Pedagogia universitária: a potência da grupalidade como dispositivo formativo docente a partir da teoria de Pichonrivière
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/3214 |
Resumo: | O presente trabalho teve como objetivo compreender como a formação docente que integre processos formativos em coordenação de grupos - com os referenciais dos Grupos Operativos (GO) de Pichon-Rivière - contribui para a produção de uma estética de professoralidade, identificada na diferença que o sujeito produz em si mesmo. A questão norteadora deste estudo se definiu como: Quais estéticas da professoralidade foram produzidas e reconhecidas pelos docentes, a partir das experiências vividas nas suas práxis, quando em seu processo de formação continuada agregam a formação em GO de Pichon-Rivière? Trata-se de uma investigação de natureza qualitativa com o aporte epistemológico da fenomenologia hermenêutica, orientada por Max van Manen (2003), adotada ainda como referencial na análise dos achados. Como instrumento de pesquisa foi utilizada a entrevista fenomenológica, integrando cinco docentes do ensino superior. Para o quadro teórico que articula as categorias de pesquisa, tomou autores que são referenciais nos dois campos de conhecimento, aqui em congruência: a psicologia grupal e a educação e contemplou conceitos que no pensamento de Pichon-Rivière, gravitam em torno da grupalidade e sua associação com a pedagogia universitária. Os resultados apontaram que a potência que se identifica nesta aproximação foi construída na dinâmica da espiral em que circulam convergência e heterogeneidade; protagonismo e autonomia dos sujeitos; afiliação e produção de atitudes e valores que encontram eco nas demandas da sociedade. Com esse estudo a potência da grupalidade se insere no campo da pedagogia universitária como dispositivo formativo para a produção de ambiência de aprendizagem colaborativa, aguçando protagonismo e autonomia discente, provocando aprendizagens produzidas na heterogeneidade de pensamentos e respeito às singularidades dos sujeitos. Foi possível a discussão sobre os impactos que a formação em GO provocou nos docentes, ocasionando transformação em suas vidas e visão de mundo e compreender que integrar GO na formação docente potencializa a docência para novos desafios na educação frente à diversidade de perfis dos estudantes. |
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Pedagogia universitária: a potência da grupalidade como dispositivo formativo docente a partir da teoria de PichonrivièrePedagogía universitaria: el poder de la grupalidad como dispositivo formativo docente desde la teoría de Pichon-RivièreDocência UniversitáriaGrupos OperativosGrupalidadeEstéticas da ProfessoralidadeO presente trabalho teve como objetivo compreender como a formação docente que integre processos formativos em coordenação de grupos - com os referenciais dos Grupos Operativos (GO) de Pichon-Rivière - contribui para a produção de uma estética de professoralidade, identificada na diferença que o sujeito produz em si mesmo. A questão norteadora deste estudo se definiu como: Quais estéticas da professoralidade foram produzidas e reconhecidas pelos docentes, a partir das experiências vividas nas suas práxis, quando em seu processo de formação continuada agregam a formação em GO de Pichon-Rivière? Trata-se de uma investigação de natureza qualitativa com o aporte epistemológico da fenomenologia hermenêutica, orientada por Max van Manen (2003), adotada ainda como referencial na análise dos achados. Como instrumento de pesquisa foi utilizada a entrevista fenomenológica, integrando cinco docentes do ensino superior. Para o quadro teórico que articula as categorias de pesquisa, tomou autores que são referenciais nos dois campos de conhecimento, aqui em congruência: a psicologia grupal e a educação e contemplou conceitos que no pensamento de Pichon-Rivière, gravitam em torno da grupalidade e sua associação com a pedagogia universitária. Os resultados apontaram que a potência que se identifica nesta aproximação foi construída na dinâmica da espiral em que circulam convergência e heterogeneidade; protagonismo e autonomia dos sujeitos; afiliação e produção de atitudes e valores que encontram eco nas demandas da sociedade. Com esse estudo a potência da grupalidade se insere no campo da pedagogia universitária como dispositivo formativo para a produção de ambiência de aprendizagem colaborativa, aguçando protagonismo e autonomia discente, provocando aprendizagens produzidas na heterogeneidade de pensamentos e respeito às singularidades dos sujeitos. Foi possível a discussão sobre os impactos que a formação em GO provocou nos docentes, ocasionando transformação em suas vidas e visão de mundo e compreender que integrar GO na formação docente potencializa a docência para novos desafios na educação frente à diversidade de perfis dos estudantes. El presente trabajo tuvo como objetivo comprender cómo la formación docente que integra procesos de formación en coordinación de grupos - con los referentes de los Grupos Operativos (GO) de Pichon-Rivière - contribuye a la producción de una estética de la cátedra, identificada en la diferencia que el sujeto produce en sí mismo. La pregunta orientadora de este estudio se definió como: ¿Qué estéticas de cátedra fueron producidas y reconocidas por los docentes, a partir de las experiencias vividas en su praxis, cuando en su proceso de formación permanente agregan la formación en GO de Pichon-Rivière? Se trata de una investigación cualitativa con el aporte epistemológico de la fenomenología hermenéutica, guiada por Max van Manen (2003), aún adoptada como referencia en el análisis de los hallazgos. Como instrumento de investigación se utilizó la entrevista fenomenológica, integrando a cinco profesores de educación superior. Para el marco teórico que articula las categorías de investigación, se tomó a autores referentes en los dos campos del saber, aquí en congruencia: psicología del grupo y educación, y se contemplaron conceptos que, en el pensamiento de Pichon-Rivière, gravitan en torno a la grupalidad y su vinculación con la universidad. pedagogía. Los resultados mostraron que el poder identificado en este enfoque se construyó en la dinámica de la espiral en la que circulan la convergencia y la heterogeneidad; protagonismo y autonomía de los sujetos; filiación y producción de actitudes y valores que se hacen eco en las demandas de la sociedad. Con este estudio se inserta el poder de la agrupación en el campo de la pedagogía universitaria como dispositivo formativo para la producción de un ambiente de aprendizaje colaborativo, potenciando el protagonismo y la autonomía de los estudiantes, provocando aprendizajes producidos en la heterogeneidad de pensamientos y el respeto a las singularidades de los asignaturas. Fue posible discutir los impactos que la formación en GO provocó en los docentes, provocando transformaciones en su vida y cosmovisión y comprender que integrar GO en la formación docente potencia la enseñanza para nuevos desafíos en la educación frente a la diversidad de perfiles de estudiantes.Sitja, Liege Maria QueirozSilva, Denise Vieira daMachado, Álvaro LimaMiranda, Dayse Lago deFontes, Norma Barbosa2022-09-08T13:44:52Z2022-09-08T13:44:52Z2021-11-09info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfFONTES, Norma Barbosa. Pedagogia universitária: a potência da grupalidade como dispositivo formativo docente a partir da teoria de Pichonrivière. Orientadora: Liege Maria Queiroz Sitja. 2021. 164f. 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