Avaliação da membrana de nanocelulose enriquecida com óxido de grafeno e fator de crescimento endotelial vascular sobre a cicatrização de feridas em pele de ratos
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Instituto Presbiteriano Mackenzie
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41826 |
Resumo: | Introdução: A pele lesada acarreta a perda de sua integridade e consequente dano ao organismo. A cicatrização, de maneira rápida, efetiva e mais inócua e estéril possível, vem despontando como foco de estudo com o avanço tecnológico, na busca de curativos que auxiliem esse processo regenerativo. Objetivos: Avaliar a efetividade da membrana de celulose vegetal associada ao Óxido de Grafeno e Fator de Crescimento Endotelial Vascular no tratamento de feridas cutâneas em ratos. Métodos: Estudo realizado com 36 ratos Wistar, submetidos a lesão de pele realizada com Punch cirúrgico 12mm, na pele do dorso. Distribuídos em 2 grupos: controle (n=18), redivididos em 2 subgrupos (n=9), de acordo com o tempo de eutanásia (7 e 14 dias). O grupo experimento (n=18) tratado com curativo de nanocelulose enriquecida com Óxido de Grafeno e Fator de Crescimento Endotelial Vascular, redivididos em 2 subgrupos (n=9) pelo tempo de eutanásia (7 e 14dias), pareados e comparados quanto a cicatrização sob aspecto macroscópico, contração das feridas e análise microscópica. Resultados: Os aspectos histológicos estudados evidenciaram uma boa resposta na evolução da cicatrização, comparativamente com o grupo controle, quanto ao aumento da proporção do exsudato inflamatório, evidência de infiltrado linfoplasmocitário mínimo e moderado, em comparação com o grupo controle, evidenciando uma boa evolução reparativa e estímulo à remodelação. Maior presença de fibroblastos, mais denotada no subgrupo 14 dias, maior atividade cicatricial, com hiperplasia fibroblástica e produção de colágeno, demonstrando um reparo eficiente, uma cicatrização mais madura e resistente. Quanto à profundidade da cicatriz, o grupo experimento denotou maior atividade de remodelação, menor tendência a fibrose e a cicatrização menos, sendo mais eficiente. Reepitelização em estágio de avançada migração e proliferação dos queratinócitos sobre o leito da ferida, descrevendo histologicamente o processo de regeneração. Conclusão: A membrana de nanocelulose com óxido de grafeno e VEGF apresentou desempenho cicatricial superior ao curativo convencional. O grupo experimento mostrou menor inflamação, maior atividade fibroblástica aos 14 dias, melhor organização e maturação do colágeno, além de reepitelização mais ampla e contínua. Houve predomínio de uma fase intermediária de cicatrização, com mais capilares e menor tendência a fibrose. Apesar de a aparência macroscópica ser semelhante entre os grupos, a análise microscópica confirmou maior qualidade de reparo no curativo de nanocelulose, indicando potencial para resultados tardios ainda mais favoráveis. |
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Brites, Thaís Ariela MachadoTabushi, Fernando Issamu2026-02-06T12:59:50Z2025-12-18https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/41826Introdução: A pele lesada acarreta a perda de sua integridade e consequente dano ao organismo. A cicatrização, de maneira rápida, efetiva e mais inócua e estéril possível, vem despontando como foco de estudo com o avanço tecnológico, na busca de curativos que auxiliem esse processo regenerativo. Objetivos: Avaliar a efetividade da membrana de celulose vegetal associada ao Óxido de Grafeno e Fator de Crescimento Endotelial Vascular no tratamento de feridas cutâneas em ratos. Métodos: Estudo realizado com 36 ratos Wistar, submetidos a lesão de pele realizada com Punch cirúrgico 12mm, na pele do dorso. Distribuídos em 2 grupos: controle (n=18), redivididos em 2 subgrupos (n=9), de acordo com o tempo de eutanásia (7 e 14 dias). O grupo experimento (n=18) tratado com curativo de nanocelulose enriquecida com Óxido de Grafeno e Fator de Crescimento Endotelial Vascular, redivididos em 2 subgrupos (n=9) pelo tempo de eutanásia (7 e 14dias), pareados e comparados quanto a cicatrização sob aspecto macroscópico, contração das feridas e análise microscópica. Resultados: Os aspectos histológicos estudados evidenciaram uma boa resposta na evolução da cicatrização, comparativamente com o grupo controle, quanto ao aumento da proporção do exsudato inflamatório, evidência de infiltrado linfoplasmocitário mínimo e moderado, em comparação com o grupo controle, evidenciando uma boa evolução reparativa e estímulo à remodelação. Maior presença de fibroblastos, mais denotada no subgrupo 14 dias, maior atividade cicatricial, com hiperplasia fibroblástica e produção de colágeno, demonstrando um reparo eficiente, uma cicatrização mais madura e resistente. Quanto à profundidade da cicatriz, o grupo experimento denotou maior atividade de remodelação, menor tendência a fibrose e a cicatrização menos, sendo mais eficiente. Reepitelização em estágio de avançada migração e proliferação dos queratinócitos sobre o leito da