Hypericeae e Vismieae : desvendando aspectos químicos e etnobotânicos de taxons de Hypericaceae

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Diel, Kriptsan Abdon Poletto
Orientador(a): Von Poser, Gilsane Lino
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/225263
Resumo: As espécies de Hypericaceae são distribuídas em três tribos bem sustentadas, que são Hypericeae, Cratoxyleae e Vismieae. No Brasil, esta família é representada por dois gêneros: Hypericum L. (tribo Hypericeae), com 24 espécies, a maioria distribuída no sul do país, e Vismia Vand. (tribo Vismieae), com 30 espécies de árvores ou arbustos que ocorrem principalmente na região amazônica. Neste trabalho foram desenvolvidos estudos com espécies das tribos Hypericeae, constituída apenas pelo gênero Hypericum, e Vismieae, que inclui os gêneros Vismia, Psorospermum e Harungana. No primeiro capítulo da presente dissertação relata-se o isolamento de derivados de floroglucinol e a análise qualitativa e quantitativa de flavonoides presentes em extratos obtidos de diferentes espécies do gênero, nativas do Brasil. O isolamento foi realizado a partir do extrato hexano das partes aéreas de Hypericum pedersenii, através de técnicas cromatográficas e, como eluente, solventes em polaridade crescente. As frações obtidas foram reunidas por semelhança utilizando a cromatografia de camada delgada. Os compostos foram submetidos a análises espectroscópicas e espectrométricas para identificação. Para a análise de flavonoides, as partes aéreas de diferentes espécies de Hypericum foram submetidas à maceração estática com hexano seguida de diclorometano, para remoção da fração lipofílica, seguida de acetato de etila, e metanol, por períodos de 24 horas até o esgotamento do material vegetal. Os extratos acetato de etila e metanol foram analisados por cromatografia líquida de alta eficiência, com duas fases móveis e gradiente de eluição. Ao comparar os tempos de retenção de picos padrão com aqueles de amostra, a identidade de pico de flavonoides foi atribuída. Como resultados, foi possível realizar o isolamento de um acilfloroglucinol dimérico, identificado através de técnicas de RMN, como hiperbrasilol B, presente em outras espécies do gênero. Este foi o primeiro relato da identificação para H. pedersenii, sendo uma nova fonte de obtenção deste composto. Em relação aos flavonoides, grande parte das espécies analisadas apresentaram hiperosídeo como o componente majoritário, o que já se observou também em diversas espécies de Hypericum. Importante salientar a ausência deste flavonoide em H. teretiusculum. O segundo capítulo apresenta uma revisão da literatura sobre espécies da tribo Vismieae. Essa tribo é um grupo bem estabelecido, mas suas relações internas não, ou seja, a delimitação taxonômica dos gêneros permanece confusa e não resolvida. Segundo alguns autores, a tribo seria 10 constituida pelas especies de Vismia (americanas e africanas) e as espécies de Psorospermum deveriam ser incluidas no gênero Harungana. Outros reforçam a permanência do gênero Psorospermum, que deveria ainda incluir as espécies de Vismia africanas (Afrovismia). Analisando a tribo Vismieae do ponto de vista químico, os derivados antracênicos e as xantonas são as classes de compostos que estão presentes de forma mais expressiva, ocorrendo em todos os táxons, sendo observada uma certa uniformidade nos três gêneros de Vismieae (Harungana, Psorospermum e Vismia). Porém, diferenças também podem ser observadas. É possível supor que seria adequado preservar os três gêneros e manter Afrovismia como um gênero separado, ao invés de unir este grupo de plantas. Ainda é prematuro propor alguma mudança, já que um número realtivamente pequeno de espécies foi estudado quimicamente. Porém, no futuro, com mais informações disponíveis, seria útil incluir os dados químicos nas revisões taxonômicas deste grupo de plantas. Os resultados obtidos nesse estudo demonstram que a família Hypericaceae é uma rica fonte de compostos biologicamente ativos e merece estudos mais aprofundados.
