Riscos biopsicossociais de adoecimento dos profissionais da enfermagem no trabalho
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Riscos biopsicossociais de adoecimento dos profissionais da enfermagem no trabalhoSaúde do trabalho da enfermagemRisco de adoecimentoFatores biopsicossociaisInventário de trabalho e riscos de adoecimento76 f.Introdução: a forma singular com que cada sujeito se relaciona com o trabalho envolve aspectos de sua subjetividade e atribuição de significados diferentes. Embora o trabalho se caracterize pela realização de atividade física e mental, há muitos aspectos que permeiam a relação dos sujeitos com seu fazer laboral. Enquanto algumas condições ou exigências do meio são desafiadoras e prejudiciais para alguns sujeitos, para outros podem não apresentar características negativas ou, ainda, proporcionar bem-estar e satisfação. No entanto, algumas características como o estresse e a pressão no trabalho podem contribuir para o desenvolvimento de doenças somáticas ou psíquicas. O trabalho de profissionais da enfermagem em um hospital geral de grande porte e alta complexidade possui características específicas em virtude de sua caracterização dos serviços, do número de leitos e dos atendimentos realizados. O ritmo intenso de trabalho, o enfrentamento de situações emocionais potencialmente desgastantes, a complexidade hierárquica, o quantitativo de pessoal, o ambiente insalubre, entre outros fatores, precisam ser considerados neste contexto. Objetivo geral: avaliar fatores de risco de adoecimento dos profissionais da enfermagem que atuam em um hospital geral, a partir de fatores físicos, psicológicos e sociais. Objetivos Específicos: descrever o perfil sociodemográfico e laboral dos profissionais da enfermagem; caracterizar o contexto do trabalho quanto à atividade, turno e estrutura organizacional; avaliar a existência de danos físicos, psíquicos e sociais decorrentes do trabalho; e associar indicadores de risco de adoecimento com variáveis demográficas e laborais. Método: estudo transversal, quantitativo, analítico, realizado em uma instituição hospitalar geral de grande porte, no período de outubro de 2023 a fevereiro de 2024. Para obtenção dos dados foram utilizados um questionário sociodemográfico laboral, elaborado pelas pesquisadoras, e o Inventário de Trabalho e Riscos de Adoecimento (ITRA), contendo quatro escalas independentes, as quais totalizam 124 afirmações sobre fatores de risco ao trabalhador. Foi realizado cálculo amostral dos participantes e foram entrevistados 46 enfermeiros e 194 técnicos em enfermagem. Realizada estatística descritiva e inferencial. Resultados: participaram 240 profissionais de saúde. Destes, a maioria do sexo feminino, sendo 88,3% (n=212), com idade média de 37,7±9,1 (20 - 65) anos, brancos 77,1% (n=185), residentes em Ijuí 90,4% (n=217), de escolaridade técnica 73,3% (n=176). A amostra também indicou hábitos, em sua maioria de não fumantes 95,4% (n=229), com hábito etílico semanal em 60,8% (n=146), sem deficiência ou restrição 95% (n=228), sem obesidade 69,2% (n=166), que não fazem uso de medicamentos contínuos 61,7% (n=148), nem psicotrópica 90% (n=216), e que não praticam atividade física semanal 57,5% (n=138). Evidenciou-se, ainda, que o tempo médio de trabalho no hospital é de 9,2±6,6 (1 - 35) anos, atuam nas unidades clínicas de internação 37,1% (n=89), possuem apenas um emprego 72,9% (n=175), trabalham no turno da noite 34,6% (n=83), possuem dois filhos 33,3% (n=80), possuem companheiro 76,7% (n=184), em que este contribui com a renda familiar 72,1% (n=173), evidenciando que uma 4 pessoa depende de sua renda financeira 33,8% (n=81) e nenhum dependente inspira cuidados especiais 88,3% (n=212), possuindo rede de apoio socioafetiva para 75% (n=180). Quanto aos riscos de adoecimento, em relação ao custo humano no trabalho, destacam-se a idade até 40 anos (68,8%) e o uso de medicamentos contínuos (38,3%). Os fatores de sofrimento no trabalho são apresentados principalmente pelos profissionais que residem na mesma cidade em que trabalham (90,4%) e há maior tendência em apresentar-se nos técnicos em enfermagem (80,8%). Os riscos quanto ao contexto de trabalho são apresentados principalmente por trabalhadores que possuem filhos (70,4%) e que têm hábitos etílicos semanais (7,9%). E ainda, os danos relacionados ao trabalho são prevalentes para os respondentes que fazem uso de medicação contínua (38,3%) e declaram possuir doenças psicológicas (7,9%). Conclusão: variáveis sociodemográficas e laborais influenciam nos riscos de adoecimento do trabalhador em relação ao contexto do trabalho, custo humano despendido, fatores de prazer e sofrimento no trabalho e danos relacionados ao trabalho. Mesmo as variáveis com menor incidência sobre os riscos de adoecimento do trabalho necessitam atenção e medidas de contingência, considerando que os sujeitos são únicos e percebem as exigências externas do trabalho de forma singular. Portanto, ações que visam melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores devem ser promovidas e implementadas pelas instituições de saúde.2025-04-22T21:13:41Z2024-11-222025-04-22T21:13:41Z2025-04-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://bibliodigital.unijui.edu.br/handle/123456789/7839DissertaçãoSartor, Laísporreponame:Repositório Institucional da UNIJUIinstname:Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI)instacron:UNIJUIinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-04-30T18:27:20Zoai:bibliodigital.unijui.edu.br:123456789/7839Repositório InstitucionalPUBhttps://bibliodigital.unijui.edu.br:8443/oai/requestbiblio@unijui.edu.bropendoar:2025-04-30T18:27:20Repositório Institucional da UNIJUI - Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI)false |
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