Tratamento da litíase complexa da via biliar principal: comparação entre as abordagens endoscópica e cirúrgica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Queiroz, Lucas Tobias Almeida
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17137/tde-04042025-171642/
Resumo: Introdução: A litíase complexa da via biliar principal acomete cerca de 15% dos pacientes com coledocolitíase e a seleção do tratamento ainda depende dos recursos técnicos disponíveis e das preferências dos especialistas. Objetivos: Comparar os desfechos imediatos e tardios, o clareamento da via biliar, a taxa de complicações e a recidiva da coledocolitíase nas abordagens endoscópica ou cirúrgica através de anastomose biliodigestiva no tratamento da litíase complexa da via biliar principal. Investigar fatores associados à recidiva, ao insucesso técnico e à necessidade de múltiplas sessões de colangiopancreatografia endoscópica retrógrada no tratamento da coledocolitíase complexa. Métodos: Estudo retrospectivo, mediante análise de prontuários de pacientes submetidos ao tratamento da litíase complexa da via biliar principal (via biliar com diâmetro maior ou igual a 1,5 cm, contendo cálculos maiores ou iguais a 1,5 cm e/ou cálculos múltiplos), em hospital terciário e de ensino através da litotomia endoscópica ou de anastomose biliodigestiva, por via convencional ou laparoscópica, no período de 2004 a 2017. Resultados: 183 pacientes com diagnóstico de coledocolitíase complexa foram alocados em dois grupos de acordo com o tratamento: Grupo Esfincterotomia Endoscópica (CPRE) (140 pacientes) e Grupo Derivação Biliodigestiva (DBD) (43 pacientes). Não houve diferença entre os grupos em termos de idade, gênero, comorbidades e quanto à presença de colangite ou colestase clínica. No entanto, os grupos apresentaram diferenças significativas em relação ao tempo de sintomas até o tratamento, diâmetro da via biliar e quanto ao tamanho do maior cálculo. No grupo DBD 25,58% apresentaram eventos adversos gerais enquanto no grupo CPRE essa taxa foi de 6.43%. Essa diferença foi estatisticamente significativa. Em relação aos eventos adversos específicos, os grupos CPRE e DBD apresentaram, respectivamente, taxas de 15% e 16%, não havendo diferença significativa entre os métodos de tratamento. As taxas de óbito na internação do procedimento foram de 1.4% no grupo da CPRE e de 2.33% no grupo cirúrgico. O grupo CPRE apresentou uma incidência de 5% de recidiva, enquanto no grupo DBD essa taxa foi de 4.65%. Não houve insucesso terapêutico no grupo DBD, todavia no grupo CPRE a taxa de insucesso foi de 5% e a análise estatística demonstrou que cálculos maiores e pacientes mais jovens são fatores de risco para insucesso na terapia endoscópica. Os pacientes do grupo CPRE que falharam no tratamento apresentaram, no momento do diagnóstico da litíase, valores de bilirrubinas significativamente mais elevados que os indivíduos que obtiveram sucesso terapêutico. O tamanho do maior cálculo e os valores das bilirrubinas foram significativamente mais altos no momento do diagnóstico nos indivíduos que demandaram 2 ou mais sessões de CPRE para obter o clareamento da via biliar em comparação àqueles que necessitaram de apenas uma sessão. Conclusão: Os métodos para o tratamento da litíase biliar complexa avaliados neste estudo são seguros e eficazes para o clareamento da via biliar e não exerceram influência na recidiva da doença. Todavia, a derivação biliodigestiva apresentou menor taxa de falha terapêutica e a CPRE menor morbidade geral relacionada ao procedimento. Níveis elevados de bilirrubinas e o tamanho do cálculo podem estar relacionados à falha no tratamento endoscópico ou à necessidade de mais de uma sessão de CPRE para o clareamento da via biliar.
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spelling Tratamento da litíase complexa da via biliar principal: comparação entre as abordagens endoscópica e cirúrgicaTreatment of complex lithiasis in the common bile duct: a comparison between endoscopic and surgical approachesBiliodigestive diversionCholedocholithiasisColangiopancreatografia endoscópica retrógradaColedocolitíaseComplex lithiasis of the main biliary tractDerivação biliodigestivaEndoscopic retrograde cholangiopancreatographyLitíase complexa da via biliar principalIntrodução: A litíase complexa da via biliar principal acomete cerca de 15% dos pacientes com coledocolitíase e a seleção do tratamento ainda depende dos recursos técnicos disponíveis e das preferências dos especialistas. Objetivos: Comparar os desfechos imediatos e tardios, o clareamento da via biliar, a taxa de complicações e a recidiva da coledocolitíase nas abordagens endoscópica ou cirúrgica através de anastomose biliodigestiva no tratamento da litíase complexa da via biliar principal. Investigar fatores associados à recidiva, ao insucesso técnico e à necessidade de múltiplas sessões de colangiopancreatografia endoscópica retrógrada no tratamento da coledocolitíase complexa. Métodos: Estudo retrospectivo, mediante análise de prontuários de pacientes submetidos ao tratamento da litíase complexa da via biliar principal (via biliar com diâmetro maior ou igual a 1,5 cm, contendo cálculos maiores ou iguais a 1,5 cm e/ou cálculos múltiplos), em hospital terciário e de ensino através da litotomia endoscópica ou de anastomose biliodigestiva, por via convencional ou laparoscópica, no período de 2004 a 2017. Resultados: 183 pacientes com diagnóstico de coledocolitíase complexa foram alocados em dois grupos de acordo com o tratamento: Grupo Esfincterotomia Endoscópica (CPRE) (140 pacientes) e Grupo Derivação Biliodigestiva (DBD) (43 pacientes). Não houve diferença entre os grupos em termos