Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Silva, Victor Hugo Quissi Cordeiro da [UNESP]
Orientador(a): Sposito, Eliseu Savério [UNESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Palavras-chave em Espanhol:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/253459
Resumo: Os processos de produção de diferenças e desigualdades socioespaciais são temas tratados na Geografia por diferentes geógrafos e perspectivas teórico-metodológicas. O espaço urbano, entendido como condição, meio e produto das relações sociais, expressa a relação entre uma lógica fragmentada e a segmentação socioespacial sendo, portanto, fundamental para a compreensão das desigualdades. O processo de fragmentação socioespacial é uma possibilidade de compreendermos como na estruturação da cidade as práticas espaciais dos citadinos definem e são definidas no contexto urbano propenso a acentuar as desigualdades socioespaciais, ainda mais agravada pela pandemia da covid-19. É a partir deste processo que observamos a condição dos sujeitos que vivem em conjuntos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) (faixa 1) em Presidente Prudente/SP e dos espaços residenciais fechados com residências de alto valor de troca, buscando objetivar a diferenciação e as desigualdades socioespaciais como caminho para se revelar nas escalas do cotidiano a sua inserção na cidade, levando em consideração as diferenças entre esses contextos socioeconômicos e espaciais distintos e mudanças advindas pelo contexto pandêmico. O processo de dispersão urbana foi discutido ao longo do texto e apresentado a partir das tipologias que este processo pode assumir no contexto latino-americano, ou seja, a precariópolis estatal e a privatópolis imobiliária, áreas marcadas respectivamente pela segregação e autossegregação socioespacial. As entrevistas semiestruturadas buscaram abordar diferentes aspectos do cotidiano e das experiências urbanas, tais como lazer, consumo, trabalho e habitação. A partir dessa metodologia pudemos identificar diferentes dimensões dos processos de segregação, autossegregação e fragmentação, indicados na maior ou menor autonomia na construção da própria espaço-temporalidade por parte dos entrevistados. Os percursos urbanos casa-trabalho-casa foram registrados a fim de apreendermos o cotidiano e elaborarmos uma análise da passagem da lógica centro-periférica para uma lógica fragmentária na qual se processa a fragmentação socioespacial não como determinante apenas, mas como forma-conteúdo do modo de pensar, fazer e viver a cidade.
id UNSP_692e10dd3a7aa182439b65277ce7081c
oai_identifier_str oai:repositorio.unesp.br:11449/253459
network_acronym_str UNSP
network_name_str Repositório Institucional da UNESP
repository_id_str
spelling Silva, Victor Hugo Quissi Cordeiro da [UNESP]Sposito, Eliseu Savério [UNESP]2024-02-27T17:30:14Z2024-02-27T17:30:14Z2024-02-23Silva, Victor Hugo Quissi Cordeiro da. Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente. Eliseu Savério Sposito. 2024. 209 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2024.https://hdl.handle.net/11449/25345933004129042P38294275610698296Os processos de produção de diferenças e desigualdades socioespaciais são temas tratados na Geografia por diferentes geógrafos e perspectivas teórico-metodológicas. O espaço urbano, entendido como condição, meio e produto das relações sociais, expressa a relação entre uma lógica fragmentada e a segmentação socioespacial sendo, portanto, fundamental para a compreensão das desigualdades. O processo de fragmentação socioespacial é uma possibilidade de compreendermos como na estruturação da cidade as práticas espaciais dos citadinos definem e são definidas no contexto urbano propenso a acentuar as desigualdades socioespaciais, ainda mais agravada pela pandemia da covid-19. É a partir deste processo que observamos a condição dos sujeitos que vivem em