ferida, descrevendo histologicamente o processo de regeneração. Conclusão: A membrana de nanocelulose com óxido de grafeno e VEGF apresentou desempenho cicatricial superior ao curativo convencional. O grupo experimento mostrou menor inflamação, maior atividade fibroblástica aos 14 dias, melhor organização e maturação do colágeno, além de reepitelização mais ampla e contínua. Houve predomínio de uma fase intermediária de cicatrização, com mais capilares e menor tendência a fibrose. Apesar de a aparência macroscópica ser semelhante entre os grupos, a análise microscópica confirmou maior qualidade de reparo no curativo de nanocelulose, indicando potencial para resultados tardios ainda mais favoráveis.OutrosInstituto Presbiteriano Mackenzieferidascicatrizaçãomembrana de celulose vegetalnanotecnologiaóxido de grafenofator de crescimento endotelial vascularAvaliação da membrana de nanocelulose enriquecida com óxido de grafeno e fator de crescimento endotelial vascular sobre a cicatrização de feridas em pele de ratosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Digital do Mackenzieinstname:Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)instacron:MACKENZIEinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://lattes.cnpq.br/8393056590921303http://lattes.cnpq.br/0564643508634051Ribas Filho, Jurandir Marcondeshttp://lattes.cnpq.br/7077398001188294Nassif, Paulo Afonso Nuneshttp://lattes.cnpq.br/5902051031307945Greca, Claudio de Paula Soareshttp://lattes.cnpq.br/2276333209972546Introduction: Injured skin leads to the loss of its integrity and consequent damage to the organism. Rapid, effective, and minimally invasive and sterile as possible wound healing has emerged as a focus of study with technological advancements in the search for dressings that aid this regenerative process. Objectives: To evaluate the effectiveness of the vegetable cellulose membrane associated with Graphene Oxide and Vascular Endothelial Growth Factor in the treatment of skin wounds in rats. Methods: This study was conducted with 36 Wistar rats, submitted to a skin lesion performed with a 12mm surgical punch on the dorsal skin. The animals were distributed into 2 groups: a control group (n=18), subdivided into 2 subgroups (n=9) according to the time of euthanasia (7 and 14 days), and an experimental group (n=18) treated with a dressing containing a cellulose nanomembrane enriched with Graphen Oxide and Vascular Endothelial Growth Factor. The experimental group was also subdivided into subgroups (n=9) based on the time of euthanasia (7 and 14 days). The groups were paired and compared regarding healing under macroscopic aspects, wound contraction, and microscopic analysis. Results: The histological aspects studied showed a good response in the evolution of healing compared to the control group, regarding the increased proportion of inflammatory exudate, evidence of minimal to moderate lymphoplasmacytic infiltrate (compared to the control group), demonstrating a good reparative evolution and stimulus to remodeling, and a greater presence of fibroblasts, which was more denoted in the 14-day subgroup. There was greater scar activity, with fibroblastic hyperplasia and collagen production, demonstrating efficient repair and a more mature and resistant scar. Regarding the depth of the scar, the experimental group denoted greater remodeling activity, a lower tendency towards fibrosis or hypertrophic scarring, and efficient re-epithelialization in an advanced stage. Conclusion: The nanocellulose membrane with graphene oxide and VEGF showed superior healing performance to the conventional dressing. The experimental group showed lower inflammation, greater fibroblastic activity at 14 days, better collagen organization and maturation, as well as broader and more continuous re-epithelialization. There was a predominance of an intermediate phase of healing, with more capillaries and less tendency to fibrosis. Although the macroscopic appearance was similar between the groups, the microscopic analysis confirmed higher repair quality in the nanocellulose dressing, indicating the potential for even more favorable late results.PROSUP/Taxaswoundswound healingplant cellulose membranenanotechnologygraphene oxidevascular endothelial growth factorBrasilFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR)UPMPrincípios da CirurgiaCIENCIAS DA SAUDEORIGINALTHAÍS ARIELA MACHADO BRITES - DISSERTAÇÃO PRÉ BANCA.pdfTHAÍS ARIELA MACHADO BRITES - DISSERTAÇÃO PRÉ BANCA.pdfapplication/pdf4927649https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/a3484fb1-7a59-4445-8f0c-d8f44bb5c256/download1b692c7a8faac6f0fe1d1f8571251e04MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82207https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/09cb0ff5-ee47-4abb-b5a1-c8c5caeb9a3a/downloada092685f5fe02015fe6064807ee8feefMD52falseAnonymousREADTEXTTHAÍS ARIELA MACHADO BRITES - DISSERTAÇÃO PRÉ BANCA.pdf.txtTHAÍS ARIELA MACHADO BRITES - DISSERTAÇÃO PRÉ BANCA.pdf.txtExtracted texttext/plain103031https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/3c2d46c2-3c96-4be5-98e9-be0ada42a82e/download8f82bf22da51ed9693c8aa68adb0a9baMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTHAÍS ARIELA MACHADO BRITES - DISSERTAÇÃO PRÉ BANCA.pdf.jpgTHAÍS ARIELA MACHADO BRITES - DISSERTAÇÃO PRÉ BANCA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3006https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/16231597-d356-460c-b443-b651f0eb1018/downloadcf6620a9aac9cb32ab89c7b4762bbfb6MD54falseAnonymousREAD10899/418262026-02-07T06:03:16.049750Zopen.accessoai:dspace.mackenzie.br:10899/41826https://dspace.mackenzie.