Emprego e futuro : a proteção do emprego em face da automação no limiar da quarta revolução industrial
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2138/tde-28062024-125725/ |
Resumo: | Bastando ligar a TV ou abrir os jornais, é possível verificar que o fim dos empregos é encarado como uma realidade já posta. A transformação do mundo do trabalho pela introdução de novas tecnologias que impactam na diminuição ou mutação do trabalho humano é um tema sobre o qual o Direito não pode deixar de enfrentar. Já há um vácuo legislativo e acadêmico a respeito do tema, no campo da ciência jurídica, comprovados pela falta de regulamentação do dispositivo que trata da proteção em face da automação na Constituição Federal. Propõe-se acolher, assim, os dois principais problemas que se pretende enfrentar por meio da pesquisa, que é, em primeiro lugar, investigar o fenômeno atualmente chamado de quarta revolução industrial e entender se, do ponto de vista acadêmico, ela se configuraria como uma nova revolução industrial ou se estar-se-ia diante dos efeitos, prolongamentos ou aprofundamento da terceira revolução industrial. Em seguida, passa-se a enfrentar a preocupação com os efeitos gerados por esta nova onda tecnológica que, ao promover maior automatização das indústrias e demais setores produtivos, provocou (e ainda provocará) a extinção de postos de trabalho e a redução do número de empregos. Por essa razão foi incluída a palavra emprego no título. Deste modo, a automação seria avaliada enquanto fenômeno provocado pelo avanço da tecnologia, mas também sob o prisma da proteção do trabalhador, tal como previsto pelo constituinte originário no artigo 7o, inciso XXVII da Constituição. Pretende-se, assim, que a presente pesquisa seja propositiva quanto ao tratamento adequado do instituto, com vistas a lançar as características que consideramos mínimas par regulamentar o dispositivo constitucional que prevê o direito à proteção em face da automação que, apesar de ter sido antevisto pelo constituinte originário, este assunto não tem recebido a devida atenção por parte dos legisladores e dos estudiosos do campo jurídico. |
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Emprego e futuro : a proteção do emprego em face da automação no limiar da quarta revolução industrialEmployment and the future : job protection in the face of automation on the threshold of the fourth industrial RevolutionAutomaçãoAutomationEmployment ProtectionIndústria 4.0Industrial RevolutionIndustry 4.0Proteção do trabalhadorRevolução industrialBastando ligar a TV ou abrir os jornais, é possível verificar que o fim dos empregos é encarado como uma realidade já posta. A transformação do mundo do trabalho pela introdução de novas tecnologias que impactam na diminuição ou mutação do trabalho humano é um tema sobre o qual o Direito não pode deixar de enfrentar. Já há um vácuo legislativo e acadêmico a respeito do tema, no campo da ciência jurídica, comprovados pela falta de regulamentação do dispositivo que trata da proteção em face da automação na Constituição Federal. Propõe-se acolher, assim, os dois principais problemas que se pretende enfrentar por meio da pesquisa, que é, em primeiro lugar, investigar o fenômeno atualmente chamado de quarta revolução industrial e entender se, do ponto de vista acadêmico, ela se configuraria como uma nova revolução industrial ou se estar-se-ia diante dos efeitos, prolongamentos ou aprofundamento da terceira revolução industrial. Em seguida, passa-se a enfrentar a preocupação com os efeitos gerados por esta nova onda tecnológica que, ao promover maior automatização das indústrias e demais setores produtivos, provocou (e ainda provocará) a extinção de postos de trabalho e a redução do número de empregos. Por essa razão foi incluída a palavra emprego no título. Deste modo, a automação seria avaliada enquanto fenômeno provocado pelo avanço da tecnologia, mas também sob o prisma da proteção do trabalhador, tal como previsto pelo constituinte originário no artigo 7o, inciso XXVII da Constituição. Pretende-se, assim, que a presente pesquisa seja propositiva quanto ao tratamento adequado do instituto, com vistas a lançar as características que consideramos mínimas par regulamentar o dispositivo constitucional que prevê o direito à proteção em face da automação que, apesar de ter sido antevisto pelo constituinte originário, este assunto não tem recebido a devida atenção por parte dos legisladores e dos estudiosos do campo jurídico.Just by turning on the TV or opening the newspapers, its possible to see that the end of employment is wide open as a reality that has already been established. The transformation of the labour market through the introduction of new technologies that impact the reduction or mutation of human labour is a topic that the Law cannot fail to address. There is already a legislative and academic vacuum concerning the topic, in the field of legal science, attested by the lack of regulation of the mechanism that deals with protection in the face of automation in the Federal Constitution. It is proposed to confront, therefore, the two main problems through research, which is, firstly, to investigate the phenomenon currently called the fourth industrial revolution and to understand whether, from an academic point of view, it would be configured as a new industrial revolution or whether we are staring at the effects, extension or deepening of the third industrial revolution. Then, we begin to face the concern about the effects generated by this new technological wave which, by promoting greater automation of industries and other productive sectors, has caused (and will still cause) the extinction of jobs and the reduction in the number of employment. For that reason, the word employment was included in the title. In that way, automation would be evaluated as a phenomenon caused by the advancement of technology, but also from the perspective of employee protection, as provided for by the original costitutional in article 7, item XXVII of the Federal Constitution. This research intent to be propositional regarding the appropriate treatment of the institute, in order to launching the characteristics that we consider minimum to regulate the constitutional provision that provides for the right to protection in the face of automation which, despite foreseen by the original constitucional, the issue has not received due attention from legislators and scholars in the legal field.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFeliciano, Guilherme GuimarãesMonaco, Mariana Del2024-04-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2138/tde-28062024-125725/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-04-07T15:07:02Zoai:teses.usp.br:tde-28062024-125725Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-04-07T15:07:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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