Parâmetros etológicos e hematológicos de neonatos clones nascidos de éguas receptoras que receberam progesterona durante o período gestacional
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10131/tde-21012026-155659/ |
Resumo: | A progesterona é um hormônio essencial na endocrinologia da gestação dos animais domésticos. Na égua, seu papel é relevante no terço inicial de prenhez. Esta razão resulta no uso extensivo, de forma exógena, para manutenção da gestação e prevenção de abortamento. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da progesterona de longa ação utilizada em éguas gestantes de clones equinos, desde o dia da transferência do embrião até os 300 dias de prenhez, comparando com éguas controle, que não receberam a progesterona. As éguas foram monitoradas diariamente a partir dos 280 dias de gestação, por 24 horas, para observações de sinais que correspondem à proximidade ao parto: desenvolvimento de glândula mamária, produção de colostro, avaliação do pH da secreção mamária e brix (%) do colostro. Todas as três fases dos partos foram acompanhadas, e os neonatos foram avaliados quanto aos parâmetros comportamentais/tempos para iniciar o reflexo de sucção, ficar em decúbito esternal, ficar em estação e eliminar o mecônio. Os potros foram também avaliados quanto a vitalidade, por meio do teste APGAR aos 0, 5, 30 e 60 minutos de vida. Além disso, foram coletadas amostras de sangue para análise hematológica (série vermelha: eritrócito, hemoglobina, hematócrito, VCM, HCM, CHCM, plaquetas e fibrinogênio; série branca: leucócitos, neutrófilos, eosinófilos, linfócitos típicos e monócitos) logo após o nascimento, com 12 horas, 72 horas, 7, 15 e 30 dias de vida, e análise de perfil de proteínas (albumina, alfa 1 globulina, alfa 2 globulina, beta 1 globulina, beta 2 globulina, beta (1+2) globulina, gama globulina, proteínas totais e relação A/G) com 12 e 24 horas de vida. Não foram observadas diferenças estatísticas para os parâmetros de avaliação pré-parto nas éguas e na avaliação comportamental e vitalidade dos potros. Na avaliação hematológica, observamos diferença nos tempos avaliados para eritrócitos, hemoglobina, hematócrito, VCM e HCM, onde os valores são mais altos nas primeiras horas de vida, e decrescem até 30 dias de vida. No leucograma, os valores de linfócitos e monócitos tiveram diferença entre os grupos avaliados, e ambos obtiveram valores superiores no grupo controle. Os linfócitos típicos tiveram uma diminuição até as 72 horas, e subiram com 7 dias. Os neutrófilos foram mais altos aos 15 e 30 dias no grupo controle. O fibrinogênio teve diferença com 15 e 30 dias no grupo controle, onde tiveram valores mais altos. Além disso, o grupo controle com 15 dias e 30 dias tiveram valores mais altos de fibrinogênio em relação ao grupo P4 em ambos os tempos. Dois potros do grupo controle tiveram valores de fibrinogênio acima de 800 mg/dl, acreditando-se que tenha levado ao aumento da média do grupo. No perfil de proteínas, a relação A/G foi maior nos potros do grupo controle, e teve valores mais altos nos potros com 12 horas de vida. A gama globulina foi mais alta nos potros com 24 horas de vida. Além disso, a beta 2 globulina também foi mais alta nos potros com 24 horas. De acordo com os resultados apresentados, pode-se concluir que a administração de progesterona pode alterar alguns parâmetros hematológicos dos neonatos clones, porém não influencia negativamente, já que nenhuma das variáveis analisadas obteve valores anormais, tanto abaixo como acima dos valores de referência. |
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Parâmetros etológicos e hematológicos de neonatos clones nascidos de éguas receptoras que receberam progesterona durante o período gestacionalEthological and hematological parameters of cloned neonates born to recipient mares that received progesterone during the gestational periodAPGARAPGARFoalHematologiaHematologyPotroPregnancyPrenhezSomatic cell nuclear transferTransferência nuclear de células somáticasA progesterona é um hormônio essencial na endocrinologia da gestação dos animais domésticos. Na égua, seu papel é relevante no terço inicial de prenhez. Esta razão resulta no uso extensivo, de forma exógena, para manutenção da gestação e prevenção de abortamento. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da progesterona de longa ação utilizada em éguas gestantes de clones equinos, desde o dia da transferência do embrião até os 300 dias de prenhez, comparando com éguas controle, que não receberam a progesterona. As éguas foram monitoradas diariamente a partir dos 280 dias de gestação, por 24 horas, para observações de sinais que correspondem à proximidade ao parto: desenvolvimento de glândula mamária, produção de colostro, avaliação do pH da secreção mamária e brix (%) do colostro. Todas as três fases dos partos foram acompanhadas, e os neonatos foram avaliados quanto aos parâmetros comportamentais/tempos para iniciar o reflexo de sucção, ficar em decúbito esternal, ficar em estação e eliminar o mecônio. Os potros foram também avaliados quanto a vitalidade, por meio do teste APGAR aos 0, 5, 30 e 60 minutos de vida. Além disso, foram coletadas amostras de sangue para análise hematológica (série vermelha: eritrócito, hemoglobina, hematócrito, VCM, HCM, CHCM, plaquetas e fibrinogênio; série branca: leucócitos, neutrófilos, eosinófilos, linfócitos típicos e monócitos) logo após o nascimento, com 12 horas, 72 horas, 7, 15 e 30 dias de vida, e análise de perfil de proteínas (albumina, alfa 1 globulina, alfa 2 globulina, beta 1 globulina, beta 2 globulina, beta (1+2) globulina, gama globulina, proteínas totais e relação A/G) com 12 e 24 horas de vida. Não foram observadas diferenças estatísticas para os parâmetros de avaliação pré-parto nas éguas e na avaliação comportamental e vitalidade dos potros. Na avaliação hematológica, observamos diferença nos tempos avaliados para eritrócitos, hemoglobina, hematócrito, VCM e HCM, onde os valores são mais altos nas primeiras horas de vida, e decrescem até 30 dias de vida. No leucograma, os valores de linfócitos e monócitos tiveram diferença entre os grupos avaliados, e ambos obtiveram valores superiores no grupo controle. Os linfócitos típicos tiveram uma diminuição até as 72 horas, e subiram com 7 dias. Os neutrófilos foram mais altos aos 15 e 30 dias no grupo controle. O fibrinogênio teve diferença com 15 e 30 dias no grupo controle, onde tiveram valores mais altos. Além disso, o grupo controle com 15 dias e 30 dias tiveram valores mais altos de fibrinogênio em relação ao grupo P4 em ambos os tempos. Dois potros do grupo controle tiveram valores de fibrinogênio acima de 800 mg/dl, acreditando-se que tenha levado ao aumento da média do grupo. No perfil de proteínas, a relação A/G foi maior nos potros do grupo controle, e teve valores mais altos nos potros com 12 horas de vida. A gama globulina foi mais alta nos potros com 24 horas de vida. Além disso, a beta 2 globulina também foi mais alta nos potros com 24 horas. De acordo com os resultados apresentados, pode-se concluir que a administração de progesterona pode alterar alguns parâmetros hematológicos dos neonatos clones, porém não influencia negativamente, já que nenhuma das variáveis analisadas obteve valores anormais, tanto abaixo como acima dos valores de referência.Progesterone is an essential hormone in the endocrinology of domestic animal pregnancy. In mares, its role is significant in the initial third of pregnancy. This results in its extensive exogenous use for pregnancy maintenance and abortion prevention. The objective of this study was to evaluate the effects of long-acting progesterone in pregnant mares of equine clones, from the day of embryo transfer until 300 days of pregnancy, compared with control mares that did not receive progesterone. The mares were monitored daily for 24 hours from 280 days of gestation to observe signs that indicate the proximity of parturition: mammary gland development, colostrum production, mammary secretion pH, and colostrum brix (%). All three stages of labor were monitored, and neonates were assessed for behavioral parameters and times to initiate the sucking reflex, achieve sternal recumbency, stand, nurse, and pass meconium. Foals were also assessed for vitality using the APGAR test at 0, 5, 30, and 60 minutes of life. In addition, blood samples were collected for hematological analysis (red blood series: erythrocytes, hemoglobin, hematocrit, MCV, MCH, MCHC, platelets and fibrinogen); white blood series: leukocytes, neutrophils, eosinophils, typical lymphocytes and monocytes) immediately after birth, at 12 hours, 72 hours, 7, 15 and 30 days of life, and protein electrophoresis analysis (albumin, alpha 1 globulin, alpha 2 globulin, beta 1 globulin, beta 2 globulin, beta (1+2) globulin, gamma globulin, total protein and w/g ratio) at 12 and 24 hours of life. No statistical differences were observed for the pre-partum evaluation parameters in the mares and in the behavioral and vitality evaluation of the foals. In the hematological evaluation, we observed differences in the time points for erythrocytes, hemoglobin, hematocrit, MCV, and MCH, with values being highest in the first hours of life and decreasing until 30 days of age. In the leukogram, lymphocyte and monocyte values differed between the groups, with both groups obtaining higher values in the control group. Typical lymphocytes decreased until 72 hours and increased at 7 