O conhecimento e a utilização de estratégias facilitadoras de aleitamento no bebê com fissura labiopalatina: uma visão dos cuidadores.
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-23092025-103615/ |
Resumo: | Introdução: As fissuras labiopalatinas impactam a alimentação dos bebês, dificultando a sucção, o que pode comprometer sua nutrição e crescimento. Embora o aleitamento materno seja essencial, muitos cuidadores não recebem informações adequadas sobre as estratégias facilitadoras para a alimentação do bebê. Objetivos: Avaliar o conhecimento de cuidadores sobre as estratégias facilitadoras de aleitamento de lactentes com fissuras labiopalatinas e sua utilização e eficácia na prática cotidiana do ponto de vista dos cuidadores. Adicionalmente, pretende-se analisar a relação entre o tipo de fissura e a adesão às práticas facilitadoras. Métodos: Foram entrevistados 101 cuidadores de bebês com fissura labiopalatina reparadas ou não, sendo 16 cuidadores de bebês com fissura de lábio isolada unilateral; 44 com fissura de lábio e palato unilateral; 15 com fissura de lábio e palato bilateral e 26 com fissura de palato isolada, com idade entre 3 e 22 meses (média de idade = 10 meses). O questionário abordou a vivência dos cuidadores com relação às estratégias de alimentação, métodos utilizados e eficácia percebida no cotidiano. Os dados foram analisados estatisticamente para verificar associações entre nível socioeconômico, tipo de fissura e adesão às estratégias. Resultados: A maioria dos cuidadores (96%) conhecia as estratégias de aleitamento, mas 80,2% receberam as orientações somente após o nascimento do bebê. O método mais adotado foi o uso de fórmula com bicos artificiais (55,4%) e apenas 10,9% dos bebês foram amamentados exclusivamente no peito. As estratégias mais eficazes incluíram a posição semissentada do bebê, o uso de mamadeiras adaptadas e a ordenha do leite materno. Verificou-se, também, que o apoio ou a sustentação da mama foi significativamente mais frequente entre os cuidadores de bebês com fissura isolada de lábio do que nos demais tipos de fissura (p < 0,001). A posição semissentada, foi mais adotada pelos cuidadores de bebês com fissura de lábio e palato, tanto unilateral quanto bilateral (p = 0,002). A utilização de mamadeira ou chuquinha foi significativamente mais frequente entre os cuidadores de bebês com fissura de lábio e palato unilateral e bilateral e, de bebês com fissura isolada de palato, quando comparados aos bebês com fissura isolada de lábio (p = 0,0012). Evitar o lado da fissura foi uma estratégia mais frequentemente adotada pelos cuidadores de bebês com fissura de lábio e palato unilateral e bilateral (p < 0,001). Conclusão: Os resultados deste estudo mostraram que a maioria dos cuidadores conhecia as estratégias facilitadoras de aleitamento dos bebês. O ajuste postural do bebê em posição mais elevada e o uso de fórmulas com bicos artificiais foram as mais adotadas e eficientes para os bebês com fissura labiopalatina. Os cuidadores adotavam diferentes estratégias de alimentação dependendo do tipo de fissura, priorizando o apoio da mama em bebês com fissura isolada de lábio, a posição semissentada em fissuras de lábio e palato, e o uso de mamadeira ou chuquinha em fissuras que envolvem o palato. O conhecimento e a aplicação dessas estratégias devem ser incentivados por profissionais de saúde para garantir um aleitamento eficiente. |
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O conhecimento e a utilização de estratégias facilitadoras de aleitamento no bebê com fissura labiopalatina: uma visão dos cuidadores.Knowledge and use of feeding facilitation strategies in infants with cleft lip and palate: a caregivers\' perspectiveAleitamento maternoAlimentação artificialBreast feedingCaregiversCleft lipCleft palateCuidadoresFenda labialFissura palatinaInfantLactenteNutritional supportIntrodução: As fissuras labiopalatinas impactam a alimentação dos bebês, dificultando a sucção, o que pode comprometer sua nutrição e crescimento. Embora o aleitamento materno seja essencial, muitos cuidadores não recebem informações adequadas sobre as estratégias facilitadoras para a alimentação do bebê. Objetivos: Avaliar o conhecimento de cuidadores sobre as estratégias facilitadoras de aleitamento de lactentes com fissuras labiopalatinas e sua utilização e eficácia na prática cotidiana do ponto de vista dos cuidadores. Adicionalmente, pretende-se analisar a relação entre o tipo de fissura e a adesão às práticas facilitadoras. Métodos: Foram entrevistados 101 