Caracterização de lesões de mancha branca naturais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Araujo, Erika Michele dos Santos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23134/tde-10112021-163110/
Resumo: O objetivo deste estudo foi caracterizar e comparar o esmalte sadio humano e lesões de mancha branca (ICDAS 2) em diferentes aspectos. Dezessete espécimes foram caracterizados por meio fluorescência com o Diagnodent®, Fluorescência quantitativa induzida pela luz (QLF®), quanto aspectos ópticos pela Tomografia de Coerência Óptica (OCT), propriedades mecânicas com a Microdureza seccional e avaliação do conteúdo inorgânico e orgânico com a Espectroscopia Raman. A ANOVA e teste de Tukey, foram utilizados com 5% como nível de significância. O Diagnodent® identificou 75% das superfícies como hígidas, 7% cárie em esmalte, 10% lesão até junção esmalte-dentina e 7% cárie em dentina. Para o QLF®, a perda de conteúdo mineral Q (%mm2) foi de 15,37%mm2 e a diferença de fluorescência (F) foi de 11,68%. O aparelho OCT captou uma média de profundidade de lesões de 174,43 m, e um coeficiente de atenuação sem diferença significante (p>0,005). A microdureza demonstrou uma diferença significante (p<0,005) quando comparados os fatores: camada superficial e corpo do esmalte (hígido e lesão), porém não existe diferença significante (p>0,005), quando comparados esses dois sítios dentro do mesmo substrato. O espectro Raman demonstrou as 4 bandas vibracionais do fosfato (v1, v2, v3, v4) com maior intensidade no esmalte hígido, sendo o maior pico em 960,3 cm-1(v1). Em 1071 cm-1, a intensidade foi maior para o esmalte hígido, correspondendo a banda do fosfato (v3) e não o carbonato tipo B. O conteúdo orgânico foi visto em 1295 cm-1 e em 1450 cm-1, com maior intensidade nas lesões. A variabilidade de características dos substratos estudados interferiu diretamente na caracterização destes pelos métodos propostos.
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