conjuntos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) (faixa 1) em Presidente Prudente/SP e dos espaços residenciais fechados com residências de alto valor de troca, buscando objetivar a diferenciação e as desigualdades socioespaciais como caminho para se revelar nas escalas do cotidiano a sua inserção na cidade, levando em consideração as diferenças entre esses contextos socioeconômicos e espaciais distintos e mudanças advindas pelo contexto pandêmico. O processo de dispersão urbana foi discutido ao longo do texto e apresentado a partir das tipologias que este processo pode assumir no contexto latino-americano, ou seja, a precariópolis estatal e a privatópolis imobiliária, áreas marcadas respectivamente pela segregação e autossegregação socioespacial. As entrevistas semiestruturadas buscaram abordar diferentes aspectos do cotidiano e das experiências urbanas, tais como lazer, consumo, trabalho e habitação. A partir dessa metodologia pudemos identificar diferentes dimensões dos processos de segregação, autossegregação e fragmentação, indicados na maior ou menor autonomia na construção da própria espaço-temporalidade por parte dos entrevistados. Os percursos urbanos casa-trabalho-casa foram registrados a fim de apreendermos o cotidiano e elaborarmos uma análise da passagem da lógica centro-periférica para uma lógica fragmentária na qual se processa a fragmentação socioespacial não como determinante apenas, mas como forma-conteúdo do modo de pensar, fazer e viver a cidade.The processes of producing socio-spatial differences and inequalities are themes addressed in Geography by different geographers and theoretical-methodological perspectives. Urban space, understood as a condition, medium, and product of social relations, expresses the relationship between a fragmented logic and socio-spatial segmentation, therefore being fundamental for understanding inequalities. The socio-spatial fragmentation process is a way to comprehend how, in the structuring of the city, the spatial practices of urban dwellers define and are defined in the urban context prone to accentuating socio-spatial inequalities, further exacerbated by the COVID-19 pandemic. It is from this process that we will observe the condition of individuals living in housing complexes of the Minha Casa Minha Vida Program (PMCMV) (band 1) in Presidente Prudente/SP, and closed residential spaces with high exchange value residences, aiming to objectify differentiation and socio-spatial inequalities as a path to reveal their insertion in the city on the scales of everyday life, taking into account the differences between these distinct socio-economic and spatial contexts and changes arising from the pandemic context. The process of urban dispersion will be discussed throughout the text and presented based on the typologies of this process in the Latin American context, namely, the state precariopolis and the real estate privatopolis, areas marked respectively by socio-spatial segregation and self-segregation. Semi-structured interviews sought to address different aspects of daily life and urban experiences, such as leisure, consumption, work, and housing. Through this methodology, we were able to identify different dimensions of segregation, self-segregation, and fragmentation processes, indicated by the greater or lesser autonomy in constructing their own space-time by the interviewees. Urban routes home-work-home were recorded to grasp daily life and develop an analysis of the transition from a center-periphery logic to a fragmented logic in which socio-spatial fragmentation occurs not only as a determinant but also as the form-content of the way of thinking, doing, and living in the city.Los procesos de producción de diferencias y desigualdades socioespaciales son temas abordados en la Geografía por diferentes geógrafos y perspectivas teórico-metodológicas. El espacio urbano, entendido