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Ultrassom pulmonar vs. tomografia computadorizada de tórax em gestantes internadas com COVID-19

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Garavazzo, Sckarlet Ernandes Biancolin
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-05042022-121356/
Resumo: OBJETIVO: Comparar a ultrassonografia pulmonar (USG) e a tomografia de tórax (TC) a partir de alterações pulmonares identificadas em gestantes internadas por infecção pelo SARS-CoV-2. MÉTODO: Estudo prospectivo realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, no período de junho a setembro do ano de 2020. Foram incluídas 39 gestantes internadas com COVID-19 submetidas à avaliação pulmonar por meio da TC e da USG, com intervalo máximo de 48 horas entre os exames. O tórax foi dividido em 6 regiões por hemitórax (2 anteriores, 2 laterais e 2 posteriores). A USG avaliou a presença das linhas B > 2, linhas B coalescentes e consolidação, e a TC, a presença do espessamento interlobular, vidro fosco e consolidação. A pontuação (escore) foi atribuída mediante o pior achado alterado por quadrante e o derrame pleural foi avaliado. As gestantes foram divididas em dois grupos conforme a necessidade do uso de oxigênio (O2) suplementar. Os exames de imagem foram comparados de acordo com os achados alterados por quadrante e segundo o escore pulmonar. Também foi realizada a avaliação do desempenho de cada método na predição da necessidade do uso de O2 suplementar. RESULTADOS: Verificou-se uma correlação significativa entre os escores obtidos pelos dois métodos (rICC = 0,946; p<0.001). A comparação da frequência de quadrantes alterados entre a USG e a TC mostrou uma concordância moderada (Kappa ponderado = 0,551). Para a USG, o escore pulmonar >15, linhas B coalescentes e presença de consolidação foram preditoras da necessidade do uso de O2 suplementar. Já a TC teve como preditores o escore pulmonar >16 e a consolidação. CONCLUSÃO: Há correlação significativa entre os escores obtidos pela USG e pela TC em gestantes internadas com COVID-19. A USG teve desempenho tão satisfatório quanto a TC na avaliação do escore pulmonar levando em conta a necessidade do uso de O2
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