Traços Político-Epistemológicos da interação entre atores do Ensino de Ciências e do MST em vista do Antropoceno.
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/81/81133/tde-10042026-113550/ |
Resumo: | Os estudos sociais da ciência mostram que a ideia de ciência está historicamente vinculada à de natureza, tal como se constituiu no Ocidente, marcada pela separação entre natureza e política. Com o conceito de Antropoceno, derivado dos estudos climáticos e da degradação ambiental desde os anos 1950, teóricos reconhecem seu potencial de desestabilizar a separação entre natureza e sociedade e, consequentemente, entre ciência e política. De modo análogo, a relação entre educação e política vem sendo negada, sobretudo sob a influência das ideias neoliberais e da suposta neutralidade pedagógica, enquanto estudos críticos reafirmam sua indissociabilidade como prática ético-política e humana. Nesse contexto, a formação humana no ensino de ciências enfrenta desafios que exigem concepções de natureza, ciência e educação distintas das hegemônicas. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), por seu caráter sociocultural de massas, articula uma educação popular e uma nova relação com a terra que tensionam esses esquemas tradicionais. Apesar do avanço das discussões sobre a politicidade da ciência e da educação, são raros os estudos que articulam as concepções de educação, ciência e natureza entre educadores, e praticamente inexistentes aqueles que evidenciam a potencialidade dos movimentos sociais nesse contexto epistemológico e pedagógico. Para preencher essa lacuna, neste estudo investigou-se pontos de concordância, conflitos e instabilidades entre as concepções de educação, natureza e ciência apresentados por dois professores de ciências da rede pública e dois militantes do MST da Comuna da Terra Irmã Alberta (São Paulo-SP). A pesquisa seguiu a Metodologia Interativa, com coleta de dados realizada por meio do Círculo Hermenêutico-Dialético, que envolveu entrevistas e observação participante, todas transcritas integralmente. A análise baseou-se na Análise Hermenêutica-Dialética-Interativa, em diálogo com Bruno Latour e Paulo Freire. Trechos das transcrições das entrevistas foram selecionados como unidades de análise, posteriormente organizadas em três grandes blocos educação, natureza e ciência totalizando 12 categorias. As convergências entre os participantes concentram-se na politicidade da educação, ainda que frequentemente tratada como dimensão externa aos processos formativos. Os professores tendem a mobilizar perspectivas modernas, enfatizando aspectos ligados à racionalidade e, por vezes, afastadas da dimensão política, o que pode estar relacionado às formas hegemônicas de organização do ensino de ciências. Já os militantes expressam rupturas parciais com a modernidade, articulando educação, natureza e ciência pela agroecologia como prática ético-política. A ausência dos militantes no bloco Ciência revela os limites da epistemologia moderna e do próprio estudo, ao passo que suas falas apontam para uma ciência terrestre, dialógica e freire-latouriana. Diante do Antropoceno, a configuração dos resultados apresenta a necessidade de repolitizar o ensino de ciências para assumir uma perspectiva não antropocêntrica, ética e socialmente engajada. Mostra-se igualmente urgente a superação da neutralidade e o fortalecimento do diálogo entre as perspectivas de Paulo Freire e Bruno Latour para tal intento. Nota-se também a potencialidade das pedagogias dos movimentos sociais para o ensino de ciências neste tempo histórico. No conjunto, as categorias evidenciam que a escola segue presa à cisão entre fatos e valores, enquanto o MST encarna práticas formativas e políticas mais adequadas aos desafios do Antropoceno. Conclui-se que o diálogo entre professores de ciências e militantes do MST revela contrastes formativos e epistemológicos que iluminam novos modos de pensar a educação em ciências diante dos desafios do Antropoceno. |
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Traços Político-Epistemológicos da interação entre atores do Ensino de Ciências e do MST em vista do Antropoceno.Political-Epistemological traits of the interaction between actors in Science Education and the landless workers\' movement in light of the AnthropoceneAnthropoceneAntropocenoMovimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)NatureNatureza; PolíticaPoliticsProfessores de CiênciasScience TeachersThe Landless Workers' Movement (MST)Os estudos sociais da ciência mostram que a ideia de ciência está historicamente vinculada à de natureza, tal como se constituiu no Ocidente, marcada pela separação entre natureza e política. Com o conceito de Antropoceno, derivado dos estudos climáticos e da degradação ambiental desde os anos 1950, teóricos reconhecem seu potencial de desestabilizar a separação entre natureza e sociedade e, consequentemente, entre ciência e política. De modo análogo, a relação entre educação e política vem sendo negada, sobretudo sob a influência das ideias neoliberais e da suposta neutralidade pedagógica, enquanto estudos críticos reafirmam sua indissociabilidade como prática ético-política e humana. Nesse contexto, a formação humana no ensino de ciências enfrenta desafios que exigem concepções de natureza, ciência e educação distintas das hegemônicas. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), por seu caráter sociocultural de massas, articula uma educação popular e uma nova relação com a terra que tensionam esses esquemas tradicionais. Apesar do avanço das discussões sobre a politicidade da ciência e da educação, são raros os estudos que articulam as concepções de educação, ciência e natureza entre educadores, e praticamente inexistentes aqueles que evidenciam a potencialidade dos movimentos sociais nesse contexto epistemológico e pedagógico. Para preencher essa lacuna, neste estudo investigou-se pontos de concordância, conflitos e instabilidades entre as concepções de educação, natureza e ciência apresentados por dois professores de ciências da rede pública e dois militantes do MST da Comuna da Terra Irmã Alberta (São Paulo-SP). A pesquisa seguiu a Metodologia Interativa, com coleta de dados realizada por meio do Círculo Hermenêutico-Dialético, que envolveu entrevistas e observação participante, todas transcritas integralmente. A análise