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.mackenzie.br/jspui/PRIhttps://adelpha-api.mackenzie.br/server/oai/repositorio@mackenzie.br||paola.damato@mackenzie.bropendoar:102772026-02-07T06:03:16Repositório Digital do Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBvIGFjZWl0ZSBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBQcmVzYml0ZXJpYW5hIE1hY2tlbnppZSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KQWNlaXRhbmRvIGVzc2EgbGljZW7Dp2Egdm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBvIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KQ29uY29yZGFyw6EgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyB0YW1iw6ltIHNlcsOhIHJlZ2lkbyBwZWxhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgcXVlIE7Dg08gcGVybWl0ZSBvIHVzbyBjb21lcmNpYWwgb3UgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28gZGEgb2JyYSBwb3IgdGVyY2Vpcm9zIGNvbmZvcm1lIGRlc2NyaXRvIGVtIDxhIGhyZWY9Imh0dHBzOi8vY3JlYXRpdmVjb21tb25zLm9yZy9saWNlbnNlcy9ieS1uYy1uZC80LjAvIiB0YXJnZXQ9Il9ibGFuayI+aHR0cHM6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLW5kLzQuMC88L2E+LgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBzZXUgdHJhYmFsaG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgpDYXNvIG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgUHJlc2JpdGVyaWFuYSBNYWNrZW56aWUgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JhIGRlcG9zaXRhZG8uCkNBU08gTyBUUkFCQUxITyBPUkEgREVQT1NJVEFETyBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFVOSVZFUlNJREFERSBQUkVTQklURVJJQU5BIE1BQ0tFTlpJRSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTIEVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIFByZXNiaXRlcmlhbmEgTWFja2VuemllIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHNldSB0cmFiYWxobywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgo= |
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Introdução: A pele lesada acarreta a perda de sua integridade e consequente dano ao organismo. A cicatrização, de maneira rápida, efetiva e mais inócua e estéril possível, vem despontando como foco de estudo com o avanço tecnológico, na busca de curativos que auxiliem esse processo regenerativo. Objetivos: Avaliar a efetividade da membrana de celulose vegetal associada ao Óxido de Grafeno e Fator de Crescimento Endotelial Vascular no tratamento de feridas cutâneas em ratos. Métodos: Estudo realizado com 36 ratos Wistar, submetidos a lesão de pele realizada com Punch cirúrgico 12mm, na pele do dorso. Distribuídos em 2 grupos: controle (n=18), redivididos em 2 subgrupos (n=9), de acordo com o tempo de eutanásia (7 e 14 dias). O grupo experimento (n=18) tratado com curativo de nanocelulose enriquecida com Óxido de Grafeno e Fator de Crescimento Endotelial Vascular, redivididos em 2 subgrupos (n=9) pelo tempo de eutanásia (7 e 14dias), pareados e comparados quanto a cicatrização sob aspecto macroscópico, contração das feridas e análise microscópica. Resultados: Os aspectos histológicos estudados evidenciaram uma boa resposta na evolução da cicatrização, comparativamente com o grupo controle, quanto ao aumento da proporção do exsudato inflamatório, evidência de infiltrado linfoplasmocitário mínimo e moderado, em comparação com o grupo controle, evidenciando uma boa evolução reparativa e estímulo à remodelação. Maior presença de fibroblastos, mais denotada no subgrupo 14 dias, maior atividade cicatricial, com hiperplasia fibroblástica e produção de colágeno, demonstrando um reparo eficiente, uma cicatrização mais madura e resistente. Quanto à profundidade da cicatriz, o grupo experimento denotou maior atividade de remodelação, menor tendência a fibrose e a cicatrização menos, sendo mais eficiente. Reepitelização em estágio de avançada migração e proliferação dos queratinócitos sobre o leito da ferida, descrevendo histologicamente o processo de regeneração. Conclusão: A membrana de nanocelulose com óxido de grafeno e VEGF apresentou desempenho cicatricial superior ao curativo convencional. O grupo experimento mostrou menor inflamação, maior atividade fibroblástica aos 14 dias, melhor organização e maturação do colágeno, além de reepitelização mais ampla e contínua. Houve predomínio de uma fase intermediária de cicatrização, com mais capilares e menor tendência a fibrose. Apesar de a aparência macroscópica ser semelhante entre os grupos, a análise microscópica confirmou maior qualidade de reparo no curativo de nanocelulose, indicando potencial para resultados tardios ainda mais favoráveis. |
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