Estudos de compatibilidade fármaco-excipiente para bromoprida, lisinopril e pantoprazol por análise térmica, espectroscopia no infravermelho e cromatografia líquida

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Silva, Renata Cristina da
Orientador(a): Trevisan, Jerusa Simone Garcia
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Alfenas
Sede
Doutorado em Química
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Química
Departamento: Instituto de Química
País: Não Informado pela instituição
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2892
http://lattes.cnpq.br/0314239129493695
http://lattes.cnpq.br/8976306450816308
Resumo: Tendo em vista que as interações entre o fármaco e os excipientes da formulação podem alterar a natureza química, a estabilidade e a biodisponibilidade do fármaco, comprometendo assim eficácia do medicamento, o objetivo dos autores com o presente estudo foi avaliar a compatibilidade fármaco-excipiente para os fármacos Bromoprida (BROM), Lisinopril (LIS) e Pantoprazol (PAN) com excipientes farmacêuticos de uso comum. Os fármacos foram caracterizados por calorimetria exploratória diferencial (DSC), termogravimetria (TG), espectroscopia no infravermelho com transformada de Fourier (FT-IR) e difração de Raios-X em pó (PXRD). Para avaliar a compatibilidade dos fármacos, as amostras do fármaco puro, dos excipientes e das misturas binárias fármaco/excipientes na razão de 1:1 (m/m) foram analisadas por DSC ou TG, FT-IR e cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE), além do teste de estresse isotérmico. O estudo de compatibilidade dos fármacos LIS e PAN foram realizados pela combinação de técnicas analíticas de TG, FT-IR e CLAE. Realizou-se uma avaliação das curvas TG simuladas a partir das misturas binárias, obtidas pela soma dos perfis térmicos do fármaco e do respectivo excipiente. Para isso, empregou-se o coeficiente de correlação de Pearson como ferramenta para examinar semelhanças entre os perfis experimentais e simulados. Os resultados da TG apontaram provável interação do LIS com a lactose monihidratada e manitol, enquanto que a FT-IR revelou provável interação com o manitol. Os resultados obtidos por meio da CLAE revelaram que as misturas binárias, nas quais o LIS estava em combinação com a lactose e o manitol apresentaram uma redução no teor correspondente a 8 e 21%, respectivamente. Os resultados da TG indicaram uma possível interação química entre o PAN e o manitol, porém, os dados de FT-IR e CLAE confirmaram que ocorreu a degradação do excipiente e não do PAN. De modo geral, o estudo de compatibilidade entre o fármaco PAN e os excipientes selecionados não revelou qualquer sinal de incompatibilidade. Os estudos de compatibilidade da BROM com os excipientes selecionados foram conduzidos por meio da combinação das técnicas analíticas de DSC, FT IR e CLAE. Os resultados da DSC mostraram provável interação com a maioria dos excipientes estudados, exceto com manitol e talco. No entanto, os resultados de CLAE mostraram que apenas dióxido de silício coloidal, fosfato de cálcio di-hidratado, estearato de magnésio e celulose microcristalina são incompatíveis com a BROM, apresentando redução do teor entre 19 a 44%. Os excipientes croscarmelose sódica, hidroxipropil-metil-celulose, lactose monohidratada e polivinilpirrolidona apesar de terem sido apontados pelo DSC não tiveram suas interações químicas com a BROM confirmadas pela CLAE. Também foi realizada uma tentativa de recristalização e/ou formação de sais de BROM utilizando diversos solventes, como acetonitrila, metanol, DMSO, acetona e etanol, além de diferentes ácidos concentrados, como clorídrico, bromídrico e nítrico. Apesar da expectativa de obter um sal de BROM ou promover a recristalização em uma nova forma polimórfica, nenhuma das tentativas resultou em um resultado satisfatório.
