Diferenças de sexo na associação entre capital social e mortalidade por todas as causas: achados do Estudo Longitudinal de Saúde dos Idosos Brasileiros
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Alfenas
Universidade Federal de São Carlos Sede Mestrado em Enfermagem |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Enfermagem
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| Departamento: |
Escola de Enfermagem
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/3239 |
Resumo: | Introdução: O capital social é definido como o conjunto de recursos reais ou potenciais advindos de uma rede sólida de relacionamentos. Logo, o nível de inserção e engajamento dos indivíduos pertencentes aos grupos sociais garante acesso a determinadas vantagens e benefícios. Ao envelhecer, a pessoa idosa pode encontrar dificuldade em manter seus papeis sociais dentro de suas famílias/comunidades, o que pode resultar em níveis diferentes de capital social. Além disso, homens e mulheres idosas tem socialização e redes sociais muito diversas, trazendo impactos significativos quanto a forma como o capital social pode interferir na saúde desse grupo etário. Levando em consideração a influência positiva do capital social na promoção da saúde e prevenção de doenças entre pessoas mais velhas, o mesmo pode diminuir as chances de desfechos negativos de saúde e, consequentemente, o risco de óbito entre as pessoas mais velhas. Objetivo: Verificar se aspectos relacionados ao capital social estão associados a mortalidade por todas as causas entre homens e mulheres com idade de 50 anos ou mais. Método: Estudo de coorte prospectiva que utilizou os dados do Estudo Longitudinal de Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-BRASIL). Os dados da linha de base são de 2015/16 e o acompanhamento foi feito até a segunda onda (2019/21). A amostra inclui indivíduos com 50 anos ou mais, residentes em 70 municípios das diferentes regiões do país. O capital social foi avaliado por meio de questões autorreferidas, sendo que o capital estrutural foi avaliado por meio da realização de trabalho voluntário e participação social, e o capital social cognitivo foi avaliado por meio da confiança interpessoal e da percepção do indivíduo quanto a possuir amigos. As informações sobre os óbitos foram vinculadas ao Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). As análises de associação entre o capital social e a mortalidade foram realizadas por meio de modelos de regressão de riscos proporcionais de Cox. Resultados: Das 7.791pessoas com 50 anos ou mais acompanhadas, a maioria é do sexo feminino (54,51%), está na faixa etária de 50 a 59 anos (49,76%) e tem renda insuficiente para suas necessidades diárias (40,83%). Quanto às questões de saúde, a maioria apresenta doenças crônicas, como a hipertensão arterial sistêmica (51,42%) e diabetes (15,70%). Já quanto aos tipos de capital social, a maioria não realiza atividades de trabalho voluntário (80,82%), mas participam de atividades sociais organizadas (50,40%), têm amigos (90,23%) e confiam nos vizinhos/pessoas próximas (81,58%). A participação social (HR=0,74; IC95%=0,56-0,97) e a percepção de amigos (HR=0,72; IC95%=0,52-0,99) reduzem em 26% e 28% o risco de óbito entre as mulheres, independentemente de aspectos socioeconômicos, clínicos e de estilo de vida. Não foi observada associação entre aspectos do capital social e mortalidade entre os homens. Conclusão: Observou-se diferença de sexo, sendo que o maior capital social estrutural e cognitivo esteve associado a menor risco de óbito entre as mulheres participantes do estudo. Este estudo traz contribuições importantes quanto ao papel do capital social na prevenção de agravos para as mulheres idosas, mas ainda são necessários mais estudos para compreender como este construto pode influenciar os homens mais velhos. |
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Belineli, Lilian MirandaFava, Silvana Maria Coelho LeiteAlexandre, Tiago da SilvaBrito, Tábatta Renata Pereira de2025-12-22T19:12:00Z2025-12-22T19:12:00Z2025-11-28https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/3239847425657277635642916083201930992024.1.203.010Introdução: O capital social é definido como o conjunto de recursos reais ou potenciais advindos de uma rede sólida de relacionamentos. Logo, o nível de inserção e engajamento dos indivíduos pertencentes aos grupos sociais garante acesso a determinadas vantagens e benefícios. Ao envelhecer, a pessoa idosa pode encontrar dificuldade em manter seus papeis sociais dentro de suas famílias/comunidades, o que pode resultar em níveis diferentes de capital social. Além disso, homens e mulheres idosas tem socialização e redes sociais muito diversas, trazendo impactos significativos quanto a forma como o capital social pode interferir na saúde desse grupo etário. Levando em consideração a influência positiva do capital social na promoção da saúde e prevenção de doenças entre pessoas mais velhas, o mesmo pode diminuir as chances de desfechos negativos de saúde e, consequentemente, o risco de óbito entre as pessoas mais velhas. Objetivo: Verificar se aspectos relacionados ao capital social estão associados a mortalidade por todas as causas entre homens e mulheres com idade de 50 anos ou mais. Método: Estudo de coorte prospectiva que utilizou os dados do Estudo Longitudinal de Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-BRASIL). Os dados da linha de base são de 2015/16 e o acompanhamento foi feito até a segunda onda (2019/21). A amostra inclui indivíduos com 50 anos ou mais, residentes em 70 municípios das diferentes regiões do país. O capital social foi avaliado por meio de questões autorreferidas, sendo que o capital estrutural foi avaliado por