Diagnóstico e gravidade da colecistite aguda utilizando o Tokyo Guidelines 2018: verificação de sensibilidade e especificidade em uma amostra da população brasileira
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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UNISA
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/2886 |
Resumo: | Introdução: Cálculos biliares, litíase biliar ou simplesmente colelitíase é a presença de cálculos no interior da vesícula biliar. Apresenta grande prevalência e idade, sexo feminino e obesidade são seus principais fatores de risco. Possuem três principais tipos conforme sua composição e podem levar a Colecistite aguda. Atualmente três principais vias patológicas podem explicar a colecistite aguda sendo que a presença de bactérias na bile é frequente mas não primordial para desenvolvimento da doença. O diagnóstico é firmado mediante avaliação clinico-laboratorial e de imagem e o tratamento quase sempre é cirúrgico. O Tokyo Guidelines 2018 (TG18) parece ser uma ferramenta útil e precisa no diagnóstico e estratificação de gravidade da colecistite aguda Porém, as modalidades de imagem sugeridas pelo TG18 tem se diferido em precisão quando comparadas entre si (ultrassonografia e tomografia computadorizada), o que pode afetar a precisão do diagnóstico. Objetivos: Demonstrar a aplicabilidade dos critérios diagnósticos e de severidade do TG18 em uma amostra da população brasileira e verificar a sensibilidade e especifidade utilizando ultrasonografia ou tomografia computadorizada. Métodos: Foram considerados casos suspeitos todos paciente que apresentaram sintomas clínicos, locais e sistêmicos sugestivos de colecistite aguda. Estes foram submetidos a testes laboratoriais e de imagem e tendo seu diagnostico firmado e severidade constatada, foram tratados conforme orientações do próprio guideline. Os resultados serão comparados com a analise anátomo-patológica da vesícula biliar. Foram incluídos indivíduos de ambos os sexos, acima dos 18 anos, com historia suspeita de colecistíte aguda, que não possuíam contraindicação a infusão de constraste iodado endovenoso e a exposição a radiação. Foram excluídos portadores de injuria renal aguda, indivíduos alérgicos a contraste iodado, gestante e aqueles que durante o diagnostico apresentaram outras patologias hepatobiliares ou abdominais ou que não foram submetidos a colecistectomia. Resultados: 46 indivíduos foram recrutados. Utilizando o Ultrassom (US) como método de imagem, o TG18 resultou em uma baixa especificidade (0,66) quando comparado a tomografia computadorizada (TC) (0,88). A sensibilidade de ambos foi elevada (0,97 para o US e 0,94 para a TC). Discussão: O ultrassom revelou uma grande quantidade de falsos negativos, número esse que diminuiu quando o método de imagem foi a TC. Conclusão: O uso do TG18 para o diagnostico de colecistite, quando eleita a TC como método de imagem, apresentou uma alta especificidade em comparação ao US. Ambos apresentaram boa sensibilidade. |
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Diagnóstico e gravidade da colecistite aguda utilizando o Tokyo Guidelines 2018: verificação de sensibilidade e especificidade em uma amostra da população brasileiraColecistite Aguda - EspecificidadeTóquio GuidelineColecistite Aguda - SensibilidadeIntrodução: Cálculos biliares, litíase biliar ou simplesmente colelitíase é a presença de cálculos no interior da vesícula biliar. Apresenta grande prevalência e idade, sexo feminino e obesidade são seus principais fatores de risco. Possuem três principais tipos conforme sua composição e podem levar a Colecistite aguda. Atualmente três principais vias patológicas podem explicar a colecistite aguda sendo que a presença de bactérias na bile é frequente mas não primordial para desenvolvimento da doença. O diagnóstico é firmado mediante avaliação clinico-laboratorial e de imagem e o tratamento quase sempre é cirúrgico. O Tokyo Guidelines 2018 (TG18) parece ser uma ferramenta útil e precisa no diagnóstico e estratificação de gravidade da colecistite aguda Porém, as modalidades de imagem sugeridas pelo TG18 tem se diferido em precisão quando comparadas entre si (ultrassonografia e tomografia computadorizada), o que pode afetar a precisão do diagnóstico. Objetivos: Demonstrar a aplicabilidade dos critérios diagnósticos e de severidade do TG18 em uma amostra da população brasileira e verificar a sensibilidade e especifidade utilizando ultrasonografia ou tomografia computadorizada. Métodos: Foram considerados casos suspeitos todos paciente que apresentaram sintomas clínicos, locais e sistêmicos sugestivos de colecistite aguda. Estes foram submetidos a testes laboratoriais e de imagem e tendo seu diagnostico firmado e severidade constatada, foram tratados conforme orientações do próprio guideline. Os resultados serão comparados com a analise anátomo-patológica da vesícula biliar. Foram incluídos indivíduos de ambos os sexos, acima dos 18 anos, com historia suspeita de colecistíte aguda, que não possuíam contraindicação a infusão de constraste iodado endovenoso e a exposição a radiação. Foram excluídos portadores de injuria renal aguda, indivíduos alérgicos a contraste iodado, gestante e aqueles que durante o diagnostico apresentaram outras patologias hepatobiliares ou abdominais ou que não foram submetidos a colecistectomia. Resultados: 46 indivíduos foram recrutados. Utilizando o Ultrassom (US) como método de imagem, o TG18 resultou em uma baixa especificidade (0,66) quando comparado a tomografia computadorizada (TC) (0,88). A sensibilidade de ambos foi elevada (0,97 para o US e 0,94 para a TC). Discussão: O ultrassom revelou uma grande quantidade de falsos negativos, número esse que diminuiu quando o método de imagem foi a TC. Conclusão: O uso do TG18 para o diagnostico de colecistite, quando eleita a TC como método de imagem, apresentou uma alta especificidade em comparação ao US. Ambos apresentaram boa sensibilidade.UNISA2025-02-13T18:45:40Z2025-02-13T18:45:40Z2023info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfLOURENCINI, Rafael Rodrigues. Diagnóstico e gravidade da colecistite aguda utilizando o Tokyo Guidelines 2018: verificação de sensibilidade e especificidade em uma amostra da população brasileira. Orientador: Lucas Melo Neves. 2023. 44 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) — Universidade Santo Amaro, São Paulo, 2023.http://dspace.unisa.br/handle/123456789/2886ark:/30103/0013000002s70Lourencini, Rafael Rodriguesporreponame:Repositório Digital Unisa da Universidade Santo Amaroinstname:Universidade Santo Amaro (UNISA)instacron:UNISAinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-09-05T12:11:48Zoai:dspace.unisa.br:123456789/2886Repositório InstitucionalPRIhttps://dspace.unisa.br/server/oai/requestjesantos@prof.unisa.br || mimartins@unisa.bropendoar:2025-09-05T12:11:48Repositório Digital Unisa da Universidade Santo Amaro - Universidade Santo Amaro (UNISA)false |
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