Comparação do volume urinário estimado pela ultrassonografia à beira leito realizada por enfermeiro e o drenado no cateterismo vesical de alívio em pacientes internados em unidades de terapia intensiva
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-11112025-094220/ |
Resumo: | Introdução: a eliminação urinária é uma das mais importantes funções do organismo, sendo a retenção urinária (RU) um diagnóstico muito encontrado na prática clínica. O enfermeiro tem um papel importante na assistência prestada ao paciente com RU, pois é responsável por coletar dados dos pacientes e realizar o exame físico da bexiga. No entanto, o exame físico pode não ser tão sensível para avaliar a RU, já que quando a bexiga urinária é palpada ao nível da cicatriz umbilical, é estimado que possua 500 mililitros (mL) de urina. A ultrassonografia à beira leito permite uma maior autonomia para o enfermeiro, na identificação da RU, o que leva a uma tomada de decisão mais rápida e certeira, acarretando na melhora da qualidade no cuidado, evitando assim o cateterismo vesical intermitente desnecessário. Objetivo: comparar o volume urinário estimado pela ultrassonografia à beira leito realizada por enfermeiros e o drenado no cateterismo vesical de alívio em pacientes internados em unidades de terapia intensiva. Método: estudo transversal de abordagem quantitativa, que foi desenvolvido em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital universitário terciário. A amostra foi por conveniência. Os dados dos pacientes incluídos no estudo e que foram submetidos ao cateterismo intermitente foram coletados do prontuário. Todos os pacientes com prescrição médica de cateterismo intermitente de horário foram submetidos a ultrassonografia à beira leito (POCUS) da bexiga anteriormente ao cateterismo. A POCUS foi realizada apenas pela pesquisadora responsável por essa pesquisa e o volume urinário na bexiga foi registrado. Sequencialmente, após o cateterismo intermitente foi realizado o registro do volume de urina drenado pelo cateterismo intermitente. Para a análise dos dados foi realizado o teste de Shapiro-Wilk para avaliar a distribuição dos dados. Todas as variáveis quantitativas do estudo foram descritas por média e desvio padrão pois as variáveis eram provenientes de população que seguia uma distribuição normal. As variáveis qualitativas foram descritas por meio de frequência e percentual. O volume de diurese verificado pela POCUS e drenado no cateterismo intermitente foi comparado pelo teste T de Student para amostras. Também foi desenvolvido um gráfico de Bland Altman para evidenciar as diferenças entre os volumes urinários verificados pela POCUS e drenado no cateterismo. Resultados: durante o período do estudo foram admitidos 343 pacientes na unidade, contudo apenas nove necessitaram de cateterismo intermitente durante a internação. Destes, a maioria, cinco (55,6%) eram do sexo masculino. A idade média dos participantes foi 53,1 anos. Percebemos que em quatro (16%) das 25 avaliações houve diferença do volume urinário estimado pela POCUS em ml e o volume urinário drenado pelo cateterismo vesical acima de 100ml, sendo que em todas as avaliações o volume estimado pela POCUS foi menor que o drenado pelo cateterismo, usando a correção 0,52. Já para a correção 0,75 foram 11 (44%) avaliações com volume diferente acima de 100ml, porém o volume foi maior em todas pela POCUS comparado ao cateterismo. Podemos observar que a média do volume urinário estimado pela POCUS com correção 0,52 e 0,75 em ml foi inferior à média do volume urinário drenado pelo cateterismo vesical de alívio, com significância estatística respectivamente (p valor 0,005 e <0,0001). Conclusão: concluímos que houveram divergências entre o volume estimado pela POCUS e o mensurado pelo cateterismo vesical de alívio, contudo o fator de correção de 0,52 possibilitou maior precisão entre as medidas. Evidenciamos ainda que apesar das discrepâncias, o uso da POCUS poderia ter evitado a realização do cateterismo desnecessário em 15 avaliações (60%). |
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Comparação do volume urinário estimado pela ultrassonografia à beira leito realizada por enfermeiro e o drenado no cateterismo vesical de alívio em pacientes internados em unidades de terapia intensivaComparison of urinary volume estimated by bedside ultrasound performed by a nurse and that drained by relief bladder catheterization in patients admitted to intensive care unitsBedside ultrasoundBladder catheterizationCateterismo vesicalEnfermagemIntensive care unitNursingPOCUSPOCUSUltrassonografia à beira leitoUnidade de terapia intensivaUrine volumeVolume urinárioIntrodução: a eliminação urinária é uma das mais importantes funções do organismo, sendo a retenção urinária (RU) um diagnóstico muito encontrado na prática clínica. O enfermeiro tem um papel importante na assistência prestada ao paciente com RU, pois é responsável por coletar dados dos pacientes e realizar o exame físico da bexiga. No entanto, o exame físico pode não ser tão sensível para avaliar a RU, já que quando a bexiga urinária é palpada ao nível da cicatriz umbilical, é estimado que possua 500 mililitros (mL) de urina. A ultrassonografia à beira leito permite uma maior autonomia para o enfermeiro, na identificação da RU, o que leva a uma tomada de decisão mais rápida e certeira, acarretando na melhora da qualidade no cuidado, evitando assim o cateterismo vesical intermitente desnecessário. Objetivo: comparar o volume urinário estimado pela ultrassonografia à beira leito realizada por enfermeiros e o drenado no cateterismo vesical de alívio em pacientes internados em unidades de terapia intensiva. Método: estudo transversal de abordagem quantitativa, que foi desenvolvido em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital universitário terciário. A amostra foi por conveniência. Os dados dos pacientes incluídos no estudo e que foram submetidos ao cateterismo intermitente foram coletados do prontuário. Todos os pacientes com prescrição médica de cateterismo intermitente de horário foram submetidos a ultrassonografia à beira leito (POCUS) da bexiga anteriormente ao cateterismo. A POCUS foi realizada apenas pela pesquisadora responsável por essa pesquisa e o volume