como condición, medio y producto de las relaciones sociales, expresa la relación entre una lógica fragmentada y la segmentación socioespacial, siendo fundamental para la comprensión de las desigualdades. El proceso de fragmentación socioespacial es una manera de comprender cómo, en la estructuración de la ciudad, las prácticas espaciales de los habitantes urbanos se definen y son definidas en el contexto urbano propenso a acentuar las desigualdades socioespaciales, agravadas aún más por la pandemia de COVID-19. Es a partir de este proceso que observaremos la condición de las personas que viven en conjuntos habitacionales del Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) (banda 1) en Presidente Prudente/SP, y en espacios residenciales cerrados con viviendas de alto valor de intercambio, buscando objetivar la diferenciación y las desigualdades socioespaciales como un camino para revelar su inserción en la ciudad en las escalas de la vida cotidiana, teniendo en cuenta las diferencias entre estos contextos socioeconómicos y espaciales distintos y los cambios derivados del contexto pandémico. El proceso de dispersión urbana se discutirá a lo largo del texto y se presentará con base en las tipologías de este proceso en el contexto latinoamericano, es decir, la precariópolis estatal y la privatópolis inmobiliaria, áreas marcadas respectivamente por la segregación socioespacial y la autossegregación. Las entrevistas semiestructuradas buscaron abordar diferentes aspectos de la vida cotidiana y las experiencias urbanas, como el ocio, el consumo, el trabajo y la vivienda. A través de esta metodología, pudimos identificar diferentes dimensiones de los procesos de segregación, autossegregación y fragmentación, indicadas por la mayor o menor autonomía en la construcción de su propia espacio-temporalidad por parte de los entrevistados. Se registraron las rutas urbanas hogar-trabajo-hogar para comprender la vida cotidiana y elaborar un análisis de la transición de una lógica centro-periferia a una lógica fragmentada en la que la fragmentación socioespacial ocurre no solo como determinante, sino también como forma-contenido de la manera de pensar, hacer y vivir la ciudad.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2021/04735-1porUniversidade Estadual Paulista (Unesp)Diferenciação socioespacialFragmentação socioespacialExperiências urbanasPercursos urbanosPresidente PrudenteSocio-spatial differentiationSocio-spatial fragmentationUrban routesUrban experiencesDiferenciación socioespacialFragmentación socioespacialRutas urbanasExperiencias urbanasFragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente PrudenteSocio-spatial fragmentation and urban experiences in Presidente PrudenteDissertação de mestradoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPGeografia - FCTOutraNão constaUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente PrudenteOnlineBanca públicaPublicationbbcf06b3-c5f9-4a27-ac03-b690202a3b4evirtual::140371-1bbcf06b3-c5f9-4a27-ac03-b690202a3b4evirtual::140371-11c79a96e-8848-43a7-82cc-fca04a5d4daavirtual::229914-19034f78d-733f-4373-8ce7-8e36f8ff28advirtual::232091-11c79a96e-8848-43a7-82cc-fca04a5d4daavirtual::229914-19034f78d-733f-4373-8ce7-8e36f8ff28advirtual::232091-1TEXTsilva_vhqc_me_prud.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2024-02-28T06:09:58Z (GMT).Extracted texttext/plain103503https://repositorio.unesp.br/bitstreams/2fde5715-502b-496a-be09-f58c872775f9/download4438502737204c4ff206328d682ba7ceMD55falseAnonymousREADTHUMBNAILsilva_vhqc_me_prud.