cuidadores de bebês com fissura labiopalatina reparadas ou não, sendo 16 cuidadores de bebês com fissura de lábio isolada unilateral; 44 com fissura de lábio e palato unilateral; 15 com fissura de lábio e palato bilateral e 26 com fissura de palato isolada, com idade entre 3 e 22 meses (média de idade = 10 meses). O questionário abordou a vivência dos cuidadores com relação às estratégias de alimentação, métodos utilizados e eficácia percebida no cotidiano. Os dados foram analisados estatisticamente para verificar associações entre nível socioeconômico, tipo de fissura e adesão às estratégias. Resultados: A maioria dos cuidadores (96%) conhecia as estratégias de aleitamento, mas 80,2% receberam as orientações somente após o nascimento do bebê. O método mais adotado foi o uso de fórmula com bicos artificiais (55,4%) e apenas 10,9% dos bebês foram amamentados exclusivamente no peito. As estratégias mais eficazes incluíram a posição semissentada do bebê, o uso de mamadeiras adaptadas e a ordenha do leite materno. Verificou-se, também, que o apoio ou a sustentação da mama foi significativamente mais frequente entre os cuidadores de bebês com fissura isolada de lábio do que nos demais tipos de fissura (p < 0,001). A posição semissentada, foi mais adotada pelos cuidadores de bebês com fissura de lábio e palato, tanto unilateral quanto bilateral (p = 0,002). A utilização de mamadeira ou chuquinha foi significativamente mais frequente entre os cuidadores de bebês com fissura de lábio e palato unilateral e bilateral e, de bebês com fissura isolada de palato, quando comparados aos bebês com fissura isolada de lábio (p = 0,0012). Evitar o lado da fissura foi uma estratégia mais frequentemente adotada pelos cuidadores de bebês com fissura de lábio e palato unilateral e bilateral (p < 0,001). Conclusão: Os resultados deste estudo mostraram que a maioria dos cuidadores conhecia as estratégias facilitadoras de aleitamento dos bebês. O ajuste postural do bebê em posição mais elevada e o uso de fórmulas com bicos artificiais foram as mais adotadas e eficientes para os bebês com fissura labiopalatina. Os cuidadores adotavam diferentes estratégias de alimentação dependendo do tipo de fissura, priorizando o apoio da mama em bebês com fissura isolada de lábio, a posição semissentada em fissuras de lábio e palato, e o uso de mamadeira ou chuquinha em fissuras que envolvem o palato. O conhecimento e a aplicação dessas estratégias devem ser incentivados por profissionais de saúde para garantir um aleitamento eficiente.Introduction: Cleft lip and palate impact infant feeding, making sucking difficult, which can compromise nutrition and growth. Although breastfeeding is essential, many caregivers do not receive adequate information on facilitating feeding strategies. Objectives: To assess caregivers\' knowledge of feeding facilitation strategies for infants with cleft lip and palate, as well as their use and perceived effectiveness in daily practice from the caregivers\' perspective. Additionally, this study aims to analyze the relationship between the type of cleft and adherence to facilitative feeding practices. Methods: A total of 101 caregivers of infants with repaired or unrepaired cleft lip and/or palate were interviewed, including 16 caregivers of infants with isolated unilateral cleft lip, 44 with unilateral cleft lip and palate, 15 with bilateral cleft lip and palate, and 26 with isolated cleft palate, aged between 3 and 22 months (mean age = 10 months). The questionnaire addressed caregivers experiences regarding feeding strategies, the methods adopted, and their perceived effectiveness in everyday practice. Statistical analyses were performed to examine associations between socioeconomic status, type of cleft, and adherence to the strategies. Results: Most caregivers (96%) were aware of feeding strategies, but 80.2% received guidance only after birth. The most common method was formula feeding with artificial nipples (55.4%), while only 10.9% of infants were exclusively breastfed. The most effective strategies included the semi-upright feeding position, the use of adapted bottles, and breast milk expression. Breast support was significantly more frequent among caregivers of infants with isolated cleft lip (p < 0.001). The semi-upright position was more commonly adopted for infants with unilateral and bilateral cleft lip and palate (p = 0.002). The use of bottles was significantly more frequent among caregivers of infants with unilateral and bilateral cleft lip and palate, as well as those with