Aberturas adaptáveis e sua influência no desempenho e conforto térmico em salas de aula: proposta metodológica para novos projetos.
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Presbiteriana Mackenzie
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/33436 |
Resumo: | A satisfação dos usuários em relação ao desempenho e conforto térmico está diretamente ligada as questões de conforto ambiental. Melhorias na concepção, design e construção das salas de aula visam propiciar um ambiente adequado de ensino, reduzir o consumo de energia e melhorar as condições térmicas dos ambientes internos. A presente tese iniciou da hipótese de que aberturas adaptáveis em uma edificação são capazes de diminuir ou aumentar a dependência de sistemas artificiais de condicionamento para a obtenção do conforto e desempenho térmico no interior de salas de aula. Neste contexto, o objetivo principal deste trabalho é desenvolver um método de análise do potencial de desempenho e conforto térmico de aberturas adaptáveis para salas de aula. Os procedimentos metodológicos utilizados foram: em revisão sistemática de literatura, coleta de dados, estudos de caso e extensas modelagens/simulações de desempenho e conforto térmico em salas de aulas para adaptação do percentual de abertura na fachada. O modelo estático/racional foi utilizado como métrica do índice PMV-PPD para obter a porcentagem prevista de satisfeitos e o modelo adaptativo foi utilizado como métrica de desempenho através do número de horas de desconforto. O modelo experimental foi definido com base em duas salas de aula ventiladas naturalmente, situadas na cidade de Campo Grande, cujo clima é o tropical úmido, totalizando 8 cenários; e o modelo final foi baseado em duas salas de aula ventiladas naturalmente, situadas na cidade de São Paulo, cujo clima é o subtropical úmido, totalizando 16 cenários. Os resultados obtidos atestam a hipótese central dessa pesquisa, de que aberturas adaptáveis em uma edificação são capazes de diminuir ou aumentar a dependência de sistemas artificiais de condicionamento para a obtenção do conforto térmico e desempenho térmico no interior de salas de aula. Para os estudos de casos em Campo Grande e São Paulo, propõe-se que as salas operem com as suas aberturas a 100% (nas salas CG1, CG2, SP1 e SP2). As salas SPA1 e SPA2 de São Paulo deverão operar com suas aberturas a 50%, para que possuam um bom desempenho térmico e um ambiente confortável termicamente para seus usuários. Por fim, são propostas estratégias projetuais de avaliação, relacionadas as aberturas adaptáveis, buscando proporcionar um ambiente térmico melhor de salas de aula. |
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Freitas, Natacha Viana Seabra dePisani, Maria Augusta Justi2023-09-26T13:31:43Z2023-09-26T13:31:43Z2023-08-14https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/33436A satisfação dos usuários em relação ao desempenho e conforto térmico está diretamente ligada as questões de conforto ambiental. Melhorias na concepção, design e construção das salas de aula visam propiciar um ambiente adequado de ensino, reduzir o consumo de energia e melhorar as condições térmicas dos ambientes internos. A presente tese iniciou da hipótese de que aberturas adaptáveis em uma edificação são capazes de diminuir ou aumentar a dependência de sistemas artificiais de condicionamento para a obtenção do conforto e desempenho térmico no interior de salas de aula. Neste contexto, o objetivo principal deste trabalho é desenvolver um método de análise do potencial de desempenho e conforto térmico de aberturas adaptáveis para salas de aula. Os procedimentos metodológicos utilizados foram: em revisão sistemática de literatura, coleta de dados, estudos de caso e extensas modelagens/simulações de desempenho e conforto térmico em salas de aulas para adaptação do percentual de abertura na fachada. O modelo estático/racional foi utilizado como métrica do índice PMV-PPD para obter a porcentagem prevista de satisfeitos e o modelo adaptativo foi utilizado como métrica de desempenho através do número de horas de desconforto. O modelo experimental foi definido com base em duas salas de aula ventiladas naturalmente, situadas na cidade de Campo Grande, cujo clima é o tropical úmido, totalizando 8 cenários; e o modelo final foi baseado em duas salas de aula ventiladas naturalmente, situadas na cidade de São Paulo, cujo clima é o subtropical úmido, totalizando 16 cenários. Os resultados obtidos atestam a hipótese central dessa pesquisa, de que aberturas adaptáveis em uma edificação são capazes de diminuir ou aumentar a dependência de sistemas artificiais de condicionamento para a obtenção do conforto térmico e desempenho térmico no interior de salas de aula. Para os estudos de casos em Campo Grande e São Paulo, propõe-se que as salas operem com as suas aberturas a 100% (nas salas CG1, CG2, SP1 e SP2). As salas SPA1 e SPA2 de São Paulo deverão operar com suas aberturas a 50%, para que possuam um bom desempenho térmico e um ambiente confortável termicamente para seus usuários. Por fim, são propostas estratégias projetuais de avaliação, relacionadas as aberturas adaptáveis, buscando proporcionar um ambiente térmico melhor de salas de aula.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NívelIPM - Instituto Presbiteriano MackenzieUniversidade Presbiteriana Mackenzieaberturas adaptáveisconforto térmicodesempenho térmicosalas de aulaclima tropical úmidoclima subtropical úmidoAberturas adaptáveis e sua influência no desempenho e conforto térmico em salas de aula: proposta metodológica para novos projetos.