Resposta da soja sob estresse hídrico em presença de bioestimulantes e biorreguladores

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Salib, Natália Couto
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11144/tde-05062025-081924/
Resumo: Foram realizados três experimentos: 19/20, 20/21 e 21/22. Todos foram conduzidos em área protegida com telado, na ESALQ/USP, em vasos de 20 L. Para o primeiro experimento foram realizados seis tratamentos: (1) Controle; (2) Ascophyllum nodosum no tratamento de sementes (TS); (3) Ascophyllum nodosum no início do estágio reprodutivo (R1); (4) Ascophyllum nodosum no TS e R1; (5) Biofertilizante em V4 e no enchimento de grãos; (6) Ascophyllum nodosum no TS e R1, e Biofertilizante na granação. O déficit hídrico foi realizado por dois dias, através de ausência de irrigação, no período que antecedeu o florescimento. Foi determinado a germinação aos 7 e 14 DAS (Dias Após a Semeadura) e o acompanhamento da altura semanal (cm). As avaliações da análise de crescimento foram efetuadas 10 e 24 dias após o déficit hídrico. Os parâmetros avaliados foram: Área Foliar, Massa Seca de Folhas, Hastes e Parte Aérea, Índice de Área Foliar, Razão de Área Foliar, Taxa de Assimilação Aparente e Taxa de Crescimento Relativo. Também foram avaliados os parâmetros produtivos. Para o segundo experimento também foram impostos seis tratamentos, sendo eles: (1) Controle; (2) CIN, GA3 e AIB em TS; (3) tiametoxam em TS; (4) auxina sintética (ANA) em R1; (5) TIBA em V4/V5; e (6) 6-BA em R3/R4. Quando as plantas atingiram o estágio R1 foram realizados os tratamentos sem irrigação e irrigação plena. Foi estabelecido a germinação inicial e o acompanhamento da altura (cm) a cada dez dias durante todo o período vegetativo. As avaliações da análise de crescimento foram efetuadas antes e após o déficit hídrico, com um intervalo de 14 dias. Os parâmetros avaliados foram: Área Foliar, Massa Fresca de Folhas, Hastes e Parte Aérea, Massa Seca de Folhas, Hastes e Parte Aérea, Índice SPAD, Índice de Área Foliar, Razão de Área Foliar, Taxa de Assimilação Aparente e Taxa de Crescimento Relativo. Além das avaliações de produtividade e de conteúdo enzimático de SOD, CAT e GR. Para o terceiro experimento também foram impostos seis tratamentos, sendo eles: (1) Controle; (2) CIN, GA3 e AIB em TS + auxina sintética (ANA) em R1; (3) tiametoxam em TS + auxina sintética (ANA) em R1; (4) ácido 4-amino benzoico em V4 e R1; (5) etefon R1 e R5 e (6) Ascophyllum nodosum + nutrientes em R3. O déficit hídrico e as avaliações foram similares ao experimento dois. Nas condições do experimento 1, a utilização de bioestimulante não gera uma maior produtividade, também não se notam vantagens em relação aos parâmetros de crescimento e desenvolvimento. No segundo experimento, o tratamento com tiametoxam, quando sob regime hídrico de 100%, mostra resultado positivo e estatisticamente diferente em relação a vários parâmetros da análise de crescimento. O regime hídrico com 100% da lâmina de água corrobora para uma maior estimativa de produtividade. Para o último experimento, o regime hídrico foi significativo para a condutância estomática, mostrando a presença de déficit hídrico. Com esta diferença estatística sendo presente para outras variáveis pós-déficit hídrico, como área foliar, massa fresca foliar, de haste, e parte aérea, massa seca foliar e da parte aérea, índice de área foliar; e taxa de crescimento relativo. A estimativa de produtividade foi influenciada tanto pelo regime hídrico quanto pelos tratamentos, com tiametoxam + ANA se destacando como maior produtividade e a testemunha com os valores mais baixos. O conteúdo de SOD e CAT sofreram influência da época de coleta.
