Panorama de hospitalizações e óbitos por esporotricose no Brasil no período de 1992 a 2022

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Soares, Cristiele Fiuza lattes
Orientador(a): Stopiglia, Cheila Denise Ottonelli lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Pampa
Programa de Pós-Graduação: Mestrado Acadêmico em Ciências Farmaceuticas
Departamento: Campus Uruguaiana
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/10163
Resumo: A esporotricose é uma micose subcutânea cosmopolita causada por espécies do complexo Sporothrix schenckii, com distribuição global. Esta doença tem se disseminado na forma de surtos epidêmicos em diferentes regiões do Brasil. O presente estudo teve como objetivo demonstrar a evolução do panorama das hospitalizações e óbitos da doença no Brasil. Foi realizada uma análise de dados disponibilizados pelo Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH-SUS), fornecido pelo DATASUS, tabulados pela Coordenação Geral de Gestão de Sistemas de Informações em Saúde (CGSI), de 1992 a 2022. Nesse período, foram registradas 1666 hospitalizações e 90 óbitos, com predominância no sexo masculino. A faixa etária com maior número de hospitalizações foi a de 21 a 59 anos (50,42%), seguida pela de 60 anos ou mais (28,87%), a qual apresentou maior número de óbitos. Nos tipos de esporotricose, a B42.9 Esporotricose NE (não especificada) ficou em primeiro nas hospitalizações (n=394/1666) e nos óbitos a B42 Esporotricose (n=44/90). Em todos os estados ocorreram hospitalizações, com exceção de Roraima. Das 27 unidades federativas, em 19 ocorreram óbitos, à frente o estado do Rio de Janeiro (n=25/90). Portanto, a situação epidemiológica da esporotricose no Brasil é preocupante, havendo carência de informações, logística e educação sobre este problema de saúde pública visto a necessidade da tomada de medidas para intervir na propagação da doença.
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spelling Stopiglia, Cheila Denise Ottonellihttp://lattes.cnpq.br/5400708933813339http://lattes.cnpq.br/8057231425444955Soares, Cristiele Fiuza2025-06-17T12:43:02Z20252025-06-17T12:43:02Z2023SOARES, Cristiele Fiuza. Panorama de hospitalizações e óbitos por esporotricose no Brasil no período de 1992 a 2022. 93 p. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) – Universidade Federal do Pampa, Uruguaiana, 2023.https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/10163A esporotricose é uma micose subcutânea cosmopolita causada por espécies do complexo Sporothrix schenckii, com distribuição global. Esta doença tem se disseminado na forma de surtos epidêmicos em diferentes regiões do Brasil. O presente estudo teve como objetivo demonstrar a evolução do panorama das hospitalizações e óbitos da doença no Brasil. Foi realizada uma análise de dados disponibilizados pelo Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH-SUS), fornecido pelo DATASUS, tabulados pela Coordenação Geral de Gestão de Sistemas de Informações em Saúde (CGSI), de 1992 a 2022. Nesse período, foram registradas 1666 hospitalizações e 90 óbitos, com predominância no sexo masculino. A faixa etária com maior número de hospitalizações foi a de 21 a 59 anos (50,42%), seguida pela de 60 anos ou mais (28,87%), a qual apresentou maior número de óbitos. Nos tipos de esporotricose, a B42.9 Esporotricose NE (não especificada) ficou em primeiro nas hospitalizações (n=394/1666) e nos óbitos a B42 Esporotricose (n=44/90). Em todos os estados ocorreram hospitalizações, com exceção de Roraima. Das 27 unidades federativas, em 19 ocorreram óbitos, à frente o estado do Rio de Janeiro (n=25/90). Portanto, a situação epidemiológica da esporotricose no Brasil é preocupante, havendo carência de informações, logística e educação sobre este problema de saúde pública visto a necessidade da tomada de medidas para intervir na propagação da doença.Sporotrichosis is a cosmopolitan subcutaneous mycosis caused by species of the Sporothrix schenckii complex, with global distribution. This disease has spread in the form of epidemic outbreaks in different regions of Brazil. The present study aimed to demonstrate the evolution of the panorama of hospitalizations and deaths from the disease in Brazil. An analysis was carried out of data made available by the Hospital Information System of the Unified Health System (SIH-SUS), provided by DATASUS, tabulated by the General Coordination of Management of Health Information Systems (CGSI), from 1992 to 2022. During this period, 1666 hospitalizations and 90 deaths were recorded, with a predominance of males. The age group with the highest number of hospitalizations was 21 to 59 years old (50.42%), followed by 60 years old or more (28.87%), which had the highest number of deaths. Among the types of sporotrichosis, B42.9 Sporotrichosis NE (unspecified) came first in hospitalizations (n=394/1666) and in deaths, B42 Sporotrichosis (n=44/90). Hospitalizations occurred in all states, with the exception of Roraima. Of the 27 federative units, 19 deaths occurred, ahead of the state of Rio de Janeiro (n=25/90). Therefore, the epidemiological situation of sporotrichosis in Brazil is worrying, as there is a lack of information, logistics and education about this public health problem given the need to take measures to intervene in the spread of the disease.porUniversidade Federal do PampaMestrado Acadêmico em Ciências FarmaceuticasUNIPAMPABrasilCampus UruguaianaCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASSporothrix schenckiiSporothrix brasiliensisÓbitosHospitalizaçõesDeathsHospitalizationsSporothrix brasiliensisSporotrichosisEsporotricoseSporothrix schenckiiPanorama de hospitalizações e óbitos por esporotricose no Brasil no período de 1992 a 2022Overview of hospitalization and death due to sporotrichosis in Brazil from 1992 to 2022info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALCRISTIELE FIUZA SOARES ate JAN 2029.pdfCRISTIELE FIUZA SOARES ate JAN 2029.pdfapplication/pdf1598762https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/7832d031-494a-4fd3-b538-4fbb639817a6/downloadd020832f6166843397a1df85009c2e38MD51trueAnonymousREAD2029-02-28LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81854https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/01a6c021-16a8-48bc-a52d-880c89cd1746/downloadc9ad5aff503ef7873c4004c5b07c0b27MD52falseAnonymousREADriu/101632025-06-17 12:43:02.601embargo2029-02-28oai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/10163https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2025-06-17T12:43:02Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvCkluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JUEFNUEEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlICBhIFVOSVBBTVBBIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwCmUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUKb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVOSVBBTVBBIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0bwpvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTwpPUkdBTklTTU8sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUwpFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVTklQQU1QQSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcwphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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