 and Tropic Beauty were more productive when grafted on UFV 1701-1. The rootstocks tested had little influence on the average fruit mass.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoUniversidade Federal de ViçosaBruckner, Cláudio Horsthttp://lattes.cnpq.br/5594739566583144Silva, Danielle Fabíola Pereira daSantos, Carlos Eduardo Magalhães dosOliveira, João Alison Alves2018-09-26T13:25:08Z2018-09-26T13:25:08Z2018-07-17info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfOLIVEIRA, João Alison Alves. Propagação, seleção e avaliação de porta-enxertos para pessegueiros e ameixeiras. 2018. 63 f. Tese (Doutorado em Fitotecnia) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2018.http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/22005porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:LOCUS Repositório Institucional da UFVinstname:Universidade Federal de Viçosa (UFV)instacron:UFV2024-07-12T06:28:33Zoai:locus.ufv.br:123456789/22005Repositório InstitucionalPUBhttps://www.locus.ufv.br/oai/requestfabiojreis@ufv.bropendoar:21452024-07-12T06:28:33LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV)false
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