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2024-02-28T06:09:58Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2784https://repositorio.unesp.br/bitstreams/94e2f489-fc71-400f-bbec-31a92855dc94/downloadc2918ef5f99786712ac2a61148613a57MD56falseAnonymousREADORIGINALsilva_vhqc_me_prud.pdfsilva_vhqc_me_prud.pdfapplication/pdf8095812https://repositorio.unesp.br/bitstreams/69eff62b-226e-4735-ac0f-1fcf92ce476f/download87a0fabe9c6340ed6356d57e4a04f4faMD54trueAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-83051https://repositorio.unesp.br/bitstreams/34b99d07-7697-4983-9350-aa539a461fcb/downloadc062652b17eb6f657deef6c215f7fbf0MD52falseAnonymousREAD11449/2534592026-09-23T17:12:05.421922Zopen.accessoai:repositorio.unesp.br:11449/253459https://repositorio.unesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462026-09-23T17:12:05Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgREUgRElTU0VSVEHDh8ODTyBPVSBERSBURVNFIFNVQk1FVElEQSBBTyBSRVBPU0lUw5NSSU8gSU5TVElUVUNJT05BTCBVTkVTUA0KDQoxLiBBbyBjb25jb3JkYXIgY29tIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGV1LCBWaWN0b3IgSHVnbyBRdWlzc2kgQ29yZGVpcm8gZGEgU2lsdmEgKHZpY3Rvci5xdWlzc2lAdW5lc3AuYnIpLCByZXNwb25zw6F2ZWwgcGVsbyB0cmFiYWxobyDigJxGcmFnbWVudGHDp8OjbyBzb2Npb2VzcGFjaWFsIGUgZXhwZXJpw6puY2lhcyB1cmJhbmFzIGVtIFByZXNpZGVudGUgUHJ1ZGVudGXigJ0gcG9yIG1pbSBzdWJtZXRpZG8gYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5FU1AgZSBkZXNlbnZvbHZpZG8gbm8gw6JtYml0byBkZSB1bSBkb3MgcHJvZ3JhbWFzIGRlIHDDs3MtZ3JhZHVhw6fDo28gZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEVzdGFkdWFsIFBhdWxpc3RhIOKAnErDumxpbyBkZSBNZXNxdWl0YSBGaWxob+KAnSAoVU5FU1ApOg0KDQphKSBhdGVzdG8gc2VyIG8gcmVzcG9uc8OhdmVsIGxlZ2FsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIGUgcGVsb3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbzsNCg0KYikgYXRlc3RvIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBuw6NvIGluZnJpbmdlIGxlaXMgZGUgZGlyZWl0byBhdXRvcmFsOw0KDQpjKSBhdGVzdG8gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIG7Do28gY29udMOpbSBxdWFscXVlciBpbmZvcm1hw6fDo28gY29uZmlkZW5jaWFsIG1pbmhhIG91IGRlIHRlcmNlaXJvczsNCg0KZCkgYXRlc3RvIHF1ZSwgc2Ugb2J0aXZlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcGFyYSBvIGRlc2Vudm9sdmltZW50byBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8sIGluZm9ybWVpIGEgYWfDqm5jaWEgZGUgZm9tZW50byBlIG8gbsO6bWVybyBkbyBmaW5hbmNpYW1lbnRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOw0KDQplKSBhdGVzdG8gcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbyDDqSBhIHZlcnPDo28gZGVmaW5pdGl2YSBxdWUgaW5jbHVpIGFzIGFsdGVyYcOnw7VlcyBkZWNvcnJlbnRlcyBkYSBkZWZlc2EsIHNlIGhvdXZlIGFsZ3VtYTsNCg0KZikgYXRlc3RvIHF1ZSBhIHZlcnPDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gcHJlc2VudGUgbm8gYXJxdWl2byBzdWJtZXRpZG8gc2Vyw6EgYSBtZXNtYSB2ZXJzw6NvIGltcHJlc3NhIGVudHJlZ3VlIG5hIFNlw6fDo28gVMOpY25pY2EgZGUgUMOzcy1HcmFkdWHDp8OjbyBjb20gYSBxdWFsIG8gcHJvZ3JhbWEgZGUgcMOzcy1ncmFkdWHDp8OjbyBlbSBxdWUgbyB0cmFiYWxobyBmb2kgZGVzZW52b2x2aWRvIGVzdMOhIHZpbmN1bGFkbzsNCg0KZykgY29uY2VkbyDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIG8gZGlyZWl0byBuw6NvIGV4Y2x1c2l2byBkZSBkaXNwb25pYmlsaXphciwgZGUgY29waWFyIGUgZGUgZGlzdHJpYnVpciwgcG9yIG1laW8gZGUgc2V1cyBhbWJpZW50ZXMgaW5zdGl0dWNpb25haXMgZGUgYWNlc3NvIHJlc3RyaXRvIG91IGFiZXJ0byBhbyBww7pibGljbyBnZXJhbCwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZGUgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIGUgb3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbzsNCg0KaCkgY29uY2VkbyDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIG8gZGlyZWl0byBuw6NvIGV4Y2x1c2l2byBkZSByZWFsaXphciBxdWFpc3F1ZXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5hIG3DrWRpYSBvdSBubyBmb3JtYXRvIGRvIGFycXVpdm8gcGFyYSBwcm9ww7NzaXRvcyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIGRpZ2l0YWwsIGRlIGFjZXNzaWJpbGlkYWRlIGUgZGUgbWVsaG9yIGlkZW50aWZpY2HDp8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8sIGRlc2RlIHF1ZSBuw6NvIHNlamEgYWx0ZXJhZG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbyBpbnRlbGVjdHVhbC4NCg0KMi4gQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRXN0YWR1YWwgUGF1bGlzdGEg4oCcSsO6bGlvIGRlIE1lc3F1aXRhIEZpbGhv4oCdIHNlIGNvbXByb21ldGUgYToNCg0KYSkgZm9ybmVjZXIgdW1hIGlkZW50aWZpY2HDp8OjbyBjbGFyYSBkbyBub21lIGRvIGF1dG9yIGR1cmFudGUgYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