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/6763009040782062https://orcid.org/0000-0002-0467-2854http://lattes.cnpq.br/7414295594998859https://orcid.org/0000-0003-3098-1201Risso, Erika Ciconelli de Figueiredohttp://lattes.cnpq.br/5834957946973254https://orcid.org/0000-0002-5515-0255Abreu-Harbich, Loyde Vieira dehttp://lattes.cnpq.br/9845221974550386https://orcid.org/0000-0003-0153-4509Costa Filho, Amando CandeiraLeite, Renan Cid Varelahttp://lattes.cnpq.br/3263769797332371http://lattes.cnpq.br/0061584733679739User satisfaction regarding performance and thermal comfort is directly linked to environmental comfort issues. Improvements in the conception, design and construction of classrooms aim to provide an adequate teaching environment, reduce energy consumption, and improve the thermal conditions of indoor environments. This thesis started from the hypothesis that adaptable openings in a building can reduce or increasing the dependence on artificial conditioning systems to obtain comfort and thermal performance inside classrooms. In this context, the main objective of this work is to develop a method for analyzing the performance potential and thermal comfort of adaptable openings for classrooms. The methodological procedures used: systematic literature review, data collection, case studies and extensive modeling/simulations of performance and thermal comfort in classrooms to adapt the percentage of opening on the facade. The static/rational model was used as a metric for the PMV-PPD index to obtain the predicted percentage of satisfied people and the adaptive model was used as a performance metric through the number of hours of discomfort. The experimental model was defined based on two naturally ventilated classrooms, located in the city of Campo Grande, whose climate is humid tropical, totaling 8 scenarios; and the final model was based on two naturally ventilated classrooms, located in the city of São Paulo, whose climate is humid subtropical, totaling 16 scenarios. The results obtained attest to the central hypothesis of this research, that adaptable openings in a building can reduce or increasing the dependence on artificial conditioning systems to obtain thermal comfort and thermal performance inside classrooms. For the case studies in Campo Grande and São Paulo, it is proposed that the rooms operate with their openings at 100% (in rooms CG1, CG2, SP1 and SP2). The SPA1 and SPA2 rooms in São Paulo must operate with their openings at 50%, so that they have a good thermal performance and a thermally comfortable environment for their users. Finally, design evaluation strategies are proposed, related to adaptable openings, seeking to provide a better thermal environment for classrooms.adaptive openingsthermal comfortthermal performanceclassroomshumid tropical climatehumid subtropical climateBrasilFaculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)UPMArquitetura e UrbanismoCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ARQUITETURA E URBANISMOLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82269https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/f306eea4-d8dc-4746-b5b8-5f5b7900bda8/downloadf0d4931322d30f6d2ee9ebafdf037c16MD51falseAnonymousREADORIGINALNatacha Viana Seabra de Freitas....pdfNatacha Viana Seabra de Freitas....pdfapplication/pdf7981150https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/838af927-d38e-4aa7-9f9c-04285b6c7f20/downloadbcf266b99770bfa774a8d033920321d5MD52trueAnonymousREADTHUMBNAILNatacha Viana Seabra de Freitas....pdf.jpgNatacha Viana Seabra de Freitas....pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2341https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/be8cd9e3-4b7d-4316-82ba-cdbfc8c6657d/downloade115669211941925a422700e850bbc19MD53falseAnonymousREADTEXTNatacha Viana Seabra de Freitas....pdf.txtNatacha Viana Seabra de Freitas....pdf.txtExtracted texttext/plain102572https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/e0c9b17e-dffc-4edf-9904-3e5d6624309a/download0481fd79185698bf4b82e485ce1750f9MD54falseAnonymousREAD10899/334362025-08-16T06:02:25.804135Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/33436https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772025-08-16T06:02:25Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKPGJyPjxicj4KQ29tIG8gYWNlaXRlIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIHNldSB0cmFiYWxobyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgo8YnI+PGJyPgpBY2VpdGFuZG8gZXNzYSBsaWNlbsOnYSB2b2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgo8YnI+PGJyPgpDb25jb3JkYXLDoSBxdWUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHRhbWLDqW0gc2Vyw6EgcmVnaWRvIHBlbGEgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyBxdWUgTsODTyBwZXJtaXRlIG8gdXNvIGNvbWVyY2lhbCBvdSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBvYnJhIHBvciB0ZXJjZWlyb3MgY29uZm9ybWUgZGVzY3JpdG8gZW0gPGEgaHJlZj0iaHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC8iIHRhcmdldD0iX2JsYW5rIj5odHRwczovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtbmQvNC4wLzwvYT4uCjxicj48YnI+ClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCjxicj48YnI+CkNhc28gbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRvIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmEgZGVwb3NpdGFkby4KPGJyPjxicj4KQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIE9SQSBERVBPU0lUQURPIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgVU5JVkVSU0lEQURFIFBSRVNCSVRFUklBTkEgTUFDS0VOWklFLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KPGJyPjxicj4KQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg== |
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