baseou-se na Análise Hermenêutica-Dialética-Interativa, em diálogo com Bruno Latour e Paulo Freire. Trechos das transcrições das entrevistas foram selecionados como unidades de análise, posteriormente organizadas em três grandes blocos educação, natureza e ciência totalizando 12 categorias. As convergências entre os participantes concentram-se na politicidade da educação, ainda que frequentemente tratada como dimensão externa aos processos formativos. Os professores tendem a mobilizar perspectivas modernas, enfatizando aspectos ligados à racionalidade e, por vezes, afastadas da dimensão política, o que pode estar relacionado às formas hegemônicas de organização do ensino de ciências. Já os militantes expressam rupturas parciais com a modernidade, articulando educação, natureza e ciência pela agroecologia como prática ético-política. A ausência dos militantes no bloco Ciência revela os limites da epistemologia moderna e do próprio estudo, ao passo que suas falas apontam para uma ciência terrestre, dialógica e freire-latouriana. Diante do Antropoceno, a configuração dos resultados apresenta a necessidade de repolitizar o ensino de ciências para assumir uma perspectiva não antropocêntrica, ética e socialmente engajada. Mostra-se igualmente urgente a superação da neutralidade e o fortalecimento do diálogo entre as perspectivas de Paulo Freire e Bruno Latour para tal intento. Nota-se também a potencialidade das pedagogias dos movimentos sociais para o ensino de ciências neste tempo histórico. No conjunto, as categorias evidenciam que a escola segue presa à cisão entre fatos e valores, enquanto o MST encarna práticas formativas e políticas mais adequadas aos desafios do Antropoceno. Conclui-se que o diálogo entre professores de ciências e militantes do MST revela contrastes formativos e epistemológicos que iluminam novos modos de pensar a educação em ciências diante dos desafios do Antropoceno.Social studies of science show that the idea of science has historically been linked to the idea of nature as it was constituted in the West, marked by a separation between nature and politics. With the concept of the Anthropocene, derived from climate studies and the acceleration of environmental degradation since the 1950s, scholars recognize its potential to destabilize the separation between nature and society and, consequently, between science and politics. Analogously, the relationship between education and politics has increasingly been denied, especially under the influence of neoliberal ideas and the supposed neutrality of pedagogical practice, while critical studies reaffirm their inseparability as an ethical-political and human practice. In this context, human formation in science education faces challenges that require conceptions of nature, science, and education different from hegemonic ones. The Landless Rural Workers Movement (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra MST), due to its mass-based sociocultural character, articulates popular education and a new relationship with the land that tensions these traditional frameworks. Despite advances in discussions on the politicization of science and education, studies that articulate conceptions of education, science, and nature among educators remain rare, and those that highlight the potential of social movements within this epistemological and pedagogical context are virtually nonexistent. To address this gap, this study investigated points of convergence, conflict, and instability in the conceptions of education, nature, and science expressed by two public-school science teachers and two MST militants from the Comuna da Terra Irmã Alberta (São Paulo, Brazil). The research followed the Interactive Methodology, with data collection carried out through the HermeneuticDialectical Circle, involving interviews and participant observation, all fully transcribed. Data analysis was conducted using the HermeneuticDialecticalInteractive Analysis, in dialogue with the reflections of Bruno Latour and Paulo Freire. Excerpts from the interview transcripts were selected as units of analysis and subsequently organized into three major blocks education, nature, and science totaling twelve categories. Convergences among participants center on the politicization of education, although it is often treated as an external dimension to formative processes. Teachers tend to mobilize modern perspectives, emphasizing aspects related to rationality and, at times, distancing themselves from the political dimension, which may be related to hegemonic forms of organizing science education. Militants, in turn, express partial ruptures with modernity, articulating education, nature, and science through agroecology as an ethical-political practice. The absence of militants in the Science block reveals both the limits of modern epistemology and of the study itself, while their statements point toward a terrestrial, dialogical, FreireanLatourian science. In the face of the Anthropocene, the configuration of the results highlights the need to repoliticize science education in order to adopt a non-anthropocentric, ethical, and socially engaged perspective. It is also urgent to overcome neutrality and to strengthen dialogue between the perspectives of Paulo Freire and Bruno Latour toward this aim. The findings further indicate the potential of social movement pedagogies for science education in the present historical moment. Overall, the categories show that schools remain constrained by the split between facts and values, while the MST embodies formative and political practices more attuned to the challenges of the Anthropocene. It is concluded that dialogue between science teachers and MST militants reveals formative and epistemological contrasts that illuminate new ways of thinking about science education in light of the challenges posed by the Anthropocene.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMalachias, Maria Elena InfanteQueiroz, Luís Carlos Mendonça de2025-11-25info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/81/81133/tde-10042026-113550/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-04-10T19:26:29Zoai:teses.usp.br:tde-10042026-113550Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-04-10T19:26:29Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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