28sIGVtIGFtYmllbnRlIGluc3RpdHVjaW9uYWwsIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbzsNCg0KYikgc2UgbmVjZXNzw6FyaW8sIHJlYWxpemFyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBub3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbyBwYXJhIHF1ZSBtZWxob3IgcmVwcmVzZW50ZW0gZSBpZGVudGlmaXF1ZW0gbyB0cmFiYWxobyBzZW0sIG5vIGVudGFudG8sIGNvbXByb21ldGVyIHNldSBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWxlY3R1YWw7DQoNCmMpIHJlc3BlaXRhciBhIGRlY2lzw6NvIGRvIGF1dG9yIHNvYnJlIGEgdmVyc8OjbyBxdWUgZGV2ZXLDoSBzZXIgZGlzcG9uaWJpbGl6YWRhIGltZWRpYXRhbWVudGUgYXDDs3MgbyBhY2VpdGUgZGEgc3VibWlzc8Ojbywgc2VqYSBlbGEgYSB2ZXJzw6NvIGludGVncmFsIG91IHBhcmNpYWw7DQoNCmQpIHJlc3BlaXRhciBvIHByYXpvIGRlZmluaWRvIHBlbG8gYXV0b3IgcGFyYSBhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbyBkbyBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWdyYWwsIGNhc28gbyBhdXRvciB0ZW5oYSBvcHRhZG8gcGVsYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28gaW1lZGlhdGEgYXBlbmFzIGRvIGNvbnRlw7pkbyBwYXJjaWFsIGUgbyBwcmF6byBkZWZpbmlkbyBlc3RlamEgZGVudHJvIGRlIDIgKGRvaXMpIGFub3MgYXDDs3MgYSBkZWZlc2E7DQoNCmUpIG7Do28gcmVhbGl6YXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5vIGFycXVpdm8gZW52aWFkbyBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBkZXNjcml0YXMgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuDQoNClPDo28gUGF1bG8sIE1vbiBGZWIgMjYgMjE6NDk6MjAgVVRDIDIwMjQu
dc.title.pt.fl_str_mv Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente
dc.title.alternative.en.fl_str_mv Socio-spatial fragmentation and urban experiences in Presidente Prudente
title Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente
spellingShingle Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente
Silva, Victor Hugo Quissi Cordeiro da [UNESP]
Diferenciação socioespacial
Fragmentação socioespacial
Experiências urbanas
Percursos urbanos
Presidente Prudente
Socio-spatial differentiation
Socio-spatial fragmentation
Urban routes
Urban experiences
Diferenciación socioespacial
Fragmentación socioespacial
Rutas urbanas
Experiencias urbanas
title_short Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente
title_full Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente
title_fullStr Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente
title_full_unstemmed Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente
title_sort Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente
author Silva, Victor Hugo Quissi Cordeiro da [UNESP]
author_facet Silva, Victor Hugo Quissi Cordeiro da [UNESP]
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Silva, Victor Hugo Quissi Cordeiro da [UNESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Sposito, Eliseu Savério [UNESP]
contributor_str_mv Sposito, Eliseu Savério [UNESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Diferenciação socioespacial
Fragmentação socioespacial
Experiências urbanas
Percursos urbanos
Presidente Prudente
topic Diferenciação socioespacial
Fragmentação socioespacial
Experiências urbanas
Percursos urbanos
Presidente Prudente
Socio-spatial differentiation
Socio-spatial fragmentation
Urban routes
Urban experiences
Diferenciación socioespacial
Fragmentación socioespacial
Rutas urbanas
Experiencias urbanas
dc.subject.eng.fl_str_mv Socio-spatial differentiation
Socio-spatial fragmentation
Urban routes
Urban experiences
dc.subject.spa.fl_str_mv Diferenciación socioespacial
Fragmentación socioespacial
Rutas urbanas
Experiencias urbanas