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spelling Resposta da soja sob estresse hídrico em presença de bioestimulantes e biorreguladoresSoybean response under water déficit in the presence of biostimulants and bioregulatorsGlycine max (L) MerrillGlycine max (L) MerrillAnálise de crescimentoAnálises fisiológicasDéficit hídricoDroughtGrowth analysisPhysiological analysisForam realizados três experimentos: 19/20, 20/21 e 21/22. Todos foram conduzidos em área protegida com telado, na ESALQ/USP, em vasos de 20 L. Para o primeiro experimento foram realizados seis tratamentos: (1) Controle; (2) Ascophyllum nodosum no tratamento de sementes (TS); (3) Ascophyllum nodosum no início do estágio reprodutivo (R1); (4) Ascophyllum nodosum no TS e R1; (5) Biofertilizante em V4 e no enchimento de grãos; (6) Ascophyllum nodosum no TS e R1, e Biofertilizante na granação. O déficit hídrico foi realizado por dois dias, através de ausência de irrigação, no período que antecedeu o florescimento. Foi determinado a germinação aos 7 e 14 DAS (Dias Após a Semeadura) e o acompanhamento da altura semanal (cm). As avaliações da análise de crescimento foram efetuadas 10 e 24 dias após o déficit hídrico. Os parâmetros avaliados foram: Área Foliar, Massa Seca de Folhas, Hastes e Parte Aérea, Índice de Área Foliar, Razão de Área Foliar, Taxa de Assimilação Aparente e Taxa de Crescimento Relativo. Também foram avaliados os parâmetros produtivos. Para o segundo experimento também foram impostos seis tratamentos, sendo eles: (1) Controle; (2) CIN, GA3 e AIB em TS; (3) tiametoxam em TS; (4) auxina sintética (ANA) em R1; (5) TIBA em V4/V5; e (6) 6-BA em R3/R4. Quando as plantas atingiram o estágio R1 foram realizados os tratamentos sem irrigação e irrigação plena. Foi estabelecido a germinação inicial e o acompanhamento da altura (cm) a cada dez dias durante todo o período vegetativo. As avaliações da análise de crescimento foram efetuadas antes e após o déficit hídrico, com um intervalo de 14 dias. Os parâmetros avaliados foram: Área Foliar, Massa Fresca de Folhas, Hastes e Parte Aérea, Massa Seca de Folhas, Hastes e Parte Aérea, Índice SPAD, Índice de Área Foliar, Razão de Área Foliar, Taxa de Assimilação Aparente e Taxa de Crescimento Relativo. Além das avaliações de produtividade e de conteúdo enzimático de SOD, CAT e GR. Para o terceiro experimento também foram impostos seis tratamentos, sendo eles: (1) Controle; (2) CIN, GA3 e AIB em TS + auxina sintética (ANA) em R1; (3) tiametoxam em TS + auxina sintética (ANA) em R1; (4) ácido 4-amino benzoico em V4 e R1; (5) etefon R1 e R5 e (6) Ascophyllum nodosum + nutrientes em R3. O déficit hídrico e as avaliações foram similares ao experimento dois. Nas condições do experimento 1, a utilização de bioestimulante não gera uma maior produtividade, também não se notam vantagens em relação aos parâmetros de crescimento e desenvolvimento. No segundo experimento, o tratamento com tiametoxam, quando sob regime hídrico de 100%, mostra resultado positivo e estatisticamente diferente em relação a vários parâmetros da análise de crescimento. O regime hídrico com 100% da lâmina de água corrobora para uma maior estimativa de produtividade. Para o último experimento, o regime hídrico foi significativo para a condutância estomática, mostrando a presença de déficit hídrico. Com esta diferença estatística sendo presente para outras variáveis pós-déficit hídrico, como área foliar, massa fresca foliar, de haste, e parte aérea, massa seca foliar e da parte aérea, índice de área foliar; e taxa de crescimento relativo. A estimativa de produtividade foi influenciada tanto pelo regime hídrico quanto pelos tratamentos, com tiametoxam + ANA se destacando como maior produtividade e a testemunha com os valores mais baixos. O conteúdo de SOD e CAT sofreram influência da época de coleta.Three experiments were carried out: 19/20, 20/21 and 21/22. All were conducted in a protected area, at ESALQ/USP, in 20 L pots. For the first experiment, six treatments were performed: (1) Control; (2) Ascophyllum nodosum in seed treatment (TS); (3) Ascophyllum nodosum at the beginning of the reproductive stage (R1); (4) Ascophyllum nodosum in TS and R1; (5) Biofertilizer at V4 and grain filling; (6) Ascophyllum nodosum in TS and R1, and Biofertilizer at grain filling. Water deficit was applied for two days, through the absence of irrigation, in the period before flowering. Germination was determined at 7 and 14 days after sowing and weekly height (cm) was monitored. Growth analysis evaluations were performed 10 and 24 days after water deficit. The parameters evaluated were: Leaf Area, Dry Mass of Leaves, Stems and Shoots, Leaf Area Index, Leaf Area Ratio, Apparent Assimilation Rate and Relative Growth Rate. The production parameters were also evaluated. For the second experiment, six treatments were also imposed, namely: (1) Control; (2) Stimulate® TS; (3) Cruiser® TS; (4) NAA R1; (5) 2, 3, 5-triiodobenzoic acid V4/V5; and (6) 6-BA R3/R4. When the plants reached the R1 stage, treatments were performed without irrigation (0% of the water depth) and full irrigation (100% of the water depth). Initial germination was established and height (cm) was monitored every ten days throughout the vegetative period. Growth analysis evaluations were performed before and after water deficit, with an interval of 14 days. The parameters evaluated were: Leaf Area, Fresh Mass of Leaves, Stems and Shoots, Dry Mass of Leaves, Stems and Shoots, SPAD Index, Leaf Area Index, Leaf Area Ratio, Apparent Assimilation Rate and Relative Growth Rate. In addition to the productivity and enzymatic content of SOD, CAT and GR evaluations. Six treatments were also imposed for the third experiment, namely: (1) Control; (2) Stimulate® TS + NAA R1; (3) Cruiser® TS + NAA R1; (4) Atonik®; (5) Ethrel® and (6) Ascophyllum nodosum + nutrients. The water deficit and the evaluations were similar to those in experiment two. Under the conditions of experiment 1, the use of biostimulant did not generate greater productivity, nor were there any advantages in relation to growth and development parameters. In the second experiment, the treatment with tiametoxam, when under a 100% water regime, showed positive and statistically different results in relation to several parameters of the growth analysis. The water regime with 100% of the water depth corroborates a higher productivity estimate. For the last experiment, the water regime was significant for stomatal conductance, showing the presence of water deficit. This statistical difference was present for other post-water deficit variables, such as leaf area, fresh leaf, stem, and shoot mass, leaf and shoot dry mass, leaf area index; and relative growth rate. The productivity estimate was influenced by both the water regime and the treatments, with treatment 3 (tiametoxam + NAA) standing out as the highest productivity and the control with the lowest values. The SOD and CAT content were influenced by the collection time.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCastro, Paulo Roberto de Camargo eSalib, Natália Couto2025-02-25info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11144/tde-05062025-081924/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-05T20:17:02Zoai:teses.usp.br:tde-05062025-081924Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-05T20:17:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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