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spelling Diel, Kriptsan Abdon PolettoVon Poser, Gilsane Lino2021-08-06T04:41:16Z2021http://hdl.handle.net/10183/225263001129576As espécies de Hypericaceae são distribuídas em três tribos bem sustentadas, que são Hypericeae, Cratoxyleae e Vismieae. No Brasil, esta família é representada por dois gêneros: Hypericum L. (tribo Hypericeae), com 24 espécies, a maioria distribuída no sul do país, e Vismia Vand. (tribo Vismieae), com 30 espécies de árvores ou arbustos que ocorrem principalmente na região amazônica. Neste trabalho foram desenvolvidos estudos com espécies das tribos Hypericeae, constituída apenas pelo gênero Hypericum, e Vismieae, que inclui os gêneros Vismia, Psorospermum e Harungana. No primeiro capítulo da presente dissertação relata-se o isolamento de derivados de floroglucinol e a análise qualitativa e quantitativa de flavonoides presentes em extratos obtidos de diferentes espécies do gênero, nativas do Brasil. O isolamento foi realizado a partir do extrato hexano das partes aéreas de Hypericum pedersenii, através de técnicas cromatográficas e, como eluente, solventes em polaridade crescente. As frações obtidas foram reunidas por semelhança utilizando a cromatografia de camada delgada. Os compostos foram submetidos a análises espectroscópicas e espectrométricas para identificação. Para a análise de flavonoides, as partes aéreas de diferentes espécies de Hypericum foram submetidas à maceração estática com hexano seguida de diclorometano, para remoção da fração lipofílica, seguida de acetato de etila, e metanol, por períodos de 24 horas até o esgotamento do material vegetal. Os extratos acetato de etila e metanol foram analisados por cromatografia líquida de alta eficiência, com duas fases móveis e gradiente de eluição. Ao comparar os tempos de retenção de picos padrão com aqueles de amostra, a identidade de pico de flavonoides foi atribuída. Como resultados, foi possível realizar o isolamento de um acilfloroglucinol dimérico, identificado através de técnicas de RMN, como hiperbrasilol B, presente em outras espécies do gênero. Este foi o primeiro relato da identificação para H. pedersenii, sendo uma nova fonte de obtenção deste composto. Em relação aos flavonoides, grande parte das espécies analisadas apresentaram hiperosídeo como o componente majoritário, o que já se observou também em diversas espécies de Hypericum. Importante salientar a ausência deste flavonoide em H. teretiusculum. O segundo capítulo apresenta uma revisão da literatura sobre espécies da tribo Vismieae. Essa tribo é um grupo bem estabelecido, mas suas relações internas não, ou seja, a delimitação taxonômica dos gêneros permanece confusa e não resolvida. Segundo alguns autores, a tribo seria 10 constituida pelas especies de Vismia (americanas e africanas) e as espécies de Psorospermum deveriam ser incluidas no gênero Harungana. Outros reforçam a permanência do gênero Psorospermum, que deveria ainda incluir as espécies de Vismia africanas (Afrovismia). Analisando a tribo Vismieae do ponto de vista químico, os derivados antracênicos e as xantonas são as classes de compostos que estão presentes de forma mais expressiva, ocorrendo em todos os táxons, sendo observada uma certa uniformidade nos três gêneros de Vismieae (Harungana, Psorospermum e Vismia). Porém, diferenças também podem ser observadas. É possível supor que seria adequado preservar os três gêneros e manter Afrovismia como um gênero separado, ao invés de unir este grupo de plantas. Ainda é prematuro propor alguma mudança, já que um número realtivamente pequeno de espécies foi estudado quimicamente. Porém, no futuro, com mais informações disponíveis, seria útil incluir os dados químicos nas revisões taxonômicas deste grupo de plantas. Os resultados obtidos nesse estudo demonstram que a família Hypericaceae é uma rica fonte de compostos biologicamente ativos e merece estudos mais aprofundados.Hypericaceae species are distributed in three well-supported tribes, which are Hypericeae, Cratoxyleae and Vismieae. In Brazil, this family is represented by two genera: Hypericum L. (Hypericeae tribe), with 24 species, most of them distributed in the south of the country, and Vismia Vand. (Vismieae tribe), with 30 species of trees or shrubs that occur mainly in the Amazon region. In this work, studies were