urinário na bexiga foi registrado. Sequencialmente, após o cateterismo intermitente foi realizado o registro do volume de urina drenado pelo cateterismo intermitente. Para a análise dos dados foi realizado o teste de Shapiro-Wilk para avaliar a distribuição dos dados. Todas as variáveis quantitativas do estudo foram descritas por média e desvio padrão pois as variáveis eram provenientes de população que seguia uma distribuição normal. As variáveis qualitativas foram descritas por meio de frequência e percentual. O volume de diurese verificado pela POCUS e drenado no cateterismo intermitente foi comparado pelo teste T de Student para amostras. Também foi desenvolvido um gráfico de Bland Altman para evidenciar as diferenças entre os volumes urinários verificados pela POCUS e drenado no cateterismo. Resultados: durante o período do estudo foram admitidos 343 pacientes na unidade, contudo apenas nove necessitaram de cateterismo intermitente durante a internação. Destes, a maioria, cinco (55,6%) eram do sexo masculino. A idade média dos participantes foi 53,1 anos. Percebemos que em quatro (16%) das 25 avaliações houve diferença do volume urinário estimado pela POCUS em ml e o volume urinário drenado pelo cateterismo vesical acima de 100ml, sendo que em todas as avaliações o volume estimado pela POCUS foi menor que o drenado pelo cateterismo, usando a correção 0,52. Já para a correção 0,75 foram 11 (44%) avaliações com volume diferente acima de 100ml, porém o volume foi maior em todas pela POCUS comparado ao cateterismo. Podemos observar que a média do volume urinário estimado pela POCUS com correção 0,52 e 0,75 em ml foi inferior à média do volume urinário drenado pelo cateterismo vesical de alívio, com significância estatística respectivamente (p valor 0,005 e <0,0001). Conclusão: concluímos que houveram divergências entre o volume estimado pela POCUS e o mensurado pelo cateterismo vesical de alívio, contudo o fator de correção de 0,52 possibilitou maior precisão entre as medidas. Evidenciamos ainda que apesar das discrepâncias, o uso da POCUS poderia ter evitado a realização do cateterismo desnecessário em 15 avaliações (60%).Introduction: urinary elimination is one of the most important functions of the body, and urinary retention (UR) is a diagnosis frequently found in clinical practice. Nurses play an important role in the care provided to patients with UR, as they are responsible for collecting patient data and performing physical examinations of the bladder. However, physical examinations may not be as sensitive to assess UR, since when the urinary bladder is palpated at the level of the umbilical scar, it is estimated to contain 500 milliliters (mL) of urine. Bedside ultrasound allows nurses greater autonomy in identifying UR, which leads to faster and more accurate decision-making, resulting in improved quality of care and thus avoiding unnecessary intermittent bladder catheterization. Objective: to compare the urine volume estimated by bedside ultrasound performed by nurses and the volume drained during relief bladder catheterization in patients admitted to intensive care units. Method: cross-sectional study with a quantitative approach, which was developed in an Intensive Care Unit (ICU) of a tertiary university hospital. The sample was for convenience. Data from patients included in the study who underwent intermittent catheterization were collected from medical records. All patients with a medical prescription for scheduled intermittent catheterization underwent bedside ultrasound (POCUS) of the bladder prior to catheterization. POCUS was performed only by the researcher responsible for this research and the urinary volume in the bladder was recorded. Sequentially, after intermittent catheterization, the volume of urine drained by intermittent catheterization was recorded. For data analysis, the Shapiro-Wilk test was performed to assess data distribution. All quantitative variables of the study were described by mean and standard deviation because the variables came from a population that followed a normal distribution. Qualitative variables were described by frequency and percentage. The volume of diuresis verified by POCUS and drained by intermittent catheterization was compared by Student\'s t-test for samples. A Bland Altman plot was also developed to highlight the differences between the urinary volumes verified by POCUS and drained by catheterization. Results: during the study period, 343 patients were admitted to the unit, however, only nine required intermittent catheterization during hospitalization. Of these, the majority, five (55.6%) were male. The average age of the participants was 53.1 years. We noticed that in four (16%) of the 25 evaluations, there was a difference between the urinary volume estimated by POCUS in ml and the urinary volume drained by bladder catheterization above 100 ml, and in all evaluations the volume estimated by POCUS was lower than that drained by catheterization, using the 0.52 correction. For the 0.75 correction, there were 11 (44%) evaluations with a different volume above 100 ml, however, the volume was greater in all by POCUS compared to catheterization. We can observe that the mean urinary volume estimated by POCUS with correction of 0.52 and 0.75 in ml was lower than the mean urinary volume drained by relief bladder catheterization, with statistical significance respectively (p value 0.005 and <0.0001). Conclusion: we conclude that there were discrepancies between the volume estimated by POCUS and that measured by relief bladder catheterization, however the correction factor of 0.52 allowed greater precision between the measurements. We also showed that despite the discrepancies, the use of POCUS could have avoided unnecessary catheterization in 15 evaluations (60%).Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMenegueti, Mayra GonçalvesFicher, Sabrina Paixão2025-08-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-11112025-094220/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-03-17T17:18:13Zoai:teses.usp.br:tde-11112025-094220Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-17T17:18:13Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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