meio da realização de trabalho voluntário e participação social, e o capital social cognitivo foi avaliado por meio da confiança interpessoal e da percepção do indivíduo quanto a possuir amigos. As informações sobre os óbitos foram vinculadas ao Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). As análises de associação entre o capital social e a mortalidade foram realizadas por meio de modelos de regressão de riscos proporcionais de Cox. Resultados: Das 7.791pessoas com 50 anos ou mais acompanhadas, a maioria é do sexo feminino (54,51%), está na faixa etária de 50 a 59 anos (49,76%) e tem renda insuficiente para suas necessidades diárias (40,83%). Quanto às questões de saúde, a maioria apresenta doenças crônicas, como a hipertensão arterial sistêmica (51,42%) e diabetes (15,70%). Já quanto aos tipos de capital social, a maioria não realiza atividades de trabalho voluntário (80,82%), mas participam de atividades sociais organizadas (50,40%), têm amigos (90,23%) e confiam nos vizinhos/pessoas próximas (81,58%). A participação social (HR=0,74; IC95%=0,56-0,97) e a percepção de amigos (HR=0,72; IC95%=0,52-0,99) reduzem em 26% e 28% o risco de óbito entre as mulheres, independentemente de aspectos socioeconômicos, clínicos e de estilo de vida. Não foi observada associação entre aspectos do capital social e mortalidade entre os homens. Conclusão: Observou-se diferença de sexo, sendo que o maior capital social estrutural e cognitivo esteve associado a menor risco de óbito entre as mulheres participantes do estudo. Este estudo traz contribuições importantes quanto ao papel do capital social na prevenção de agravos para as mulheres idosas, mas ainda são necessários mais estudos para compreender como este construto pode influenciar os homens mais velhos.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIGIntroduction: Social capital is defined as the set of real or potential resources derived from a robust network of relationships. Thus, the level of insertion and engagement of individuals within social groups grants access to certain advantages and benefits. As they age, older adults may face difficulties in maintaining their social roles within their families and communities, which can result in varying levels of social capital. Furthermore, older men and women have distinct socialization processes and social networks, leading to significant impacts on how social capital can influence the health of this age group. Considering the positive influence of social capital on health promotion and disease prevention among older people, it can reduce the likelihood of negative health outcomes and, consequently, the risk of mortality among the elderly. Objective: To verify whether aspects related to social capital are associated with all cause mortality among men and women aged 50 years or older. Method: This was a prospective cohort study using data from the Brazilian Longitudinal Study of Aging (ELSI BRASIL). Baseline data were from 2015/16, and follow-up was conducted until the second wave (2019/21). The sample included individuals aged 50 or older, residing in 70 municipalities across the different regions of the country. Social capital was assessed through self-reported questions: structural social capital was evaluated through volunteer work and social participation, and cognitive social capital was evaluated through interpersonal trust and the individual's perception of having friends. Information on deaths was linked to the Mortality Information System (SIM). The association between social capital and mortality was analyzed using Cox proportional hazards regression models. Results: Of the 7,791 individuals aged 50 or older who were followed, the majority were female (54.51%), were in the 50-59 age group (49.76%), and had insufficient income for their daily needs (40.83%). Regarding health issues, most had chronic conditions, such as systemic arterial hypertension (51.42%) and diabetes (15.70%). Concerning types of social capital, the majority did not engage in volunteer work (80.82%) but participated in organized social activities (50.40%), had friends (90.23%), and trusted their neighbors/close people (81.58%). Social participation (HR=0.74; 95%CI=0.56-0.97) and the perception of having friends (HR=0.72; 95%CI=0.52 0.99) reduced the risk of death by 26% and 28% among women, respectively, independent of socioeconomic, clinical, and lifestyle aspects. No association was observed between aspects of social capital and mortality among men. Conclusion: A sex difference was observed, whereby higher structural and cognitive social capital was associated with a lower risk of death among the female participants of the study. This study provides important contributions regarding the role of social capital in preventing health impairments for older women; however, further studies are still needed to understand how this construct may influence older men.95Termo de autorização SEI 1677244 e o código CRC 977D962B.Universidade Federal de AlfenasUniversidade Federal de São CarlosSedeMestrado em EnfermagemPrograma de Pós-Graduação em EnfermagemUNIFAL-MGUFSCarEscola de Enfermageminfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 BrazilCiências da SaúdeCapital SocialSobrevivênciaMortalidadeEnfermagemIdosoSocial CapitalSurvival; MortalityNursingElderlyDiferenças de sexo na associação entre capital social e mortalidade por todas as causas: achados do Estudo Longitudinal de Saúde dos Idosos Brasileirosinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal de Alfenas - RiUnifalinstname:Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)instacron:UNIFALLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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