developed with species from the Hypericeae tribes, constituted only by the Hypericum genus, and Vismieae, which includes the genera Vismia, Psorospermum and Harungana. In the first chapter of this dissertation, we report the isolation of floroglucinol derivatives and the qualitative and quantitative analysis of flavonoids present in extracts obtained from different species of the genus, native to Brazil. The isolation was carried out from the hexane extract of the aerial parts of Hypericum pedersenii, using chromatographic techniques and, as an eluent, solvents in increasing polarity. The fractions obtained were pooled according to similarity, determined by thin layer chromatography. The compounds were subjected to spectroscopic and spectrometric analysis for identification. For the analysis of flavonoids, the aerial parts of different Hypericum species were subjected to static maceration with hexane followed by dichloromethane, to remove the lipophilic fraction, followed by ethyl acetate, and methanol, for periods of 24 hours until exhaustion of the plant material. The ethyl acetate and methanol extracts were analyzed by high performance liquid chromatography, with two mobile phases and elution gradient. When comparing the retention times of standard peaks with sample peaks, the peak identity of flavonoids was assigned. As a result, it was possible to isolate a dimeric acylfloroglucinol, identified through NMR techniques, as hyperbrasilol B, present in other species of the genus. This was the first identification report for H. pedersenii, being a new source for obtaining this compound. Regarding flavonoids, most of the analyzed species present hyperoside as the major component, which has also been observed in several species of Hypericum. It is important to note the absence of this flavonoid in H. teretiusculum. The second chapter presents a review of the literature on species from the Vismieae tribe. This tribe is a well-established group, but their internal relations are not, that is, the taxonomic delimitation of the genera remains confused and unresolved. According to some authors, the tribe would be constituted by the species of Vismia (American and African) and the species of Psorospermum should 12 be included in the genus Harungana. Others reinforce the permanence of the genus Psorospermum, which should also include the African Vismia species (Afrovismia). Analyzing the Vismieae tribe from a chemical point of view, anthracenic derivatives and xanthones are the classes of compounds that are most significantly present, occurring in all taxa, with a certain uniformity being observed in the three genera of Vismieae (Harungana, Psorospermum and Vismia). However, differences can also be observed. It is possible to suppose that it would be appropriate to preserve the three genera and to maintain Afrovismia as a separate genus, instead of uniting this group of plants. It is still too early to propose any changes, since a small number of species have been studied chemically. However, in the future, with more information available, it would be useful to include chemical data in the taxonomic reviews of this group of plants. The results obtained in this study demonstrate that the Hypericaceae family is a rich source of biologically active compounds and deserves further studies.application/pdfporEtnobotânicaClusiaceaeHypericumFloroglucinolFlavonoidesHypericaceaeFloroglucinol derivativesFlavonoidsVismieaeTaxonomyHypericeae e Vismieae : desvendando aspectos químicos e etnobotânicos de taxons de Hypericaceaeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de FarmáciaPrograma de Pós-Graduação em Ciências FarmacêuticasPorto Alegre, BR-RS2021mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001129576.pdf.txt001129576.pdf.txtExtracted Texttext/plain261966http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/225263/2/001129576.pdf.txtdc37d1271446eb56f0c1d0bf2098111bMD52ORIGINAL001129576.pdfTexto completoapplication/pdf4308415http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/225263/1/001129576.pdf225cca28f918620f704187cd0a281643MD5110183/2252632022-07-06 04:57:44.226895oai:www.lume.ufrgs.br:10183/225263Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532022-07-06T07:57:44Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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