Análise preditiva da resistência à deflexão dos instrumentos rotatórios de NiTi em diferentes diâmetros nominais, conicidades e temperaturas.
| Ano de defesa: | 2008 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58133/tde-31032008-162503/ |
Resumo: | O objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência à deflexão dos instrumentos endodônticos rotatórios K3 SybronEndo, de vários diâmetros nominais - padrão ISO - e diferentes conicidades, .02, .04 e .06. Avaliar se as alterações de temperatura de 25°C (ambiente) para 37°C (corpórea) e uma baixa temperatura 0°C influenciam de maneira significante na resistência à deflexão dos mesmos; e por último estabelecer uma equação para prever o comportamento desses instrumentos em relação a sua resistência à deflexão em diferentes ângulos de curvaturas. Foram utilizados cinco instrumentos K3 nos diâmetros nominais: #15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 nas três conicidades: .06, .04, .02 totalizando 105 instrumentos que foram submetidos a um teste de deflexão numa máquina universal, onde se avaliou a resistência à deflexão destes instrumentos de 0° (instrumentos sem deflexão, reto) até um ângulo de deflexão de 16° nas três diferentes temperaturas: 27°C, 37°C e 0°C. Foram obtidos resultados onde a resistência à deflexão dos instrumentos não foi influenciada de modo significante nas alterações de temperatura analisadas e não seguem um padrão linear. O diâmetro nominal e principalmente a conicidade (taper) dos instrumentos influenciam de maneira significante na resistência à deflexão dos mesmos. Um teste de regressão linear por função polinomial de primeiro grau indicou que esses instrumentos apresentavam uma resistência à deflexão que segue um padrão linear, e pôde ser predito através da seguinte equação: RD = a + bx onde se é possível calcular a resistência à deflexão de um instrumento em um determinado ângulo de curvatura do canal radicular. |
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Análise preditiva da resistência à deflexão dos instrumentos rotatórios de NiTi em diferentes diâmetros nominais, conicidades e temperaturas.Predicted analyze of the resistance to the deflection of the NiTi rotary instruments in different nominal diameters, taper and temperatures.análise preditivadeflexão dos instrumentosdeflexion of instrumentsdiâmetro nominal e conicidadenominal diameter and taperpreditive analysistemperaturatemperatureO objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência à deflexão dos instrumentos endodônticos rotatórios K3 SybronEndo, de vários diâmetros nominais - padrão ISO - e diferentes conicidades, .02, .04 e .06. Avaliar se as alterações de temperatura de 25°C (ambiente) para 37°C (corpórea) e uma baixa temperatura 0°C influenciam de maneira significante na resistência à deflexão dos mesmos; e por último estabelecer uma equação para prever o comportamento desses instrumentos em relação a sua resistência à deflexão em diferentes ângulos de curvaturas. Foram utilizados cinco instrumentos K3 nos diâmetros nominais: #15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 nas três conicidades: .06, .04, .02 totalizando 105 instrumentos que foram submetidos a um teste de deflexão numa máquina universal, onde se avaliou a resistência à deflexão destes instrumentos de 0° (instrumentos sem deflexão, reto) até um ângulo de deflexão de 16° nas três diferentes temperaturas: 27°C, 37°C e 0°C. Foram obtidos resultados onde a resistência à deflexão dos instrumentos não foi influenciada de modo significante nas alterações de temperatura analisadas e não seguem um padrão linear. O diâmetro nominal e principalmente a conicidade (taper) dos instrumentos influenciam de maneira significante na resistência à deflexão dos mesmos. Um teste de regressão linear por função polinomial de primeiro grau indicou que esses instrumentos apresentavam uma resistência à deflexão que segue um padrão linear, e pôde ser predito através da seguinte equação: RD = a + bx onde se é possível calcular a resistência à deflexão de um instrumento em um determinado ângulo de curvatura do canal radicular.The aim of this work was to evaluate the resistance to the deflection of the SybronEndo K3 NiTi rotary instruments in relation to the nominal diameter standard ISO in the three tapers: .06, .04, .02; to evaluate if the temperature changes of 25°C (room temperature) to 37°C (body temperature) and a low temperature 0°C influence the resistance to the deflection of these instruments in a significant way; and at last, to establish an equation to foresee the behaviour of these instruments in relation to their resistance to the deflection in different angles of curvatures. Five K3 instruments were used in the nominal diameters: #15, 20, 25, 30, 35, 40, and 45 in the three tapers: .06, .04, .02 adding up 105 instruments, which were subjected to an deflection test in an universal machine, where it was evaluated the resistance to the deflection of these instruments of 0° (instruments without deflection, straight) until a angle of deflection of 16° in the three different temperatures: 27°C, 37°C and 0°C. It was obtained a result where the resistance to the deflection of the instruments was not influenced, in significant way, the analyzed temperature changes, and they do not follow a linear standard. The nominal diameter and mainly the taper of the instruments influence, in significant way, the Abstract resistance to the deflection of them. A linear regression test for polynomial function of first degree indicated that these instruments presented a resistance to the deflection that follows a linear standard, and it could be predicted through the equation: RD = a + bx where it is possible to calculate the resistance to the deflection of an instrument in a determinate angle of curvature of root canal.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSilva, Ricardo GaribaBarbosa, Luciana Aparecida Pereira2008-03-17info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58133/tde-31032008-162503/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2016-07-28T16:09:56Zoai:teses.usp.br:tde-31032008-162503Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212016-07-28T16:09:56Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência à deflexão dos instrumentos endodônticos rotatórios K3 SybronEndo, de vários diâmetros nominais - padrão ISO - e diferentes conicidades, .02, .04 e .06. Avaliar se as alterações de temperatura de 25°C (ambiente) para 37°C (corpórea) e uma baixa temperatura 0°C influenciam de maneira significante na resistência à deflexão dos mesmos; e por último estabelecer uma equação para prever o comportamento desses instrumentos em relação a sua resistência à deflexão em diferentes ângulos de curvaturas. Foram utilizados cinco instrumentos K3 nos diâmetros nominais: #15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 nas três conicidades: .06, .04, .02 totalizando 105 instrumentos que foram submetidos a um teste de deflexão numa máquina universal, onde se avaliou a resistência à deflexão destes instrumentos de 0° (instrumentos sem deflexão, reto) até um ângulo de deflexão de 16° nas três diferentes temperaturas: 27°C, 37°C e 0°C. Foram obtidos resultados onde a resistência à deflexão dos instrumentos não foi influenciada de modo significante nas alterações de temperatura analisadas e não seguem um padrão linear. O diâmetro nominal e principalmente a conicidade (taper) dos instrumentos influenciam de maneira significante na resistência à deflexão dos mesmos. Um teste de regressão linear por função polinomial de primeiro grau indicou que esses instrumentos apresentavam uma resistência à deflexão que segue um padrão linear, e pôde ser predito através da seguinte equação: RD = a + bx onde se é possível calcular a resistência à deflexão de um instrumento em um determinado ângulo de curvatura do canal radicular. |
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