de idade, gênero, comorbidades e quanto à presença de colangite ou colestase clínica. No entanto, os grupos apresentaram diferenças significativas em relação ao tempo de sintomas até o tratamento, diâmetro da via biliar e quanto ao tamanho do maior cálculo. No grupo DBD 25,58% apresentaram eventos adversos gerais enquanto no grupo CPRE essa taxa foi de 6.43%. Essa diferença foi estatisticamente significativa. Em relação aos eventos adversos específicos, os grupos CPRE e DBD apresentaram, respectivamente, taxas de 15% e 16%, não havendo diferença significativa entre os métodos de tratamento. As taxas de óbito na internação do procedimento foram de 1.4% no grupo da CPRE e de 2.33% no grupo cirúrgico. O grupo CPRE apresentou uma incidência de 5% de recidiva, enquanto no grupo DBD essa taxa foi de 4.65%. Não houve insucesso terapêutico no grupo DBD, todavia no grupo CPRE a taxa de insucesso foi de 5% e a análise estatística demonstrou que cálculos maiores e pacientes mais jovens são fatores de risco para insucesso na terapia endoscópica. Os pacientes do grupo CPRE que falharam no tratamento apresentaram, no momento do diagnóstico da litíase, valores de bilirrubinas significativamente mais elevados que os indivíduos que obtiveram sucesso terapêutico. O tamanho do maior cálculo e os valores das bilirrubinas foram significativamente mais altos no momento do diagnóstico nos indivíduos que demandaram 2 ou mais sessões de CPRE para obter o clareamento da via biliar em comparação àqueles que necessitaram de apenas uma sessão. Conclusão: Os métodos para o tratamento da litíase biliar complexa avaliados neste estudo são seguros e eficazes para o clareamento da via biliar e não exerceram influência na recidiva da doença. Todavia, a derivação biliodigestiva apresentou menor taxa de falha terapêutica e a CPRE menor morbidade geral relacionada ao procedimento. Níveis elevados de bilirrubinas e o tamanho do cálculo podem estar relacionados à falha no tratamento endoscópico ou à necessidade de mais de uma sessão de CPRE para o clareamento da via biliar.Introduction: Complex lithiasis of the main bile duct affects approximately 15% of patients with choledocholithiasis. Treatment selection often relies on available technical resources and specialist preferences. Objective: Compare the immediate and late outcomes, biliary tract clearance, complication rates, and recurrence of choledocholithiasis in endoscopic versus surgical approaches through biliodigestive anastomosis in the treatment of complex biliary main stone disease. Investigate factors associated with recurrence, technical failure, and the need for multiple sessions of endoscopic retrograde cholangiopancreatography (ERCP) in the treatment of complex choledocholithiasis. Methods: retrospective study analyzing medical records of patients treated for complex lithiasis (bile duct diameter ≥1.5 cm with stones ≥1.5 cm and/or multiple stones) at a tertiary teaching hospital between 2004 and 2017. Patients underwent either endoscopic lithotomy or biliodigestive anastomosis, performed conventionally or laparoscopically. Results: 183 patients diagnosed with complex choledocholithiasis were divided into two groups based on treatment: Endoscopic Sphincterotomy Group (ERCP) (140 patients) and Biliodigestive Group (BD) (43 patients). There were no significant differences in age, gender, comorbidities and the presence of clinical cholangitis or cholestasis. However, significant differences were noted in symptom duration before treatment (ERCP 79.9 days / BD 115.9 days), bile duct diameter (ERCP 1.69 cm / BD 2.17 cm), and size of the largest stone (ERCP 1.39 cm / BD 1.88 cm). General adverse events occurred in 25.58% of surgical patients, compared to 6.43% in the ERCP group (statistically significant). Specific adverse event rates were 15% in the ERCP group and 16% in the BD group, with no significant difference. Mortality rates were similar: 1.4% in ERCP and 2.33% in BD. The ERCP group had a recurrence rate of 5%, while the BD group had a rate of 4.65%. Regression analysis indicated that treatment modality, number of stones, symptom duration, bile duct diameter, age, and stone size did not significantly affect recurrence. No therapeutic failures were observed in the BD group, while the ERCP group had a 5% failure rate, with larger stones and younger age as risk factors. Patients in the ERCP group who failed treatment exhibited significantly higher bilirubin levels at diagnosis (DB 11.6 vs. 5.3 mg/dL; TB 17.35 vs. 6.7 mg/dL). Additionally, patients requiring two or more ERCP sessions had larger stones (1.59 vs 1.33 cm) and higher bilirubin levels (TB 11.78 vs 5.77 mg/dl) compared to those needing only one session. Conclusion: The methods for the treatment of complex biliary lithiasis evaluated in this study are safe and effective for clearing the biliary tract and did not influence the recurrence of the disease. However, biliodigestive diversion showed a lower rate of therapeutic failure, while ERCP had lower overall morbidity related to the procedure. Elevated bilirubin levels and the size of the stone may be associated with failure of endoscopic treatment or the need for more than one ERCP session for bile duct clearance.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPKemp, RafaelQueiroz, Lucas Tobias Almeida2024-12-19info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17137/tde-04042025-171642/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-08-04T18:34:02Zoai:teses.usp.br:tde-04042025-171642Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-08-04T18:34:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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