days. Neutrophils were highest at 15 and 30 days in the control group. Fibrinogen levels differed at 15 and 30 days in the control group, with higher values. Furthermore, the control group had higher fibrinogen values at 15 and 30 days compared to the P4 group at both time points. Two foals in the control group had fibrinogen levels above 800 mg/dl, which is believed to have contributed to the increase in the group average. In protein electrophoresis, the water/g ratio was higher in the control group foals and higher in foals at 12 hours of age. Gamma globulin was highest in 24-hour-old foals. Furthermore, beta 2 globulin was also highest in 24-hour-old foals. Based on the results presented, it can be concluded that progesterone administration may alter some hematological parameters in cloned neonates, but it does not negatively influence them, as none of the variables analyzed showed abnormal values, either below or above the reference values.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFernandes, Claudia BarbosaFonte, Juliana Schleich2025-09-29info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10131/tde-21012026-155659/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-03-16T18:36:05Zoai:teses.usp.br:tde-21012026-155659Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-16T18:36:05Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A progesterona é um hormônio essencial na endocrinologia da gestação dos animais domésticos. Na égua, seu papel é relevante no terço inicial de prenhez. Esta razão resulta no uso extensivo, de forma exógena, para manutenção da gestação e prevenção de abortamento. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da progesterona de longa ação utilizada em éguas gestantes de clones equinos, desde o dia da transferência do embrião até os 300 dias de prenhez, comparando com éguas controle, que não receberam a progesterona. As éguas foram monitoradas diariamente a partir dos 280 dias de gestação, por 24 horas, para observações de sinais que correspondem à proximidade ao parto: desenvolvimento de glândula mamária, produção de colostro, avaliação do pH da secreção mamária e brix (%) do colostro. Todas as três fases dos partos foram acompanhadas, e os neonatos foram avaliados quanto aos parâmetros comportamentais/tempos para iniciar o reflexo de sucção, ficar em decúbito esternal, ficar em estação e eliminar o mecônio. Os potros foram também avaliados quanto a vitalidade, por meio do teste APGAR aos 0, 5, 30 e 60 minutos de vida. Além disso, foram coletadas amostras de sangue para análise hematológica (série vermelha: eritrócito, hemoglobina, hematócrito, VCM, HCM, CHCM, plaquetas e fibrinogênio; série branca: leucócitos, neutrófilos, eosinófilos, linfócitos típicos e monócitos) logo após o nascimento, com 12 horas, 72 horas, 7, 15 e 30 dias de vida, e análise de perfil de proteínas (albumina, alfa 1 globulina, alfa 2 globulina, beta 1 globulina, beta 2 globulina, beta (1+2) globulina, gama globulina, proteínas totais e relação A/G) com 12 e 24 horas de vida. Não foram observadas diferenças estatísticas para os parâmetros de avaliação pré-parto nas éguas e na avaliação comportamental e vitalidade dos potros. Na avaliação hematológica, observamos diferença nos tempos avaliados para eritrócitos, hemoglobina, hematócrito, VCM e HCM, onde os valores são mais altos nas primeiras horas de vida, e decrescem até 30 dias de vida. No leucograma, os valores de linfócitos e monócitos tiveram diferença entre os grupos avaliados, e ambos obtiveram valores superiores no grupo controle. Os linfócitos típicos tiveram uma diminuição até as 72 horas, e subiram com 7 dias. Os neutrófilos foram mais altos aos 15 e 30 dias no grupo controle. O fibrinogênio teve diferença com 15 e 30 dias no grupo controle, onde tiveram valores mais altos. Além disso, o grupo controle com 15 dias e 30 dias tiveram valores mais altos de fibrinogênio em relação ao grupo P4 em ambos os tempos. Dois potros do grupo controle tiveram valores de fibrinogênio acima de 800 mg/dl, acreditando-se que tenha levado ao aumento da média do grupo. No perfil de proteínas, a relação A/G foi maior nos potros do grupo controle, e teve valores mais altos nos potros com 12 horas de vida. A gama globulina foi mais alta nos potros com 24 horas de vida. Além disso, a beta 2 globulina também foi mais alta nos potros com 24 horas. De acordo com os resultados apresentados, pode-se concluir que a administração de progesterona pode alterar alguns parâmetros hematológicos dos neonatos clones, porém não influencia negativamente, já que nenhuma das variáveis analisadas obteve valores anormais, tanto abaixo como acima dos valores de referência. |
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