description Os processos de produção de diferenças e desigualdades socioespaciais são temas tratados na Geografia por diferentes geógrafos e perspectivas teórico-metodológicas. O espaço urbano, entendido como condição, meio e produto das relações sociais, expressa a relação entre uma lógica fragmentada e a segmentação socioespacial sendo, portanto, fundamental para a compreensão das desigualdades. O processo de fragmentação socioespacial é uma possibilidade de compreendermos como na estruturação da cidade as práticas espaciais dos citadinos definem e são definidas no contexto urbano propenso a acentuar as desigualdades socioespaciais, ainda mais agravada pela pandemia da covid-19. É a partir deste processo que observamos a condição dos sujeitos que vivem em conjuntos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) (faixa 1) em Presidente Prudente/SP e dos espaços residenciais fechados com residências de alto valor de troca, buscando objetivar a diferenciação e as desigualdades socioespaciais como caminho para se revelar nas escalas do cotidiano a sua inserção na cidade, levando em consideração as diferenças entre esses contextos socioeconômicos e espaciais distintos e mudanças advindas pelo contexto pandêmico. O processo de dispersão urbana foi discutido ao longo do texto e apresentado a partir das tipologias que este processo pode assumir no contexto latino-americano, ou seja, a precariópolis estatal e a privatópolis imobiliária, áreas marcadas respectivamente pela segregação e autossegregação socioespacial. As entrevistas semiestruturadas buscaram abordar diferentes aspectos do cotidiano e das experiências urbanas, tais como lazer, consumo, trabalho e habitação. A partir dessa metodologia pudemos identificar diferentes dimensões dos processos de segregação, autossegregação e fragmentação, indicados na maior ou menor autonomia na construção da própria espaço-temporalidade por parte dos entrevistados. Os percursos urbanos casa-trabalho-casa foram registrados a fim de apreendermos o cotidiano e elaborarmos uma análise da passagem da lógica centro-periférica para uma lógica fragmentária na qual se processa a fragmentação socioespacial não como determinante apenas, mas como forma-conteúdo do modo de pensar, fazer e viver a cidade.
publishDate 2024
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2024-02-27T17:30:14Z
dc.date.available.fl_str_mv 2024-02-27T17:30:14Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2024-02-23
dc.type.driver.fl_str_mv Dissertação de mestrado
info:eu-repo/semantics/masterThesis
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv Silva, Victor Hugo Quissi Cordeiro da. Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente. Eliseu Savério Sposito. 2024. 209 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2024.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://hdl.handle.net/11449/253459
dc.identifier.capes.none.fl_str_mv 33004129042P3
dc.identifier.lattes.none.fl_str_mv 8294275610698296
identifier_str_mv Silva, Victor Hugo Quissi Cordeiro da. Fragmentação socioespacial e experiências urbanas em Presidente Prudente. Eliseu Savério Sposito. 2024. 209 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2024.
33004129042P3
8294275610698296
url https://hdl.handle.net/11449/253459
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
publisher.none.fl_str_mv Universidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNESP
instname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron:UNESP
instname_str Universidade Estadual Paulista (UNESP)
instacron_str UNESP
institution UNESP
reponame_str Repositório Institucional da UNESP
collection Repositório Institucional da UNESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unesp.br/bitstreams/2fde5715-502b-496a-be09-f58c872775f9/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/94e2f489-fc71-400f-bbec-31a92855dc94/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/69eff62b-226e-4735-ac0f-1fcf92ce476f/download
https://repositorio.unesp.br/bitstreams/34b99d07-7697-4983-9350-aa539a461fcb/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 4438502737204c4ff206328d682ba7ce
c2918ef5f99786712ac2a61148613a57
87a0fabe9c6340ed6356d57e4a04f4fa
c062652b17eb6f657deef6c215f7fbf0
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
repository.mail.fl_str_mv repositoriounesp@unesp.br
_version_ 1878343748038950912