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spelling Silva, Renata Cristina daOliveira, Marcelo Antonio deMarques, Maria Betânia de FreitasDaniel, Josiane Souza PereiraAlmeida, Eduardo Tonon deTrevisan, Marcello GarciaTrevisan, Jerusa Simone Garcia2025-06-06T19:10:00Z2025-06-06T19:10:00Z2025-04-14https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2892http://lattes.cnpq.br/0314239129493695http://lattes.cnpq.br/8976306450816308Tendo em vista que as interações entre o fármaco e os excipientes da formulação podem alterar a natureza química, a estabilidade e a biodisponibilidade do fármaco, comprometendo assim eficácia do medicamento, o objetivo dos autores com o presente estudo foi avaliar a compatibilidade fármaco-excipiente para os fármacos Bromoprida (BROM), Lisinopril (LIS) e Pantoprazol (PAN) com excipientes farmacêuticos de uso comum. Os fármacos foram caracterizados por calorimetria exploratória diferencial (DSC), termogravimetria (TG), espectroscopia no infravermelho com transformada de Fourier (FT-IR) e difração de Raios-X em pó (PXRD). Para avaliar a compatibilidade dos fármacos, as amostras do fármaco puro, dos excipientes e das misturas binárias fármaco/excipientes na razão de 1:1 (m/m) foram analisadas por DSC ou TG, FT-IR e cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE), além do teste de estresse isotérmico. O estudo de compatibilidade dos fármacos LIS e PAN foram realizados pela combinação de técnicas analíticas de TG, FT-IR e CLAE. Realizou-se uma avaliação das curvas TG simuladas a partir das misturas binárias, obtidas pela soma dos perfis térmicos do fármaco e do respectivo excipiente. Para isso, empregou-se o coeficiente de correlação de Pearson como ferramenta para examinar semelhanças entre os perfis experimentais e simulados. 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No entanto, os resultados de CLAE mostraram que apenas dióxido de silício coloidal, fosfato de cálcio di-hidratado, estearato de magnésio e celulose microcristalina são incompatíveis com a BROM, apresentando redução do teor entre 19 a 44%. Os excipientes croscarmelose sódica, hidroxipropil-metil-celulose, lactose monohidratada e polivinilpirrolidona apesar de terem sido apontados pelo DSC não tiveram suas interações químicas com a BROM confirmadas pela CLAE. Também foi realizada uma tentativa de recristalização e/ou formação de sais de BROM utilizando diversos solventes, como acetonitrila, metanol, DMSO, acetona e etanol, além de diferentes ácidos concentrados, como clorídrico, bromídrico e nítrico. Apesar da expectativa de obter um sal de BROM ou promover a recristalização em uma nova forma polimórfica, nenhuma das tentativas resultou em um resultado satisfatório.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIGConsidering that interactions between the drug and the formulation excipients can alter the chemical nature, stability, and bioavailability of the drug, thereby compromising the effectiveness of the medication, the objective of this study was to evaluate drug-excipient compatibility for the drugs Bromopride (BROM), Lisinopril (LIS), and Pantoprazole (PAN) with commonly used pharmaceutical excipients. The drugs were characterized using differential scanning calorimetry (DSC), thermogravimetry (TG), Fourier-transform infrared spectroscopy (FT-IR), and powder X-ray diffraction (PXRD). To assess drug compatibility, samples of the pure drug, excipients, and binary drug/excipient mixtures at a 1:1 (w/w) ratio were analyzed using DSC or TG, FT-IR, and high-performance liquid chromatography (HPLC), in addition to the isothermal stress test. The compatibility study of the drugs LIS and PAN was conducted using a combination of analytical techniques, including TG, FT-IR, and HPLC. An evaluation of the simulated TG curves was performed based on binary mixtures, obtained by summing the thermal profiles of the drug and the respective excipient. To achieve this, the Pearson correlation coefficient was employed as a tool to examine similarities between the experimental and simulated profiles. The TG results indicated a possible interaction between LIS and both lactose monohydrate and mannitol, while FT-IR suggested a probable interaction with mannitol. The results obtained through HPLC revealed that the binary mixtures in which LIS was combined with lactose and mannitol exhibited a reduction in content of 8% and 21%, respectively. The TG results suggested a possible chemical interaction between PAN and mannitol. However, the FT-IR and HPLC data confirmed that this interaction was only due mannitol degradation, and decreasing in PAN assay was not observed. Overall, the compatibility study between the drug PAN and the selected excipients did not reveal any signs of incompatibility. The compatibility studies of BROM with the selected excipients were conducted using a combination of analytical techniques, including DSC, FT-IR, and HPLC. The DSC results indicated a probable interaction with most of the excipients studied, except for mannitol and talc. However, HPLC results showed that only colloidal silicon dioxide, dicalcium phosphate dihydrate, magnesium stearate, and microcrystalline cellulose were incompatible with bromopride, exhibiting a reduction in content ranging from 19% to 44%. The excipients sodium croscarmellose, hydroxypropyl methylcellulose, lactose monohydrate, and polyvinylpyrrolidone, despite being flagged by DSC, did not have their chemical interactions with BROM confirmed by HPLC. Additionally, an attempt was made to recrystallize and/or form salts of BROM using various solvents, such as acetonitrile, methanol, DMSO, acetone, and ethanol, as well as different concentrated acids, including hydrochloric, hydrobromic, and nitric acids. Despite the expectation of obtaining a BROM salt or promoting recrystallization into a new polymorphic form, none of the attempts yielded a satisfactory result.132Universidade Federal de AlfenasSedeDoutorado em QuímicaPrograma de Pós-Graduação em QuímicaUNIFAL-MGInstituto de Químicainfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 BrazilCiências Exatas e da TerraCiências Exatas e da Terra::Química::Química AnalíticaCompatibilidade fármaco-excipienteBromopridaLisinoprilPantoprazolAnálise térmicaCromatografia líquida de alta eficiênciaFT-IRDrug-excipient compatibilityBromoprideLisinoprilPantoprazoleThermal analysisHigh-performance liquid chromatographyEstudos de compatibilidade fármaco-excipiente para bromoprida, lisinopril e pantoprazol por análise térmica, espectroscopia no infravermelho e cromatografia líquidainfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNIFALinstname:Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)instacron:UNIFALORIGINALTese_de_Renata_Cristina_da_Silva.pdfTese_de_Renata_Cristina_da_Silva.pdfapplication/pdf6741801https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/dc1fa1bf-dafe-4b7d-b149-ff5a1540a03c/downloade8598c31f79e8fc6a22d77920c78d5aaMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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