isolated cleft palate, compared to infants with isolated cleft lip (p = 0.0012). Avoiding the cleft side was a strategy more frequently adopted by caregivers of infants with unilateral and bilateral cleft lip and palate (p < 0.001). Conclusion: The findings indicate that most caregivers were aware of feeding facilitation strategies. The baby\'s postural adjustment to a more elevated position and the use of artificial nipple formulas were the most commonly adopted and effective strategies for infants with cleft lip and palate. Caregivers used different feeding strategies depending on the cleft type, prioritizing breast support for infants with isolated cleft lip, the semi-upright position for those with cleft lip and palate, and bottle for clefts involving the palate. Health professionals should encourage the knowledge and application of these strategies to ensure effective breastfeeding.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPYamashita, Renata PacielloPadilha, Adrieny Colhasso2025-08-14info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-23092025-103615/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-11-12T20:38:02Zoai:teses.usp.br:tde-23092025-103615Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-11-12T20:38:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: As fissuras labiopalatinas impactam a alimentação dos bebês, dificultando a sucção, o que pode comprometer sua nutrição e crescimento. Embora o aleitamento materno seja essencial, muitos cuidadores não recebem informações adequadas sobre as estratégias facilitadoras para a alimentação do bebê. Objetivos: Avaliar o conhecimento de cuidadores sobre as estratégias facilitadoras de aleitamento de lactentes com fissuras labiopalatinas e sua utilização e eficácia na prática cotidiana do ponto de vista dos cuidadores. Adicionalmente, pretende-se analisar a relação entre o tipo de fissura e a adesão às práticas facilitadoras. Métodos: Foram entrevistados 101 cuidadores de bebês com fissura labiopalatina reparadas ou não, sendo 16 cuidadores de bebês com fissura de lábio isolada unilateral; 44 com fissura de lábio e palato unilateral; 15 com fissura de lábio e palato bilateral e 26 com fissura de palato isolada, com idade entre 3 e 22 meses (média de idade = 10 meses). O questionário abordou a vivência dos cuidadores com relação às estratégias de alimentação, métodos utilizados e eficácia percebida no cotidiano. Os dados foram analisados estatisticamente para verificar associações entre nível socioeconômico, tipo de fissura e adesão às estratégias. Resultados: A maioria dos cuidadores (96%) conhecia as estratégias de aleitamento, mas 80,2% receberam as orientações somente após o nascimento do bebê. O método mais adotado foi o uso de fórmula com bicos artificiais (55,4%) e apenas 10,9% dos bebês foram amamentados exclusivamente no peito. As estratégias mais eficazes incluíram a posição semissentada do bebê, o uso de mamadeiras adaptadas e a ordenha do leite materno. Verificou-se, também, que o apoio ou a sustentação da mama foi significativamente mais frequente entre os cuidadores de bebês com fissura isolada de lábio do que nos demais tipos de fissura (p < 0,001). A posição semissentada, foi mais adotada pelos cuidadores de bebês com fissura de lábio e palato, tanto unilateral quanto bilateral (p = 0,002). A utilização de mamadeira ou chuquinha foi significativamente mais frequente entre os cuidadores de bebês com fissura de lábio e palato unilateral e bilateral e, de bebês com fissura isolada de palato, quando comparados aos bebês com fissura isolada de lábio (p = 0,0012). Evitar o lado da fissura foi uma estratégia mais frequentemente adotada pelos cuidadores de bebês com fissura de lábio e palato unilateral e bilateral (p < 0,001). Conclusão: Os resultados deste estudo mostraram que a maioria dos cuidadores conhecia as estratégias facilitadoras de aleitamento dos bebês. O ajuste postural do bebê em posição mais elevada e o uso de fórmulas com bicos artificiais foram as mais adotadas e eficientes para os bebês com fissura labiopalatina. Os cuidadores adotavam diferentes estratégias de alimentação dependendo do tipo de fissura, priorizando o apoio da mama em bebês com fissura isolada de lábio, a posição semissentada em fissuras de lábio e palato, e o uso de mamadeira ou chuquinha em fissuras que envolvem o palato. O conhecimento e a aplicação dessas estratégias devem ser incentivados por profissionais de saúde para garantir um aleitamento eficiente. |
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